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4. TARTIġMA

4.3. ARAġTIRMANIN SINIRLILIKLARI

marrom e a cabeça branca, não é?

Aladim: É um cachorro. Vários: Um gato/um lobo Emília: Um guaxinim.

P.P.: será que tem lobo no sertão? Emília: Não! Tem raposa!

P.P.: Você acha que é uma raposa? Emília: Tem um rabo... [...]

P.P.: E no canto da folha? Bela: Uma casa! [...]

Consideramos a participação de cada um como relevante, agenciando a palavra autoral que, na interação, cooperam no processo de atribuição de sentidos às imagens, com posicionamentos que ora se aproximam, ora são excludentes, ora revelam dissonâncias, ora concordâncias. A esse respeito, Alves (2012, p. 96) ratifica que a audiodescrição na escola

deve estar inserida em uma abordagem pedagógica, na qual a palavra como mediadora dos processos de ensino-aprendizagem permita que todos os agentes implicados em tais processos possam dialogar, a partir de saberes e das experiências construídas interativamente.

Nesse sentido, a perspectiva da interação entre os alunos e professores permeando todas as práticas inclui também a descrição das imagens. Para esse autor, a presença da audiodescrição na escola deve estar associada a um contexto dialógico no qual as múltiplas vozes e os múltiplos pontos de vistas sejam valorizados e a autonomia interpretativa de todos, inclusive da pessoa com deficiência visual, seja uma premissa no desenvolvimento de práticas pedagógicas (ALVES, 2012).

Esse processo de orientação dialógica com a palavra do outro nas produções das crianças ao dialogarem com as imagens poderia ser feito com as leituras de outras imagens propostas durante as oficinas. Porém, não julgamos ser necessário, nem possível, dado os limites de um artigo.

Acreditamos que os exemplos apresentados demonstram a dimensão dialógica presente no processo de descrição das imagens que toma como pressuposto o protagonismo dos alunos na construção desse enunciado e revela a dimensão alteritária da linguagem.

Tendo como referência as ideias de Bakhtin (2011), entendemos que, assim como os textos verbais, as imagens do livro são enunciados e, como tal, se constituem como elos em uma cadeia de comunicação discursiva. Esses elos vão unindo-se a outros para composição dessa cadeia.

Nesse caso, a descrição das imagens, a partir dos fundamentos da audiodescrição, assume uma condição de texto subordinado e complementar ao texto visual. A essa ideia subjaz a natureza tradutória da audiodescrição. Essa passagem do imagético para o verbal não é uma transcrição, pois, semioticamente, a palavra não reproduz literalmente o que uma imagem representa. Isso não é um demérito, mas uma condição semiótica de transfiguração que gera novas imagens.

Dessa forma, tomando uma imagem visual do livro construímos um enunciado verbal que procurava descrevê-la, com vistas a permitir a elaboração de uma imagem mental pela pessoa com deficiência visual, constituindo-se como uma

contraimagem (ALVES, 2012). Esse movimento intersemiótico constitui uma cadeia

enunciativa na qual um enunciado responde a outro enunciado (BAKHTIN, 2011). Nesse contexto, o processo de observação e descrição da imagem a partir dos fundamentos da audiodescrição se configurou tanto como recurso de acessibilidade, quanto como estratégia de antecipação para leitura e para sua compreensão, contribuindo para a participação de alunos com e sem deficiência, sem desconsiderar suas especificidades. A partir disso, podemos confirmar que “a audiodescrição também beneficia alunos com deficiência intelectual e alunos sem deficiência, já que desenvolve o poder de observação e a fluência verbal, além de ampliar o acervo de palavras e a cultura geral” (MOTTA, 2011, p. 21).

Nesse caso, assinalamos que os princípios da audiodescrição acompanhados da proposição intencional de interações entre videntes e não videntes contribuiu satisfatoriamente para o desenvolvimento de processos de acessibilidade para leitura das imagens do livro Contando contos e ouvindo histórias em contexto escolar que se pretende inclusivo. Agora, sim, podemos dizer que falamos das imagens! Não só isso. “Contamos” as imagens.

Referências

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2013. 411f. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2013.

TDIC’S: facilitando o ensino de Química para surdos

SANTOS, Fábio Alexandre- SEE-PB e PE e UEPB11

MACÊDO, Luciana Maria de Souza – UEPB/PB e URCA/CE12

RESUMO

A pesquisa objetiva a busca de tecnologias disponíveis no nosso cotidiano e transformá-la em Tecnologia Assistiva.A utilização de Tecnologias Digitais da

Informação e Comunicação – TDIC’s como Tecnologias Assistiva é um campo que

ainda precisa ser bastante explorado. Permear este caminho nas escolas de base é um grande desafio a ser vencido, na busca por uma escola inclusiva que permita que todos tenham condições de obter um aprendizado significativo e, para que isto ocorra às barreiras devem ser rompidas. A escola Inclusiva deve estar baseada no direito à educação, à igualdade de oportunidades para todos os seus membros atendendo a individualidade de cada aluno e suas necessidades educacionais especiais. Desta forma, inserir no corpo discente senso de responsabilidade e sensibilidade pela inclusão social e tecnológica, sendo um agente motivador e assim promover uma nova dinâmica para as aulas.

Palavras-Chave: Aprendizagem; Ensino de Ciências;Tecnologia Assistiva.

INTRODUÇÃO

A inclusão de pessoas com deficiência no Brasil e a utilização de Tecnologia ainda é embrionário. Apesar de que, a legislação vem sofrendo mudanças que permitam uma melhora acentuada nos direitos dos alunos com deficiência, a sua permanência e o seu acesso nas escolas são duas palavras que embora tenham uma relação direta, são ações distintas.

No Brasil, a Constituição Federal de 1988, em seu Art. 205, diz que todos têm direito à Educação e o Art. 208, complementa afirmando que é dever do Estado garantir o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. A LDB – Lei das Diretrizes e Base da Educação Nacional, nº. 9.394/2006 ajusta-se a legislação federal e garante o

11 Professor da Rede Estadual de Ensino dos Estados de Pernambuco e Paraíba. Mestrando em Ensino de

Ciências e Educação Matemática pela UEPB [email protected]

12 Professora da Universidade Regional do Cariri. Mestranda em Ensino de Ciências e Educação Matemática

acesso e a permanência das pessoas com necessidades educativas especiais aconteçam preferencialmente nas redes do ensino regular.

A utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação proporciona a quebra dos paradigmas no cotidiano dos membros da comunidade escolar. AS TDIC’s se apresentam como um oceano a ser descoberto, com seus mistérios a serem explorados, um mundo fascinante e cheio de possibilidades que propícia novos horizontes ao processo ensino e aprendizagem, originando novos olhares sobre a educação, mediando o processo de aprendizagem na busca pelo conhecimento.

O objetivo deste trabalho é buscar tecnologias disponíveis no nosso cotidiano e utilizá-la como Tecnologia Assistiva e, desta forma, inserir no corpo discente o senso de responsabilidade e sensibilidade pela inclusão social e tecnológica, sendo um agente motivador promovendo aulas mais dinâmicas.

Ao falarmos de Educação Inclusiva, as tecnologias passam a ter um papel fundamental para que os alunos deficientes possam ser incluídos no ambiente educacional, de tal maneira que, venham a integrar de forma digna e igualitária com os demais discentes no ambiente escolar.

A Educação Inclusiva está ganhando espaço no contexto escolar com a divulgação e a tomada de conhecimento das leis que dão suporte as pessoas deficientes ao ingressarem na escola, cresci a cada dia. Neste contexto, se faz necessário repensar os procedimentos didáticos dos professores, bem como a sua formação inicial e principalmente a continuada, haja vista que muitos dos docentes não obtiveram na sua formação inicial, uma preparação para ensinar a pessoas com deficiência.

As TDIC’s apresentam-se como um rico instrumento mediador a serem utilizadas no processo de aprendizagem de alunos com dificuldades e limitações específicas no ato de aprender. As mesmas, tornam-se um diferencial no trabalho com alunos deficientes, permitindo que o aprendizado aconteça, o qual teria dificuldades sem a participação neste universo educacional.

O aluno com deficiência, sendo um sujeito social, vem se beneficiar com as inúmeras mediações, as quais são feitas nas relações sociais e interpessoais estabelecidas no convívio do espaço escolar, marcadas pelos conflitos e contradições da vida em sociedade. O modo como o aluno se relaciona com o saber tem um papel importante no processo de aprendizagem.

Com o auxílio do computador, esses alunos poderão desenvolver inúmeras habilidades que favorecerão seu processo de aprendizagem e descobrir que seu mundo está cheio de possibilidades. A busca pela superação das dificuldades e limitações, aumenta a auto-estima e a crença em suas capacidades. (MENEZES, 2006, p.17).

A conquista de seu espaço e a sua aceitação no grupo, a qual está inserido, certamente pode contribuir de forma específica, na sua motivação e mobilização de seus mecanismos de pensamentos e na construção de saberes compartilhados no interior de seu grupo.

Segundo Marta Kohl Oliveira(1997),

a concepção de Vygotsky sobre as relações entre desenvolvimento e aprendizado, e particularmente sobre a zona de desenvolvimento proximal, estabelece forte ligação entre o processo de desenvolvimento e a relação do individuo com seu ambiente sócio-cultural e com sua situação de organismo que não se desenvolve plenamente sem o suporte de outros indivíduos de sua espécie. (p. 61).

As limitações apresentadas pelos alunos com deficiência tendem a se tornar uma barreira no seu aprendizado. Diniz (2012, p. 60) afirma que “se pressuponha que o deficiente seria uma pessoa tão potencialmente produtiva como o não deficiente, sendo apenas necessária a retirada das barreiras para o desenvolvimento de suas capacidades”.

O acesso às tecnologias oferecidas pela escola influencia determinantemente no processo de ensino e aprendizagem, pois as deficiências podem possibilitar uma barreira ao aprendizado. O desenvolvimento de tecnologias acessíveis é uma maneira concreta de neutralizar estas barreiras causadas pelas deficiências, promovendo a inclusão social destas pessoas nos mais variados grupos, inserindo- os com condições dignas de aprendizado.

Farias e Torres (2014), definem as TIC’s

como ferramentas auxiliares no processo de ensino e aprendizagem, possibilitam ao aluno vivenciar situações que facilitam o desenvolvimento de suas potencialidades de maneira lúcida. Vivemos em uma sociedade informatizada, onde todos os educandos, inclusive os surdos, necessitam de tais recursos, presentes em seu processo de aprendizagem. Para a educação dos surdos, que se comunicam de forma visual, a ferramenta passa a ser prioridade. (p. 50).

Segundo Araújo (2014), a escola sempre está na vanguarda das mudanças que ocorre na sociedade contemporânea. Dentre estas inovações, um dos seus maiores desafios está em cumprir com eficiência a inclusão de deficientes,

desenvolvendo um projeto de educação para todos. A inclusão demonstra uma evolução da cultura ocidental, defendendo que nenhuma criança deve ser separada das outras por apresentar alguma espécie de deficiência. De acordo com Mantoan (1997), a inclusão se torna uma oportunidade, um catalisador para a construção de um sistema democrático melhor e mais humano.

Vivemos um momento de contradição enquanto avanços significativos são vistos na tecnologia e a formação de professores não avança com tanta ênfase. Contudo, muitos professores põem uma barreira no aprendizado das tecnologias, não sabem como fazer o uso devido de tais ferramentas em seu cotidiano e, principalmente, não reconhecem o leque de ferramentas disponíveis neste grande universo.Uma vez que o professor não tem conhecimento destas ferramentas disponíveis para trabalhar com a pessoa a qual detêm determinada deficiência, privando o aluno de vivenciar certas experiências que apenas a tecnologia pode propiciar.

As TDIC’s aparecem como um instrumento de equidade social, diminuindo as diferenças permitindo que as pessoas deficientes venham expor seu potencial e seus pensamentos de forma mais fácil, ganhando seu espaço na sociedade, diminuindo o preconceito e aumentando sua autoestima. A tecnologia torna as coisas mais acessíveis para os alunos que não possuem deficiência, mas para os alunos deficientes torna as coisas possíveis. (GALVÃO FILHO e DAMASCENO;

apud RADABAUGH, 2002).

Percebe-se, portanto, que a tecnologia pode ser uma grande aliada em relação ao processo de melhoria na educação, tendo em vista que no momento atual predomina a sociedade da mediação, tecnologia e informação. Quando as TDIC’s estão ajudando a pessoas que apresentam algum tipo de deficiência esta tecnologia pode ser chamada de Tecnologia Assistiva.

Tecnologia Assistiva - TA é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e conseqüentemente promover vida independente e inclusão. (BERSCH e TONOLLI, 2006, p 1).

O Conceito de Tecnologia Assistiva no Brasil foi proposto pelo Comitê de Ajuda Técnica – CAT, instituído pela portaria Nº 142 de 16 de Novembro de 2006 que propõe a seguinte definição:

Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento, de característica interdisciplinar, que engloba produtos, recursos, metodologias, estratégias, práticas e serviços que objetivam promover a funcionalidade, relacionada à atividade e participação de pessoas com deficiência, incapacidades ou mobilidade reduzida, visando sua autonomia, independência, qualidade de vida e inclusão social. (BRASIL – SDHPR – Comitê de Ajudas Técnicas – ATA VII)

O termo Tecnologia Assistiva deve ser utilizado sempre no singular. Esta definição terminológica está indicada na documentação do CAT por referir-se a uma área do conhecimento e não a uma coleção específica de produtos. A utilização correta do termo ajuda na compreensão do conceito e sua abrangência.

A utilização da TDIC’s como Tecnologias Assistiva é um campo novo que ganha espaço nas escolas com a introdução dos dispositivos móveis, os quais estão massificados na população, entendemos como Tecnologias Digitais da Comunicação e Informação, como: “as TDIC’s podem ser compreendidas como ferramentas versáteis presentes em diversos contextos que ultrapassam as possibilidades das tecnologias analógicas”. (COMIN, 2014, p. 448).

A inclusão digital pode proporcionar as pessoas com deficiência uma maior independência, sendo de suma importância para o uso destas tecnologias, visando mediar o acesso a informação e conhecimento, permitindo maximizar o tempo e suas potencialidades, sendo um suporte para melhorar as condições de vida do deficiente.

Na sociedade pós-moderna, a inclusão social e digital da pessoa com deficiência deve ser encarada como um terreno propício à construção de uma sociedade inclusiva.A escola sendo um ambiente formador por natureza deve procurar instigar todos seus membros a compartilhar desta sociedade inclusiva e promotora de novas tecnologias que visem buscar uma inclusão total de seus membros, inserindo neles o senso de responsabilidade para com o próximo.

METODOLOGIA

Ao tratar da metodologia da pesquisa inicialmente apresentamos o sujeito da pesquisa, a instituição e os instrumentos metodológicos.

Desenvolvemos uma pesquisa qualitativa que, segundo Minayo (1993), é particularmente adequada ao estudo da experiência humana, já que os métodos

qualitativos concentram-se no todo dessa experiência e o sentido atribuído pelos indivíduos que a vivem, permitindo uma compreensão mais ampla e um insight mais profundo a respeito dos comportamentos humanos complexos.

No percurso desta pesquisa procuramos inserir no corpo discente uma nova visão sobre acessibilidade, onde os alunos observam a inclusão sobre uma nova óptica, mais abrangente, menos discriminatória.

Participaram da pesquisa alunos do 1º ano do Ensino Médio da Escola Dr. João Alfredo, escola centenária fundada em 1905, localizada na cidade de Goiana/PE.

A escola funciona nos três turnos, tendo matriculado 697 alunos para o ano letivo de 2015. Oferece as três séries do Ensino Médio e o 9º ano do Ensino Fundamental.

Propomos aos alunos que produzissem um vídeo, onde apresentariam conteúdos da disciplina de Química, vivenciados em sala de aula, e sinais de Libras para trabalhar com surdos. Os alunos poderiam utilizar ferramentas que tivessem habilidades e a sua disposição.

Um grupo de alunos já possuíam conhecimentos básicos de alguns softwares, como: Windows Movie Maker, Adobe Flash, Pro 8.0, Sony Vegas Pro 10.0, Power Point e Paint, mobizen, entre outros. Além dos softwares de edição de áudio, também foram utilizados por eles aplicativos utilizados para se comunicar com surdos como o ProDeaf e o Hand Talk.

O Hand Talk foi fundado em 2012. Este aplicativo pode ser utilizado em tablets, celulares e em sites, realiza tradução digital automática para a Língua de Sinais, utilizada pela comunidade surda.

Imagem 1 – Hand Talk

ProDeaf é um tradutor de texto e voz na língua portuguesa para Libras que

nasceu na universidade federal de Pernambuco, criado por alunos do curso de ciências da computação

Imagem 2 - ProDeaf

Disponível em <http://www.prodeaf.net/>

Mobizen é um programa que permite espelhar no computador a tela do seu smartphone ou tablet, desta forma você pode visualizar tudo que se passa no eletrônico portátil.

Imagem 3 - mobizen

Disponivel em <https://www.mobizen.com/?locale=pt>

Dentre os conteúdos trabalhados o escolhido foi sobre os Elementos Químicos, segundo Lisboa, (2010) elemento químico são átomos formados pelo mesmo numero atômico. Os elementos químicos são representados pela sua inicial maiúscula ou por duas letras a primeira maiúscula e a segunda minúscula.

RESULTADOS

O trabalho desenvolvido proporcionou uma participação ativa dos alunos durante toda a execução das atividades, aumentando a motivação despertando o interesse pelos conteúdos vivenciados durante as aulas. A interação entre tecnologias digitais conhecidas pelos discentes e a utilização como Tecnologia

Assistiva despertou nos alunos a visualização de um novo olhar sobre as pessoas com deficiência, no caso deficientes auditivos propiciando a curiosidade em conhecer estas pessoas e o mundo em que estão situados.

A realização do trabalho possibilitou conhecer um pouco mais sobre os problemas que passam as pessoas deficientes na nossa sociedade e as causas da surdez e procedimentos que podem evitar lesões nos ouvidos.

CONCLUSÃO

Para que a escola se modifique e incorpore de forma reflexiva as Tecnologias Digitais da Comunicação e Informação torna-se indispensável o repensar sobre os métodos de ensino e aprendizagem que permeiam esta instituição, ainda baseada na tecnologia da sala de aula, em que o professor é visto como o detentor do conhecimento que transmite seu saber, a alunos que são encarados como simples