1.4. Çok Partili Siyasal Yaşama Geçiş Süreci ve Etkili Olan Faktörler
1.4.3. Dış Etkenler
1.4.3.4. Amerikan Ayân Meclisi ve ABD Etkisi
Outro conceito presente na composição funcional de mensagens visuais diz respeito à similaridade ou regularidade. Diversos autores definem-nos como semelhantes, condicionando-os apenas ao contexto no qual está inserido. Dondis (2007, p. 143) caracteriza a regularidade como uma proposição de organização dos elementos compositivos da imagem de maneira uniforme, ao tomar como suporte um
26 ordenamento com base constante e sem variações. A compreensão de uma organização visual baseada na
organização formal estabelece a compreensão da previsibilidade das formas. Gomes Filho (2008, p. 53) por sua vez, associa a regularidade à harmonia, condicionando que o favorecimento da uniformidade de elementos durante a composição de mensagens visuais não deve permitir desvios, desproporções, nem desalinhamentos (figura 10). Dessa forma, o resultado alcança “um estado absolutamente nivelado em termos de equilíbrio visual”, proporcionando que o padrão da mensagem visual permaneça inalterado.
Figura 9. Representação de regularidade por meio da uniformidade na representação dos quadros.
Fonte: Arquivo pessoal (2014)
Ao estabelecer que as formas visuais tenham a propriedade de serem apresentadas de maneira semelhante sem necessariamente serem idênticas, Wong (2008, p.69) pontua que a similaridade pode não condicionar “a regularidade rígida da repetição, mas mantém consideravelmente o sentido de regularidade”. Para ele, algumas formas de similaridade podem ser apontadas ao longo da construção de uma mensagem visual, cada uma com características específicas, destacando algum aspecto em especial da composição.
- Similaridade de unidade da forma – em sua maioria está relacionada à similaridade de formato e de tamanhos de unidades. Nesse exemplo, o formato destaca-se como elemento principal, pois ainda que a mensagem apresente as mesmas cores, tamanhos e texturas, dificilmente podem ser consideradas similares de forem de formatos diferentes;
- Similaridade de formato – caracteriza-se quando “as formas pertencem todas a uma mesma classificação e estão relacionadas umas às outras não tanto visualmente como talvez psicologicamente”. Essa forma de similaridade pode ser exemplificada a partir de várias alterações formais:
27 a) associação (formas associadas ou agrupadas umas às outras a partir de seu tipo,
significado ou função) (figura 10); Figura 10. Exemplo de associação.
Fonte: Wong (2008, p.70)
b) imperfeição (com o formato ideal/inicial desfigurado, mutilado, quebrado ou transformado de alguma forma) (figura 11);
Figura 11. Exemplo de imperfeição.
Fonte: Wong (2008, p.70)
c) espacial (quando uma mesma forma sofre alterações espaciais, giros, quebras) (fig. 12); Figura 12. Representação de distorção espacial.
Fonte: Woong (2008, p.70).
d) união ou subtração (a forma pode ser resultado por duas formas distintas unidas ou pela subtração de uma forma menor inserida em uma maior) (figura 13);
Figura 13. Exemplo de união ou subtração.
28 e) tensão e compressão (a partir da compreensão da forma como uma unidade elástica,
ela pode resultar em vários outros exemplos. Pode ser esticada a partir da força interna ser maior do que seu contorno, ou comprimida por uma força externa que pressiona seu contorno para dentro) (figura 14).
Figura 14. Representação de tensão ou compressão.
Fonte: Wong (2008, p.70).
A organização visual de uma forma ainda que regular reflete diversos significados do resultado final da mensagem visual. Alguns exemplos foram apontados como forma de esclarecer que conteúdos estão presentes na essência da organização e embora se caracterizem como semelhantes, apresentam conteúdos significativos que faz com que as formas difiram-se umas das outras.
1.3.5. Contraste
Diante dos exemplos contemplados até aqui para o desenvolvimento de imagens, foi possível observar que o contexto no qual está inserido qualquer elemento formador da mensagem visual existe devido às polaridades de composição. Essa premissa pode ser observada a partir da compreensão do elemento contraste, presente enquanto elemento compositivo das mensagens visuais. Wong (2008) afirma que o contraste existe o tempo todo, ao relacionarem-se formas maiores e menores, cores claras e escuras, linhas retas e curvas e direções opostas. Para ele, o contraste “é apenas um tipo de comparação, no qual as diferenças se tornam claras” (WONG, 2008, p. 105).
Para Dondis (2007, p. 108), “o contraste é uma força vital para a criação de um todo coerente. Em todas as artes, o contraste é um poderoso instrumento de expressão, o meio para intensificar o significado e, portanto, simplificar a comunicação”. Para ela, o contraste em comunhão com a harmonia são responsáveis por representar de forma contínua e extremamente ativa nosso modo de ver os dados visuais e, conseqüentemente, de compreender o que vemos (DONDIS, 2007, p. 108).
Gomes Filho concorda com essa afirmação ao apontar que o contraste atua como o elemento que possibilita a visualização das estratégias de composição visual. Enquanto técnica visual, para ele o contraste ainda tem a função de intensificar o significado, com o poder de fazê-lo mais importante e
29 dinâmico, além de ser caracterizado como dentre todas as técnicas visuais a de maior relevância devido
ao seu pode de controle visual de mensagens bi e tridimensionais.
A observação do elemento contraste pode ser feita a partir da consideração de sua presença dentre os elementos visuais existentes nas mensagens visuais (WONG, 2008, p.105) (figura 16). Para ele, a observação do contraste em diversos contextos pode resultar de forma distinta:
a) contraste de formato – embora complicado de se observar, visto que um formato pode ter inúmeras leituras, o contraste de formato pode aparecer a partir de opostos como plano-linear, simples-complexo, curvilíneo-retilíneo, simétrico-assimétrico etc;
b) contraste de tamanho – aparece de maneira direta nas imagens lineares (comprido-curto) e planas (grande-pequeno);
c) contraste de cor – pode ser representado pelos opostos brilhante-opaco, claro-escuro, quente- frio, entre outros;
d) contraste de textura – na representação de opostos a partir da textura, cabe observar exemplos como regular - irregular, liso-áspero ou fosco-polido;
e) contraste de direção – esse tipo de contraste é exemplificado através do posicionamento das formas. Caso elas estejam a 90° uma da outra ou diretamente de frente uma da outra, apresentam contraste de direção;
f) contraste de posição – é representado considerando a moldura da forma com o centro ou com outra fora. Podem ser atribuídas alto-baixo, esquerda-direita, cima-baixo ou central-excêntrico; g) contraste de espaço – caracteriza-se como o tipo de contraste mais complexo de ser exemplificado. Quando o espaço representa uma superfície plana, têm-se contrastes positivo- negativo ou ocupado-desocupado;
h) contraste de gravidade – segundo Wong (2008), existem duas formas de contraste gravitacional: estável-instável e leve-pesado. No primeiro contraste diz respeito ao formato, à verticalidade, à horizontalidade ou ao desvio aplicado à elas. O peso, o tamnho e a cor são responsáveis pela assimilação da observação do contraste leve-pesado.
30 Figura 15. Representações de formas como contraste.
Fonte: Wong (2008, p. 106)