C. Kamu Denetçileri
IV. BAĞIMSIZ DENETİMİN İŞLEVLERİ
Nome: Profissão: Cargo:
Ano de formação universitária: Tempo de trabalho no SUS: Tempo de trabalho na gestão?
1- Como você compõem o seu trabalho de gestor? Quais são as diretrizes norteadoras seu trabalho?
2- Apresente o Departamento ou Secretaria a qual o senhor (a) esta vinculado (a). 3- Quais as propostas e ações da gestão especificamente para pessoas com deficiência? 4- Quais as propostas e ações da gestão especificamente para as pessoas com sofrimento
mental?
5- Quais as perspectivas da gestão para o cuidado as pessoas com deficiência e para pessoas com sofrimento mental na atenção básica em saúde?
6- Como o senhor (a) avalia o direcionamento das políticas públicas, entre elas a Política Nacional de Atenção Básica e ações voltadas às populações em estudo?
7- Comentários que julgar importante.
2- Roteiro de Entrevista para Profissional da Saúde
Nome: Profissão: Cargo:
Ano de formação universitária: Tempo de trabalho no SUS:
1- Desde quando trabalha na atenção primária? 2- Você realiza atividades de apoio matricial?
3- Se sim quais as atividades? Quais facilidades e dificuldades você encontra nessa proposta?
4- Como você descreveria as características dos usuários em atendimento? 5- Você acompanha pessoas com deficiência ou pessoas com transtorno mental?
6- Se sim, quais as propostas e ações destinadas às pessoas com deficiência e as pessoas com transtorno mental?
7- O que você entende por redes de atenção em saúde?
8- Na atenção básica, na sua perspectiva, como ocorre os diálogos com a atenção especializada (USE, CEME, CAPS etc) no seu dia-dia de trabalho?
9- Em sua opinião, o que poderia ser oferecido as pessoas com deficiência e as pessoas com transtorno mental na atenção básica?
10- Em sua opinião, quais as perspectivas em relação à assistência em saúde das pessoas com deficiência e das pessoas com transtorno mental em São Carlos? O que poderia melhorar?
11- Para você o que poderia ser oferecido para melhor estruturar seu trabalho na atenção básica?
3- Roteiro Entrevista para Profissionais da Saúde - Terapeutas Ocupacionais
Nome
Ano de formação universitária
Qual contato com a atenção básica em saúde na graduação? Tempo de trabalho no SUS.
Desde quando ocupa o cargo em questão?
1-Como descreveria o perfil das pessoas atendidas por você, considerando necessidades, contexto sociocultural e condições de vida?
2-Como é seu cotidiano de trabalho na atenção básica em saúde?
3-Você faz matriciamento? Qual o conceito de matriciamento que utiliza para composição do seu trabalho?
3-Quais facilidades e dificuldades você encontra nessa proposta de estruturar seu trabalho no apoio matricial?
5- No cotidiano do seu trabalho, quais são as propostas e as ações destinadas às pessoas com deficiência e às pessoas com sofrimento mental?
6-O que você entende por redes de atenção em saúde? Suas ações profissionais se articulam nessa perspectiva
7-Como você avalia a chegada da profissão na atenção básica em saúde? Quais referenciais teóricos você utiliza para estruturar seu trabalho?
8-O que você considera ser a especificidade da terapia ocupacional na atenção básica em saúde?
9-Quais as perspectivas da profissão nesse campo de atuação?
10-Neste município, o terapeuta ocupacional na atenção básica em saúde também mantém vinculação com o ensino através da preceptoria, como você entende e desenvolve essa função?
11-Outras informações relevantes.
4- Roteiro Entrevista para usuários (pessoas com deficiência e pessoas com sofrimento mental) Nome Idade Escolaridade Situação de Trabalho
1- O que poderia contar sobre sua história de vida? 2- Como está atualmente sua saúde?
3- Qual local procura para cuidar da saúde? Como é atendido (a)? O que poderia melhorar?
4- Quais necessidades os serviços de saúde não conseguem te ajudar? 5- Como é seu dia a dia?
ANEXO D- Documentos oficiais
Problemas e Metas estabelecidas no Plano Municipal de Saúde (2010-2013)
Eixo Problemas Metas
Gestão do SUS Fragilidade no cuidado integral aos usuários do SUS em recuperação e reabilitação
Consolidação da rede de cuidado em recuperação e reabilitação
Gestão do SUS Modelo de Atenção prevalente centrado no profissional medico e em procedimentos privilegiando a tecnologia dura
Mudança para o modelo de atenção à saúde usuário centrado
Gestão do SUS Desarticulação intersetorial nos
territórios de Saúde Estabelecer mecanismos de articulação entre os diversos segmentos em cada territorio Gestão do SUS Ações de detecção e tratamento de
Tuberculose centralizadas no CEME Atendimento integral em Tuberculose nas Unidades de Saúde, de forma articulada Gestão do SUS As ações de detecção e tratamento de
Hanseníase estão centralizadas no CEME Atendimento integral em Hanseníase nas Unidades de Saúde Gestão do SUS Alta porcentagem de óbitos sem
determinação de causas
Reduzir o percentual de óbitos sem causas determinadas
Gestão do SUS Rede de cuidado com necessidade de
expansão e de aprimoramento da gestão Ampliar e qualificar as Equipes de Saúde da Família Gestão do SUS Elevado índice de morbimortalidade por
doenças crônicas Reduzir as internações por complicações por diabetes melittus e hipertensão arterial Gestão do SUS Inexistência de Ações efetivas de Saúde
Mental Atender as necessidades das pessoas com sofrimento mental – agudos e crônicos Gestão do SUS Inexistência de uma linha de cuidados
para o adulto idoso
Promoção do envelhecimento ativo e saudável com qualidade de vida
Gestão do SUS Inexistência de ações de prevenção de acidentes de trabalho e de doenças ocupacionais junto às empresas do município
Realizar ações de saúde do trabalhador no município de forma articulada em todos os níveis de do SUS,
garantindo a integralidade da atenção Gestão do SUS Inexistência do Programa de Manutenção
Preventiva e Corretiva na SMS Reduzir a descontinuidade dos serviços Gestão do SUS Inexistência do Programa Controle de
Aquisição e Manutenção de Bens e Serviços
Reduzir a descontinuidade dos serviços
Gestão do SUS Inexistência de gestão de informação
para a SMS Produzir informações gerenciais para a tomada de decisão em saúde Gestão do SUS Inexistência de Programa efetivo de
Prevenção ao Tabagismo Capacitar 100% das equipes para o atendimento integral na rede para prevenção e atendimento ao Tabagismo
Gestão do SUS Baixa adesão ao Programa de Atividade
Física implantado na Rede de Cuidados Ampliar os espaços de Atividade Física no município Gestão do SUS Inexistência Programa de Planejamento
Familiar no município Disponibilizar o Programa de Planejamento Familiar na rede de cuidados Gestão do SUS Baixa Cobertura das Ações de promoção
e de prevenção em Saúde Bucal
Diminuir os índices de prevalência de cárie e da doença periodontal no município 10%
Eixo Problemas Metas Gestão do SUS Fragilidades da Atenção integral nas
Ações de Saúde Bucal Diminuir a demanda reprimida por procedimentos especializados e de próteses dentárias. Garantir
atendimento odontológico em ambiente hospitalar
Gestão do SUS Estrutura insuficiente para cumprimento
das atribuições de Vigilância Sanitaria Dotar o Órgão da estrutura física, computacional e profissional para desenvolvimento das ações Regulação do
SUS Fragilidade nos mecanismos de Avaliação e Controle Realizar Avaliações dos serviços próprios e contratados Regulação do
SUS Fragilidade de cultura avaliativa nas diversas atividades desenvolvidas da gestão e da assistência
Avaliação semestral dos dados epidemiológicos estatísticos e de gestão
Regulação do
SUS Deficiência no Sistema de Regulação do Cuidado à saúde Monitorar a PPI e os indicadores de saúde Regulação do
SUS Fragilidade na utilização de protocolos Garantir 100% de utilização dos protocolos pactuados Regulação do
SUS Ausência de Regulação dos leitos hospitalares Implementação do modulo de Regulação de leitos hospitalares do SISREG Regulação do
SUS
Inexistência de Equipe de Auditoria multidisciplinar
Trabalhar em equipe interdisciplinar
Educação em
saúde Processos de capacitação com baixo impacto e com ênfase na Educação Continuada na Rede de Cuidados
Instituir a Educação Permanente na Rede de Cuidados
Participação e
Controle social Participação e Controle Social pouco efetivo Implantar Conselhos Gestores 100% das Unidades de Saúde; realizar 02 Conferências Municipais de
Saúde Ciência e
Tecnologia
Baixa Utilização do potencial existente no município na área de Ciência e Tecnologia em Saúde
Consolidar a Implantação do CITESC – Centro de Ciência e Tecnologia em Saúde de São Carlos