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Adli Yargı İlk Derece Mahkemeleri ile Bölge Adliye Mahkemelerinin

F. TÜRK HUKUK MEVZUATINDA İSTİNAF

4. Adli Yargı İlk Derece Mahkemeleri ile Bölge Adliye Mahkemelerinin

coluna Objeto de crítica Assunto abordado Autores e/ou artistas citados/destacados destaques feitos pelo Obras citadas e crítico

Posicionamentos tomados pelo crítico

“Um Kadish para Tony Judt” (14/08/2010)

As ideias do historiador inglês Tony Judt

A importância do autor enquanto intelectual, com destaque para suas

críticas à direita e à esquerda política

Informa que o autor é comparado geralmente

a Geroge Orwell, mas que o próprio só reconhece como suas influências a francesa Annie Kriegel e o

alemão George Lichtheim

Destaca dois de seus livros, Reflexões sobre

um século esquecido,

que informa ser dedicado à Kriegel e a Lichtheim, e seu último

livro, Ill Fares the

Land. Também cita a

revista The New

Republic, publicação

para a qual Judt escreveu

Considera o autor um dissidente das ideias comuns ao seu contexto

intelectual, um pensador arrojado, de posicionamentos bem definidos. Também coloca que a morte de

Judt (ocorrida em 06/08/2010) foi uma perda irreparável “Opiniões de choque” (28/08/2010” Nenhum específico. O texto não fala de livros,

assemelha-se a um artigo ou crônica

Ideias que fogem do senso comum defendidas por grandes

intelectuais: a do filósofo esloveno Slavoj

Zizek, que considera que Ghandi causou

mais danos à humanidade que Hitler;

a de Michel Focault, segundo a qual a Revolução Islâmica trouxe democracia ao Irã; a de que o regime militar foi benéfico para

o Brasil, defendida por

Além de citar os quatro intelectuais (Zizek,

Focault, Freyre e Francis), cita ainda outras ideias polêmicas:

Jean P. Sartre defendia que o período Jacobino da Revolução Francesa deveria ter sido mais

radical; Karl Marx considerava Simón Bolívar um covarde; Engels comemorou a tomada da Califórnia pelos Estados Unidos;

T. S. Elliot era

Os livros de Zizek

Violence e In Defense of Lost Causes e os

periódicos The Times of

Índia e The New Republic (reliacionados

a Zizek) e Folha de S.

Paulo (relacionada a

Freyre)

Não chega a emitir opiniões ou posicionamentos, mas afirma que seu objetivo

é mostrar como certas ideias equivocadas e que ferem o bom senso

estabelecido podem surgir também da mente

de pensadores já consagrados

Gilberto Freyre e a de que o governo Lula

levaria o Brasil à pobreza extrema, por parte de Paulo Francis

antissemita; Ezra Pound apoiou o regime de Mussolini e Heidegger

apoiou o nazismo “A marca do Zorro”

(11/09/2010 “México Insurgente”, livro-reportagem de John Reed A revolução mexicana de 1910, as coberturas jornalísticas que se destacaram do evento e seus personagens. O texto desdobra-se na presença de personagens mascarados na história do México O escritor mexicano Juan Villoro, ao comentar a realidade mexicana; o jornalista Ambrose Bierce, desaparecido durante a revolução; o escritor B. Traven, que escreveu romances ambientados no contexto e o poeta Mario Santiago Papasquiaro (pseudônimo de José Alfredo Zendejas Pineda)

O filme İQue Viva

México!, de Sergei

Eisenstein; um documentário (cujo

nome não foi mencionado) de Paul

Leduc; a mitologia asteca e o personagem

Zorro, criado pelo romancista Vicente

Riva Palacio

Comenta que as grandes revoluções do

México acontecem a cada cem anos (sua

independência, em 1810 e a revolução de 1910) e argumenta que

em 2010 a terceira revolução mexicana poderia ser a do fim do

narcotráfico no país

“O vício de Zeno” (25/10/2010)

“Consciência de Zeno”, romance de Italo Svevo

O tabagismo e sua presença no romance de Svevo e, sobretudo, no cinema Os cineastas J. L. Godard e Alfred Hitckcock, os irmãos cineastas Coen, o ator Jean Paul Belmondo, os

atores Billy Bob Thornton, Sylvester Stalone e John Wayne

A série de TV norte- americana Mad Men e

os filmes O Homem

Que Não Estava Lá, A Estranha Passageira, O

Último Pistoleiro e Iwo Jima - O Portal da

Glória

Questiona se o romance teria auxiliado aos leitores fumantes a abandonar o vício e comenta que, à época

de sua publicação, a literatura já perdera sua

influência social em comparação ao cinema “Os titãs da América”

(09/10/2010)

“A Revolta de Atlas”, romance de Ayn Rand

A trajetória da escritora Ayn Rand e seu perfil

conservador, que a tornou popular nos

Descartes, Kant, Hegel e Nietzsche, ao falar de

suas influências filosóficas

Os desenhos animados

Simpsons, South Park e Os Incríveis, ao dizer

que a autora é popular

É bastante enfático ao condenar o romance, inclusive sugerindo ao leitor do artigo que não

Estados Unidos no cinema e na televisão americana;

compara os personagens do romance a Huckberry

Finn, Jay Gatsby e Holden Caulfield, personagens populares

da literatura norte- americana e a política norte-americana Sarah

Palin, ícone dos conservadores nos

Estados Unidos

perca seu tempo lendo o romance.

“Somos todos mentirosos” (23/10/2010)

“Todos os homens são mentirosos”, romance de Alberto Manguel

Como o autor constrói o autor-personagem Alejandro Bevilacqua e

o livro-fictício El

Elogio de la Mentira

Personagens de Stendhal, Enrique Villa

Matas e Herman Melville, ao descrever Alejandro Bevilacqua Filmes Rashomon e Cidadão Kane, ao elogiar a estrutura de romance policial do livro

Não chega a estabelecer um posicionamento, mas suas colocações e comparações acerca do

romance são de aprovação “Livros com bula”

(06/11/2010)

“Caçadas de Pedrinho” e outras obras de Monteiro Lobato

O enquadramento das obras de Lobato como racistas por parte de um

mestrando da Universidade de

Brasília

Autores que também foram ou poderiam ser

considerados (erroneamente) preconceituosos por suas obras: D. H. Lawrence, Faulkner, Salinger, Shakespeare,

Mark Twain, Joseph Conrad, Machado de Assis, Lima Barreto, Manuel Antonio de Almeida, Raul Aventuras de Huckberry Finn (Twain), Mercador de Veneza (Shakespeare), O Coração das Trevas

(Conrad), Memórias de Um Sargento de Milícias (Almeida), O Ateneu (Pompeia) Condena claramente o enquadramento das obras de Lobato como racistas, argumentando

que são obras escritas em outro contexto histórico e social, além

de afirmar que são livros que, muitas vezes, iniciam crianças na experiência literária

Pompéia, além do compositor Noel Rosa “Com muito fumo na

cuca” (20/11/2010)

“Vício inerente”, romance de Thomas

Pynchon

O estilo do romance, que se identifica com a

literatura e o cinema

noir e da contracultura

Cita Tom Wolf ao explicar e descrever a

obra; cita Otto Maria Carpeaux, George Steiner e John Leonard

ao explicar a composição ficcional da obra Filmes Chinatown e Grande Lebowski, ao descrever a obra; comenta que o romance forma uma trilogia com

O Leilão do Lote 49 e Vineland; estabelece

relações com a série de TV A Ilha dos Birutas; afirma que o romance o

remete a músicas dos Beach Boys, Dion, Del

Shannon e Marty Robbins

Avalia que podem ser feitos dois tipos de leitura do romance: uma de forma mais tradicional, como uma ficção noir, e outra, que

considera ideal, aproveitando as referências a ícones da

contracultura e da cultura pop

“A morte épica do leão” (04/12/2010) “The Comisariat of Enlightment: A novel”, de Ken Kalfus A morte de Leon Tolstoi e o frenesi jornalístico que o acontecimento causou

Rosamud Bartlet, autor de biografia de Tolstoi;

Alexandra Popoff, autora de biografia de

sua esposa, Sofia; também cita Virgínia Woolf, James Joyce e Bertold Brecht, ao dizer

que Tolstoi influenciou alguns dos futuros

modernistas

Cita The Possessed:

Adventures with Russian Books (Elif

Batuman), que levanta a tese de que Tolstoi fora

assassinado, mas não pela esposa Sofia

Analisa que o romance retrata Tolstoi de forma

realista, sem a idealização que se faz

do personagem da história e literatura russa. Também considera que o romance tenta desmistificar a suspeita de que sua esposa Sofia

o teria matado “O Edward Hopper da

literatura” (18/11/2010)

“The World of Apples”, coletânea de contos de

John Cheever

Como o crítico tomou gosto pelo autor e como

este consegue retratar a sociedade norte-

americana

Cita amigos que recomendaram o autor ao crítico: Ivan Lessa, Paulo Francis e Rubens Fonseca; críticos norte-

Comenta outras obras do autor já publicadas no Brasil: Falconer, O Escândalo dos Wapshots e Ah What Confessa ter negligenciado o autor por um certo tempo, até

que experimentou ler

americanos que consagraram Cheever

nos anos 1970, Saul Bellow e John Updike;

comenta as comparações feitas de Cheever a Tchecov e a

John O'Hara; destaca um julgamento feito por

Alfred Kazin sobre o autor; considera como influências de Cheever Fitzgerald, Hemingway,

O. Henry, Robert Towers, D. H. Lawrence e William Faulkner; considera que foram influenciados por

Cheever Updike, Richard Yates e Rick

Moody, além de comparar um de seus

contos ao estilo de Franz Kafka

Paradise it Seems; cita

referências de Cheever nos seriados norte- americanos Mad Men e

Seinfeld

Alega que só um leitor sem sensibilidade

poderia não se emocionar com a leitura

“A ficção de uma frase só” (15/01/2011)

Nenhum específico. Obras literárias (contos, novelas, romances) escritas em uma única frase, sem interrupção por pontos ou divisão

de parágrafos.

Donald Barthelme, Jerzy Adrzerjewski,

Bohumil Hrabal, Camilo José Cela, Ashur Etwebi, Marie-

Claire Blais, Alain Mabanckou, Mathias Énard, Jonathan Coe, Marel Proust, William

The Sentence (Barthelme); As portas do paraíso e Cinzas e Diamantes (Adrzerjewski); Lições de Dança para os de Idade Avançada, Eu Servi o Rei da Inglaterra e Uma

Estabelece uma relação entre as obras escritas em frases extremamente

extensas a outras, escritas em uma única

frase curta, considerando estas um alívio aos que não têm habilidade na leitura

Faulkner, Samuel Beckett, Gabriel García

Marquez, Rochard Gross, Thomas Pynchon, Jonathan Franzen, Roberto Bolaño, Augusto Monterroso, Lauss (antigo poeta grego), Lope de Vega,Gottlob

Burman, Ronden, Ernest Vincent Wright,

Georges Perec, James Thurber e Juan Luís

Castillejos.

Solidão Ruidosa

(Hrabal); Cristo Versus

Arizona (Cela); Dardadin (Etwebi); Augustino e o Coro da Destruição (Blais); Vidro Quebrado (Mabanckou); Zone (Enard); The Rotters

Club (Coe); How It Is

(Beckett); O Outono do Patriarca (García Marquez); Book of Lazarus (Gross); Freedom (Franzen); 2666 (Bolaño); Pièce Sans A (Ronden); Gadsby (Wright); La Disparition (Perec); Les

Reventes (Thurber); a

revista New Yorker.

extensa, grupo ao qual o crítico se inclui, mas

adverte que não é contrário a esse tipo de

prosa.

“A volta dos tigres da Malásia” (29/01/2011)

"El Retorno de los

Tigres de la Malasia",

ficção de Paco Ignacio Taibo II.

A incorporação do universo ficcional de Emilio Salgari e de seu

personagem Sandokan por Taibo na composição do romance. Umberto Eco, o historiador Eric Hobsbawm e os personagens (ficcionais

ou não) que aparecem no romance: Friederich

Engles, professor Moriaty (personagem de Sherlock Holmes, de

Arthur C. Doyle), o autor Rudyard Kipling

e o cineasta John

A misteriosa chama da Rainha Loana (Eco);

conto O homem que

queria ser rei (Kipling)

e sua adptação homônima para o cinema (Huston); As maravilhas do ano 2000 e O Tigre da Malásia (Salgari).

Considera que Taibo revitalizou a ficção de

Salgari, problematizando-a e a

politizando. Chega a considerar que a obra de Salgari tem um viés

marxista, não modificado por Taibo.

Huston. “A que horas receber as

musas?” (12/02/2011) O texto não é propriamente uma crítica, assemelha-se a um artigo ou crônica. Porém, o objeto inspirador do texto é uma reunião de entrevistas com escritores publicados

pela revista Paris

Review.

A que horas os escritores costumam escrever, onde preferem

fazer isso e como costumam se vestir. Clarice Lispector, George Plimpton (criador da Paris Review), Ernest Hemingway, Aldous Huxley, Salman Rushdie, Gabriel García

Marquez, Graham Greene, Italo Calvino,

Ray Bradbury, John Cheever, Norman Mailer, Jack Kerouac,

William Faulkner, Alma Guillermopietro

(jornalista mexicana), Victor Hugo, Benjamin

Franklin, Benjamin Disraeli, João Ubaldo Ribeiro, Nélida Piñon e António Lobo Antunes.

A revista Paris Review, a New York Review of

Books e a obra O Arquipélago da Insônia

(Antunes).

O crítico não chega a tomar posicionamentos,

apenas reflete se esses fatores influenciam na produção ou análise literária. “Madeleine, sinapses e neurônios” (26/02/2011) "Proust foi um neurocientista: como a arte antecipa a ciência",

de Jonah Lehrer.

Como os artistas modernistas, na busca

pela expressão da mente humana em suas

obras, acabaram por adiantar algumas

reflexões que, posteriormente, seriam

estudos da neurociência. No caso, a obra faz referência ás reflexões de Marcel

Marcel Proust, Alain de Botton, Paulo Cézanne, Igor Stravinsky, Walt

Whitman, Virginia Woolf, Gertrude Stein,

George Eliot, Eric Kandel (Nobel de medicina), Rachel Hertz (psicóloga) e

Steven Pinker (psicólogos).

Livros Como Proust

Pode Mudar Sua Vida

(Botton); O Momento

Decisivo (Lehrer); Em Busca do Tempo Perdido (Proust); Mrs.

Dalloway (Woolf).

Sérgio Augusto afirma que, pelo fato de a arte

refletir sobre a realidade visível, ela "expõe a incompletude

da ciência". O crítico ainda ressalta a credibilidade do autor

para reiterar que as reflexões dos artistas

Proust. “Guardando o que se

perdeu” (12/03/2011)

"La Biblioteca de los

Libros Perdidos", de

Alexander Pechmann.

As chamadas "bibliotecas imaginárias", que reúnem livros perdidos

na história.

Jorge Luis Borges, Henry Wotton (personagem de O

Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde)

Julio Verne, Ernest Hemingway, James Joyce, Dostoievsky, Pushkin, Max Brod, Franz Kafka, Thomas

Mann, Lorde Byron, Malcolm Lowry, Mary Shelley, Percy Shelley, Herman Melville, o poeta Blaise Cendrars,

Franz Werfel, Robert Musil e o compositor e

poeta Jaime Ovalle.

O conto Biblioteca de

Babel (Borges), as

obras Paris no Século

20 (Verne), Paris é uma Festa (Hemingway), Ulisses (Joyce); a obra

perdida Stephen Hero e o resultado de seus "restos", Retrato do

Artista como Jovem

(ambas de Joyce); a novela In Ballast to the

White Sea (Lowry); Moby Dick (Melville) e

Antologie Nègre

(Cendrars).

O crítico não chega a assumir posicionamentos, mas se utiliza do tema para falar da importância das

bibliotecas.

“À espera do fim do

mundo” (26/03/2011) japonesa que têm a Obras da literatura destruição causada por

terremotos ou ataques nucleares como temática (porém, não há

nenhuma especificamente).

Os diversos desastres, naturais ou não, que

serviram como inspiração para autores

e/ou cineastas.

O autores Kamo no Chomei, Masuji Ibuse, Kenzaburo Oe, Haruki

Murakami, Sakyo Komatsu e Kobo Abe;

os cineastas Ishiro Honda e Akira Kurosawa; e o ator

Grant Williams.

O sutra Sutra de Lótus; os romances

Kakitsubata e Chuva Negra (Ibuse), Nihon Chinbotsu (Komatsu); a

novela The Ark Sakura (Abe); o conto Ufo in

Kushiro (Murakami); o

filme O Incrível

Homem Que Encolheu;

os personagens ficcionais Godzila e

Mothra; o personagem

mitológico Namazu; a

Sérgio Augusto opta por comentar as diversas obras sob o ponto de vista de que elas reafirmam o fato de

que a própria história japonesa contribui para

essa visão de mundo, que é colocada na

revista The New Yorker e o jornal Asahi Shimbun. “O Drácula do ceticismo” (09/04/2011) Nenhuma obra específica. As ideias do filósofo romeno Emil Cioran e

sua importância na cultura romena.

O poeta Charles Simic, os cineastas Woody Allen, Abas Kiarostami,

Rosemberg Cariry; Milan Kundera, Fernando Savater,

Ernesto Sabato; a escritora e crítica Susan

Sontag. o personagem Conde Drácula, o dramaturgo Eugène Ionesco, Mircea Eliade,

Paulo Celan, os filósofos Nae Ionescu,

Constantin Noica, Lichtenberg, Kierkegaard, Nietzsche

e Wittgenstein, o romancista Camil Petrescu, Oscar Wilde, Samuel Beckett e Henri

Michaux.

A New York Review of

Books, as obras Do Inconveniente de Ter Nascido e Breviário de

Decomposição

(Cioran).

O crítico exalta Cioran por seu estilo filosófico

provocador, niilista. Sérgio Augusto demonstra as ideias dele com várias frases e

pensamentos do filósofo e o relaciona com outros ícones da cultura romena. Além

disso, ressalta a influência de Cioran na

obra de alguns cineastas.

“Com tosse e sem tosse em Davos” (23/04/2011) "Continental Divide: Heidegger, Cassirer, Davos", do historiador Peter E. Gordon.

Como a cidade suíça de Davos tornou-se, no século XX, um centro

de discussões filosóficas e científicas,

com destaque para os debates entre os filósofos Martin O movimento dadaísta, o cineasta Alain Tanner, o dramaturgo Friederich Dürrenmatt, o sociólogo Jean Ziegler, o personagem Harry Lime (interpretado por Orson

Os romances A Montanha Mágica (Mann) e A Ilha do Tesouro (Stevenson). Sérgio Augusto argumenta que o romance A Montanha

Mágica (Mann), que se

passa em Davos, foi responsável por tornar a

cidade e a Suíça um espaço de debates

Heidegger e Ernest Cassirer.

Welles), os autorer Robert Walser, Thomas

Mann, Robert Loius Stevenson, Arthus C. Doyle, o pintor Ernest

Kirchner, Albert Einstein e o filósofo Emmanuel Lévinas.

intelectuais, fato esse que fez com que a cidade, hoje, fosse a

sede do Fórum Econômico de Davos.

“O inferno que veio do céu” (07/05/2011)

Nenhum específico Obras literárias publicadas no pós 11 de setembro, que tratam do

atentado, e outros romances que tratam de

outros ataques, como o bombardeio à cidade de

Dresden durante a 2ª Guerra Mundial.

Os autores Norman Mailer, John Updike,

Pearl Abraham, Don DeLillo, Cormac

McCarthy, Ian, McEwan, Martin Amis,

Joseph O'Neill, Ken Kalfus, Lynne Sharon

Schwartz, Mohsin Hamid, Jonathan Safran

Foer, Kurt Vonnegut Jr., Robert Walser, W.

G. Sebald e Henrich Böll, o biógrafo Carl Seelig e o crítico literário James Wood.

As obras O Emblema

Rubro da Coragem, Vinhas da Ira e Os Nus

e os Mortos (Mailler), Terrorista (Updike), American Taliban (Abraham), Homem em Queda (DeLillo), A Estrada (McCarthy), Sábado (McEwan), The

Second Plane (Amis), Terras Baixas (O'Neill),

A Disorder Peculiar to the Country (Kalfus), The Writing on the Wall

(Schwartz), O

Fundamentalista Relutante (Hamid), Extremamente Alto &

Incrivelmente Perto

(Foer), Matadouro 5 (Vonnegut Jr.) e O Anjo

Silencioso (Böll); a

obra Luftkrieg und

Literatur (Sebald); e o

Sérgio Augusto comenta que os críticos

norte-americanos consideram que, até à época, nenhuma obra literária à altura da magnitude do atentado

havia sido publicada. Assim, ele menciona algumas obras que considera de qualidade

- de autores norte- americanos ou não - e

deixa clara sua preferência por

Extremamente Alto & Incrivelmente Perto

jornal USA Today. “Felizes para sempre”

(21/05/2011) "Liberdade", de Jonathan Franzen. O caráter analítico e crítico em relação à sociedade norte- americana que o romance tem, motivado

por questões como a guerra do Iraque, a crise

da economia norte- americana e a eleição

de Barack Obama à presidência dos Estados

Unidos.

O cineasta Woody Allen, Leon Tolstoi, Don DeLillo, David Foster Wallace, John

Updike e Grace Metalious.

As obras As Correções (Franzen), Guerra e

Paz e Ana Karenina

(Tolstoi), As Vinhas da

Ira (John Steinback), Ardil 22 (Joseph

Heller), Mildred Place (James M. Cain) e o filme Hannah e Suas

Irmãs (Allen).

Sérgio Augusto considera o autor bem

sucedido e comenta que, em suas obras, preza tanto pela

elaboração da linguagem, quanto por cativar o leitor. Sobre a

temática do romance, ele relaciona o conceito

de liberdade e a crítica social existente no livro

e considera que o autor se preocupa com o fato de que hoje as pessoas

buscam distrações inúteis, ao invés de um crescimento intelectual. “Fugindo para Dublin”

(04/06/2011) Enrique Vila-Matas. "Dublinesca", de escrita (por meio da A crise da palavra edição de livros) causada principalmente pelo avanço da internet - tema predominante

em Dublinesca.

James Joyce, os cineastas John Huston e

John Ford, Augusto Monterroso, Anthony

Burgess, Claudio Magris, William Yeats,

Oscar Wilde, Bram Stoker, Samuel Becket,

Brendan Behan.

Ulisses (Joyce), filme Os Mortos (Huston), a

música The Lass os

Aughrim (de Frank

Patterson, trilha sonora de Os Mortos) e o

twitter @11ysses.

O crítico estabelece uma relação entre a

trajetória do protagonista Samuel

Riba e a história de Leopold Bloom em

Ulisses, de Joyce,

relação que já existe no romance de Vila-Matas. Assim, aborda o Bloomsday, festa irlandesa em comemoração a Ulisses, e o projeto Ulysses

Meets Twitter 2011, que

propunha a reprodução do romance de Joyce em tweets no microblog

@11ysses. Por meio

disso, Sérgio Augusto considera a iniciativa

um reducionismo da literatura e questiona qual teria sido a opinião

de Samuel Riba. O crítico ainda considera

Dublinesca uma

celebração da literatura, dadas as referências

feitas a autores irlandeses na obra. “E foram todos para

Paris” (18/06/2011)

Nenhum específico. A efervescência cultural da paris dos anos 1920,

que atraía artistas de todas as partes. Também aborda obras

sobre o assunto.

O cineasta Woody Allen, o ator Owen

Wilson, os autores Gertrude Stein, F. Scott

Fitzgerald, Ernest Hemingway, Samuel Putman, Henry James,

Fenimore Cooper, David McCullough,

Alice B. Toklas, Washington Irving e Sharewood Anderson, o

pintor Pablo Picasso, o crítico cultural Virgil

Os filmes Meia Noite

em Paris (Allen), Sinfonia de Paris

(Vincente Minneli) e

Moderns (Alan

Rudolph); as obras

Paris é uma Festa

(Hemingway) e The

Greater Journey: Americans in Paris

(McCullough).

Sérgio Augusto relata sua experiência como repórter do jornal Folha

de S. Paulo em fotografar os locais de

Paris pelos quais passaram artistas consagrados da geração

dos anos 1920, comentando cada um

deles e quem passou por lá. De uma forma

geral, o crítico considera que qualquer

Thomson, Benjamin Franklin e Thomas

Jefferson.

artista gostaria de estar na cidade na época e é por isso que existem

tantas obras sobre o assunto. “Guiados pelo fetiche”

(02/07/2011)

As crônicas "Dois Escritores no 4º Andar"

e "As Velhinhas da Rua Hamelin", de Rubem Braga, a obra "Doutor Pasavento", de Enrique Vila-Matas e o romance

"Se Um de Nós Dois Morrer", de Paulo

Roberto Pires.

Os locais em Paris aos quais as obras remetem

e os personagens artísticos que passaram

por eles.

O cineasta Woody Allen, os escritores Carlos de Reverbel,