F. TÜRK HUKUK MEVZUATINDA İSTİNAF
4. Adli Yargı İlk Derece Mahkemeleri ile Bölge Adliye Mahkemelerinin
coluna Objeto de crítica Assunto abordado Autores e/ou artistas citados/destacados destaques feitos pelo Obras citadas e crítico
Posicionamentos tomados pelo crítico
“Um Kadish para Tony Judt” (14/08/2010)
As ideias do historiador inglês Tony Judt
A importância do autor enquanto intelectual, com destaque para suas
críticas à direita e à esquerda política
Informa que o autor é comparado geralmente
a Geroge Orwell, mas que o próprio só reconhece como suas influências a francesa Annie Kriegel e o
alemão George Lichtheim
Destaca dois de seus livros, Reflexões sobre
um século esquecido,
que informa ser dedicado à Kriegel e a Lichtheim, e seu último
livro, Ill Fares the
Land. Também cita a
revista The New
Republic, publicação
para a qual Judt escreveu
Considera o autor um dissidente das ideias comuns ao seu contexto
intelectual, um pensador arrojado, de posicionamentos bem definidos. Também coloca que a morte de
Judt (ocorrida em 06/08/2010) foi uma perda irreparável “Opiniões de choque” (28/08/2010” Nenhum específico. O texto não fala de livros,
assemelha-se a um artigo ou crônica
Ideias que fogem do senso comum defendidas por grandes
intelectuais: a do filósofo esloveno Slavoj
Zizek, que considera que Ghandi causou
mais danos à humanidade que Hitler;
a de Michel Focault, segundo a qual a Revolução Islâmica trouxe democracia ao Irã; a de que o regime militar foi benéfico para
o Brasil, defendida por
Além de citar os quatro intelectuais (Zizek,
Focault, Freyre e Francis), cita ainda outras ideias polêmicas:
Jean P. Sartre defendia que o período Jacobino da Revolução Francesa deveria ter sido mais
radical; Karl Marx considerava Simón Bolívar um covarde; Engels comemorou a tomada da Califórnia pelos Estados Unidos;
T. S. Elliot era
Os livros de Zizek
Violence e In Defense of Lost Causes e os
periódicos The Times of
Índia e The New Republic (reliacionados
a Zizek) e Folha de S.
Paulo (relacionada a
Freyre)
Não chega a emitir opiniões ou posicionamentos, mas afirma que seu objetivo
é mostrar como certas ideias equivocadas e que ferem o bom senso
estabelecido podem surgir também da mente
de pensadores já consagrados
Gilberto Freyre e a de que o governo Lula
levaria o Brasil à pobreza extrema, por parte de Paulo Francis
antissemita; Ezra Pound apoiou o regime de Mussolini e Heidegger
apoiou o nazismo “A marca do Zorro”
(11/09/2010 “México Insurgente”, livro-reportagem de John Reed A revolução mexicana de 1910, as coberturas jornalísticas que se destacaram do evento e seus personagens. O texto desdobra-se na presença de personagens mascarados na história do México O escritor mexicano Juan Villoro, ao comentar a realidade mexicana; o jornalista Ambrose Bierce, desaparecido durante a revolução; o escritor B. Traven, que escreveu romances ambientados no contexto e o poeta Mario Santiago Papasquiaro (pseudônimo de José Alfredo Zendejas Pineda)
O filme İQue Viva
México!, de Sergei
Eisenstein; um documentário (cujo
nome não foi mencionado) de Paul
Leduc; a mitologia asteca e o personagem
Zorro, criado pelo romancista Vicente
Riva Palacio
Comenta que as grandes revoluções do
México acontecem a cada cem anos (sua
independência, em 1810 e a revolução de 1910) e argumenta que
em 2010 a terceira revolução mexicana poderia ser a do fim do
narcotráfico no país
“O vício de Zeno” (25/10/2010)
“Consciência de Zeno”, romance de Italo Svevo
O tabagismo e sua presença no romance de Svevo e, sobretudo, no cinema Os cineastas J. L. Godard e Alfred Hitckcock, os irmãos cineastas Coen, o ator Jean Paul Belmondo, os
atores Billy Bob Thornton, Sylvester Stalone e John Wayne
A série de TV norte- americana Mad Men e
os filmes O Homem
Que Não Estava Lá, A Estranha Passageira, O
Último Pistoleiro e Iwo Jima - O Portal da
Glória
Questiona se o romance teria auxiliado aos leitores fumantes a abandonar o vício e comenta que, à época
de sua publicação, a literatura já perdera sua
influência social em comparação ao cinema “Os titãs da América”
(09/10/2010)
“A Revolta de Atlas”, romance de Ayn Rand
A trajetória da escritora Ayn Rand e seu perfil
conservador, que a tornou popular nos
Descartes, Kant, Hegel e Nietzsche, ao falar de
suas influências filosóficas
Os desenhos animados
Simpsons, South Park e Os Incríveis, ao dizer
que a autora é popular
É bastante enfático ao condenar o romance, inclusive sugerindo ao leitor do artigo que não
Estados Unidos no cinema e na televisão americana;
compara os personagens do romance a Huckberry
Finn, Jay Gatsby e Holden Caulfield, personagens populares
da literatura norte- americana e a política norte-americana Sarah
Palin, ícone dos conservadores nos
Estados Unidos
perca seu tempo lendo o romance.
“Somos todos mentirosos” (23/10/2010)
“Todos os homens são mentirosos”, romance de Alberto Manguel
Como o autor constrói o autor-personagem Alejandro Bevilacqua e
o livro-fictício El
Elogio de la Mentira
Personagens de Stendhal, Enrique Villa
Matas e Herman Melville, ao descrever Alejandro Bevilacqua Filmes Rashomon e Cidadão Kane, ao elogiar a estrutura de romance policial do livro
Não chega a estabelecer um posicionamento, mas suas colocações e comparações acerca do
romance são de aprovação “Livros com bula”
(06/11/2010)
“Caçadas de Pedrinho” e outras obras de Monteiro Lobato
O enquadramento das obras de Lobato como racistas por parte de um
mestrando da Universidade de
Brasília
Autores que também foram ou poderiam ser
considerados (erroneamente) preconceituosos por suas obras: D. H. Lawrence, Faulkner, Salinger, Shakespeare,
Mark Twain, Joseph Conrad, Machado de Assis, Lima Barreto, Manuel Antonio de Almeida, Raul Aventuras de Huckberry Finn (Twain), Mercador de Veneza (Shakespeare), O Coração das Trevas
(Conrad), Memórias de Um Sargento de Milícias (Almeida), O Ateneu (Pompeia) Condena claramente o enquadramento das obras de Lobato como racistas, argumentando
que são obras escritas em outro contexto histórico e social, além
de afirmar que são livros que, muitas vezes, iniciam crianças na experiência literária
Pompéia, além do compositor Noel Rosa “Com muito fumo na
cuca” (20/11/2010)
“Vício inerente”, romance de Thomas
Pynchon
O estilo do romance, que se identifica com a
literatura e o cinema
noir e da contracultura
Cita Tom Wolf ao explicar e descrever a
obra; cita Otto Maria Carpeaux, George Steiner e John Leonard
ao explicar a composição ficcional da obra Filmes Chinatown e Grande Lebowski, ao descrever a obra; comenta que o romance forma uma trilogia com
O Leilão do Lote 49 e Vineland; estabelece
relações com a série de TV A Ilha dos Birutas; afirma que o romance o
remete a músicas dos Beach Boys, Dion, Del
Shannon e Marty Robbins
Avalia que podem ser feitos dois tipos de leitura do romance: uma de forma mais tradicional, como uma ficção noir, e outra, que
considera ideal, aproveitando as referências a ícones da
contracultura e da cultura pop
“A morte épica do leão” (04/12/2010) “The Comisariat of Enlightment: A novel”, de Ken Kalfus A morte de Leon Tolstoi e o frenesi jornalístico que o acontecimento causou
Rosamud Bartlet, autor de biografia de Tolstoi;
Alexandra Popoff, autora de biografia de
sua esposa, Sofia; também cita Virgínia Woolf, James Joyce e Bertold Brecht, ao dizer
que Tolstoi influenciou alguns dos futuros
modernistas
Cita The Possessed:
Adventures with Russian Books (Elif
Batuman), que levanta a tese de que Tolstoi fora
assassinado, mas não pela esposa Sofia
Analisa que o romance retrata Tolstoi de forma
realista, sem a idealização que se faz
do personagem da história e literatura russa. Também considera que o romance tenta desmistificar a suspeita de que sua esposa Sofia
o teria matado “O Edward Hopper da
literatura” (18/11/2010)
“The World of Apples”, coletânea de contos de
John Cheever
Como o crítico tomou gosto pelo autor e como
este consegue retratar a sociedade norte-
americana
Cita amigos que recomendaram o autor ao crítico: Ivan Lessa, Paulo Francis e Rubens Fonseca; críticos norte-
Comenta outras obras do autor já publicadas no Brasil: Falconer, O Escândalo dos Wapshots e Ah What Confessa ter negligenciado o autor por um certo tempo, até
que experimentou ler
americanos que consagraram Cheever
nos anos 1970, Saul Bellow e John Updike;
comenta as comparações feitas de Cheever a Tchecov e a
John O'Hara; destaca um julgamento feito por
Alfred Kazin sobre o autor; considera como influências de Cheever Fitzgerald, Hemingway,
O. Henry, Robert Towers, D. H. Lawrence e William Faulkner; considera que foram influenciados por
Cheever Updike, Richard Yates e Rick
Moody, além de comparar um de seus
contos ao estilo de Franz Kafka
Paradise it Seems; cita
referências de Cheever nos seriados norte- americanos Mad Men e
Seinfeld
Alega que só um leitor sem sensibilidade
poderia não se emocionar com a leitura
“A ficção de uma frase só” (15/01/2011)
Nenhum específico. Obras literárias (contos, novelas, romances) escritas em uma única frase, sem interrupção por pontos ou divisão
de parágrafos.
Donald Barthelme, Jerzy Adrzerjewski,
Bohumil Hrabal, Camilo José Cela, Ashur Etwebi, Marie-
Claire Blais, Alain Mabanckou, Mathias Énard, Jonathan Coe, Marel Proust, William
The Sentence (Barthelme); As portas do paraíso e Cinzas e Diamantes (Adrzerjewski); Lições de Dança para os de Idade Avançada, Eu Servi o Rei da Inglaterra e Uma
Estabelece uma relação entre as obras escritas em frases extremamente
extensas a outras, escritas em uma única
frase curta, considerando estas um alívio aos que não têm habilidade na leitura
Faulkner, Samuel Beckett, Gabriel García
Marquez, Rochard Gross, Thomas Pynchon, Jonathan Franzen, Roberto Bolaño, Augusto Monterroso, Lauss (antigo poeta grego), Lope de Vega,Gottlob
Burman, Ronden, Ernest Vincent Wright,
Georges Perec, James Thurber e Juan Luís
Castillejos.
Solidão Ruidosa
(Hrabal); Cristo Versus
Arizona (Cela); Dardadin (Etwebi); Augustino e o Coro da Destruição (Blais); Vidro Quebrado (Mabanckou); Zone (Enard); The Rotters
Club (Coe); How It Is
(Beckett); O Outono do Patriarca (García Marquez); Book of Lazarus (Gross); Freedom (Franzen); 2666 (Bolaño); Pièce Sans A (Ronden); Gadsby (Wright); La Disparition (Perec); Les
Reventes (Thurber); a
revista New Yorker.
extensa, grupo ao qual o crítico se inclui, mas
adverte que não é contrário a esse tipo de
prosa.
“A volta dos tigres da Malásia” (29/01/2011)
"El Retorno de los
Tigres de la Malasia",
ficção de Paco Ignacio Taibo II.
A incorporação do universo ficcional de Emilio Salgari e de seu
personagem Sandokan por Taibo na composição do romance. Umberto Eco, o historiador Eric Hobsbawm e os personagens (ficcionais
ou não) que aparecem no romance: Friederich
Engles, professor Moriaty (personagem de Sherlock Holmes, de
Arthur C. Doyle), o autor Rudyard Kipling
e o cineasta John
A misteriosa chama da Rainha Loana (Eco);
conto O homem que
queria ser rei (Kipling)
e sua adptação homônima para o cinema (Huston); As maravilhas do ano 2000 e O Tigre da Malásia (Salgari).
Considera que Taibo revitalizou a ficção de
Salgari, problematizando-a e a
politizando. Chega a considerar que a obra de Salgari tem um viés
marxista, não modificado por Taibo.
Huston. “A que horas receber as
musas?” (12/02/2011) O texto não é propriamente uma crítica, assemelha-se a um artigo ou crônica. Porém, o objeto inspirador do texto é uma reunião de entrevistas com escritores publicados
pela revista Paris
Review.
A que horas os escritores costumam escrever, onde preferem
fazer isso e como costumam se vestir. Clarice Lispector, George Plimpton (criador da Paris Review), Ernest Hemingway, Aldous Huxley, Salman Rushdie, Gabriel García
Marquez, Graham Greene, Italo Calvino,
Ray Bradbury, John Cheever, Norman Mailer, Jack Kerouac,
William Faulkner, Alma Guillermopietro
(jornalista mexicana), Victor Hugo, Benjamin
Franklin, Benjamin Disraeli, João Ubaldo Ribeiro, Nélida Piñon e António Lobo Antunes.
A revista Paris Review, a New York Review of
Books e a obra O Arquipélago da Insônia
(Antunes).
O crítico não chega a tomar posicionamentos,
apenas reflete se esses fatores influenciam na produção ou análise literária. “Madeleine, sinapses e neurônios” (26/02/2011) "Proust foi um neurocientista: como a arte antecipa a ciência",
de Jonah Lehrer.
Como os artistas modernistas, na busca
pela expressão da mente humana em suas
obras, acabaram por adiantar algumas
reflexões que, posteriormente, seriam
estudos da neurociência. No caso, a obra faz referência ás reflexões de Marcel
Marcel Proust, Alain de Botton, Paulo Cézanne, Igor Stravinsky, Walt
Whitman, Virginia Woolf, Gertrude Stein,
George Eliot, Eric Kandel (Nobel de medicina), Rachel Hertz (psicóloga) e
Steven Pinker (psicólogos).
Livros Como Proust
Pode Mudar Sua Vida
(Botton); O Momento
Decisivo (Lehrer); Em Busca do Tempo Perdido (Proust); Mrs.
Dalloway (Woolf).
Sérgio Augusto afirma que, pelo fato de a arte
refletir sobre a realidade visível, ela "expõe a incompletude
da ciência". O crítico ainda ressalta a credibilidade do autor
para reiterar que as reflexões dos artistas
Proust. “Guardando o que se
perdeu” (12/03/2011)
"La Biblioteca de los
Libros Perdidos", de
Alexander Pechmann.
As chamadas "bibliotecas imaginárias", que reúnem livros perdidos
na história.
Jorge Luis Borges, Henry Wotton (personagem de O
Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde)
Julio Verne, Ernest Hemingway, James Joyce, Dostoievsky, Pushkin, Max Brod, Franz Kafka, Thomas
Mann, Lorde Byron, Malcolm Lowry, Mary Shelley, Percy Shelley, Herman Melville, o poeta Blaise Cendrars,
Franz Werfel, Robert Musil e o compositor e
poeta Jaime Ovalle.
O conto Biblioteca de
Babel (Borges), as
obras Paris no Século
20 (Verne), Paris é uma Festa (Hemingway), Ulisses (Joyce); a obra
perdida Stephen Hero e o resultado de seus "restos", Retrato do
Artista como Jovem
(ambas de Joyce); a novela In Ballast to the
White Sea (Lowry); Moby Dick (Melville) e
Antologie Nègre
(Cendrars).
O crítico não chega a assumir posicionamentos, mas se utiliza do tema para falar da importância das
bibliotecas.
“À espera do fim do
mundo” (26/03/2011) japonesa que têm a Obras da literatura destruição causada por
terremotos ou ataques nucleares como temática (porém, não há
nenhuma especificamente).
Os diversos desastres, naturais ou não, que
serviram como inspiração para autores
e/ou cineastas.
O autores Kamo no Chomei, Masuji Ibuse, Kenzaburo Oe, Haruki
Murakami, Sakyo Komatsu e Kobo Abe;
os cineastas Ishiro Honda e Akira Kurosawa; e o ator
Grant Williams.
O sutra Sutra de Lótus; os romances
Kakitsubata e Chuva Negra (Ibuse), Nihon Chinbotsu (Komatsu); a
novela The Ark Sakura (Abe); o conto Ufo in
Kushiro (Murakami); o
filme O Incrível
Homem Que Encolheu;
os personagens ficcionais Godzila e
Mothra; o personagem
mitológico Namazu; a
Sérgio Augusto opta por comentar as diversas obras sob o ponto de vista de que elas reafirmam o fato de
que a própria história japonesa contribui para
essa visão de mundo, que é colocada na
revista The New Yorker e o jornal Asahi Shimbun. “O Drácula do ceticismo” (09/04/2011) Nenhuma obra específica. As ideias do filósofo romeno Emil Cioran e
sua importância na cultura romena.
O poeta Charles Simic, os cineastas Woody Allen, Abas Kiarostami,
Rosemberg Cariry; Milan Kundera, Fernando Savater,
Ernesto Sabato; a escritora e crítica Susan
Sontag. o personagem Conde Drácula, o dramaturgo Eugène Ionesco, Mircea Eliade,
Paulo Celan, os filósofos Nae Ionescu,
Constantin Noica, Lichtenberg, Kierkegaard, Nietzsche
e Wittgenstein, o romancista Camil Petrescu, Oscar Wilde, Samuel Beckett e Henri
Michaux.
A New York Review of
Books, as obras Do Inconveniente de Ter Nascido e Breviário de
Decomposição
(Cioran).
O crítico exalta Cioran por seu estilo filosófico
provocador, niilista. Sérgio Augusto demonstra as ideias dele com várias frases e
pensamentos do filósofo e o relaciona com outros ícones da cultura romena. Além
disso, ressalta a influência de Cioran na
obra de alguns cineastas.
“Com tosse e sem tosse em Davos” (23/04/2011) "Continental Divide: Heidegger, Cassirer, Davos", do historiador Peter E. Gordon.
Como a cidade suíça de Davos tornou-se, no século XX, um centro
de discussões filosóficas e científicas,
com destaque para os debates entre os filósofos Martin O movimento dadaísta, o cineasta Alain Tanner, o dramaturgo Friederich Dürrenmatt, o sociólogo Jean Ziegler, o personagem Harry Lime (interpretado por Orson
Os romances A Montanha Mágica (Mann) e A Ilha do Tesouro (Stevenson). Sérgio Augusto argumenta que o romance A Montanha
Mágica (Mann), que se
passa em Davos, foi responsável por tornar a
cidade e a Suíça um espaço de debates
Heidegger e Ernest Cassirer.
Welles), os autorer Robert Walser, Thomas
Mann, Robert Loius Stevenson, Arthus C. Doyle, o pintor Ernest
Kirchner, Albert Einstein e o filósofo Emmanuel Lévinas.
intelectuais, fato esse que fez com que a cidade, hoje, fosse a
sede do Fórum Econômico de Davos.
“O inferno que veio do céu” (07/05/2011)
Nenhum específico Obras literárias publicadas no pós 11 de setembro, que tratam do
atentado, e outros romances que tratam de
outros ataques, como o bombardeio à cidade de
Dresden durante a 2ª Guerra Mundial.
Os autores Norman Mailer, John Updike,
Pearl Abraham, Don DeLillo, Cormac
McCarthy, Ian, McEwan, Martin Amis,
Joseph O'Neill, Ken Kalfus, Lynne Sharon
Schwartz, Mohsin Hamid, Jonathan Safran
Foer, Kurt Vonnegut Jr., Robert Walser, W.
G. Sebald e Henrich Böll, o biógrafo Carl Seelig e o crítico literário James Wood.
As obras O Emblema
Rubro da Coragem, Vinhas da Ira e Os Nus
e os Mortos (Mailler), Terrorista (Updike), American Taliban (Abraham), Homem em Queda (DeLillo), A Estrada (McCarthy), Sábado (McEwan), The
Second Plane (Amis), Terras Baixas (O'Neill),
A Disorder Peculiar to the Country (Kalfus), The Writing on the Wall
(Schwartz), O
Fundamentalista Relutante (Hamid), Extremamente Alto &
Incrivelmente Perto
(Foer), Matadouro 5 (Vonnegut Jr.) e O Anjo
Silencioso (Böll); a
obra Luftkrieg und
Literatur (Sebald); e o
Sérgio Augusto comenta que os críticos
norte-americanos consideram que, até à época, nenhuma obra literária à altura da magnitude do atentado
havia sido publicada. Assim, ele menciona algumas obras que considera de qualidade
- de autores norte- americanos ou não - e
deixa clara sua preferência por
Extremamente Alto & Incrivelmente Perto
jornal USA Today. “Felizes para sempre”
(21/05/2011) "Liberdade", de Jonathan Franzen. O caráter analítico e crítico em relação à sociedade norte- americana que o romance tem, motivado
por questões como a guerra do Iraque, a crise
da economia norte- americana e a eleição
de Barack Obama à presidência dos Estados
Unidos.
O cineasta Woody Allen, Leon Tolstoi, Don DeLillo, David Foster Wallace, John
Updike e Grace Metalious.
As obras As Correções (Franzen), Guerra e
Paz e Ana Karenina
(Tolstoi), As Vinhas da
Ira (John Steinback), Ardil 22 (Joseph
Heller), Mildred Place (James M. Cain) e o filme Hannah e Suas
Irmãs (Allen).
Sérgio Augusto considera o autor bem
sucedido e comenta que, em suas obras, preza tanto pela
elaboração da linguagem, quanto por cativar o leitor. Sobre a
temática do romance, ele relaciona o conceito
de liberdade e a crítica social existente no livro
e considera que o autor se preocupa com o fato de que hoje as pessoas
buscam distrações inúteis, ao invés de um crescimento intelectual. “Fugindo para Dublin”
(04/06/2011) Enrique Vila-Matas. "Dublinesca", de escrita (por meio da A crise da palavra edição de livros) causada principalmente pelo avanço da internet - tema predominante
em Dublinesca.
James Joyce, os cineastas John Huston e
John Ford, Augusto Monterroso, Anthony
Burgess, Claudio Magris, William Yeats,
Oscar Wilde, Bram Stoker, Samuel Becket,
Brendan Behan.
Ulisses (Joyce), filme Os Mortos (Huston), a
música The Lass os
Aughrim (de Frank
Patterson, trilha sonora de Os Mortos) e o
twitter @11ysses.
O crítico estabelece uma relação entre a
trajetória do protagonista Samuel
Riba e a história de Leopold Bloom em
Ulisses, de Joyce,
relação que já existe no romance de Vila-Matas. Assim, aborda o Bloomsday, festa irlandesa em comemoração a Ulisses, e o projeto Ulysses
Meets Twitter 2011, que
propunha a reprodução do romance de Joyce em tweets no microblog
@11ysses. Por meio
disso, Sérgio Augusto considera a iniciativa
um reducionismo da literatura e questiona qual teria sido a opinião
de Samuel Riba. O crítico ainda considera
Dublinesca uma
celebração da literatura, dadas as referências
feitas a autores irlandeses na obra. “E foram todos para
Paris” (18/06/2011)
Nenhum específico. A efervescência cultural da paris dos anos 1920,
que atraía artistas de todas as partes. Também aborda obras
sobre o assunto.
O cineasta Woody Allen, o ator Owen
Wilson, os autores Gertrude Stein, F. Scott
Fitzgerald, Ernest Hemingway, Samuel Putman, Henry James,
Fenimore Cooper, David McCullough,
Alice B. Toklas, Washington Irving e Sharewood Anderson, o
pintor Pablo Picasso, o crítico cultural Virgil
Os filmes Meia Noite
em Paris (Allen), Sinfonia de Paris
(Vincente Minneli) e
Moderns (Alan
Rudolph); as obras
Paris é uma Festa
(Hemingway) e The
Greater Journey: Americans in Paris
(McCullough).
Sérgio Augusto relata sua experiência como repórter do jornal Folha
de S. Paulo em fotografar os locais de
Paris pelos quais passaram artistas consagrados da geração
dos anos 1920, comentando cada um
deles e quem passou por lá. De uma forma
geral, o crítico considera que qualquer
Thomson, Benjamin Franklin e Thomas
Jefferson.
artista gostaria de estar na cidade na época e é por isso que existem
tantas obras sobre o assunto. “Guiados pelo fetiche”
(02/07/2011)
As crônicas "Dois Escritores no 4º Andar"
e "As Velhinhas da Rua Hamelin", de Rubem Braga, a obra "Doutor Pasavento", de Enrique Vila-Matas e o romance
"Se Um de Nós Dois Morrer", de Paulo
Roberto Pires.
Os locais em Paris aos quais as obras remetem
e os personagens artísticos que passaram
por eles.
O cineasta Woody Allen, os escritores Carlos de Reverbel,