• Sonuç bulunamadı

2.4. Dünyada Eğitim Portalları

2.4.1 ABD-(Khan Academy)

As respostas ao(s) questionário(s) de mensuração da síndrome de burnout e ficha sociodemográfica foram registradas em banco de dados do SPSS (Statistical Package of

Social Science). Os escores nos fatores foram estimados pela média dos pontos

atribuídos aos itens que compõem cada fator. Utilizamos ainda, a ANOVA para comparar as médias nos fatores por organizações, bem como o teste T para fazer a mesma comparação por tipo de organização (escolas versus hospitais).

Os aspectos sociodemográficos contidos ao final do questionário foram utilizados para descrever as características da amostra e para explorar a variabilidade dos escores nos fatores da síndrome de burnout.

Em relação à mensuração da saúde organizacional, as respostas das entrevistas semi-estruturadas foram lidas, interpretadas e categorizadas por duas pessoas em paralelo (pela autora desse estudo e outra estudante de pós-graduação em Psicologia). Seguiu-se a técnica de análise de conteúdo (temática) proposta por Bardin (1995):

• Preparação da equipe de análise de conteúdo: a partir de leituras de textos sobre análise de conteúdo, sobre os temas de fundamentação da pesquisa e planejamento conjunto das etapas subseqüentes com a equipe de trabalho (autora desta dissertação, outra estudante de pós-graduação e orientadora).

• Pré-análise: realizou-se a leitura flutuante do material disponível (as entrevistas aplicadas).

• Exploração do material: a partir de identificação das categorias empíricas existentes nas respostas. As entrevistas, depois de transcritas, foram analisadas por duas pessoas (autora da dissertação e outra estudante de pós-graduação). Primeiramente, foi realizada a análise individualmente, de acordo com as

categorias descritas nas tabelas dos indicadores. Após essa etapa foram analisadas em dupla a fim de se chegar a um consenso sobre a existência ou não de cada indicador.

• Tratamento dos resultados obtidos: Realizada as etapas anteriores, a reflexão sobre os resultados gerados foi realizada com base no referencial teórico do presente estudo, bem como confrontando tais resultados com os conteúdos das entrevistas. Estes últimos foram importantes para a compreensão do sentido dos resultados.

Os resultados dessas análises foram, então, úteis para interpretar os resultados da ANOVA dos escores dos fatores de síndrome de burnout por organização e por tipo de organização, de maneira a atingir os objetivos da presente pesquisa..

6 – Resultados e Discussão

A partir dos dados que obtivemos através coleta e análise dos dados, voltamos à atenção para descrição dos resultados desta pesquisa, realizada em escolas públicas de ensino médio e hospitais públicos, buscando-se investigar a relação existente entre a saúde organizacional e a síndrome de burnout.

6.1. Saúde organizacional

Apesar de lidarmos com organizações diferentes, muitas semelhanças apareceram entre as organizações. As escolas pesquisadas, de acordo com o que foi observado a partir das visitas realizadas para aplicação do questionário e realização das entrevistas, apresentam um bom espaço físico, mas têm poucos recursos financeiros, dificultando a manutenção de tal espaço. Destas, a escola da Zona Sul, por exemplo, mostrou-se com a estrutura física mais depredada, principalmente com relação às salas de aula. Segundo os profissionais que trabalham nas escolas investigadas, falta material de suprimento necessário para o bom andamento das atividades, como papel, giz etc. Além disso, um outro fator que agrava os problemas existentes nestas escolas é a falta de recursos humanos da área técnica e de ensino. Geralmente, a escola trabalha com um número de pessoas bem menor do que o necessário, inclusive de professores, fazendo com que alguns deles tenham carga horária muito alta, ou mesmo deixando os alunos sem aula da disciplina. Essa falta, em alguns casos, é preenchida com estagiários universitários.

Nos hospitais a situação não difere. O principal problema relatado pelos dirigentes é a falta de recursos financeiros para manter o serviço com qualidade. Geralmente recebem uma verba muito inferior ao que necessitam. O hospital especializado, por exemplo, tem investido na estrutura física, muitas vezes, com doações de empresas privadas, já que o recurso recebido do governo não supre as

necessidades. Um outro fator que chama à atenção tanto nas escolas quanto nos hospitais é a falta de recursos humanos necessários para atender a demanda. No hospital-escola o problema se agrava mais ainda, pois por se tratar de um órgão federal, a ausência de concursos faz com que a mão-de-obra seja, pouco a pouco, sendo substituída por estagiários e voluntários, a fim de suprir as lacunas deixadas pelos funcionários que se aposentam e/ou que deixam a organização.

Esses dados serviram de base para a análise da saúde organização em cada organização pesquisada, como descreveremos a seguir.

6.1.1. Saúde organizacional nas escolas públicas e hospitais

Após a realização da análise de conteúdo das entrevistas, observamos uma semelhança muito grande entre as organizações pesquisadas, tanto se compararmos cada organização com as demais, quanto se compararmos cada organização em separado, segundo seu tipo (escolas ou hospitais).

Como exposto anteriormente pautamos nossa análise sobre saúde organizacional no conceito de Schein (1965)3 e Bennis (1976)4, que identifica quatro fatores: Adaptabilidade, Senso de Identidade, Teste de Realidade e Estado de Integração. Com relação ao fator Adaptabilidade, como descrito na Tabela 6, consideramos quatro componentes para análise. O primeiro deles corresponde à possibilidade dos serviços atenderem às diferentes demandas e, pelo que pudemos observar na maioria das escolas pesquisadas é que há existência deste componente, no entanto, de forma superficial, pois a maioria das escolas não conhece em profundidade quem é sua demanda, geralmente diferenciando-a por bairro, classe social e idade. Além disso, as escolas têm pouca autonomia para adequar seus serviços à demanda, pois por se tratarem de escolas

3 Citado por Gomide Jr., Moura, Cunha e Souza (1999).

públicas, estão subordinadas à Secretaria Estadual de Educação, ficando para esta a responsabilidade de mudanças e implantação e melhoria de novos serviços a fim de atender a demanda. Observamos que a escola do Centro e a escola da Zona Sul são as mais deficitárias neste aspecto.

Tabela 6-Forma de ocorrência do indicador no atributo Adaptabilidade

Organizações/Forma de ocorrência do indicador Componentes de saúde organizacional Indicadores de saúde organizacional Esco la Petrópol is Esco la Zo na Sul Escola Centro Hospital Milita r Hospital- Esco la Hospital E speci al iz ado

Identificação das demandas * ** * ** ** **

Identificação dos serviços

oferecidos e diferenciação * ** * ** ** **

Comparação entre os serviços

oferecidos e demanda * - 0 * - -

Forma como a organização

identifica a demanda ** ** 0 * * *

Escola: Flexibilidade curricular p/

adequação à demanda * 0 * - - -

Escola: Adequação do calendário

às peculiaridades locais * 0 * - - -

Possibilidade dos serviços atenderem às

diferentes demandas

Diferenciação dos serviços em função dos ciclos de

doenças/epidemias - - - * 0 *

Conhecimento claro da história

da gestão da organização * ** * * * *

Capacidade de

resolver problemas Exemplo concreto de resolução

de problemas ** ** * 0 ** **

Melhoria nos serviços ** ** ** ** ** **

Melhoria constante

nos serviços Criação de novos serviços ** ** 0 ** ** **

Mudanças ocorrem em função

dos órgãos fiscalizadores ** 0 ** - ** **

Mudanças ocorrem em função da

demanda 0 0 * ** 0 0

Mudanças que acompanham as condições internas e

externas Mudanças ocorrem em função de

necessidades internas ** ** ** ** ** **

** =existência do indicador de forma satisfatória * =existência do indicador de forma deficiente 0 =não há existência do indicador

O segundo componente da Adaptabilidade se refere à capacidade de resolver problemas. As entrevistas revelaram a existência desse componente, sendo que, dos entrevistados, os diretores souberam melhor relatar a forma como as escolas fazem para resolver seus problemas do que os pedagogos. Desta forma, considera-se que a resolução de problemas esteja dependendo de decisões mais centralizadas da direção do que participativa.

O terceiro componente da Adaptabilidade diz respeito à melhoria constante nos serviços. Em relação a este componente observamos que as pessoas entrevistadas relataram melhorias como a estruturação do laboratório de informática, cursos extras para os alunos, desenvolvimento de projetos em parcerias com universidades, com exceção da escola do Centro em que, os dois entrevistados não souberam relatar exemplos concretos e sistemáticos de criação de novos serviços. O quarto componente refere-se às mudanças que acompanham as condições internas e externas da organização. Pelo que pudemos observar, essas mudanças, quando ocorrem, são mais em função de determinação da própria Secretaria Estadual de Educação do que em função da demanda. A escola da Zona Sul é a que apresenta menos indicadores positivos de saúde organizacional neste componente.

Nos hospitais, sobre o fator Adaptabilidade destacamos que, quando se refere à possibilidade dos serviços atenderem às diferentes demandas, os hospitais se revelam melhor nesse componente do que as escolas, referindo-se com mais detalhes sobre a identificação da demanda e, principalmente a identificação dos serviços oferecidos.

A respeito da capacidade de resolução de problemas, segundo componente deste fator, os hospitais revelam a sua existência, no entanto, relatam de forma superficial, não demonstrando conhecimento claro da história da gestão. No hospital militar não foi

revelado, durante a entrevista com o diretor, exemplo concreto de resolução de problemas, visto que o diretor entrevistado estava há pouco tempo no cargo.

Em relação à melhoria dos serviços, de acordo com a análise de conteúdo realizada, destacamos em todos os hospitais um investimento em melhoria tanto na estrutura física, quanto no oferecimento de novas especialidades. É importante destacar que, embora tenha sido relatado e pudemos observar durante as visitas realizadas às organizações, uma melhoria nas instalações físicas dos hospitais, a estrutura ainda encontra-se aquém das necessidades, tanto por falta de recursos para investimento quanto pela incapacidade de muitas alterações em virtude dos três hospitais funcionarem em prédios muito antigos. Dessa forma, as mudanças que acompanham as condições internas e externas existem para atender principalmente as necessidades internas e dos órgãos fiscalizadores. Deixando a desejar o atendimento às necessidades da demanda.

O segundo fator analisado para indicação ou não de saúde organizacional nas escolas é o Senso de Identidade. Este, por sua vez, foi detalhado em dois componentes: conhecimento claro do que é a organização e conhecimento claro das metas organizacionais (Tabela 7).

Tabela 7- Forma de ocorrência do indicador no atributo Senso de Identidade Organizações/Forma de ocorrência do indicador Componentes de saúde organizacional Indicadores de saúde organizacional Esco la Petró po lis

Escola Zona Sul Escola Centro Ho

spita l Milita r Hospi tal -E scol a Hospi tal E speci al iz ado Papel da organização ** * 0 * ** *

Transmissão interna do papel da

organização ** ** 0 * * **

Transmissão externa do papel da

organização ** 0 0 0 0 0

Conhecimento claro do que é a organização

Conhecimento do papel ** ** 0 ** 0 **

Existência de planejamento * * * * 0 *

Tipos de planejamento * ** * * 0 *

Pessoas que conhecem o

planejamento * * * * 0 **

Conhecimento claro das metas organizacionais

Pessoas que participam da

elaboração do planejamento ** * ** * 0 *

** =existência do indicador de forma satisfatória * =existência do indicador de forma deficiente 0 =não há existência do indicador

- =não foi possível observação

Na maioria das escolas, a missão da organização é conhecida de forma geral ou superficial, tanto pelos diretores, quanto pelos pedagogos, não havendo em nenhuma das escolas pesquisadas um conhecimento detalhado da missão da organização. Desta forma, embora os entrevistados da escola de Petrópolis e da escola da Zona Sul relatem que há transmissão interna do papel desta organização, isto é realizado de forma assistemática e geral, não havendo repercussão positiva para a organização. Com relação ao conhecimento claro das metas organizacionais, vimos que as organizações pesquisadas têm uma visão míope do que seja planejamento organizacional, não tendo, portanto, metas bem definidas. Todas elas referem-se somente ao planejamento em curto prazo, que é o planejamento pedagógico realizado anualmente pelas escolas. Isto

interfere, de forma negativa na efetividade organizacional que, segundo Jaffe (1995), considera que a saúde organizacional implica numa noção expandida desta efetividade, a qual envolve, entre outros aspectos, o conhecimento das metas de continuidade.

Ainda acerca do fator Senso de Identidade, há uma predominância nos hospitais de um conhecimento não detalhado da missão da organização, tanto por parte dos funcionários, quanto dos usuários. Desta forma, deixam a desejar na sistematização da transmissão externa desta missão. A respeito do conhecimento claro das metas organizacionais encontramos que os hospitais, principalmente o hospital-escola, não realizam planejamento a médio e longo prazo e que, as ações nesta área se restringem à organização das atividades diárias. Somente o hospital militar relata ter uma forma de planejamento mais sofisticado. No entanto, este é sempre elaborado pela cúpula, não tendo a participação dos funcionários. Não sendo, portanto, indicador positivo de saúde organizacional. Esta falta de planejamento nas organizações, dificulta ainda mais que as mesmas atinjam a eficácia organizacional, defendida por Bennis (1976) como integrante no processo de alcance à saúde organizacional.

Com relação ao fator Teste de Realidade, observamos que foi o que mais pareceu deficitário nas escolas. Para uma melhor análise ele foi dividido em três componentes, de acordo com a Tabela 8. O primeiro componente é o conhecimento claro das condições do meio ambiente interno. Em todas elas, os entrevistados demonstraram ter conhecimento dessas condições de forma clara. Mas também foi observado que essas organizações, sem exceção, vivem em condições precárias, tanto em relação aos recursos humanos, quanto materiais, não sendo considerado a existência positiva destes indicadores em nenhumas das escolas pesquisadas.

Tabela 8. Forma de ocorrência do indicador no atributo Teste de Realidade

Organizações/Forma de ocorrência do indicador Componentes de Saúde

Organizacional Indicadores de Saúde Organizacional

Esco

la

Petró

po

lis

Escola Zona Sul Escola Centro

Hospital Militar Hospi tal -E scol a Hospi tal E speci al iz ado Disponibilidade dos recursos financeiros 0 0 0 0 0 0 Disponibilidade de pessoal necessário 0 0 0 ** 0 0

Pessoas são bem qualificadas para as

atividades que desempenham:

* * * ** * * Boa distribuição de pessoas

por setor: 0 0 0 ** 0 0

Recursos materiais estão

bem alocados 0 0 0 0 0 0

Adequação das instalações

físicas * 0 0 0 * 0

Conhecimento claro das condições do meio

ambiente interno

Suficiência de material de

suprimento ** 0 0 ** 0 0

A escola tem conhecimento das competências que

precisa desenvolver - - 0 - - - Acompanhamento dos alunos egressos 0 * 0 - - - O hospital conhece as condições sanitárias e de higiene da população - - - ** ** **

Conhecimento claro das condições do meio ambiente externo O hospital conhece as condições do paciente em dar continuidade ao tratamento - - - * * * Avaliação setorial 0 ** 0 0 0 0 Avaliação individual 0 0 * ** 0 ** Processos de avaliação * ** * * 0 ** Existência do acompanhamento do desempenho das pessoas no

trabalho

0 * ** ** 0 0

Avaliação do processo

Responsável pela

avaliação: 0 * * * 0 0

** =existência do indicador de forma satisfatória * =existência do indicador de forma deficiente 0 =não há existência do indicador

O segundo componente do Teste de Realidade diz respeito ao conhecimento claro das condições do ambiente externo. A maioria delas não tem conhecimento dessas condições e os únicos entrevistados, da escola da Zona Sul, que relataram ter esse conhecimento, disseram que não conseguem desenvolver ações positivas para escola a partir deste conhecimento.

O terceiro componente do Teste de Realidade refere-se à existência de avaliação do processo, ou seja, se a organização tem sistema de avaliação tanto individual quanto organizacional. Este é um outro componente que aparece de forma bastante precária nas escolas. Em nenhuma delas acontece uma avaliação sistemática das atividades desenvolvidas e do desempenho das pessoas na organização. As poucas ações que existem neste sentido são feitas por meio de reuniões gerais com a equipe técnica ou dos conselhos de classe. No entanto, não observamos, de acordo com as entrevistas realizadas, uma aplicação concreta dos resultados dessas avaliações.

Nos hospitais encontramos muitas semelhanças em relação às escolas, acerca deste fator. Quando pesquisamos sobre se a organização tem conhecimento claro do meio ambiente interno, verificamos que em todos os hospitais se tem conhecimento de que existe dificuldade de recursos financeiros e de pessoal. Com exceção do hospital militar, que relata ter pessoal suficiente para atender a demanda. Há também uma deficiência na distribuição dos recursos financeiros e na adequação das instalações físicas. Todos os hospitais pesquisados funcionam em prédios muito antigos, o que dificulta a melhoria da estrutura física para atender as necessidades. Quanto ao conhecimento claro das condições do ambiente externo, as condições sanitárias e de higiene da população são de conhecimento, geralmente, da Secretaria de Estadual de Saúde. O hospital conhece as condições do paciente em dar continuidade ao tratamento somente quando o mesmo retorna para consulta. Neste componente também não encontramos indicação positiva

de saúde organizacional nos hospitais. Com relação à avaliação do processo encontramos um déficit muito grande em relação à presença deste componente. Através das entrevistas realizadas não encontramos um processo de avaliação dinâmico, sistemático e que atenda as necessidades a fim de fornecer os feedbacks que a organização precisa. Somente no hospital militar é que encontramos um processo de avaliação individual sistemático, já que nesta organização trabalha-se com promoção de pessoal, ou seja, existe um plano de carreira sendo aplicado.

O quarto fator considerado para existência de saúde organizacional é o Estado de Integração, o qual considera o grau de harmonia e integração entre os subsistemas da organização, a fim de que estejam funcionando de forma alinhada à estratégia geral da organização (Schein, 1965, citado por Gomide, Jr. et al., 1999). Este foi subdividido em oito componentes para sua melhor definição, como podemos observar na Tabela 9.

Com relação à harmonia entre os subsistemas, não conseguimos com as entrevistas ter dados concretos sobre a existência ou não deste componente. Em relação à consecução dos objetivos, a maioria dos entrevistados nas escolas respondeu que geralmente a organização à qual estão inseridos consegue atingir seus objetivos. Somente na escola do Centro não conseguimos, através da análise de conteúdo das entrevistas, identificar, mesmo que precariamente, a existência deste componente. No entanto, fazendo uma análise mais ampla, podemos perceber que essa resposta visa mais esconder as falhas e deficiências da organização do que descrever o que realmente acontece. Chegamos a esta conclusão, pois os mesmos relatam não terem metas definidas e demonstram que não conhecem nem realizam planejamento organizacional, ou seja, como podem estar seguros de atingir os objetivos se estes não são claramente definidos?

Tabela 9. Forma de ocorrência do indicador no atributo Estado de Integração

Organizações/Forma de ocorrência do indicador Componentes de Saúde Organizacional Indicadores de Saúde Organizacional Esco la Petró po lis

Escola Zona Sul Escola Centro Ho

spita l Milita r Ho spita l Esco la Hospital E speci al iz ado Harmonia entre os subsistemas - - - Consecução dos

objetivos Metas são atingidas * * 0 ** 0 0

Age de acordo com missão ** ** 0 ** ** **

Atuação em conformidade com

missão Realiza algo além da missão 0 0 0 ** 0 0

Pessoas são bem qualificadas p/ o

que precisam desempenhar * * * ** * *

Instrução dos funcionários atende

aos requisitos legais exigidos ** ** ** ** ** **

Compatibilidade entre qualificação

de pessoal e suas

atribuições Existência de política de

Treinamento e Desenvolvimento 0 0 0 ** * 0

A organização costuma ouvir àqueles que se utilizam do

serviço ** ** ** * 0 *

Canais de comunicação

externos Canais utilizados para ouvir

aqueles que se utilizam do serviço ** ** ** * 0 *

As pessoas que trabalham na organização têm oportunidade de

expressar sua opinião(sugestão, crítica)

** ** ** * ** * Canais de

comunicação internos

Canais utilizados para ouvir os

funcionários ** ** ** * ** *

Predomínio das atividades

coletivas versus individual 0 ** 0 0 0 0

Há proporção entre cargos

diretivos e subordinados ** ** ** ** 0 0

Há proporção entre cargos de chefia, supervisão e

acompanhamento

** ** ** ** 0 0 Competência das decisões

técnicas ** * ** 0 - **

Competência das decisões

administrativas * ** * 0 - *

Designação do cargo de diretor: * * * * * *

Natureza das decisões coletivas * 0 * 0 * 0

Distribuição do poder Solução de problemas ** ** ** 0 ** ** Qualidade das relações interpessoais

Tem trabalho que vise a melhoria

dos recursos humanos 0 * 0 0 ** 0

** =existência do indicador de forma satisfatória * =existência do indicador de forma deficiente

0 =não há existência do indicador - =não foi possível observação

O outro componente diz respeito à atuação da organização em conformidade com a missão. Pudemos observar, nos relatos das entrevistas que, geralmente, a escola age de acordo com a missão. Mas, como as pessoas que atuam neste tipo de organização têm um conhecimento superficial da missão, pudemos inferir que, elas acabam agindo de forma superficial também. Embora isto não apareça na fala dos entrevistados. O outro componente diz respeito à compatibilidade entre a qualificação de pessoal e suas atribuições. Em decorrência de estarmos tratando de escolas públicas em que o ingresso das pessoas se dá mediante concurso público, todas as pessoas que trabalham atendem

Benzer Belgeler