DÜNYADA YOKSUL YANLI TURİZM UYGULAMALARI
2.2. Üçüncü Dünya Ülkelerinde Yoksul Yanlı Turizm Uygulamaları
2.2.2. Asya Ülkeleri
Neste capítulo fez-se uma abordagem a um conjunto de legislação em vigor e que enquadra a GNR como uma das Forças de Segurança responsável pela segurança e tranquilidade públicas.
Assim, pudemos constatar a importância da USHE enquanto Unidade de representação e demais missões relacionadas com a formação e preparação de todos os envolvidos no serviço afecto aos cavalos.
Podemos ainda ter um vislumbre, bastante sucinto, da situação em que se encontra o dispositivo territorial, em relação ao efectivo adstrito ao patrulhamento a cavalo.
Foi ainda abordado, de uma forma muito “taxativa”, o patrulhamento a cavalo, suas competências, capacidades e missões.
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Directiva nº 15/00, de 01 JUN, da 3ª Rep./CG.
14 Aditamento à NEP/GNR de 14 de Outubro de 1998 que uniformiza os serviços diariamente escalados num
RENTABILIZAÇÃO DOS MEIOS EQUESTRES NA GNR 17
PARTE II – TRABALHO DE CAMPO
CAPÍTULO 3
METODOLOGIA DA PARTE PRÁTICA
3.1. INTRODUÇÃO
Após a conclusão da parte teórica, onde se faz a síntese histórica bem como a análise normativa da valência equestre, prossegue-se a investigação enveredando por caminhos mais práticos, e tendo em vista a concretização dos objectivos definidos, dando também resposta à pergunta de partida e às hipóteses.
Neste capítulo abordam-se os métodos e as técnicas utilizadas na investigação dos dados que irão responder fundamentadamente às perguntas de investigação, de forma a dar cumprimento aos objectivos definidos no Capítulo 1. Apresenta-se a metodologia do trabalho de investigação e em seguida faz-se uma referência aos procedimentos e às técnicas utilizadas para obtenção da informação, assim como os meios utilizados ao longo da investigação.
3.2. O PLANO DE INVESTIGAÇÃO
Para elaborar toda a recolha de dados necessária para uma cabal resposta à questão de partida e às questões de investigação derivadas, utilizam-se essencialmente três métodos de recolha de dados: observação directa, análise documentale o método inquisitivo que “é baseado no interrogatório escrito e oral” (Sarmento, 2008, p.4).
A observação directa fez-se através de visitas à USHE, bem como a conversas informais com Oficiais, Sargentos e Guardas que servem a valência equestre da GNR.
A análise documental foi essencialmente efectuada com recurso à Biblioteca Nacional, no Arquivo Histórico da GNR, a bibliotecas de Estabelecimentos de Ensino Superior, bem como a todos as publicações de apoio das cadeiras da GNR ministradas na AM.
Numa última fase, para a realização do trabalho de campo foi utilizado o método inquisitivo, através de entrevistas semi-directivas e de inquéritos por questionário, a duas amostras previamente seleccionadas. Estes foram escolhidos por serem instrumentos que, segundo
CAPÍTULO 3–METODOLOGIA DA PARTE PRÁTICA
Quivy e Campenhoudt (2008, p.206), melhor tratamento irão conceder para informações deste género, de forma a verificar as hipóteses. Por conseguinte, foram realizadas entrevistas a Oficiais que exercem ou exerceram funções de comando de forças a cavalo, bem como questionários a Comandantes de Destacamento Territorial que dispõem da valência equestre.
No início do processo da investigação, através de leituras e conversas informais, definiram- se baias para a observação directa e a análise de dados estatísticos que suscitaram o aparecimento de hipóteses e questões, as quais se tentaram esclarecer com o recurso a entrevistas e questionários. Após a realização de entrevistas, foi possível aprimorar os questionários de forma a torná-los o mais incisivos e eficazes possível.
3.3. OBSERVAÇÃO DIRECTA
Este tipo de observação é um método, no sentido restrito, que se baseia na observação visual in loco dos comportamentos, situações e fenómenos, garantindo assim uma percepção verdadeira por esta não necessitar de terceiros. É ainda analisado algo que de certa forma não foi suscitado pelo investigador, é espontâneo. (Quivy e Campenhoudt, 2008)
A observação directa da valência equestre teve por base as diversas diligências efectuadas no sentido da realização deste Trabalho. Para além das várias visitas realizadas à USHE, na Ajuda, onde se pôde observar o funcionamento de toda a estrutura de Comando e dos Esquadrões, foram efectuadas também algumas visitas a esquadras localizadas no CTSetúbal, e no CTPortalegre.
3.4. ENTREVISTAS
Quivy e Campenhoudt (2008) apresentam-nos três possibilidades: estudar a totalidade da população, estudar uma amostra representativa da população e, em terceiro lugar, estudar componentes não estritamente representativas, mas características da população. Atendendo à abordagem qualitativa que se procurou fazer, foi escolhida a terceira possibilidade enunciada por Quivy e Campenhoudt (2008) e procurou-se que a amostra compreendesse uma representação dos Oficiais com funções e responsabilidades no que respeita ao empenhamento da valência equestre. Tentou-se obter opiniões diversificadas, sendo que o método de amostragem obedeceu a critérios relacionados com a diferenciação dos Oficiais quanto às funções desempenhadas, ao seu conhecimento e à sua experiência profissional relacionada com o tema em questão.
CAPÍTULO 3–METODOLOGIA DA PARTE PRÁTICA
RENTABILIZAÇÃO DOS MEIOS EQUESTRES NA GNR 19
As entrevistas seguiram um guião15 onde os entrevistados responderam livremente às questões formuladas, permitindo a descoberta de informação “privilegiada” e de “pontos de vista” que concorrem para dar resposta às questões derivadas. As entrevistas foram presenciais, o que permitiu ao interlocutor constatar pessoalmente as interacções decorrentes das interpretações e experiências exprimidas. Estas realizaram-se entre os dias 26 e 30 de Maio.
Apresentam-se no Apêndice B, as entrevistas transcritas e respectivas grelhas de análise qualitativa de conteúdo, através de tópicos, ou sinopses, que permitiram uma posterior análise quantitativa. A análise das entrevistas e a discussão dos resultados das mesmas é efectuada no seguinte Capítulo.
Os entrevistados apresentam as seguintes características sócio-demográficas: Quadro 3.1: Características Sócio-Demográficas dos Entrevistados
Entrevistados Género Idade Posto Arma Função Unidade
E1 M 48 Coronel Cavalaria
Comandante do Grupo Honras de Estado/Responsável Técnico das
Escolas de Equitação
USHE
E2 M 47 Tenente-
Coronel Cavalaria Chefe da SOIRP USHE
E3 M 32 Capitão Cavalaria Comandante do 4º esquadrão a
Cavalo USHE
E4 M 50 Tenente-
Coronel Cavalaria Chefe do Estado Maior da USHE USHE
E5 M 46 Tenente-
Coronel Cavalaria
Comandante Interino do Grupo de Honras de Estado/Chefe da Secção
de Recursos Logísticos e Financeiros
USHE