3.4. Sözleşmeye Uyarınca Yapılacak İşlemler
3.4.2. Örnek 184 Formun Hazırlanması
Considerando que a disposição dos municípios de “A” a “H” reflete a maior e menor quantidade de habitantes nesse município, respetivamente, e que nesse intervalo a quantidade de habitantes decresce de forma linear, apresenta-se no gráfico seguinte a quantidade de técnicos superiores, assistentes técnicos e assistentes operacionais afetos aos SMPC comparativamente ao número de habitantes do respetivo município.
Gráfico 28 - Número de técnicos superiores, assistentes técnicos e assistentes operacionais afetos aos SMPC.
Conforme evidencia o gráfico anterior, consta-se que, em regra, os municípios que possuem maior população são aqueles que possuem também afetos maior número de técnicos, nomeadamente técnicos superiores e assistentes técnicos. Por outro lado, a
0 500.000 1.000.000 1.500.000 2.000.000 2.500.000 3.000.000 A B D G Nº Habitantes Vs orçamento SMPC
Nº Hab (milhares) Orçamento anual (milhares)
0 2 4 6 8 10 12 A B C D E F G H
Técnicnos superiores Vs assistentes técnicos Vs assistentes operacionais
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distribuição dos assistentes operacionais não é uniforme, nem pode ser associada à maior ou menor quantidade de população existente no município, uma vez que a sua distribuição apresenta um padrão irregular. Contudo, constata-se que os municípios que apresentam maior número de assistentes operacionais são aqueles que possuem centrais de comunicações a funcionar vinte e quatro horas por dia e, em alguns casos, equipas/brigadas permanentes de pessoal operacional.
No que respeita à designação e quantidade dos gabinetes, conforme apresentado no capítulo anterior, constatou-se alguma homogeneidade na designação dos gabinetes existentes nestas estruturas. Os gabinetes que existem em maior número de SMPC são os gabinetes de planeamento e operações, os GTF, os gabinetes de apoio administrativo e os gabinetes de formação/informação/sensibilização. Da amostra, consta-se que os SMPC que possuem maior número de gabinetes são aqueles cujos municípios possuem corporações de bombeiros municipais e que organicamente se encontram integrados no SMPC, o qual é equiparado a divisão ou departamento no regulamento orgânico dos serviços municipais. Os restantes SMPC possuem dois ou três gabinetes sendo que nestes casos o GTF, quando existe, está organicamente inserido no SMPC, exceto no município “H”, cujo GTF está organicamente inserido na área do ambiente, e o SMPC não possui nenhum gabinete designado.
Relativamente às instalações, verificou-se que cinco dos oito SMPC estudados (62 %) possuem instalações próprias. De acordo com informação suplementar das entrevistas, os inquiridos reconhecem as seguintes vantagens:
Possibilidade de parqueamento de viaturas;
Existência de espaço para as várias atividades inerentes ao SMPC; Atribuição de meios e recursos próprios;
Acesso permanente às instalações;
Autonomia horária e funcional em relação aos restantes serviços da autarquia, o que possibilita o funcionamento do SMPC vinte e quatro horas por dia;
Concentração de todos os serviços de proteção civil na mesma infraestrutura física;
Autonomia e representatividade face aos pares e restantes agentes de proteção civil.
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Como desvantagem da existência de instalações independentes ou autónomas, os responsáveis pelos SMPC referem que existe maior distanciamento dos restantes serviços, o que por vezes pode dificultar a comunicação e trabalhos de cooperação com as restantes áreas do município, assim como a existência de um maior distanciamento do decisor político.
No que respeita à dependência do SMPC, conforme demonstrado anteriormente, 50 % dos SMPC (quatro) encontram-se na dependência do presidente da câmara municipal, que de acordo com os dados recolhidos nas entrevistas, apresenta as seguintes vantagens:
Maior celeridade de resposta que é fundamental para a tomada de decisão; Possibilidade de relação de despacho mais direta;
É o pleno decisor das matérias internas do SMPC, ultrapassando desta forma alguns patamares de decisão caso o SMPC não estivesse na sua dependência; Maior autoridade e aceitação das decisões do presidente por parte dos restantes
serviços da autarquia e entidades externas.
Como desvantagens, os responsáveis pelos SMPC referem que no dia-a-dia possa existir menor disponibilidade devido à agenda politica preenchida típica de um presidente de câmara.
Assim, se por um lado se constata que decorrente das entrevistas realizadas são reconhecidas mais vantagens do que desvantagens num SMPC dependente do presidente da câmara, por outro lado importa analisar quem assegura a coordenação dos SMPC. Conforme apresentado anteriormente, o COM é na maioria dos casos (50 %) o responsável pela coordenação do SMPC.
A principal ilação que daqui se retira é que o COM é a principal opção dos municípios para assumir a coordenação do SMPC, embora essa competência não lhe seja atribuída por Lei.
Neste sentido, conforme referido anteriormente e partilhando da opinião de um município, considera-se que por inerência, o COM ou o coordenador do SMPC
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deveriam ser a mesma pessoa, que tivesse a incumbência, entre outras, de coordenar o SMPC. As razões que levam a esta asserção encontram-se expostas e detalhadas na análise às questões 5. e 6., no subcapítulo “2.8. Outras questões”, do presente capitulo, onde se procede a uma análise detalhada e se tece um conjunto de considerações à figura do COM.
2.4. Competências no âmbito do Planeamento e Prevenção
Conforme exposto no capítulo anterior, à exceção do levantamento, organização e gestão de centros de alojamento, todos os inquiridos concordam com as restantes competências elencadas neste âmbito. Questionados sobre o motivo que os leva a discordar desta competência, de acordo com a informação suplementar das entrevistas, os inquiridos denotam que o SMPC não pode ser uma estrutura que desenvolva as suas ações em todas as áreas de intervenção, pelo que esta deveria ser uma competência, principalmente, dos serviços sociais da câmara municipal, limitando-se o papel do SMPC à coordenação e apoio das funções que outros estão mais habilitados a executar. Por outro lado, verificou-se que dois SMPC (25 %) desenvolvem outras competências de planeamento e prevenção, nomeadamente das áreas da HST; trânsito; e ambiente. A assunção destas competências por parte do SMPC deve-se ao facto de, por um lado, não existirem no município unidades orgânicas específicas relativas a estas áreas e, por outro, de se pretender agregar no mesmo serviço (SMPC) todas as competências de planeamento e prevenção inerentes a situações de acidente grave ou catástrofe.
Quanto a esta condição, sendo estas áreas de forte componente técnica, considera-se que esta posição deve ser analisada de forma particular, caso a caso, em função da realidade de cada município. No entanto, considerando que a área da HST contempla um conjunto de competências muito semelhantes às atribuídas por Lei aos SMPC, como por exemplo as relacionadas com a segurança contra incêndios em edifícios (SCIE), entende-se que esta deve desenvolver algumas competências do SMPC, conforme sucede com os GTF, ou o SMPC assumir as suas competências e incluir a integração desses serviços (e técnicos) na sua orgânica.
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Não menos importante, um SMPC referiu ainda participar no processo de planeamento de reabilitação pós desastre. No subcapítulo 2.9 tece-se uma análise mais detalhada sobre o papel dos SMPC nesta fase do ciclo dos desastres.
2.5. Competências no âmbito da Formação, Sensibilização e Informação
Quanto às competências desta natureza, os SMPC são unânimes ao concordarem com as mesmas, o que revela a sua aceitação. Por outro lado, três SMPC (37 %) referem desenvolver outras competências para além das consideradas no questionário, nomeadamente conceber programas de formação e sensibilização; promover a realização de ações de formação conjunta com outros APC; colaborar com os serviços de educação para promoção de uma cultura de segurança nas camadas mais jovens. No que se refere às “ações de formação conjunta com outros APC” esta competência, além de ser matéria de formação, insere-se também nas competências de planeamento, as quais contemplam a preparação e execução de exercícios e simulacros, que por sua vez envolvem no mesmo fim a formação, o treino, o exercício com outras entidades, entre as quais os APC.
Quanto às restantes “competências” elencadas pelos SMPC considera-se que são, pela sua designação, atividades concretas decorrentes de um conjunto de competências atribuídas ao SMPC, e que apenas espelham de um modo mais claro e preciso a forma como algumas delas são ou devem ser executadas dentro da própria organização, não sendo portanto um acréscimo de competências desta natureza às já atribuídas.
2.6. Competências de âmbito Operacional
Neste subcapítulo são várias as competências que carecem de uma análise particular, pelo que, a exemplo do capítulo anterior, elencam-se adiante as competências em análise neste ponto, seguidas da devida crítica.
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1. Implementar e gerir uma rede própria de radiocomunicações de emergência alternativa às atualmente existentes.
Conforme apresentado no capítulo anterior, apenas um SMPC discorda da atribuição desta competência. Questionado sobre esta posição, de acordo com informação suplementar das entrevistas, o inquirido refere que idealmente todos os SMPC deveriam integrar a rede SIRESP – Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal, e que a promoção de sistemas de radiocomunicações alternativos deveria ser uma responsabilidade da ANPC. Mais, refere ainda que o SMPC pelo qual é responsável não possui, por diversas razões, qualquer sistema de radiocomunicações, e defende que muitos SMPC a nível nacional se encontram na mesma situação. Considerando esta realidade, assume que a preocupação dos SMPC deveria passar pela integração numa Rede SIRESP completamente funcional e não em desenvolver sistemas paralelos e alternativos.
Face à existência da rede SIRESP, uma possibilidade de resolução para esta questão poderia passar por esta rede ser alargada também aos SMPC, tal como sucede a um conjunto de entidades com atividade na área da segurança, proteção e socorro, e não a custo dos municípios (como atualmente sucede), mas pela tutela que detém a proteção civil, neste caso o Ministério da Administração Interna. Deste modo, dotar-se-iam os SMPC de meios de comunicação integrados com os restantes agentes de proteção civil e demais entidades que utilizam esta rede. Afinal de contas, de acordo com a SIRESP – Gestão de Redes Digitais de Segurança e Emergência, S.A. [SIRESP] (2012) “O
SIRESP é um sistema único, baseado numa só infraestrutura, nacional, partilhado, que assegura a satisfação das necessidades de comunicações das forças e serviços de emergência e de segurança, satisfazendo a intercomunicação e a interoperabilidade entre aquelas forças e serviços e, em caso de emergência, permite a centralização do comando e da coordenação”, pelo que, dado o enquadramento e relevância atribuída
aos SMPC, considerados como o pilar do sistema nacional de proteção civil (ANPC, 2009) (Ribeiro, 2009) (Martins, 2010) (F.L. d´Ávila, 2012), deveriam estes também ser dotados pela tutela deste sistema de comunicações.
Esta posição leva a que cada SMPC que se pretenda dotar de um sistema de comunicações opte por implementar um qualquer sistema de natureza semelhante, com recurso a maior ou menor tecnologia, mas que tenda a dar resposta às necessidades próprias do SMPC e da própria organização onde se insere (câmara municipal), e, no
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limite, a necessidades pontuais que promova a comunicação entre alguns agentes de proteção civil e entidades de apoio existentes no município, sujeitando-se à boa vontade destes para aceitação deste sistema de comunicações. Esta lacuna que se reconhece no sistema de proteção civil conduz simultaneamente a uma ausência e a uma diversificação de sistemas de comunicações, dificultando a intercomunicação e a interoperabilidade entre entidades, tanto desejável.
Uma vez dotados destes sistemas, e apenas nos casos em que a rede SIRESP não se estenda aos restantes serviços do município, os SMPC deveriam dotar-se de um sistema de comunicações alternativo ao existente, e intraorganizacional. Deste modo, os SMPC deveriam providenciar alternativas de comunicação no caso da rede SIRESP ficar inoperacional ou nos casos em que se pretende estender internamente a rede de comunicações a outros serviços da câmara municipal tidos como fundamentais para a prossecução da atividade municipal da proteção civil (p.e. serviços de obras, trânsito, saneamento, policia municipal, etc.). Não só é importante comunicar com os APC e outras entidades externas, mas também assegurar uma comunicação eficaz dentro da própria estrutura municipal que, segundo Sousa e Silva (2009), é no patamar municipal que podem e devem ser resolucionadas 90 a 95 % das ocorrências.
Desejavelmente, este sistema de comunicações do SMPC poderia estender-se também, apenas em casos pontuais, aos representantes das entidades com assento na CMPC, por exemplo, através da existência de uma reserva de rádios passível de distribuição a esses representantes aquando de eventuais falhas do sistema de comunicações convencional. Neste sentido, a avaliar pelos objetivos para os quais foi concebida e pelas funcionalidades técnicas que possibilita, o alargamento da rede SIRESP aos SMPC é uma mais valia, não só para estas estruturas municipais assim como para todo o sistema de proteção civil.
2. Assegurar o funcionamento de uma central de comunicações de emergência exclusiva do SMPC.
3. Assegurar o funcionamento de uma central de comunicações de emergência conjunta com os agentes de proteção civil municipais.
As respostas a estas duas questões são unânimes: na primeira verifica-se que todos os SMPC discordam e na segunda há uma consonância em que todos os SMPC concordam
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com esta competência. Ora, analisando estas duas questões de forma integrada, os dados sugerem que os SMPC consideram que deve existir localmente ao nível municipal ou supramunicipal, centrais de emergência conjuntas compostas ou integradas por elementos dos vários agentes de proteção civil e, eventualmente, de outras entidades de apoio cuja atividade tenha expressão na área territorial em causa. Constatam também que esta não deve ser uma competência exclusiva do SMPC, mas sim uma competência partilhada com outras entidades que possuem equipas de intervenção operacionais, tais como os bombeiros, forças de seguranças, polícias municipais, os serviços municipalizados de água e saneamento, as entidades gestoras de infraestruturas de distribuição de energia, entre outros. A informação complementar recolhida nas entrevistas destaca que o envolvimento de outras entidades na constituição de uma central desta natureza pode ser um processo complexo e limitativo, em ordem a várias razões (tutela, natureza dos serviço, área geográfica abrangida, etc.), sendo no entanto um modelo que deveria ser equacionado pelas várias tutelas dos ministérios que possuem entidades com responsabilidade na resposta à emergência. Este modelo permitiria não só a melhoria da resposta e coordenação operacional, mas também a gestão e racionalização dos vários recursos, facto que atualmente é alvo diário de debate em função das restrições socioeconómicas que o país, de modo geral, atravessa.
Deste modo, na opinião do autor, ao SMPC caberia a competência para a promoção e coordenação destas centrais, nas quais pudessem ser centralizadas todas as chamadas de emergência e coordenadas, numa primeira instância, todas as ocorrências de um determinado nível, libertando os CDOS para outro tipo de atividades, e acionando-os apenas quando a capacidade de resposta ao nível municipal fosse esgotada, cumprindo também desta forma o princípio da subsidiariedade consagrado na Lei nº 27/2006, de 3
de julho.
Naturalmente que a constituição destas centrais não pode ser um modelo fechado a aplicar em cada município. Considera-se fundamental promover a melhoria da resposta e coordenação operacional, assim como racionalizar e potenciar cada vez mais os recursos existentes, algo que pode ser alcançado com este tipo de organização. Porém, considera-se que se nuns casos estas centrais de emergência seriam perfeitamente enquadradas nuns municípios, noutros, dadas as suas características (área geográfica, número de corpos de bombeiros, população, e, obviamente, os riscos existentes) a constituição destas centrais ao nível municipal não teria expressão e apenas levaria a
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uma sobrecarga dos custos. Nestes casos, sugere-se a definição de um conjunto de indicadores que levem à constituição de centrais de emergência supra municipais, ultrapassando desta forma as limitações atrás mencionadas.
4. Apoiar técnica e operacionalmente as operações de proteção e socorro quando solicitados.
A análise a esta competência encontra-se detalhada no subcapítulo 2.8, pontos 2. e 3.
5. Assegurar a realização de ações de limpeza de linhas de água. 6. Assegurar a realização de ações de silvicultura preventiva.
A concordância com estas duas competências, assim como da elencada no ponto “9. Efetuar limpeza das vias rodoviárias sob gestão do município” do presente subcapítulo, não estão diretamente consagradas na legislação e todas elas geram alguma divisão entre os SMPC, conforme demonstrado no capítulo anterior. De um modo geral, a concordância ou não com a afetação destas competências ao SMPC está diretamente relacionada com a organização orgânica do município. No caso dos municípios que têm serviços de ambiente, serviços urbanos, vias ou trânsito independentes do SMPC, defendem que estas competências devem ser uma atribuição desses mesmos serviços, devendo caber ao SMPC apenas o papel de alerta e promoção da execução desses trabalhos. Por outro lado, no caso dos trabalhos de silvicultura preventiva, a aceitação desta competência gera menos discórdia uma vez que facilmente atribuem esta competência ao GTF, e a integração deste gabinete na estrutura do SMPC.
No caso em que os serviços de vias, de trânsito ou similares não estão organicamente incluídos no SMPC, assim como nos casos em que os SMPC não possuem equipas de intervenção operacional, os responsáveis pelos SMPC defendem que esta deve ser uma competência dos serviços do município que possuem a área do trânsito ou vias. No entanto, dependendo da realidade local de cada município esta pode ser uma competência protocolada com associações de bombeiros ou outras entidades privadas. No ponto de vista do autor, as competências elencadas em 5. e 6. devem claramente ser uma atribuição do SMPC, uma vez que estas possuem, independentemente do município em causa, um peso importante na prevenção dos acidentes graves e
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catástrofes. O que se pode considerar é a expressão que cada risco inerente a estas competências possui no território municipal, bem como a forma como estas competências são desenvolvidas. No entanto, do ponto de vista do autor não se pode dissociar estas competências do SMPC, sob pena de agravar a prevenção de ocorrências relacionadas com episódios de cheias, inundações e incêndios florestais ou incultos, estes que, por coincidência ou não, são os principais riscos e que mais frequentemente se manifestam pelo do país. Mais, a imputação clara destas competências ao SMPC leva a que se possa exigir (algumas) responsabilidades a estas estruturas, nomeadamente quanto às atividades promovidas ou realizadas para o seu cumprimento, ou seja, de que forma contribuíram para a prevenção de ocorrências desta natureza.
No que respeita à limpeza das vias rodoviárias sob gestão do município, entende-se que esta não deve ser uma competência direta do SMPC, mas sim do setor de vias, trânsito ou similar do município, o qual pode ou não ser integrado na orgânica do SMPC, de acordo com o entendimento do responsável político pelo pelouro da proteção civil. Mais, considera-se também que esta competência deve ser entendida na ótica das necessidades de limpeza decorrentes de acidentes rodoviários, deslizamentos de terras, derrames de combustíveis e de produtos variados, o que não implica necessariamente a presença de um corpo de bombeiros que habitualmente procede a limpeza das vias, quando intervém. Neste sentido, do ponto de vista do autor esta deve ser uma competência assacada ao município e que pode ser desenvolvida da seguinte forma:
Por uma brigada operacional do SMPC;
Pelo serviço de vias/trânsito/obras municipais ou outra área similar do município;
Pela corporação de bombeiros municipal ou por uma (ou mais) corporação de bombeiros voluntários, mediante o estabelecimento de um protocolo;