• Sonuç bulunamadı

Finalizando esse trabalho, a partir dos resultados e análises efetuadas, podemos indicar que os entrevistados apresentaram alguns conhecimentos sobre as árvores e sabem da importância da arborização urbana. A grande maioria, em todos os grupos, declara que em seu bairro deveria haver mais árvores, indicando reconhecerem a importância da arborização urbana.

Foi observado também que a grande maioria apresenta conhecimentos sobre os benefícios e prejuízos que as árvores podem trazer e entendem sua importância dentro da cidade. Entretanto no discorrer das falas, percebemos que na maior parte as respostas se baseavam em afirmações com caráter utilitarista e antropocêntrico. Questionamos se isto não pode prejudicar a construção e implementação de programas adequados de arborização urbana, visto que a pessoa com esse olhar apenas pensará no benefício humano dentro de um planejamento urbano, deixando de lado as árvores em si e toda uma relação ecológica. Nisto também reconhecemos uma submissão da natureza pela cultura, a qual a primeira serve apenas para nos servir sendo sobreposta.

Esta perspectiva, tão presente em nossa sociedade atual, deve ser superada, já que está trazendo muitos prejuízos à dinâmica dos processos naturais, e que acabam afetando também nossa saúde. Como indicado nesta pesquisa, a educação ambiental ajudaria a ultrapassar essa perspectiva, o que ajudaria na busca por um ambiente urbano mais equilibrado, com cidadãos participativos, conscientes e responsáveis por suas opiniões e atitudes.

A EA pode ajudar para que o reconhecimento da importância das árvores seja ampliado, não só sob essa forma utilitarista, mas envolvendo conhecimentos, valores e ações mais apropriadas como, por exemplo, a do sujeito que mudou a entrada do carro em sua casa e não precisou cortar a árvore que inicialmente cortaria.

Sempre é tempo de se educar para uma valorização não utilitarista das árvores e a EA pode ser direcionada a esse tema, voltando-se a pessoas de

qualquer idade, dentro ou fora das escolas, de forma a contribuir para uma relação mais saudável e consciente entre sociedade-sociedade e sociedade- natureza.

REFERÊNCIAS

ALTERVISTA. Flora of North America. 2015. Disponível

em:<noihttp://luirig.altervista.org/schedenam/fnam.php?taxon=Ficus+microcar pa>. Acesso em 01 out 2015.

ANDRADE, T. O. Inventário e análise da arborização viária da estância turística de Campos do Jordão, SP. Dissertação, 112 p 2002. (Mestrado em agronomia)- Escola Superior de Agricultura “Luiz deQueiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2002.

ANDRONICOS, M.; ET AL. Os Jogos Olímpicos na Grécia Antiga: olimpíada antiga e os jogos olímpicos. São Paulo, Odysseus, 2004. ARQUIVO PÚBLICO HISTÓRICO DE RIO CLARO. Disponível em:<http://www.aphrioclaro.sp.gov.br/>. Acesso em 01 out 2015.

CARVALHO, I. C. M.A invenção ecológica: narrativas e trajetórias da educação ambiental no Brasil. 2 ed. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2001.(ARRUMAR O LIVRO)

CADORIN, A. C. A Arborização Viária no Município De Pato Branco – PR e suas relações com solos urbanos e percepção dos moradores.

2013.155f. Dissertação. (Mestrado em Desenvolvimento Regional)- Universidade Tecnológica Federal Do Paraná, Pato Branco, 2013. CARVALHO, I. C. M. Educação Ambiental: Cortez. 2008.

CARVALHO, L. M. Educação e Meio Ambiente na Escola Fundamental: perspectivas e possibilidades. In: Projeto – Revista de educação: Ciências: que tema eleger? Porto Alegre: Projeto, vol. 1, n.1, p. 35-39,1999.

CAVALHEIRO, F.; DEL PICHIA, P. C. D. Áreas verdes: conceitos, objetivos e diretrizes para o planejamento. In: Congresso Brasileiro sobre Arborização Urbana. Anais. Vitória: Prefeitura Municipal, Vitoria, 1992. p. 29-38.

COSTA, R. G. S.; COLESANTI, M. M. A Contribuição da Percepção

Ambiental nos Estudos das Áreas Verdes. RA´EGA . Curitiba: UFPR, v.22, p. 238-251, 2011.

CHAUÉ, M. O que é ideologia. 2 ed. São Paulo: Brasiliense, 2008. Coleção Primeiros passos;13.

CIMINI, M. Virei canadense. 10 jun 2013. Disponível

em:<http://www.vireicanadense.com/2013/06/a-bandeira.html>. Acesso em 21 set. 2015.

CULTURAMIX.COM. Alecrim de Campinas. 2015. Disponível

em:<http://meioambiente.culturamix.com/natureza/alecrim-de-campinas>. Acesso em 01 out 2015.

DOBBERT, L. Y.Arborização na cidade de Campinas/SP- percepção e conforto. Tese 186 p. 2015. (Doutorado em Ciências)- Escola Superior de Agricultura “Luiz deQueiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2015. DUBIELA, V. T.Uma avaliação Estética da Arquitetura sob o Prisma do Ajuste Funcional. TemasemEducação, Londrina: EDUEL, 2001.

FAZFÁCIL. Plantas & Jardim. 2015. Disponível

em:<http://www.fazfacil.com.br/jardim/pata-de-vaca/>. Acesso em 01 out 2015.

FIEN, J. Environmental education: a pathway to sustainability. Geelong: Deakin University Press, 1993

FLICKR, 2015. Disponível

em:<https://www.flickr.com/photos/meik_martins/4173270320>. Acesso em 01 out 2015.

FLICKR. 2015. Disponível

em:<https://www.flickr.com/photos/flaviocb/3880246186>. Acesso em 01 out 2015.

FOLADORI, G; TAKS, J. Um olhar antropológico sobre a questão ambiental, Mana 10(2):323-348, 2004.

FORESTRY IMAGENS. 2015. Disponível

em:<http://www.forestryimages.org/browse/detail.cfm?imgnum=5420222>. Acesso em 01 out 2015.

FOR NATURE. 2015. Disponível

em:<http://www.hkwildlife.net/Forum/viewthread.php?tid=19237>. Acesso em 01 out 2015.

FOTONATURAL. 2015. Disponível

em:<http://fotonatural.photoshelter.com/image/I0000o4t5kZdHkb4/>. Acesso em 01 out 2015.

FOTOS PÚBLICAS. Há 2 anos fornecendo fotos gratuitas para sua publicação, 2015. Disponível em:<http://fotospublicas.com/arvores-da- especie-conhecida-popularmente-como-sibipiruna-enfeitam-cidade-de- brasilia/>. Acesso em 01 out 2015.

FOUR SHARED. 2015. Disponível em:<http://www.4shared.com/all- images/sqQQQniz/REVISI.html?locale=pt-BR>. Acesso em 01 out 2015. FURTADO, A. E; MELLO FILHO, L. E. A interação microclima, paisagismo e arquitetura.Boletim Informativo da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana. v. 7, n. 3., p. 9, 1999.

FOSTER, John Bellamy. A ecologia de Marx: materialismo e natureza. Tradução de Maria Teresa Machado. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2005.

FURTADO, A. E.; MELLO FILHO, L. E. A interação microclima, paisagismo e arquitetura. Boletim Informativo da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana. V.7, n.3. 1999.

GARTENCENTER URSULA. 2015. Disponível

em:<http://www.floriculturaursula.com.br/gartencenter/produto/23120/calistem on_imperialis>. Acesso em 01 out 2015.

GAZETA DO POVO. Vida e Cidadania. 2015. . Disponível

em:<http://www.gazetadopovo.com.br/vida-e-cidadania/maringa/estimativa- do-ibge-mantem-maringa-como-7-maior-municipio-do-sul-

cc33eywymejgo845kal17bdce>. Acesso em 01 out 2015.

GROVE, R. Green imperialism: colonial expansion, tropical Island Edens and the origins of environmentalism. Cambridge: Cambridge University Press, 1995.

HENRIQUE, W. O direito à natureza na cidade. Salvador: EDUFBA, 2009, 186p.

HERCULANO, S. “ O campo do ecologismo no Brasil: o Fórum das ONGs”. In: Reis E. , Almeida, M. E. Fry Peter (orgs). Política e Cultura; visões do passado e perspectivas contemporâneas. São Paulo: Editora HUCITEC e ANPOCS, 1996.

IBGE. Insituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Disponível em:<

http://cidades.ibge.gov.br/xtras/perfil.php?codmun=354390>. Acesso em 15 out 2015.

LAMBLEY NURSERY. 2015. Disponível

em:<http://lambley.com.au/plant/lagerstroemia-indica-x-faurii-sioux>. Acesso em 01 out 2015.

LAYRARGUES, P. P.; LIMA, G. F. D. C. As macrotendências político-

pedagógicas da Educação Ambiental Brasileira. Ambiente & Sociedade. XVII (1), 2014, 23-40p.

LAYRARGUES, P. P. Identidades da educação ambiental brasileira. Brasília: Ministério do Meio Ambiente, 2004.

LODOBA, C. R; DE ANGELIS, B. L. D. Áreas verdes públicas urbanas: conceitos, usos e funções. Ambiência, v.1, n. 1, p. 125-139. Paraná: Guarapuava, jan/jun. 2005.

LONDE, P. R.; MENDES, P. C. A Influência das Áreas Verdes na Qualidade de Vida Urbana. Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, 10(18), 2014, 264–272p.

LUDKE, M. e ANDRÉ, M. Pesquisa em educação: abordagens qualitativas. São Paulo: EPU, 1986.

MAGALHÃES, L. M. S. Arborização e florestas urbanas– terminologia adotada para a cobertura arbórea das cidades brasileiras. Seropédica: Departamento de Ciências Ambientais, Instituto de Florestas – UFRRJ, 2006. p. 23-26 (Série Técnica).

MAROTI, P.S. Percepção Ambiental. Disponível em:

http://www.lapa.ufscar.br/portugues/perc_amb.htm.>. Acesso em: 20 set. 2015.

MALAVASI, U. C.; MALAVASI, M. M. Avaliação da arborização urbana pelos residentes – estudo de caso em Marechal Cândido Rondon, Paraná. Revista Ciência Florestal, v.11, n. 1, p. 189 –193, 2001.

MONICO, I.M. Avaliação e arborização na cidade de Piracicaba – SP um olhar sobre a questão à luz da educação ambiental. 2001. 165 p.

Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais) - Escola Superior de

Agricultura “Luiz deQueiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2001. MONTEIRO, C.A.F. A dinâmica climática e as chuvas do estado de São Paulo: estudo geográfico sob forma de atlas. São Paulo: IGEOG, 1973. MOURA, I. R. Arborização urbana: Estudo das praças do bairro centro de Teresina. 2010. 127p. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Instituto de Geociências, Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2010.

NARCIZO, K. R. S. Uma análise sobre a importância de trabalhar educação ambiental nas escolas. Revista eletrônica do mestrado em educação ambiental.ISSN 1517-1256, v. 22, janeiro ajulho de 2009. Disponível em: http://www.seer.furg.br/remea/article/view/2807/1583. Acesso em mai 20015. NICOLETTI, F. et al. Atlas Municipal Escolar: Geográfico, histórico, ambiental. Rio Claro: FAPESP: Prefeitura Municipal de Rio Claro:UNESP- Campus Rio Claro, 2001, 112p.

OLIVEIRA, R.F. de. De urbisarboreto: o espaço primitivo interpretado. In Seminário de Arborização Urbana no Rio de Janeiro, 1., 1996, Rio de Janeiro. Anais … Rio de Janeiro: UFRJ, 1996. p 33 – 44.

PÁDUA, J. A. Um sopro de destruição: pensamento político e crítica

PÁDUA, J. A.As bases teóricasda história ambiental.Estudos avançados 24 (68), 2010. Disponível em:<http://www.scielo.br/pdf/ea/v24n68/09.pdf>. Acesso em 10 mai 2015.

PINTEREST. 2015. Disponível em:<

https://www.pinterest.com/pin/324118504405395247/ >. Acesso em 01 out 2015

RAUMOLIN, J. L’hommeet la destruction des resources naturelles: la “Raubwirtschaft” au tornant du siècle. Annales – Économies, Societés, Civilisations, v.39, n.4, p.798- 819, 1984.

REGISTROS DE VIAGENS. 2015. Disponível em:<

http://jcduarte.net/Viagens/?p=4096 >. Acesso em 01 out 2015.

RIBEIRO, M. A. A crise urbana brasileira. Rev. Adm. púb. Rio de Janeiro 26 (4): 52-80 out/dez 1992. Disponível

em:<http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/rap/article/viewFile/8723/7450> . Acesso em 11 mai. 2015.

RIO, V. D.; OLIVEIRA, L. Percepção Ambiental - A Experiência brasileira. 2. ed. São Paulo: UFSCAR/Studio Nobel, 1999.

ROPPA, C., FALKENBERG, J. R., STANGERLIN, D. M., BRUN, F. G. K., BRUN, E. J.; LONGHI, S. J. Diagnóstico da percepção dos moradores sobre a arborização urbana na vila estação colônia – bairro Camobi, Santa Maria – RS. Revista da Sociedade Brasileira de Arborização Urbana, v. 2, n. 2, p. 11-30, 2007.

SARTI, A., C. Floresta urbana: propostas de gestão e subsídios para políticas públicas em rio claro (SP). Tese. 2009 (Doutorado em Geografia). Universidade Estadual Paulisa, Rio Claro. 2009. 179 fls

SILVA L. F.; Carvalho, L. M. A Temática Ambiental e o Ensino de Física na Escola Média: Algumas Possibilidades de Desenvolver o Tema Produção ao de Energia Elétrica em Larga Escala em uma Situação o de Ensino. Revista Brasileira de Ensino de Física, vol. 24, no. 3, Setembro, 2002. p. 342-352. SKYSCRAPERCITY.CO . 2015. Disponível

em:<http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=1261861&page=4>. Acesso em 01 out 2015.SOUZA, S. A. Avaliação do grau de

conscientização da população de Rio Claro sobre a Arborização Urbana. TCC 53p.( Graduação em ecologia) – Instituto de Biociências- Universidade Estadual Paulista, Rio Claro. 1998.

SOUZA, J. P.. Levantamento Das Espécies E Do Meio Físico Da Praça Dário Gastão de Magalhães No Bairro Jardim Pérola Em Governador Valadares-MG, 2013?. Disponível em:<

file:///C:/Users/Beatriz/Desktop/SOUZA%20APUD.pdf>. Acesso em 13 set 2015

TAKAHASHI, L.Y. Monitoramento e informatização da administração e manejo da arborização urbana. In: Congresso Brasileiro Sobre Arborização Urbana, 1, Encontro Nacional Sobre Arborização Urbana, 4, Vitória. Anais. Vitória: PMV, 1992. p. 119-124.

THE PHYTOPHACTOR. 2015. Disponível

em:<http://phytophactor.fieldofscience.com/2012/11/friday-fabulous-flower- royal-poinciana.html>. Acesso em 01 out 2015.

TUAN, Y. Paisagem do medo, São Paulo. ISBN 85-7139—615-9. Editora UNESP, 2005.

VALENTIN, L. Projetos de educação ambiental no contexto escolar : concepções e práticas . 2005.175p. Dissertação (Mestrado em Educação) Universidade Estadual Paulista, Rio Claro, 2005.

VELASCO, G.D.N. Arborização viária X sistema de distribuição de

energia elétrica: avaliação dos custos, estudo das podas e levantamento de problemas fitotécnicos. 2003. 94p. Dissertação (Mestrado em Fitotecnia) - Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz”, Universidade de São Paulo, Piracicaba, 2003.

VIOLA, E.; LEIS, H. Desordem global da biosfera e nova ordem internacional: o papel organizador do ecologismo. In: LEIS, H. (Org.) Ecologia e política mundial. Rio de Janeiro: Vozes, 1991.

VIOLA, E. “O movimento ecológico no Brasil (1974-1986): do ambientalismo à ecopolítica. In: PÁDUA, J. A. Ecologia e política no Brasil. Rio de Janeiro: Editora Espaço e Tempo e IUPERJ, 1987.

WINTERS, G.H.M ; PERRENOUD, L.A.; MOHAME D, E.M.H.M. Arborização urbana em 259 municípios de São Paulo. In: ENCONTRONACIONAL

SOBRE ARBORIZAÇÃO, 4., 1992. Anais...Vitória: Prefeitura Municipal de Vitória, 1992. p. 175-192.

ANEXOS

ANEXO A-- Procedimento metodológico para obtenção dos dados de porcentagem de copa de árvore na cidade de Rio Claro

ANEXO C- Termo De Consentimento Livre E Esclarecido - (TCLE) (Conselho Nacional de Saúde, Resolução 466/12)

O(a) senhor(a) está sendo convidado(a) para participar de uma pesquisa a ser coordenada por mim, Profa. Dra. Dalva Maria Bianchini Bonotto, do Departamento de Educação do Instituto de Biociências da UNESP/Rio Claro, no curso de Biologia, com a finalidade de desenvolver um Trabalho de Conclusão de Curs..

Pretendomos com esta pesquisa intitulada “Concepções de munícipes da cidade de Rio Claro sobre a Arborização Urbana” investigar as concepções, ou seja, os entedimentos, as crenças, as opiniões e valores de moradores da cidade de Rio Claro sobre árvores e arborização urbana. Os resultados do estudo poderão contribuir para elaboração de programas de educação ambiental sobre esse assunto.

A sua participação nesta pesquisa será de permitir que eu analise as informações prestadas pelo Sr(a) durante a entrevista que lhe farei, a qual será gravada em áudio.

Os eventuais riscos em participar da pesquisa são os relativos à coleta e posterior análise dos dados, os seja, algum desconforto diante da pergunta ou a preocupação de ser prejudicado em função das informações prestadas. Nesse sentido, todos os cuidados serão tomados para garantir que a entrevista ocorra em função das informações prestadas serão fiéis e em total respeito a sua dignidade como pessoa. O seu nome, assim como o nome de outros entrevistados não será revelado. Se por qualquer motivo de ordem pessoal sentir incomodado(a) ou constrangido(a), poderá desistir de participar, a qualquer momento, da entrevista. Se alguma pergunta causar desconforto ou constrangimento será livre para recusa-se a responder. Se algum desconforto ocorrer em decorrência dessa participação, poderá/deverá comunicar- me, sendo totalmente livre para desistir e sendo a sua vontade respeitada, sem que sofra qualquer penalidade.

O(a) senhor(a) terá a garantia de esclarecimentos a respeito da pesquisa a qualquer momento, sem que isso signifique qualquer tipo de penalidade ou prejuízo financeiro, bem como não receberá qualquer forma de pagamento por sua participação.

Os resultados da pesquisa serão divulgados por meio de publicações e apresentações em congressos e outros eventos relacionados à de Educação, sempre mantendo os entrevistados no anonimato, ou seja, seus nomes nunca serão revelados.

Se o Sr (a), se sentir suficientemente esclarecido sobre essa pesquisa, seus objetivos, eventuais riscos e benefícios, convido-o (a) a assinar este Termo, elaborado em duas vias, sendo que uma ficará com o Sr(a) e outra comigo.

Assinatura do Pesquisador Responsável Dados sobre a Pesquisa:

Título do Projeto: Concepções de munícipes da cidade de Rio Claro sobre a Arborização Urbana

Pesquisador responsável: Dalva Maria Bianchini Bonotto Cargo/Função: Professora

Instituição: Departamento de Educação- Instituto de Biociências- UNESP/Rio Claro

Endereço: Avenida 24 A, n.1515, Bela Vista, Rio Claro-SP Dados para contato: e-mail:[email protected]

Local/data

Aluno/Pesquisador: Éllen da Silva Garcia Instituição: UNESP/Rio Claro

Endereço:

Dados para Contato: e-mail: [email protected] CEP-IB/UNESP-CRC

Av. 24A, nº 1515 – Bela Vista – 13506-900 – Rio Claro/SP Telefone: (19) 3526-9678

Dados sobre o participante da Pesquisa:

Nome:_____________________________________________________________ Documento de Identidade:_____________________________________________ Sexo:__________________________Data de Nascimento:____/____/__________ Endereço:__________________________________________________________ Telefone para contato:________________________________________________ (OBS- Informar os dados do representante legal, se for o caso)

ANEXO D - Falta de planejamento prejudica desenvolvimento de árvores Jornal Cidade- 7 de agosto de 2012

A presença de árvores nas ruas do município é de extrema importância para a melhoria da qualidade do ar, minimiza os efeitos da poluição além de deixar a cidade mais bonita. Porém a falta de planejamento na hora de plantar pode trazer

problemas para as plantas.

A falta de estrutura na área urbana do município faz com que as árvores tenham problemas para crescer, com isso acabam danificando calçadas, redes de água e de esgoto, construções e as redes elétricas da cidade. Problemas como esses podem ser vistos em diversos pontos de Rio Claro.

Nos bairros mais antigos árvores de grande porte são comuns, entretanto devido ao seu tamanho e falta de cuidados muitas dessas espécies que já são velhas estão doentes ou com fungos e não aguentam chuvas e ventos mais fortes. No ano passado após as chuvas de verão, muitas dessas árvores caíram em cima de carros e casas, e os casos mais graves ocorreram na Via da Saudade e ao longo da Avenida 40.

Muitas vezes os exemplares de grande porte acabam atingindo a rede

elétrica, e para não prejudicarem a distribuição e fornecimento de energia precisam ser podadas ou em alguns casos cortadas. Apesar de a intervenção ser necessária em muitos casos compromete a integridade fisiológica das plantas, o que faz com que muitas acabem morrendo.

Plantadas inadequadamente no meio ambiente urbano, muitas dessas árvores sofrem as consequências dessa situação e configuram problemas para a população. Com os galhos próximos às redes de energia elétrica cortados, as copas crescem pendendo todo o peso na direção da via pública o que em caso de queda poderá acarretar em grandes danos. Outro problema são as calçadas levantadas por conta da raiz causando em muitos casos a queda de pedestres além de danificar sarjetas.

Na cidade existe uma lei municipal n° 3789 que determina que as

concessionárias ou permissionárias de serviços públicos de energia elétrica e de telefonia podem executar podas e retiradas de árvores de domínio público quando autorizadas por decreto e desde que respeitem as normas técnicas.

Para a população que tem vontade de plantar árvores na calçada de casa devem optar pela espécie que mais se adéqua com o espaço disponível.

Informações e orientações podem ser pedidas na Secretaria Municipal de Agricultura, Abastecimento e Silvicultura através do telefone (19) 3527-1428.

ANEXO E - Podas irregulares matam Sibipirunas no Bela Vista Jornal Diário- 26 de julho de 2012

O Ministério Público de Rio Claro abriu no último dia 1° de junho, portaria para investigar possíveis irregularidades nas manutenções, podas e supresões de árvores na área urbana de Rio Claro.

No último dia 20 de julho o promotor de meio ambiente da cidade, Gilberto Porto Camargo recebeu denúncia da morte de árvores da espécie sibipiruna no bairro Bela Vista, na rua 15 B com a avenida 20 A, segundo

informações do denunciante a causa das mortes foi a poda irregular realizada.

O caso foi acrescentado à portaria e o ministério público investiga a falta de

planejamento urbano na cidade, o que prejudica a arborização dos espaços de uso comum da população como ruas e praças.

De acordo com o documento o problema ocorre principalmente por conta de “Ação conjunta da ocupação de áreas verdes com impermeabilizações e a poda

indiscriminada e fora de padrões técnicos pela administração pública municipal e pela população, que também age por falta de educação, fiscalização e punição do poder público, acarretam desequilíbrio das copas, facilitando a proliferação de ataques de insetos, fungos e micro-organismos que, ao longo dos anos, danificam o meio ambiente urbano”.

Foi enviado ofício à Prefeitura Municipal, Elektro, Telefônica, Departamento Autônomo de Água e Esgoto (Daae), Foz de Rio Claro e a Comgás pedindo

informações acerca de existência de planos de gestão ou projetos de manutenção, reposição e compensação das árvores podadas e removidas na área urbana do município.

Em relação à poda irregular que levou a morte das sibipirunas no Bela Vista, o promotor Gilberto Porto Camargo informou que uma notificação será feita ao órgão responsável da prefeitura pedindo mais informações sobre o caso. “É preciso fazer investigação para que não venha ocorrer mais casos como esse na cidade”

completa o promotor.

Segundo moradores da rua onde as árvores ficam localizadas foi pedida a poda dos galhos que adentravam o quintal das casas que ficam defronte às árvores, porém pouco tempo após a poda, ocorreu a morte das sibipirunas.

O secretário de agricultura Carlos Alberto de Lucca informou que a poda aconteceu entre o final do ano passado e início desse ano, mas mesmo depois as árvores chegaram a ter brotos “Após a poda foi jogado algum tipo de arborescia nas

sibipirunas e foi isso que ocasionou a morte dessas árvores que são nativas da mata atlântica” finaliza o secretário.

ANEXO F - Inquérito Civil Sobre poda de árvore em área urbana entra na fase pericial

Jornal Cidade- 15 de agosto de 2014

Em Rio Claro oito sibipirunas já foram cortadas na área urbana, segundo Ministério Público (Foto Ilustrativa)

Dando continuidade ao Inquérito Civil instaurado em junho de 2012, o

Ministério Público de Rio Claro requisitou a contratação de perito que irá apurar mais informações sobre a questão de podas de árvores em área urbana, necessárias

Benzer Belgeler