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I SİVAS ÂŞIKLARININ ŞİİRLERİNDE SOSYAL MOTİFLER

D ÖLÜM VE KAN DAVASI ÜZERİNE

A cadeia de suprimentos é considerada o conjunto de três ou mais organizações diretamente envolvidas no fluxo de produtos, serviços, finanças e/ou informação para o consumidor, sendo um fenômeno do negócio e existe sendo ou não gerenciada (MENTZER et al., 2001). O conceito de cadeia de suprimentos é considerado a partir de diferentes pontos de vista em diferentes literaturas. A origem multidisciplinar é uma das razões da falta de uma definição universalmente aceita entre os pesquisadores (CROOM; ROMANO; GIANNAKIS, 2000).

Muitas vezes o termo SCM foi usado como sinômino de logística ou como logística entre empresas (COOPER; LAMBERT; PAGH, 1997). Em 1997, Cooper, Lambert e Pagh apresentaram, em um trabalho seminal, as diferença entre Gestão Logística Integrada e SCM. Segundo os autores, o objetivo da SCM é sincronizar a necessidade do cliente com o fluxo de materiais, reduzindo inventário, aumentando o serviço ao cliente, construindo vantagem competitiva e valor (COOPER; LAMBERT; PAGH, 1997). Por definição, a SCM “é a integração dos processos de negócio desde o usuário final até o fornecedor original dos produtos, serviços e informações que agregam valor aos consumidores.” (COOPER; LAMBERT; PAGH, 1997 - Tradução nossa). O propósito de implementar uma gestão da cadeia seria de entregar valor e satisfação ao cliente, o que leva a vantagem competitiva para a

cadeia como um todo e também aos seus membros (LAMBERT; COOPER, 2000; MENTZER et al., 2001).

Um exemplo de SCM é o processo de desenvolvimento de produto. Com a finalidade de reduzir ao máximo o tempo de lançamento de novos produtos, o processo tem, por essência, a integração entre os forncedores, fornecedores dos fornecedores, os clientes e os clientes dos clientes, sendo assim um processo característico de SCM. Essa integração dos processos de negócios na cadeia de suprimentos é o que pode- se chamar de SCM. A logística não lida com esses tipos de problema. A abordagem de Cooper, Lambert e Pagh (1997) propõem uma integração de todos os processos de negócios da cadeia de suprimento e não somente dos processos logísticos (COOPER; LAMBERT; PAGH, 1997).

Os principais elementos da SCM são os processos de negócios, os componentes de gestão e a estrutura da cadeia de suprimentos. Os processos de negócios são as atividades que produzem valor ao consumidor, por exemplo, desenvolvimento de produtos, comercialização, gestão do relacionamento com o cliente, gestão do fluxo de fabricação, cumprimento de pedidos e gestão de serviço ao cliente (COOPER; LAMBERT; PAGH, 1997).

Os componentes de gestão são as partes em que os processos de negócios são estruturados e geridos dentro da cadeia de suprimentos. Uma premissa essencial da SCM é a existência de alguns componentes de gestão comuns entre as firmas na cadeia, pois os mesmos determinam como os processos de negócio e, consequentemente, a cadeia é gerida. Como exemplo, temos o planejamento e controle, a estrutura de trabalho, a estrutura da organização, os métodos de gestão, a cultura, o risco e a estrutura de recompensa (COOPER; LAMBERT; PAGH, 1997). A adição de componentes de gestão pode aumentar os niveis de integração dos processos de negócio e, por conseguinte, a eficiência da cadeia (LAMBERT; COOPER, 2000).

A estrutura da cadeia de suprimentos é a configuração das empresas dentro da cadeia, incluindo o comprimento da cadeia e a quantidade de fornecedores e consumidores (COOPER; LAMBERT; PAGH, 1997).

O entendimento claro do conceito SCM e o compartilhamento de informações entre os parceiros é necessário para se construir forças competitivas na cadeia de suprimentos (LUMMUS; VOKURKA, 1999).

As definições de SCM podem ser classificadas em três categorias (MENTZER et al., 2001) :

a. Sistema - Gestão filosófica. Essa categoria segue três características comuns: abordagem sistêmica que entende a cadeia como um todo, uma entidade singular. É um conceito de parceria no qual todas as firmas devem gerir o fluxo total de produtos, ou seja, do fornecedor ao consumidor. Toda a firma, direta ou indiretamente, afeta o desempenho de todos os membros da cadeia. b. Atividades - Implementação de uma gestão filisófica. É um conjunto de

atividades necessárias para a implementação de sucesso da filosofia (exemplo: comportamento integrado, cooperação, integração de processos, divisão de informação, divisão de riscos e recompensas, metas e focos iguais no atendimento ao cliente e parceiros de longo prazo). A SCM é entendida como o esforço coordenado entre os membros da cadeia em um conjunto de atividades para atender às necessidades do consumidor.

c. Processos - Conjunto de gestão de processos. É baseado no ordenamento de atividades específicas de trabalho no tempo e espaço, com início e fim, entradas e saídas, e uma estrutura de ação, com objetivo de movimentar produtos e serviços até o mercado através de um duto de fornecimento.

Sob esse olhor filosófico, Mentzer et al. (2001) estabelece uma distinção crucial de dois conceitos próximos e importantes para entender a SCM: Supply Chain Orientation (SCO) e a sua implementação (SCM). O SCO está relacionado ao reconhecimento da organização, da estratégica e atividades táticas envolvidas no gerenciamento de vários fluxos na cadeia de suprimentos. A SCM é a implementação do SCO entre clientes e fornecedores. Portanto, para implementar a SCM é preciso ter, primeiro, a filosofia de gestão estratégica em cadeia, SCO (MENTZER et al., 2001). Lambert e Cooper (2000), afirmam também que a implementação da SCM envolve a indentificação dos membros da cadeia e as suas

respectivas conexões, em outras palavras, quais processos precisam ser conectados e qual o tipo ou nível de integração deve ser aplicado a cada um desses processos.

Para entender o modelo baseado na premissa da SCO, é necessário compreender os antecedentes e as consequências da SCM (Figura 3). Os antecedentes constituem os fatores facilitadores ou impeditivos à implementação do SCO. Por exemplo, se não existe comprometimento entre os membros da cadeia, dificilmente haverá cooperação e, consequentemente, não haverá SCM. As consequências se manifestam através da redução de custo, aumento do valor ao cliente e vantagem competitiva. (MENTZER, et al., 2001).

Figura 3 - Antecedentes e Consequências da SCM. Fonte: MENTZER et al., 2001.

Esta pesquisa utilizará a definição de Mentzer et al. (2001) para SCM:

“SCM é definida com uma coordenação estratégica e sistemática das funções de negócios tradicionais e táticas, através de funções de negócios dentro de uma companhia particular e através de negócios dentro da cadeia de suprimentos, com o propósito de melhorar o desempenho no longo prazo de companhias individuais e da cadeia de suprimentos com um todo”. (MENTZER et al., 2001 – Tradução nossa).

Consequências Orientação para a Cadeia

de Suprimentos (SCO) • Visão sistêmica • Visão estratégica Antecedentes da firma • Confiança • Comprometimento • Interdependência • Compatibilidade organizacional • Visão • Processos chaves • Líder • Apoio à gestão Gestão da Cadeia de Suprimentos (SCM)

• Três ou mais empresas com SCO • Compartilhamento de informação • Compartilhamento de riscos e recompensas • Cooperação • Metas e foco similar • Integração de processos chaves • Relacionamento de longo prazo • Coordenação interfuncional • Baixo custo • Melhoria do valor e satisfação do cliente • Vantagem competitiva

Conforme mencionado por Charvet et al. (2009) em um estudo bibliométrico, essa definição é a mais citada entre 1995 e 2005.

Benzer Belgeler