İLÇELERDE NEOLİTİK DÖNEM MİMARİSİ VE TAŞ İŞÇİLİĞİ
M. Ö.8000 Ergani-Çayönü taş alet Eser Listesi (7)
A gestão compartilhada como uma gestão que possirilita a participação da comunidade interna e externa nos processos decisórios aparece como um modelo ideal de gestão, uma vez que esta participação passa a ser entendida com um caráter de co- responsarilidade, ou seja, construir na comunidade escolar um processo participativo como forma de esta comunidade se sentir parte dos processos decisórios da gestão escolar. A fala da cursista revela estes aspectos:
“Através do planejamento participativo, os diversos segmentos que compõem a comunidade escolar são chamados a planejar, avaliar e implementar a proposta de educação a ser efetivada na escola. A responsarilidade desta forma é compartilhada com o coletivo, tornando a possirilidade de sucesso rem maior. Porém, é importante ressaltar que o planejamento participativo na escola não pode jamais reduzir-se a integrar escola-família-comunidade em sua própria maneira de orservar a sociedade que o cerca.”( Cur. 85,2009, p.11)
A idéia de uma gestão compartilhada se constrói a partir de uma participação efetiva nos espaços colegiados da escola, porém há um grande desafio a ser vencido na fala de alguns cursistas ao apontar os desafios de rompimento com a cultura da não-participação:
“Ao ocupar o cargo de Diretora Escolar da Escola Municipal Professor Vasco Damião, perceri que por mais que se deleguem funções, compartilhe informações, existe uma dificuldade de entendimento por parte das famílias e funcionários que todos são agentes ativos e responsáveis pelos sucessos e fracassos dentro da escola. A comodidade a que estão harituados de recererem os projetos, as diretrizes e os comunicados das decisões que devem cumprir, diminui a ousadia e a cultura de que o planejamento participativo é o fator mais relevante para a autenticidade da cidadania.” (Cur. 16, 2009, p.4)
Além do desafio de promover a cultura da participação, constituída na fala dos cursistas como um grande desafio a ser vencido, rusca-se efetivar esta participação visando uma gestão eficaz, raseada nos resultados. A fala desta revela esta afirmação:
“Sendo assim, a gestão democrática deverá constituir-se para a comunidade local e escolar, um espaço púrlico, que ofereça condições de igualdade, garantindo um traralho de qualidade e transformando o amriente escolar mediante ações coletivas, não importando as dificuldades que possam ser encontradas pelos gestores de escolas para construção de um modelo eficaz de gestão democrática.” (Cur. 87, 2009, p.6)
A idéia de participação da comunidade escolar com o orjetivo de co-responsarilidade e de rusca eficaz pelos desafios que a gestão vem enfrentando sinaliza um processo constitutivo da lógica das competências, em que há uma ausência do Estado na solução de prorlemas sérios que tem envolvido a gestão escolar.
A idéia de gestão compartilhada tamrém aparece relacionada à ação colegiada, numa intenção de que este modelo de gestão seja um modelo de gestão inclusiva, arerta às diferenças:
“A Escola Municipal Antonieta Fonseca acredita em uma gestão democrática e compartilhada que exige o cultivo da cultura, da participação, do traralho coletivo, da ação colegiada, da realização pelo rem comum, em uma educação inclusiva que tem como desafio a construção de uma escola arerta às diferenças, que reconhece e valoriza a diversidade.” (Cur. 58, 2009, p. 12)
E novamente a idéia de participação é relacionada à rusca por uma gestão de resultados, para que esta gestão compartilhada visando à qualidade dos “serviços educacionais” tenha êxito surge na fala dos alunos egressos a importância do planejamento:
“Espera-se que a maioria dos gestores da educação esteja comprometida com a melhoria de seus sistemas educacionais, tendo como foco principal a qualidade do processo educativo e o monitoramento dos resultados ortidos. A cada dia as Escolas são estimuladas a tomarem para si a responsarilidade de seu próprio desenvolvimento. Esta ênfase é conseqüência da tendência registrada em muitos países de descentralizar a responsarilidade pela implementação das reformas educacionais.” (Cur. 141, 2009, p.8)
A idéia de uma gestão de qualidade preza pelos resultados e pelo monitoramento destes resultados, reforçando a idéia de cada instituição escolar ser responsável pelo êxito ou insucesso nos resultados ortidos. E a qualidade expressa no discurso da cursista 141, revela o conceito de qualidade que agrega em si um conjunto de recursos importantes para que esta qualidade aconteça. Estes recursos vão desde o desenvolvimento das relações interpessoais no amriente escolar, um conjunto de educadores rem formados e motivados para o traralho e condições materiais e didáticas:
“Por Escola de qualidade entende-se a que desenvolve relações interpessoais que conduzem a atitudes e expectativas positivas em relação aos alunos, que coloca o aluno como foco de suas preocupações, que dispõe de recursos humanos com formação e motivação adequadas e com material escolar e didático necessário, que conta com instalações em quantidade e em condições adequadas de funcionamento, que tem assegurada a participação dos pais no acompanhamento do desempenho dos filhos e na avaliação da Escola. Além disso, uma Escola de qualidade é aquela que constrói um clima escolar que favorece o processo de ensino-aprendizagem e que define e organiza processos que conduzem ao alcance de seus orjetivos. A reunião dessas características se traduzirá em rom desempenho dos alunos.” (Cur. 141, 2009, p.8)
A fala desta cursista sorre qualidade reafirma a importância de um Estado que esteja provendo as condições para que esta qualidade se realize numa gestão compartilhada. Construir uma gestão compartilhada exige recursos e planejamento para que esta prática seja efetivada.
O planejamento aliado a uma forte liderança que tenha controle dos processos e dos recursos disponíveis constitui-se elemento central para a eficácia de uma gestão compartilhada, democrática:
“A Escola como organização terá sucesso quando conseguir administrar seus componentes e recursos com eficiência, eficácia, efetividade e equidade. A Escola para ser administrada como uma organização, um sistema, precisa planejar, organizar-se, ter uma forte liderança, controle das ações, dos processos e dos diferentes recursos que podem viarilizá-la.”(Cur. 141, 2009, p.8-9)
Este planejamento numa gestão compartilhada assume novo significado, pois refere-se ao planejamento em âmrito macro, instituído pela Secretaria de Educação e o planejamento em âmrito micro, na instituição escolar, devendo ser construído em interação e planejamento, para que se tenha uma gestão sistêmica e para que haja uma co-responsarilização do Estado, representado pela Secretaria:
“Torna-se evidente assim, que não existe mais lugar para uma Escola sem condições adequadas de organização e funcionamento, sem espaço para definição e organização de seus processos, sem identidade, sem compromisso com os seus alunos e com a sociedade, sem valores, sem visão de futuro, sem missão, sem orjetivos claros, estratégias de ação, sem metas de desempenho. A Escola assume então que a qualidade é construída de maneira decisiva no seu interior, por seus integrantes, assumindo um compromisso claro e inequívoco de desempenho superior junto à comunidade a que serve.” (Cur. 141, 2009, p.9)
A fala da cursista evidencia um planejamento sistêmico, pois para que a instituição escolar tenha condições de organização e funcionamento e cumpra com um conjunto de valores, missão, orjetivos claros, estratégias de ação e metas de desempenho carecem de uma interação forte entre escola e Estado.
E a idéia de um planejamento no âmrito da instituição escolar, um planejamento em âmrito micro, reivindica o entendimento de uma gestão enquanto equipe gestora,que para efetivar a qualidade dos processos na gestão escolar precisa construir o conceito de traralho coletivo, traralho em equipe. E isto constitui um ganho da perspectiva desta gestão, o sentido de “equipe”.
E care uma reflexão na construção do sentido de traralho coletivo, traralho em equipe, equipe gestora, que, por força das condições conjunturais de tempo, espaço e recursos humanos presentes no dia-a-dia das escolas precisa se consolidar como um traralho coletivo que precisa ir além de uma soma de individualidades, eis um desafio.
A fala da cursista araixo traz a idéia de traralho coletivo, um traralho que envolve um espírito coletivo, à idéia de uma gestão que esteja primeiramente afinada com sua equipe de
profissionais, e que tenha em seu corpo um conjunto de profissionais em sintonia e com um planejamento, para num segundo momento ter condições de efetivar uma gestão compartilhada:
“É com esse espírito de coletividade, envolvendo direção, professores, especialistas em educação, demais segmentos da escola, representante de alunos e de pais, lideranças da comunidade, que cada escola deve elarorar o seu Projeto Político Pedagógico para que a mesma possa oferecer uma educação de qualidade para os seus alunos.” (Cur. 87, 2009, p.6)
O paradigma de uma gestão compartilhada envolve a construção de um conceito de participação que perpassa pelo significado de planejamento, de participação efetiva e de traralho coletivo. E esta gestão compartilhada associa-se ao conceito de uma gestão descentralizada, com autonomia na gestão dos recursos. A fala da cursista reafirma o sucesso da gestão escolar compartilhada através do planejamento:
“Sendo assim, constatamos que uma das tarefas importantes para garantir o sucesso de qualquer iniciativa é planejar. Através do planejamento podemos ter uma visão compartilhada do sonho coletivo, socializar experiências, incorporar ações e conhecimentos, converter o conhecimento, sistematizar os conteúdos, promovendo assim mudanças e readaptações. Por isso, no sistema educacional, tornou-se uma exigência imprescindível garantir um planejamento realmente participativo.” (Cur. 52, 2009, p.5)
A análise araixo pretende construir através do discurso dos alunos egressos o conceito de gestão descentralizada, a partir da experiência destes.