IV. BULGULAR VE YORUM
4.2. Araştırmanın Nitel Verilerine Yönelik Bulgular
4.2.1. Öğretmen Adaylarına Göre Tartışmalı Konular İle İlgili Bulgular
Marco Antônio Pereira131 foi narrador da Rádio Guaíba nos anos 1980 e da Bandeirantes nos anos 1990. Conforme o projeto Vozes do Rádio (2005), o narrador possui um “estilo vibrante, alegre e descontraído”. Foi, recentemente, o segundo narrador da Rádio Gaúcha, atrás de Pedro Ernesto Denardin. Porém, em 9 de outubro de 2015, comunicou, numa mensagem em seu Facebook, a sua saída da RBS, onde trabalhou durante 24 anos. No dia 18 de outubro de 2015, durante o intervalo do jogo entre Grêmio e Chapecoense, na Arena, em Porto Alegre, o chefe de esportes da Rádio Guaíba, Nando Gross, anunciou oficialmente a contratação do narrador.
Eu tinha prometido, tem um monte de gente aqui na frente esperando, então, aquilo que já está bombando nas redes sociais. Eu queria já, nesse momento, oficializar, uma coisa que a gente já está construindo há algum tempo. A Guaíba tem, hoje, uma equipe de esportes consolidada, respeitada, com os melhores profissionais do mercado. E eu acho que, como o profissional que estamos trazendo, e, que será anunciado agora, a gente, definitivamente, e a gente tem o melhor grupo de narradores do rádio esportivo gaúcho, um dos melhores grupos de narradores do Brasil. Vem se juntar ao Mário Lima, ao Orestes de Andrade, ao jovem Marcelo Cardoso, que, nesse momento, eu já posso dizer que é da Rádio Guaíba, e já está conosco, o narrador Marco Antônio Pereira, que passa também a integrar o quadro de funcionários da equipe de esportes da Rádio Guaíba. O Marco já trabalhou comigo em outros veículos, já trabalhamos em outros juntos na Rádio Bandeirantes, trabalhamos juntos na Rádio Gaúcha, trabalhamos juntos na Rádio Difusora, para ver como tem alguma idade esse negócio aí. Tem uma certa intimidade. Antes de ele ser Bandeirantes, era Rádio Difusora. E agora, a gente volta a trabalhar na Guaíba, onde o Marco já trabalhou, narrou a Copa de 90, pela Rádio Guaíba, se a gente pegar aquele especial da FIFA, a FIFA sempre faz de Copas do Mundo, e gente vai ver que a Rádio Guaíba está em destaque, a gente vê, em vários momentos, as narrações do Marco Antônio Pereira ali, com o microfone da Rádio Guaíba, e é o microfone que ele passa, novamente, a segurar, a partir da agora. Não temos definido ainda, mas fica a expectativa dos próximos dias qual vai ser, exatamente, o dia que ele vai fazer a sua estreia, o dia que ele vai estar narrando, mas, eu já posso, agora, oficializar que, o narrador Marco Antônio Pereira, a partir de hoje, integra a equipe de esportes da Rádio Guaíba e eu acho que, assim, a gente tira, qualquer dúvida,
sobre quem tem a melhor equipe de narradores do rádio esportivo gaúcho. Então, eu quero dar os parabéns a toda a nossa equipe, parabéns à direção da Rádio Guaíba, ao Grupo Record, à equipe de esportes da Guaíba, que a gente recebe de braços abertos, mais um companheiro que chega a somar em uma equipe que só vem crescendo, que vem aí consolidando, cada vez mais, esta marca que é uma marca que se confunde com a história do futebol do Rio Grande do Sul, com a história do Rio Grande do Sul, como a radiofonia do Rio Grande do Sul. Então, seja bem-vindo, Marco Antônio Pereira, e de braços abertos estamos aqui para recebê-lo, e que vem para somar e se juntar aos melhores narradores do Rio Grande do Sul (GROSS, 2015).
Na edição do jornal Correio do Povo, do dia 24 de outubro de 2015, foi confirmada, em uma matéria especial intitulada “Reforço de luxo para a Rádio Guaíba”, a data de estreia do narrador na emissora: 22 de novembro de 2015, no clássico Gre- Nal132, do segundo turno do Campeonato Brasileiro, no Estádio Beira-Rio. Na matéria assinada pelo jornalista Chico Izidro, foram lembrados alguns momentos da carreira de Marco Antônio, na própria Rádio Guaíba, quando, nos anos 1980, estreou, justamente, em um clássico entre Internacional e Grêmio. Dividiu os microfones da emissora com Milton Jung e José Aldo Pinheiro e, ainda, cobriu a Copa de 1990, na Itália. A matéria ainda recorda alguns de seus principais bordões, tais como “Que peninha”, “Que coisa querida”, e “É do Goiás”, uma referência a um jogo em que o Goiás goleou o Internacional por 6 a 3, em 1996, e, segundo ele, o termo “pegou”.
Figura 17 – Reforço de luxo para a Guaíba
Fonte: Jornal Correio do Povo, Porto Alegre, 24 out. 2015. p. 20.
Curiosamente, poucos dias antes de ser demitido da Rádio Gaúcha, Marco Antônio Pereira concedeu entrevista para este pesquisador, na redação da sede da emissora, no Jornal Zero Hora, no dia 28 de setembro de 2015. E um dos assuntos sobre os quais comentou, foi da atual situação da narração de futebol no rádio. A RBS está implantando um novo projeto, iniciado com o repórter e narrador André Silva, que, inclusive, é um dos personagens deste estudo, que mais adiante será tema deste resgate. Segundo Pedro Ernesto Denardin (2015), pelo menos no caso da Rádio Gaúcha, o narrador não pode ser mais apenas narrador, isto é, necessita, conforme exigência da empresa, atuar em outras frentes. Não que, no passado, isso tenha sido tão diferente, como no caso dos narradores Pedro Carneiro Pereira, Mendes Ribeiro e Milton Ferretti Jung, que, além da narração, tinham outras funções jornalísticas na Rádio Guaíba e, no caso de Ribeiro, na Gaúcha, mais tarde, realizou outras atividades.
Atualmente, se estão formando narradores que também possam atuar como repórteres de campo e setoristas, isto é, que cubram o dia-dia dos clubes, e, quando necessário, narrem futebol ou outras modalidades.
É, o que não pode mais é o narrador ser só narrador, né, trabalhar uma vez por semana. Isso já está complicando um pouco porque tu tens que ter mais atividades. O André está se tornando narrador da rádio, e está indo muito bem. Há um projeto todo para que a gente dê apoio a ele, dê continuidade a esse processo. Mas a gente não quer que ele seja aquele narrador que só narra, que não faz mais nada, né? O André tem um grande conhecimento olímpico, de futebol e tal. Ele vai ser o editor dos Jogos Olímpicos, que vão acontecer agora, no ano que vem, no Rio de Janeiro. Então nós temos uma atividade muito mais ampla do que ser apenas narrador, mesmo porque tudo isso gera informação, e o narrador informado é muito melhor do que o que não está informado (DENARDIN, 2015).
Quanto a isso, Marco Antônio acredita que a essência do narrador segue a mesma. Porém, no dia da entrevista, já indicava o que poderia ser o seu destino próximo, na Gaúcha.
Olha, eu lembro que, há uns 15 anos se disse isso, e não mudou muito. Não achei que mudou muito, entende? Agora, o André era um repórter aqui da rádio, está sendo aproveitado como narrador e está indo muito bem no trabalho que está desenvolvendo, e pode ser que, a partir de então, o dia que o Pedro, eu e aqueles mais antigos chegarem na aposentadoria, pode se então que aí mude o perfil do narrador. Mas acho que, para o narrador ter uma condição legal de trabalho, ele pode fazer outras coisas, mas, algumas acho que ele não deve fazer, tu entendes? Por exemplo, ficar fazendo reportagens e tal. Não sei, talvez possa ajudar um pouco no trabalho dele. Por um lado, pode ter conteúdo, conhecimento, mas eu não sei se tira um pouco do foco, né, do teu trabalho na hora de você narrar. Não sei. É uma coisa que dá para se discutir, para ver. Acho que algumas coisas vão mudar
e estão sempre mudando, né, mas eu nunca acredito em uma mudança assim muito radical. “Ah, o rádio vai mudar...”, não mudou tanto. Têm algumas coisas que são novas, que está se fazendo, mas, na essência, continua tudo como antes. Como eu disse antes, há 15 anos, o narrador vai ter que fazer outras coisas, tal, tal, tal, tal. E, eu não sei se eu vou ser demitido logo, mas faço cada vez menos coisas. Estou só narrando hoje em dia e, para mim, está muito bom (PEREIRA, 2015).
Especula-se que Marco Antônio já estaria acertado com a Rádio Guaíba, e com Nando Gross, por isso mesmo, o seu posicionamento acima colocado. Pois como o chefe de esportes da Rádio Guaíba declarou, já se trabalhava a possibilidade da contratação de Marco Antônio Pereira para a Guaíba, há algum tempo, desde que Gross assumiu o posto, em 2014.
Marco Antônio Pereira atua há 34 anos como narrador esportivo, e foi, segundo ele, uma coisa que sempre quis fazer. Natural de São Leopoldo, nascido em 25 de outubro de 1956, começou na cidade vizinha do Vale do Sinos, em Novo Hamburgo, na Rádio Progresso133, atual Rádio ABC 900. Marco Antônio, efetivamente, começou a narrar futebol em 1981, pela Progresso e, em 1982, foi efetivado.
Aí comecei a desenvolver lá um trabalho legal. Naquela época, o Novo Hamburgo subiu para o que seria a série B do futebol brasileiro hoje, que era a Taça de Prata, naquela época, e fez um campeonato legal, porque tinha alguns times bons como Atlético Paranaense, a Portuguesa, o São Bento, de Sorocaba, o Cascavel. Tinha uns times bacanas disputando. O Criciúma, disputando na chave do São Paulo de Rio Grande. E foi assim que eu comecei a viajar, e não parei até hoje. Estou sempre viajando (PEREIRA, 2015).
Ainda nos anos 1980, Pereira foi para Porto Alegre e trabalhou nas três emissoras que faziam futebol. A primeira foi Difusora, antes de se transformar em Bandeirantes. Depois, Marco Antônio ingressou na Guaíba, onde atuou durante cinco anos. Pela Rádio Guaíba, sua grande realização profissional foi a cobertura da Copa do Mundo de 1990, ao lado de profissionais como Edegar Schmidt e Wianey Carlet. Segundo Marco Antônio, um dos jogos que mais marcou sua carreira foi o duelo,
133 Marco Antônio explica que, antigamente, a emissora se chamava Rádio Progresso, que era do
Grupo Reunidas, com mais de 20 emissoras espalhadas por todo o estado. Depois o grupo acabou ficando bastante pequeno, e o Grupo Sinos acabou comprando a Progresso e transformando em Rádio ABC 900 AM. A antiga Rádio São Leopoldo AM 1530, comprada pela Rede Tchê!, nos anos 2000, passou a se chamar Rádio Progresso. A emissora leopoldense também foi tão importante, que chegou a ser afiliada ao grupo de emissoras de Arnaldo Balvê e foi coordenada pelo radialista Braz de Oliveira Sobrinho. No futebol, a emissora dedicou-se, principalmente às transmissões do tradicional Clube Esportivo Aimoré.
naquela Copa, entre Brasil e Argentina134. O resultado, em si, não foi positivo, já que a Seleção terminou eliminada pelos argentinos, que, na sequência, seriam vice- campeões, diante da Alemanha.
Puxa vida, são tantos jogos assim, né? Tem um jogo que me marcou muito, mas que não foi legal para o Brasil. Eu até fiquei no vídeo da Copa. E sou o único narrador que ficou no vídeo de Copa. Isso foi em 90, no gol argentino do Caniggia. Eu estava lá no Delle Alpi, hoje arena do Juventus, e eu narrei aquele gol. Foi forte. O Grêmio na Libertadores, o Inter, o gol da fumaça do Inter lá. Todo mundo fala do gol do Giuliano, em 2010. Porque ninguém esperava mais o Inter conseguir a classificação, né? Aí você extrapola, coloca para fora toda a tua emoção nesses jogos aí.
Marco Antônio Pereira ressalta que “o narrador é um contador de histórias. Chega uma hora que tu tens que ser tu” (PEREIRA, 2015, p. 108). Este trabalho analisa dois momentos distintos da carreira de Marco Antônio Pereira. A primeira delas, da Copa de 1990, narrando, pela Rádio Guaíba, Brasil e Argentina, e a segunda, a decisão da Copa do Mundo de 2014, entre Alemanha e Argentina.
Marco Antônio também buscou na Argentina e no Uruguai, algumas “pitadas” no seu estilo narrativo. Conta que um dos momentos mais emocionantes de sua carreira, foi ter sido lembrado, certa vez, durante a programação especial da Radio
Carve, de Montevidéu, que o convidou para gravar uma mensagem a Carlos Muñoz135,
um dos mais importantes nomes da narração de futebol uruguaio, que estava voltando às locuções, após um período afastado por problemas de saúde.
Eu curti muito o rádio da Argentina, do Uruguai, o rádio do Paraguai. Eu curti muito isso também. Eu tinha esquecido disso também, mas, eu também tenho essa influência e me sinto muito honrado de um dia ter recebido uma ligação, aqui na rádio, da produção da Radio Carve, de Montevidéu, pedindo que eu gravasse uma saudação para o Muñoz, que teve um problema nas cordas vocais e ficou muito tempo fora e estava voltando. E eu gravei um saludo para ele, que é um cara que eu me identifico muito e que é um dos grandes narradores que eu já vi em toda a América.
134 “A Argentina derrotou o Brasil por 1 a 0, no Delle Alpi, pela Fase da Copa do Mundo 1990. O gol da
vitória foi de Caniggia. O Brasil ficou em inferioridade já que Ricardo Gomes foi expulso. Com este placar, a Argentina quebrou um tabu de 3 partidas sem vencer o confronto na Copa do Mundo”. A partida valeu pela fase Oitavas de Final. Fonte: Futpédia.
135 Carlos Muñoz nasceu em 1951. Começou no rádio por incentivo de Alberto Kesman, no final da
década de 1960. Nos anos 1970, el relator atuou nas rádios Sarandí e CX Radio Sur. Em 1977, chegou a tradicional Radio Oriental e, com 29 anos, seu grande momento ocorreu em 1981, quando substituiu Victor Hugo Morales, que foi para a Argentina. Uma das maiores narrações e provas da capacidade emotiva que Muñoz imprime na narração, acontece durante a decisão do Copa Intercontintal, em 1986, no Japão, entre Nacional e PSV, da Holanda. O duelo acabou indo para os pênaltis, e Muñoz fez uma das narrações mais expressivas de todos os tempos, ao descrever as defesas do goleiro Jorge Fernando Seré, apelidado por Muñoz de Supermán. Fonte: Un grito de Gol – La historia del relato de fútbol em la radio uruguaya (1999).
Figura 18 – Marco Antônio Pereira (1990)
Fonte: FIFA World Cup 1990136 Documentary.
Em entrevista à Revista Primeira Impressão (2015), Marco Antônio Pereira destaca que, no processo de aprendizado, quando mais jovem, e durante seu desenvolvimento de um estilo próprio, ouviu muitos narradores de São Paulo e do Rio Grande Sul. Foi influenciado, principalmente, por Armindo Antônio Ranzolin. Segundo ele, “não é pecado, para quem está começando, em se espelhar em alguém. A gente sempre tem na vida, na música, no trabalho, na própria vida da gente, as pessoas que a gente mais admira, né?”.
Ouvia tudo que era jogo, Fla-Flu, Corinthians e Palmeiras, Santos e Vasco, ouvia tudo, Globo, Tupi, Record, Band de São Paulo, Itatiaia. Naquele tempo não tinha a condição de internet, que você acessa ali, e fica ouvindo todas as rádios. Mas eu ouvia na onda curta né, ouvia bastante. Eu morava em Novo Hamburgo e havia uma facilidade em Novo Hamburgo, não sei por que. Era muito bom de ouvir rádio à noite. Então, ficava curtindo futebol sempre, os programas de rádio. Eu era muito fã. Eu sempre gostei muito da técnica e da seriedade do Ranzolin, que foi um cara que marcou uma geração toda de narradores do Rio Grande do Sul. E eu tentei usar um pouco disso, no começo da minha carreira, com um pouco daquele “molho” do rádio de São Paulo, doas caras que eu achava assim as maiores “feras” do rádio, que eram
136 Esta imagem foi captada do filme oficial da Copa do Mundo da FIFA, de 1990, na Itália. Os trabalhos
da Marco Antônio Pereira, Edegar Schmidt e Wianey Carlet, podem ser conferidos a partir de 30min30s. Este vídeo foi acessado em: https://www.youtube.com/watch?v=loQhuKL_kZ8.
Osmar Santos137, Osvaldo Maciel138, Antônio Édson139, Reinaldo Costa140,
caras que, depois, viraram colegas e que eu admirava muito, e, não tinha sonhado em trabalhar com eles ou próximo desses profissionais (PEREIRA, 2015).
São 34 anos de experiência e, pelo que Pereira espera, muitos anos para narrar futebol no rádio ainda, pela frente e, agora, como narrador da Rádio Guaíba de Porto Alegre. De suas influências citadas, Osmar Santos, em geral, talvez tenha sido a maior de todas. Pereira recomenda a audição de um gol narrador por Osmar Santos, em 1976, marcado por Russo141, do Corinthians, contra o Fluminense, no Maracanã. Segundo ele, é um lance que o influenciou muito na narração.
E se há outro narrador que desenvolveu e possui, atualmente, a capacidade de criar bordões, frases e personagens durante a narração de um jogo de futebol e que, inclusive, foi colega de microfone de Marco Antônio Pereira, este se chama Mário Lima, o próximo protagonista da história da narração de futebol no rádio porto-alegrense.
137 Osmar Santos é considerado um dos maiores, se não, o mais importante narrador de futebol de
todos os tempos. Preciso, ágil, emotivo. Santos tinha uma dicção perfeita e tinha a capacidade de descrever qualquer lance de forma especial. Foi o primeiro a valorizar o não gol. Não só criador de bordões, Osmar Santos criava também personagens, como o “Animal” e o “Garotinho”. A bola era a “Gorduchinha”. Seu gol era extremamente característico, o “E que Goooooool...”. É conhecido também como o “Pai da Matéria”. Criou muitos bordões como “Parou por que, por que parou?”, “Ripa na chulipa e pimba na gorduchinha”, “Sai daí que o Hacaré te abraça, garotinho”, entre muitos outros. Durante a campanha “Diretas Já”, participou, ao lado de nomes do futebol como Sócrates e Casagrande, do evento que busca a recuperação da democracia, a partir de 1984.Trabalhou em emissoras como Jovem Pan, Globo e Record. Foi narrador da TV Globo, durante a Copa de 1986 e, na Copa de 1990, narrou na extinta TV Manchete. Nascido em 1949, sofreu um grave acidente automobilístico, nos anos 1990, que deixou a maior sequela, justamente, na incapacidade de fala que o acompanha até hoje. Cursou Direito, Educação Física e Administração. Após o acidente, se tornou pintor e, inclusive, expõe seus trabalhos de forma eventual. (ENCICLOPÉDIA DO RÁDIO ESPORTIVO BRASILEIRO, 2012).
138“Romântico como poucos, poeta e locutor esportivo, Osvaldo Maciel nasceu em Marília. Desde
criança, mostrava enorme capacidade de narrar partidas de futebol. Até que foi descoberto pelas grandes emissoras paulistanas e chegou à Rádio Globo na década de 1970. Passou também pela rádio Record antes de chegar a Transamérica, trabalha atualmente. As frases que costuma dizer durante os jogos poderiam ilustrar facilmente as boleias de caminhão pelo Brasil afora. ‘A vida é curta, o mundo é pequeno, eu continuo vivendo e morrendo de amor...ah, gostoso veneno’, ‘Se cada vez que eu pensasse em você sumisse um pedacinho de mim...epa, cadê eu?’”. Fonte: Terceiro Tempo.
139“Antônio Edson vive na cidade de Americana, interior paulista. Na carreira, já passou pelas rádios
Globo, Bandeirantes, Educadora de Campinas e Central de Campinas. Em 2008, estava na Rádio Transamérica, na equipe de Éder Luis, e também na Rádio Você, de Americana, onde é apresentador do programa musical ‘Nossas Músicas, Nossos Artistas’”. Fonte: Terceiro Tempo.
140“Trabalhou até abril de 2012 na Rádio CBN 590 AM, em Cuiabá-MT, e atualmente reside em São
Paulo. Nascido em Cruzeiro, no Vale do Paraíba, começou a carreira na rádio Mantiqueira. Mas seu talento logo o trouxe para São Paulo, onde já trabalhou nas rádios Globo, Record e Capital. Em 2008, trabalhou na Eldorado/ESPN. Flamenguista confesso, já cobriu cinco copas do mundo”. Fonte: Terceiro Tempo.