• Sonuç bulunamadı

2.4. Öğrenme ve Dikkat

2.4.1. Öğrenme Kuramlarına Göre Dikkat

Avaliou-se a contribuição da tomografia com técnica de alta resolução para o estudo de alterações pulmonares sugestivas de processo infeccioso, em pacientes neutropênicos e febris há menos de três dias (72 horas) e com exame radiológico convencional de tórax normal. Poucos estudos descrevem os achados da TCAR em pacientes neutropênicos febris com exame radiológico simples de tórax considerado normal (HEUSSEL et al., 1997; HEUSSEL et al., 1999). No entanto, não há estudos em paciente febris há menos de 72 horas e com amostragem de paciente pós- quimioterapia.

O trabalho envolveu coleta transversal e observacional, em período pré-estabelecido de 365 dias (01 ano). Dois estudos semelhantes (HEUSSEL et al., 1997; HEUSSEL et al., 1999) abordara pacientes febris há mais de 48 horas (mediana = 9 dias) e pacientes neutropênicos por quimioterapia e pós-transplantados. Nosso estudo incluiu pacientes com febre há menos de 72 horas (mediana = 48 horas) e apenas pacientes neutropênicos por quimioterapia.

Todos os pacientes foram selecionados na mesma instituição, os exames tomográficos foram realizados por um mesmo examinador, sendo utilizado o mesmo protocolo. Os exames tomográficos ocorreram em um intervalo máximo de 24 horas do exame radiológico convencional de tórax. A análise foi realizada por 3 examinadores experientes (mínimo 15 anos de experiência), de diferentes instituições e baseados em critérios pré-estabelecidos, com as decisões tomadas em consenso.

A análise dos dados do estudo demonstrou que em 35% dos casos em que o exame radiológico de tórax estava normal, existiam alterações tomográficas sugestivas de processo infeccioso. Comparado aos estudos de Heussel (HEUSSEL et al., 1997; HEUSSEL et al., 1999), que demonstraram alterações tomográficas em 48% e em 60% dos casos, nossa casuística revelou menor frequência. Essa discrepância entre os estudos está provavelmente relacionado a maior precocidade na realização do exame tomográfico em nosso estudo em relação a evolução temporal da febre (mediana = 2 dias vs. mediana = 9 dias) e também pela diferença na amostragem – os trabalhos de Heussel envolvem pacientes neutropênicos por quimioterapia e pós-transplantados – ao invés de apenas pacientes neutropênicos pós quimioterapia, como no nosso trabalho. Esses resultados demonstram alto índice de falso-negativos nos exames radiográficos convencionais de

tórax. Essa baixa sensibilidade justifica a necessidade de considerar outro método de imagem que sirva como screening.

É interessante observar, através dos dados obtidos através da análise univariada pelo teste exato de Fisher, que, considerando apenas os pacientes sem mucosite, 58% dos mesmos apresentaram alterações à TCAR e nenhum paciente com mucosite apresentou estas alterações. Ou seja, provavelmente pacientes com mucosite apresentam febre secundariamente a outro fator, porém, não foram encontrados, na literatura, estudos correlacionando a ausência de mucosite com a presença de alterações tomográficas sugestivas de infecção.

Na nossa casuística, 39% dos pacientes apresentaram mucosite. Estes achados estão de acordo com a literatura. Elting et al (ELTING et al., 2003), encontraram mucosite em 37% dos pacientes. Outra revisão literária (PICO et al., 1998) relata que algum grau de mucosite ocorre em 40% dos casos.

Estudo retrospectivo, caso-controle, realizado em Boston (RUESCHER et al., 1998) com pacientes pós-transplantados de medula óssea, 24 pacientes do grupo “caso” apresentaram bacteremia por Streptococcus α-hemolítico e 45 pacientes do grupo “controle” apresentaram hemoculturas negativas. Dos 24 pacientes com bacteremia, 15 (62%) apresentaram mucosite, comparado com 16 (36%) do grupo controle (p < 0,05), apresentando, portanto três vezes mais chance de bacteremia por Streptococcus α-hemolítico (odds ratio = 3,02).

Mais recentemente, em estudo retrospectivo com amostra randomizada de 599 pacientes, Elting et al (ELTING et al., 2003) avaliaram o impacto clínico da mucosite em pacientes submetidos a quimioterapia. Episódios de infecção foram significativamente mais comuns durante os ciclos com mucosite do que ciclos sem mucosite (73% vs. 36%; p < 0,0001), isto é, duas vezes mais associado com quadros infecciosos (odds ratio = 2,4).

Estudo desenvolvido em Nijmegen (BLIJLEVENS et al., 2005) e outras publicações literárias (SONIS et al., 2004; PICO et al., 1998) relatam que a própria mucosite causa liberação de interleucinas (interleucinas 1,6 e 8) e fator de necrose tumoral – alfa, que podem estar associados à resposta inflamatória e febre.

Em relação à presença de sinais e sintomas respiratórios, 60% dos pacientes sintomáticos apresentaram alterações tomográficas, porém não houve uma diferença estatisticamente significativa, pois em 31% dos pacientes assintomáticos houve alterações tomográficas. Justifica o fato do indivíduo apresentar alterações tomográficas pulmonares, sem apresentar sintomatologia, a presença de debilitada resposta inflamatória (HUGHES et al., 2002).

A maioria dos pacientes (74%) apresentou neoplasias hematológicas, pois 19 pacientes (61%) apresentaram leucemias. As neoplasias estavam controladas em 58%, o que refletiu o número elevado de pacientes que usaram quimioterápicos do grupo “remissão” (48%).

O estudo de Gerson et al (GERSON et al., 1984), assim como estudos em pacientes submetidos à TMO (ESCUISSATO et al., 2004; FRANQUET et al,. 2005; GASPARETTO et al., 2004) correlacionam a duração da neutropenia com o risco de infecções pulmonares, porém esses achados se confirmaram em períodos de neutropenia prolongada (acima de 30 dias). Nossos achados estão de acordo com os de Heussel et al (HEUSSEL et al., 1999), ambos envolvendo períodos menores de neutropenia, em que a variável não foi estatisticamente significativa.

As opacidades em vidro fosco (63%) e os nódulos (54%) foram os achados tomográficos mais comuns, seguidos das consolidações (36%). Esses resultados estão em consonância com o estudo de Heussel (HEUSSEL et al., 1997), que relatam opacidades em vidro-fosco em 65%, nódulos em 40% e consolidações em 28% dos episódios.

As análises através da TCAR mostraram-se eficazes em definir com precisão os locais onde se encontram as alterações tomográficas sugestivas de infecções. Vários estudos (YOUNG et al., 1984; SHORR et al., 2004; JAIN et al., 2004) relatam a importância dos métodos propedêuticos invasivos, como broncoscopia com LBA e a biópsia pulmonar, em se determinar o agente etiológico específico e, conseqüentemente, diminuindo a mortalidade. Para que esses métodos sejam utilizados com maior precisão, diminuindo os índices de complicações, torna-se necessário que os métodos sejam realizados conjuntamente, o que justifica o uso precoce da tomografia com técnica de alta resolução.

A análise multivariada com algoritmo CART, por ser um método mais descritivo e menos parcimonioso, possibilitou o desenvolvimento de uma regra de decisão direcionada ao indivíduo, com aplicação direta na prática clínica. Na árvore de decisão, ficou demonstrado que a presença de

mucosite é a principal variável que prediz a ausência de alterações pulmonares, fato este já demonstrado na análise univariada pelo teste exato de Fisher. A partir desse ponto, as variáveis que mais se relacionaram com a presença de alterações pulmonares foram a idade menor ou igual a 54 anos e a presença de neutropenia há mais de 4,5 dias.

Houve uma concordância substancial ou quase perfeita para a maioria dos achados tomográficos entre os três examinadores. Esse resultado pode ser explicado pela vasta experiência desses profissionais, que atuam há mais de quinze anos no diagnóstico por imagem. Em relação ao achado árvore em brotamento, como o observador 3 inicialmente não classificou nenhum exame como tal, não foi possível avaliar a concordância deste com os observadore 1 e 2, o que justifica as caselas nulas na tabela 7.

Portando, as análises estatísticas empregadas neste estudo demonstraram a alta prevalência de achados tomográficos suspeitos de infecção na fase precoce da neutropenia febril em pacientes com exames radiológicos de tórax normal, especialmente naqueles que se apresentam sem mucosite.

É importante salientar que os estudos foram baseados apenas em achados suspeitos de infecção de acordo com estudos prévios. Estudos prospectivos que abordem o diagnóstico definitivo das alterações pulmonares, com uso de técnicas invasivas como LBA e biópsia pulmonar, devem ser implementadas.

Apesar dos grandes avanços tecnológicos dos métodos propedêuticos de imagens, escasso são os trabalhos envolvendo tomografia computadorizada de alta resolução na fase precoce de neutropenia febril, embora vastas sejam as referências literárias em antibioticoterapia empírica. Acreditamos que estudos objetivando o diagnóstico específico devem ser estimulados.

7 LIMITAÇÕES DO ESTUDO

Os pacientes analisados neste estudo são de apenas uma instituição (Santa Casa de Belo Horizonte), o que não reflete necessariamente o perfil do paciente neutropênico febril locorregionalmente.

Uma grande limitação é o tamanho da amostra, além da seleção de episódios ao invés de pacientes, ocasionando uma perda de precisão na inferência estatística, não permitindo conclusões estatísticas definitivas. Porém, o estudo tem uma característica observacional e por se tratar de um estudo piloto em pacientes febris há menos de 72 horas e em pacientes exclusivamente pós- quimioterapia, houve uma limitação em sua amostragem.

A ausência do emprego rotineiro de método invasivo para definir o diagnóstico definitivo, como LBA ou biópsia pulmonar em todos os pacientes com alterações pulmonares, limita uma avaliação mais fidedigna da acurácia do exame e sua correlação anátomo-radiológica.

8 CONCLUSÕES

Diante dos resultados obtidos no presente estudo, concluimos que a tomografia computadorizada, com técnica de alta resolução, é um importante método em pacientes na fase precoce da neutropenia febril, para diagnosticar padrões tomográficos sugestivos de quadros infecciosos e definir os melhores locais para realização de procedimentos invasivos.

Todos os episódios apresentaram imunossupressão secundária aos quimioterápicos, sendo que 23 episódios (74,2%) eram portadores de neoplasias hematológicas (leucemias e linfomas). Em relação ao estágio da doença neoplásica, 58% apresentavam neoplasias controladas e, portanto, a maioria (48%) utilizou quimioterápicos para manter a doença em remissão. A maioria dos pacientes (61%) não apresentava mucosite e não apresentavam sintomatologia respiratória (84%). Todos pacientes apresentavam febre há menos de 72 horas, com uma mediana de 48 horas (mínimo de 24 e máximo de 72 horas). Em relação à duração da neutropenia antes do exame tomográfico, os pacientes apresentavam até 14 dias de neutropenia, com mediana de 2 dias e mínimo de 1 dia. Em relação ao nadir da neutropenia, a mediana das contagens leucocitárias foi de 730 por mm3, com mínimo de 100 e máximo de 2300.

Os principais padrões observados, atenuação em vidro fosco, nódulos e consolidações, também foram descritos na literatura como freqüentes em quadros infecciosos, sendo que houve uma substancial concordância entre os observadores para a maioria dos achados. O uso da TCAR mostrou-se eficaz em definir com precisão os locais das alterações pulmonares

A presença de mucosite foi o único fator preditivo para a ausência de alterações tomográficas.

Devem ser fortemente considerados, para o exame tomográfico, os pacientes sem mucosite, idade menor que 54 anos e com neutropenia há mais de quatro dias e meio.

9 PROPOSIÇÕES

Realização de estudo multicêntrico e prospectivo, envolvendo o uso de técnica invasiva, objetivando estabelecer um diagnóstico etiológico definitivo para as alterações pulmonares e validar definitivamente a TCAR como método propedêutico de imagem em pacientes

neutropênicos febris.

• Avaliar os custos e benefícios acoplados a farmacoeconomia, a fim de determinar-se o real impacto econômico da TCAR no manejo da neutropenia febril.

• Avaliar outras possíveis variáveis, como escalas de risco, relacionadas com as alterações tomográficas, em pacientes neutropênicos febris.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

- ARCHIBALD, S. et al. Computed tomography in the evaluation of febrile neutropenic pediatric oncology patients.The Pediatric Infection Disease Journal, Seattle, v.20, n.1, p.5-10, January 2001.

- ASCIOGLU, S. et al. Defining opprtunistic invasive fungal infections in immunocompromised patients with cancer and hematopoetic stem cell transplants: an international consensus. Clinical Infections Diseases, Bethesda, v.34, n.1, p.7-14, January 2002.

- BARLOON, T.J. et al. High - resolution ultrafast chest ct in the clinical management of febrile bowe marrow transplant patients with normal or nonspecific chest roentgenograms. Chest, Iona, v.99, n.4, p.928-933, April 1991.

- BODEY, G.P. et al. Quantitative relationships between circulating leukocites and infection in patients with acute leucemia. Annal of Internal Medicine, Bethesda, v.64, n.2, p.328-340, February 1966.

- BREIMAN, L. et al. Classification and regression trees. California: Wadsworth and Brooks, 1984.358 p.

- BROWN, N.J.; MILLER, R.R.; MULLER, N.L. Acute lung disease in the immunocompromised host: CT and pathologic examination findings. Radiology, Vancouver, v.190, n.1, p.247-254, January 1994.

- CAILLOT, D.; COUAILLIER, J.F.; BERNARD, A. Increasing volume and changing characteristics of invasive pulmonary aspergillosis on sequential thoracic computed tomography scans in patients with neutropenia. Journal of Clinical Oncology, Bijon, v.19, n.1, p.253-259, January 2001.

- CLARCK, O.A.C. Fatores estimuladores de colônias para o tratamento de neutropenia febril pós-quimioterapia: revisão sistemática da literatura e metanálise. 2003. 188f. (Doutorado em Medicina Interna) – Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas: Medicina Interna da Faculdade de Ciências Médicas da UNICAMP, Campinas.

- COHEN, J. A coefficient of agreement for nominal scales. Educational and Psychological Measurement, v.20, n.1, p.37-46, April 1960.

- COHEN, J.; POWDERLY, W.G. Infectious Diseases. 2 nd ed. London: Elsevier, 2003. 2150 p.

- DONOWITZ, G.R. et al. The role of the chest roentgenogram in febrile neutropenic patients. Archives of Internal Medicine, Charlottesville, v.151, p.701-704, April 1991.

- EIBEL, R. et al. Pulmonary abnormalities in immunocompromissed patients: comparative detection with parallel acquisition MR imaging and thin-section CT. Radiology, Munich, v.241, n.1, p.880-891, December 2006.

- ELTING, L.S. et al. the burdens of cancer therapy – clinical and economic outcomes of chemotherapy-induced mucositis. Cancer, Texas, v.98, n.7, p.1531-1539, October 2003.

- ESCUISSATO, D.L. et al. Pulmonary infections after bone marrow transplantation: high - resolution CT findings in 111 patients. American Journal of Roentgenology, v.185, n.3, p.608- 615, September 2005.

- ESPARZA, M.F. et al. Aislamentos microbiológicos en patients con neutropenia febril y neoplasias hematológicas. Revista Espanola Quimioterapia, Caracas, v.19, n.3, p.247-251, Septiembre 2006.

- FREIFELD, A.G. et al. Clinical practice guidelines in oncology - fever and neutropenia. National Comprehensive Cancer Network, Washington, v.1, 2005.

- FEUSNER, J. et al. Use of routine chest radiography in the evaluation of fever in neutropenic pediatric oncology patients. Journal of Clinical Oncology, Oakland, v.6, n.11, p.1699-1702, November 1988.

- FRANQUET, T. High-resolution computed tomography (HRCT) of lung infections in non - AIDS immunocompromised patients. European Radiology, Barcelona, v.16, n.2, p.707-718, February 2006.

- FRANQUET, T. Respiratory infection in the AIDS and immunocompromised patient. European Radiology, Barcelona, v.14, suppl.3, p.E21-E33, March 2004.

- FRANQUET, T. et al. Aspergillus infection of the airways – Computed tomography and pathologic findings. Journal of Computer Assisted Tomography, Vancouver, v.28, n.1, p.10-16, January 2004.

- FRANQUET, T. et al. Infectious pulmonary nodules in immunocompromised patients: usefulness of computed tomography in predicting their etiology. Journal of Computer Assisted Tomography, Barcelona, v.27, n.4, p.461-468, July 2003.

- FRANQUET, T. et al. Pulmonary candidiasis after hematopoietic stem cell transplantation: thin - section CT findings. Radiology, Barcelona, v.236, n.1, p.332-337, July 2005.

- FRANQUET, T. et al. Spectrum of pulmonary aspergillosis: histologic, clinical, and radiologic findings. Radiographics, Barcelona, v.21, n.4, p.825-837, July 2001.

- FRANQUET, T.; GIMENEZ A.; HIDALGO A. Imaging of opportunistic fungal infections in immunocompromised patient. European Journal of Radiology, Barcelona, v.51, n.2, p.130-138, August 2004.

- FRANQUET, T.; LEE K.S.; MULLER N.L. Thin – section CT findings in 32 immunocompromised patients with cytomegalovirus pneumonia who do not have AIDS. American Journal of Roentgenology, Barcelona, v.181, n.4, p.1059-1063, October 2003.

- GASPARETTO, E.L. et al. Cytomegalovirus pneumonia after bone marrow transplantation: high resolution CT findings. The British Journal of Radiology, Curitiba, v.77, n.921, p.724-727, September 2004.

- GASPARETTO, E.L. et al. High – resolution CT findings of respiratory syncytial virus pneumonia after bone marrow transplantation. American Journal of Roentgenology, Curitiba, v.182, n.5, p. 1133-1137, May 2004.

- GEFTER, W.B. et al. Invasive pulmonary aspergillosis and acute leukemia. Limitations in the diagnostic utility of the air crescent sign. Radiology, Philadelphia, v.157, n.3, p.605-610, December 1985.

- GERSON, S.L. et al. Prolonged granulocytopenia: the major risk factor for invasive pulmonary aspergillosis in patients with acute leukemia. Annals of Internal Medicine, Philadelphia, v.100, n.3, p.345-351, March 1984.

- HEUSSEL, C.P.; KAUZCOR, H.U.; ULLMANN, A.J. Pneumonia in neutropenic patients. European Radiology, Mainz, v.14, n.2, p.256-271, February 2004.

- HEUSSEL, C.P. et al. Early detection of pneumonia in febrile neutropenic patients: use of thin – section CT. American Journal of Roentgenology, Mainz, v.169, n.5, p.1347-1353, November 1997.

- HEUSSEL, C.P. et al. Pneumonia in febrile neutropenic patients and in bone marrow and blood stem-cell transplant recipients: use of high - resolution computed tomography. Journal of Clinical Oncology, Mainz, v.17, n.3, p.796-805, March 1999.

- HOSMER, W.D, LEMESHOW, S. Aplied Logistic Regression. Danvers: Wiley, 2000. 408 p.

- HUGHES, W.T. et al. 2002 guidelines for the use of antimicrobial agents in neutropenic patients with cancer. Clinical Infectious Diseases, Memphis, v.34, n.6, p.730-751, March 2002.

- IM, J.G. et al. Pulmonary tuberculosis: CT findings – early active disease and sequential change with antituberculous therapy. Radiology, Seoul, v.186, n.3, p.653-660, March 1993.

- JAIN, P. et al. Role of flexible bronchoscopy in immunocompromised patients with lung infiltrates. Chest, Cleveland, v.125, n.2, p.712-722, February 2004.

- KAMI, M. et al. The value of the chest computed tomography halo sign in the diagnosis of invasive pulmonary aspergillosis. An autopsy - based retrospective study of 48 patients. Mycoses, Tokyo, v.45, n.7-8, p.287-294, October 2002.

- KANAMURU, A.; TATSUMI Y. Microbiological data for patients with febrile neutropenia. Clinical Infectious Diseases, Osaka, v.39, suppl.1, p. S7-S10, July 2004.

- KOLLEF, M.H. et al. Inadequate treatment of nosocomial infections is associated with certain empiric antibiotic choices. Critical Care Medicine, St. Louis, v.28, n.10, p.3456-3464, October 2000.

- KORONES, D.N. Is routine chest radiography necessary for the initial evaluation of fever in neutropenic children with cancer? Pediatric Blood & Cancer, Rochester, v.43, n.7, p.715-717, October 2004.

- KORONES, D.N.; HUSSONG, M.R.; GULLACE, M.A. Routine chest radiography of children with cancer hospitalized for fever and neutropenia – is it really necessary? Cancer, Rochester, v.80, n.6, p.1160-1164, September 1997.

- KUHLMAN, J.E.; FISHMAN, E.K.; SIEGELMAN, S.S. Invasive pulmonary aspergillosis in acute leukemia: characteristic findings on CT, the CT halo sign, and the role of CT in early diagnosis. Radiology, Baltimore, v.157, n.3, p.611-614, December 1985.

- LANDIS, J.R.; KOCH, G.G. An application of hierarchical Kappa-type statistics in theassessment of majority agreement among multiple observers. Biometrics, v. 33, n. 2,p. 363-74, June 1977.

- LEHRNBECHER, T. et al. Therapy – induced alterations in host defense in children receiving therapy for cancer. Journal of Pediatric Hematology/Oncology, Bethesda, v.19, n.5, p399-417, September/October 1997.

-LEUNG, A.N. et al. Pulmonary infections after bone marrow transplantation: clinical and radiographic findings . Radiology, Stanford, v.210, n.3, p.699-710, March 1999.

- LOGAN, P.M. et al. Acute lung disease in the immunocompromised host. Diagnostic accuracy of the chest radiograph. Chest, Vancouver, v.108, n.5, p.1283-1287, November 1995.

- MASCHMEYER, G. Pneumonia in febrile neutropenic patients: radiologic diagnosis. Current Opinion in Oncology, Berlin, v.13, n.4, p.229-235, July 2001.

- MIRANDA, P.A. et al. Neutropenia febril: experiência do serviço de oncologia pediátrica do centro de cirurgia do Hospital Universitário da Universidade de Brasília. Brasília Médica, Brasília, v.39, n.1, p.16-21, janeiro de 2002.

- MORI, M. et al. Fungal pulmonary infections after bone marrow transplantation: evaluation with radiography and CT. Radiology, Iowa, v.178, n.3, p.721-726, March 1991.

- MULLER, N.L.; FRANQUET T.; LEE, K.S. Imaging of Pulmonary Infections. Philadelphia: Lippincott Williams & Wilkins, 2007. 184 p.

- MURATA, K. et al. Centrilobular lesions of the lung: demonstration by high - resolution CT and pathologic correlation. Radiology, Kyoto, v.161, n.3, p.641-645, December 1986.

- OH, Y.W.; EFFMANN, E.L.; GODWIN, J.D. Pulmonary infections in immunocompromised hosts: the importance of correlating the conventional radiologic appearance with the clinical setting. Radiology, Washington, v.217, n.3, p. 647-656, December 2000.

- PICO, J.L. et al. Mucositis: its occurrence, consequences, and treatment in the oncology setting. The Oncologist, Villejuif, v.3, n.3, p.446-451, December 1998.

- PIZZO, P. A. Fever in immunocompromised patients. The New England Journal of Medicine, Boston, v.34, n.12, p.893-899, September 1999.

- PIZZO, P.A. Management of fever in patients with cancer and treatment – induced neutropenia. The New England Journal of Medicine, Boston, v.328, n. 18, p.1323-1332, May 1993.

- RAMPHAL, R. Changes in the etiology of bacteremia in febrile neutropenic patients and the susceptibilities of the currently isolated pathogens. Clinical Infectious Diseases, Florida, v.39, suppl.1, p.525-531, July 2004.

- RANO, A. et al. Prognostic factors of non - HIV immunocompromised patients with pulmonary infiltrates. Chest , Barcelona, v.122, n.1, p.253-261, July 2002.

- RANO, A. et al. Pulmonary infiltrates in non - HIV immunocompromised patients: a diagnostic approach using non - invasive and bronchoscopic procedures. Thorax, Barcelona, v.56, n.5, p379- 387, May 2001.

- RENOULT, E. et al. Is routine chest radiography necessary for the initial evaluation of fever in neutropenic children with cancer? Pediatric Blood Cancer, Montreal, v.43, n.3, p.224-228, September 2004.

-RUESCHER, T.J. et al. The imact of mucositis on α-hemolityc streptococcal infection in patients undergoing autologous bone marrow transplantation for hematologic malignancies. Cancer, Boston, v.83, n.11, p.2275-2281, June 1998.

- ROLSTON, K.V.I. The infectious diseases society of America 2002 guidelines for the use of antimicrobial agents in patients with cancer and neutropenia: salient features and comments. Clinical Infectious Diseases, Texas, v.39, suppl.1, p.S44-S48, July 2004.

- ROSSI, S.E. et al. Tree-in-bud pattern at thin-section CT of the lungs: radiologic – pathologic overview. Radiographics, Buenos Aires, v.25, n.3, p.789-801, May 2005.

- SCHIMPFF, S. et al. Empiric therapy with carbenicillin and gentamicin for febrile patients with cancer and granulocytopenia. The New England Journal of Medicine, Baltimore, v.284, n.19, p.1061-1065, May 1971.

- SEGAL, B.H. et al. Clinical practice guidelines in oncology – prevention and tratment of cancer- related infections. National Comprehensive Cancer Network, Washington, v.1, 2008.

- SERODY, J.S. Fever in immunocompromised patients. The New England Journal of Medicine, Chapel Hill, v.343, n.3, p.217-218, January 2000.

- SHORR, A.F.; SUSLA, G.H.; O’GRADY, N.P. Pulmonary infiltrates in the non-HIV-infected immunocompromised patient: etiologies, diagnostic strategies, and outcomes. Chest, Washington, v.125, n.1, p.260-271, January 2004.

- SILVA, J.L.P. et al. Consenso Brasileiro sobre a terminologia dos descritores de tomografia computadorizada de tórax. Jornal Brasileiro de Pneumologia, Salvador, v.32, n.1, p.149-156, Março 2005.

- SONIS, S.T. et al. Perspectives on cancer therapy-induced mucosal injury – pathogenesis, measuremnet, epidemiology, and consequences for patients. Cancer, Boston, v.100, n.9, p.1995- 2025, May 2004.

- SOUZA, C.A. Aspergilose e candidíase pulmonar em pacientes imunocomprometidos – estudo comparativo dos achados de tomografia computadorizada de alta resolução. 2006. 93 f. (Doutorado em Radiologia) – Programa de Pós-Graduação do Departamento de Radiologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro.

- SOUZA, C.A. et al, Pulmonary invasive aspergillosis and candidiasis in immunocompromised patients – a comparative study of the high-resolution CT findings. Journal of Thoracic Imaging, Vancouver, v.21, n.3, p.184-189, August 2006.

Benzer Belgeler