• Sonuç bulunamadı

3. YÖNTEM

4.1. Öğrencilerin Biyoloji Sorularının Çözümünde Kullandıkları BiliĢsel ve

4.1.7. Öğrencilerin 4. Biyoloji sorusunun (Soru metni, Ģekiller ve maddeler

Às subunidades ou ór gãos equivalent es, devidam ent e enquadr ados, que além das funções específicas est abelecidas no r espect ivo quadr o or gânico, com pet e:

Pr om over que a adm inist r ação e a escr it ur ação dos r espect ivos sect or es sej am feit as confor m e os pr eceit os legais e r egulam ent ar es em vigor ;

Verificar o est ado de conserv ação e ut ilização e a conveniência da subst it uição dos ar t .º e m at er iais em car ga, apr esent ando super ior m ent e as adequadas pr opost as e ou requisições.

A adm inist r ação das subunidades ou ór gãos r efer idos no ar t .º ant er ior , quando dest acados, é da responsabilidade do respect iv o com andant e, direct or ou chefe, de acor do com os pr incípios est abelecidos no present e Regulam ent o, sem pre que não sej a det er m inado out r o pr ocedim ent o.

Os com andant es, dir ect or es ou chefes poder ão delegar ou subdelegar as com pet ências que lhes são at r ibuídas pelo pr esent e Regulam ent o, obedecendo ao dispost o no ar t .º 23º do Dec- Lei n.º 211/ 79, de 12 Jul.

Em out r as UEO, com at r ibuições no âm bit o da gest ão financeir a que não disponham de r egulam ent ação específica, os ór gãos int ernos responsáv eis pelo m anuseam ent o, escrit ur ação e cont abilização de v alores subordinam - se aos princípios de adm inist r ação financeir a est abelecidos nest e Regulam ent o, com as iner ent es adapt ações a car gos e funções, at r avés de nor m at ivos t écnicos a apr ovar por despacho do CEME, especialm ent e quant o ao inst it uído nos pont os 4.1.5 e 4.1.8 e no par ágr afo ant er ior .

Anexo D - O problema das Tesourarias126

1. Introdução

O car go de Tesour eir o da Secção Logíst ica das UEO, r evest e- se de um car iz de im port ância m uit as v ezes não dev idam ent e av aliada dent ro da inst it uição. Tal im por t ância r eside em alguns fact ores que im por t a r efer ir , de ent r e out r os:

¾ O elevado volum e de im port âncias m ovim ent adas pelo t esour eir o, com a cor r espondent e r esponsabilidade que ao m esm o confer e;

¾ A t ecnicidade do pr ocessam ent o dos r ecebim ent os e pagam ent os, que obr iga o t esoureiro a t er algum as noções de cont abilidade m ilit ar e de preenchim ent o de im pr essos ( nom eadam ent e o RT127) ;

¾ A necessidade do Tesour eir o possuir noções de gest ão de t esour ar ia;

¾ As ex igências legais ao nív el das car act er íst icas dos docum ent os aceit es128 com o j ust ificat iv os da despesa;

¾ A capacidade que se exige ao Tesour eir o par a lidar com as ent idades bancár ias;

¾ Os conhecim ent os necessár ios par a a r ealização da pr est ação de cont as ao Cent r o de Finanças;

¾ Os conhecim ent os necessários par a a ut ilização correct a de cheques.

Da análise dest es fact or es poder em os infer ir que, face à r ealidade da for m ação dos sar gent os do Quadr o Per m anent e, nom eadam ent e ao nível do Est ágio de Pr om oção a Sar gent o Aj udant e129, post o no qual se enquadram a m aior ia dos t esour eir os do Exér cit o Por t uguês130, os Sar gent os m elhor pr epar ados par a desem penhar um car go, t ão im por t ant e na qualidade do t r abalho desenvolvido na Secção Logíst ica, são os or iundos do SAM.

No nosso Exér cit o, ao cont r ár io de out ros, nom eadam ent e daquele onde nos vam os basear em t er m os de dout r ina, os sar gent os de Adm inist r ação Milit ar são em núm er o clar am ent e insuficient e par a as r eais necessidades, pelo que na m aior par t e dos casos

126 Tex t o da r esponsabilidade do aut or do t r abalho 127 Regist o de Tesour ar ia

128 Anexo C – Requisit os dos docum ent os

129 Apesar do Pr ogr am a do EPSA, nest a ár ea, ser bast ant e ex t enso, a r ealidade é que ele não é cum pr ido, lim it ando- se nas Escolas Pr át icas ( com ex cepção da EPAM) , a for m ação nest a ár ea a poucas hor as dedicadas a falar um pouco de vencim ent os e a m ost r ar com o se pr eenche o RT

130 Apesar do Cur so de Pr om oção a Sar gent o Chefe, r ecent em ent e cr iado na ESE, abor dar com r elat iv a pr ofundidade a função do t esour eir o, a r ealidade at é ao m om ent o é que são poucos os Sar gent os Chefes que desem penham est e car go

encont r am os soluções de r ecur so a desem penhar est a função, sem a pr epar ação adequada, result ando daqui gr it ant es difer enças de m odos de t r abalho, a exist ência de er r os de pr ocessam ent o facilm ent e cor r igiveis, ent r e out r os pr oblem as por nós conhecidos.

Com o não se pr evê com o possível a adm issão de m ais Sar gent os par a est e quadr o, ur ge de algum a for m a ult r apassar est a sit uação.