Stratejik Amaç 1: Eğitim kalitesinin artırılması ve mesleki eğitim
Hedef 1.3: Öğrenci sayısı ve uzman kalitesinin artırılması
O serviço funciona desde 2009 estando inserido na Área da Pediatria Médica da instituição. A sua missão é prestar cuidados hospitalares de nível 3 e 4 a recém- nascidos, crianças e adolescentes, numa prestativa de integração de cuidados (somáticos e psicossociais) e parceria dos mesmos (com a família) centrando-se no doente como um todo e numa dinâmica de prolongamento e continuidade dos cuidados.
Um hospital inserido neste nível (3 e 4) tem como uma das suas preocupações assistências os doentes crónicos complexos, com envolvimento de equipas multidisciplinares e multiprofissionais, muitas vezes dependentes de apoio tecnológico para a ventilação e/ou respiração. A sua permanência hospitalar deve ser reduzida ao máximo, sendo essencial que desde o início se optem por programas de parceria de cuidados com a família, filosofia inserida no conceito
“Medical Home” da Academia Americana de Pediatria.
A equipa multidisciplinar é constituída por enfermeiros, médicos, psicóloga, assistente social e assistentes operacionais. Sempre que necessário realizam-se reuniões multidisciplinares para tomadas de decisão, como por exemplo a alta para o domicílio, onde a equipa se articula com a Unidade Móvel de Apoio Domiciliário.
A lotação do serviço é de 12 camas e destina-se a crianças com necessidade de suporte médico nutricional ou ventilatório, podendo ser transitório ou definitivo,
tendo como finalidade ensinar os familiares que irão cuidar da criança a lidar com esses sistemas de apoio, supondo que a intervenção se irá manter no domicílio. Prioritariamente são internados recém-nascidos transferidos da unidade de cuidados intensivos neonatais em fase de cuidados intermédios e transição para a vida em casa, e também lactentes e crianças em programas de reabilitação nutricional, recorrendo a alimentação parentérica prolongada em casos de insuficiência intestinal, e lactentes e crianças com apoio de ventilação não invasiva, como por exemplo BPAP e traqueostomia.
Habitualmente os internamentos nesta unidade são programados, por referência interna, após contato com os responsáveis da mesma, no entanto são também admitidas crianças pelo serviço de urgência que estejam em programa domiciliário, de nutrição ou ventilação assistida, e que necessitem de hospitalização.
No que refere à estrutura física é constituído por 4 quartos, duplos ou triplos, uma casa de banho adaptada ao banho assistido, uma sala de trabalho de enfermagem, uma sala de reuniões de equipa, uma sala de reuniões de enfermagem e uma sala de apoio onde se encontram os materiais de apoio de fisioterapia e terapia ocupacional que as crianças realizam de acordo com o seu plano.
O método de trabalho utilizado pela equipa é o método do enfermeiro de referência, que deve planear os cuidados, negociar a estratégia a seguir com os prestadores de cuidados à criança e articular com as diferentes estruturas, como os cuidados de saúde na comunidade, pretendendo-se uma assistência de excelência e uma melhoria da qualidade de vida da criança e família.
Os registos são realizados em plataforma informática, utilizando linguagem CIPE. No turno da manhã existem 4 elementos e 1 responsável pelo serviço (EESCJ), na tarde são 3 elementos e na noite 2.
No âmbito do projeto de melhoria da qualidade encontra-se o projeto do enfermeiro de referência, nele desenvolvem-se os ensinos realizados para a alta de cada criança, existindo no serviço uma grelha de avaliação onde consta o nome do enfermeiro que realizou o ensino e a avaliação, nos diferentes momentos em que o mesmo ocorre, sintetizando no fim com uma avaliação final. A equipa desenvolveu planos de ensino relativos ao cuidar da criança com necessidade de aspiração de secreções, presença de traqueostomia, presença de PEG e necessidade de nutrição
melhoria da qualidade, preconiza uma breve avaliação do regresso a casa classificando-a (muito bom, bom, regular, menos bom) e pretende verificar se houve alterações no estado de saúde da criança, necessidade de contactar o serviço telefonicamente e dificuldade com os dispositivos tecnológicos. No fim do telefonema o enfermeiro realizada uma breve descrição do telefonema.
5. Unidade de Cuidados Intensivos Pediátricos
O serviço de cuidados intensivos pediátricos insere-se num hospital pediátrico da grande Lisboa sendo destinado a crianças de 1 mês aos 18 anos de idade que necessitem de cuidados na área de cuidados intensivos, com patologia medica ou cirúrgica.
Para a circulação no serviço existem dois circuitos, um destinado aos funcionários e outro aos acompanhantes. Na entrada situam-se os vestiários dos profissionais, a copa dos funcionários, uma sala de pausa, o gabinete da secretária de unidade, o gabinete do enfermeiro chefe, o gabinete da diretora de serviço e diversas salas, entre as quais, a sala de reunião médica, a sala de esterilização, a rouparia, a arrecadação, a farmácia e o local do consumo clínico.
No meio do corredor localizam-se 2 quartos de pressão (positiva ou negativa) destinados a crianças que necessitem de internamentos em isolamentos sob pressão, muitas vezes associados a alterações do sistema imunitário. A lotação da UCIP são 7 vagas, com 2 vagas extra destinadas a crianças que necessitem do internamento em cuidados intensivos, já internadas no hospital. Dos quartos disponíveis, 3 são de isolamento.
As paredes do serviço apresentam um tom azul claro, ao invés de um branco típico hospitalar, e os quartos decorados com pinturas nas paredes. Os quartos localizam-se em redor do espaço destinado à elaboração de registos, e é também aqui de decorre a passagem de turno. Esta disposição permite à equipa de enfermagem ter uma observação ampla do serviço. Todos os quartos apresentam no seu interior uma bancada destinada à preparação de medicação, e no seu inferior material necessário para o mesmo, bem como diversos dispositivos médicos que possam ser necessários (sondas nasogástricas, máscaras de oxigénio, entre outros). No corredor encontra-se o carro de reanimação, com fácil deslocação para o
interior dos quartos.
Na admissão da criança é realizado o acolhimento, de acordo com a sua idade e estádio de desenvolvimento, e posteriormente aos pais/cuidadores. Um guia de acolhimento, elaborado pelos profissionais do serviço, é entregue aquando a admissão e nele estão as normas de funcionamento do serviço. Os pais podem permanecer junto da criança durante o internamento, não sendo permitidas visitas, à exceção das autorizadas pela equipa. A entrada destinada aos acompanhantes está equipada com sofás, onde podem estar com a restante família ou pessoas significativas, e no mesmo local encontra-se o WC e uma sala de refeições para os acompanhantes.
A equipa de enfermagem presta cuidados num modelo individual e no início de cada turno o enfermeiro chefe de equipa distribui as crianças internadas pelos enfermeiros que estão de turno.
Apêndice II Guia Orientador de Atividades de Estágio