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Çukurova Yöresindeki İngiliz, Fransız İşgalleri Karşısında Yöre Halkının

A. MONDROS MÜTAKERESİ’NİN İMZALANMASI ÜZERİNE YAŞANAN

I. BÖLÜM

1.3. FRANSIZLARIN ÇUKUROVA’YI İŞGALİ ÜZERİNE ÇUKUROVA

1.3.6. Çukurova Yöresindeki İngiliz, Fransız İşgalleri Karşısında Yöre Halkının

Conforme é apresentado no PENT (2007), o segmento de Turismo Cultural apresenta-se como um dos 10 produtos estratégicos para o país. Estes produtos turísticos estratégicos foram definidos tendo em consideração os recursos e os factores diferenciadores de Portugal, mas também o seu potencial de crescimento futuro.

Destacam-se como principais mercados emissores de circuitos turísticos religiosos e culturais a nível europeu: a França, Itália, Escandinávia, Alemanha, Rússia, Reino Unido

33 Silva: 2006.

e Espanha (62% do mercado europeu), mercados de importância estratégica no desenvolvimento do produto em Portugal. Evidenciam-se como factores de competitividade de Portugal para este produto34:

 “Património e rotas religiosas como Braga (Bom Jesus de Braga, Sameiro, São Bento da Porta Aberta ), Guimarães (Santuário de Nossa Senhora da Penha), Porto, Lisboa, as judiarias;

 Fátima, local de peregrinação do culto mariano;

 Vasto e diverso património histórico e cultural;

 Cultura popular e tradições genuínas;

 Diversidade cultural e paisagística a curta distância;

 Alojamento em meio rural de qualidade e variado;

 Hospitalidade”.

Segundo Fiandeiro, citando Curado (1996) apud Palma (1991), “a OMT (1985)

identifica o turismo cultural como sendo “o movimento de pessoas essencialmente por

motivos culturais, incluindo visitas de grupo, visitas culturais, viagens a festivais, visitas a

sítios históricos e monumentos, folclore e peregrinação”(…)“O turismo cultural não deve ser apenas a exploração e valorização da cultura da “pedra” como edifícios, sítios e

monumentos históricos mas também produtos e serviços que incluam a gastronomia,

folclore, atracções populares, artesanato, etc.”.

Autor/ Fonte Definição de Turismo Cultural

Andrade, J., Fundamentos e Dimensões do Turismo, Belo horizonte. Editora Ática, 8 ed., 1976.

O termo Turismo Cultural designa uma modalidade de turismo cuja motivação do deslocamento se dá, segundo Andrade, com o objectivo de encontros artísticos, científicos, de formação e de informação.

“O Turismo Cultural caracteriza-se por uma permanência prolongada e um contacto mais

“íntimo” com a comunidade, ocorrendo viagens

menores e suplementares dentro da mesma localidade com o intuito de aprofundar -se na

experiência cultural.”

34 PENT: 2013-2015.

Ministério do Turismo, Brasil

Http://www.turismo.mg.gov.br/index2.php?optio n=com_content&do_pdf=1&id=297

“Turismo Cultural compreende as actividades

turísticas relacionadas à vivência do conjunto de elementos significativos do património histórico e cultural e dos eventos culturais, valorizando e promovendo os bens materiais e imateriais da

cultura.”

EMBRATUR- Instituto brasileiro de turismo http://www.turismo.rs.gov.br/uploads/123912177 5Conceitos_e_Definicoes.pdf

EMBRATUR, 1992

“É aquele que se pratica para satisfazer o desejo

de emoções artísticas e informação cultural, visando a visitação a monumentos históricos, obras de arte, relíquias, concertos, musicais, museus, pinacotecas.

Curado, H. 1996 Op Cit Palma, 1991

Artigo cultural tourism in Portugal atlas pág. 181 Richards, G. ed 1996 Cultural tourism in Europe Cab. Internacional, Wallingford

“Cultural tourism should be not only the exploitation and valuation of culture “stone”

heritage such as buildings, sites and historic monuments but also products and servic

es including gastronomy, folklore, popular attractions, craftsmanship, etc.”

(Silberberg , 1995, 361) apud (McKercher, B. e du Cros, 2002) Motivational definition

“visits by persons from outside the host community

motivated wholly or in part by interest in the historical, artistic, scientific, or lifestyle/heritage offerings of the community, region, group, or

institution”.

(TC, 1991); (Blackwell, 1997); (Schweiter, 1999) Apud (McKercher, B. e du Cros, H., 2002) Experiential or Aspirational definitions

“cultural tourism involves experiencing or having

contact of differing intensity with the unique social

fabric, heritage, and special character of places”

(Zeppel and Hall, 1991) apud (McKercher, B. e du Cross, H., 2002) Tourism derived definition

“(...) involves interrelationships between people, places, and cultural heritage”

(Richards 1996); (Goodrich 1997); (Miller 1997); (Jamieson,1994) apud (Mckercher, B e du Cros, H., 2002) Operational Definition

“Cultural tourism is defined by participation in

any one of the almost limitless array of activities

or experiences” (...) like: Archaeological sites,

museums, castles, palac es, historical buildings, famous buildings, ruins, art, sculpture, crafts, galleries, festivals, events, music and dance, folk

arts, theatre, “primitive cultures, subcultures,

ethnic cultures, churches, cathedrals and other things that represents people and their culture.

IFFTA Glossary IFTTA International Forum of Travel and Tourism Advocates,

http://www.unwto.org/WebTerm6/UI/index.xsl Consultado em 3 de Maio de 2010

“Tourist activities that have, as their main

motivation, the enjoyment of the cultural resources

of a certain location, town, or village.”

(WTO, World Tourism Organization, 1985) Apud (Mackercher e du Cros, 2002 ,p. 4)

The World Tourism Organization’s defines cultural tourism as “the movements of persons for essentially cultural motivations, which they

suggest includes study tours, performing arts, cultural tours, travel to festivals, visits to historic

sites and monuments, folklore and pilgrimages”.

(Ignarra, 2001, p.119) “O turismo cultural engloba todos os aspectos das viagens pelos quais o turista conhece a vida e o

pensamento da comunidade receptora.”

(Cunha, 2001, p.49) (...) “Incluímos no turismo cultural as viagens provocadas pelo desejo de ver coisas novas, de aumentar os seus conhecimentos, conhecer as particularidades e os hábitos de outros povos, conhecer civilizações e culturas diferentes, do passado e do presente, ou ainda a satisfação de

necessidades espirituais.”

Quadro 1 – Definições de turismo cultural Fonte: Carvalho: 2011.

Segundo consta no PENT (2007), o desenvolvimento do produto turismo cultural deve assentar em três pilares: utilizar elementos culturais portugueses para animação; promover elementos da cultura portuguesa como parte integrante dos produtos turísticos; e promover o talento marítimo de Portugal como factor diferenciador.

O património cultural e natural constituiu-se como um bem pertencente a todos, cada um de nós tem tendo o direito e o dever de usufruir e de cuidar dele. O património assume-se como um conceito amplo que incluiu tanto o ambiente natural como o cultural. Estão inseridos neste conceito, paisagens, locais históricos e monumentais, colecções, tradições e festividades tradicionais.

Os objectivos da Carta Internacional do Turismo Cultural são:

 “Facilitar e encorajar as pessoas envolvidas na conservação e na gestão do

património a tornarem o significado desse património acessível à comunidade residente e aos visitantes;

 Facilitar e encorajar a indústria do turismo a promover e a gerir o turismo sob formas que respeitem e que valorizem o património e as culturas vivas das comunidades residentes;

 Facilitar e encorajar o diálogo entre os interesses da conservação e a indústr ia do turismo sobre a importância e a natureza frágil dos sítios património, das colecções e das culturas vivas, incluindo a necessidade de se lhes conseguir um futuro sustentável;

 Encorajar a formulação de planos e de políticas para o desenvolvimento de objectivos pormenorizados e mensuráveis, e de estratégias relacionadas com a apresentação e a interpretação dos sítios património e das actividades culturais,

no contexto da sua preservação e conservação”.

A Carta Internacional do Turismo Cultural (1976) define seis princípios:

“Princípio 1 – Como o turismo doméstico e internacional estão entre os principais veículos das trocas culturais, a conservação deve proporcionar oportunidades responsáveis e bem geridas para os membros da comunidade residente e pa ra os visitantes experimentarem e compreenderem em primeira mão o património e a cultura dessa comunidade.

Princípio 2 - O relacionamento entre os Sítios Património e o Turismo é dinâmico e pode

envolver valores em conflito. Ele deve ser gerido de uma for ma sustentada para as gerações actuais e futuras.

Princípio 3 - A Conservação e o Planeamento do Turismo para os Sítios Património deve

garantir que a Experiência do Visitante valha a pena, seja satisfatória e agradável.

Princípio 4 - As comunidades residentes e os povos indígenas devem ser envolvidos no

planeamento para a conservação e para o turismo.

Princípio 5 - As actividades do turismo e da conservação devem beneficiar a comunidade

residente.

Princípio 6 - Os programas de promoção do turismo devem proteger e valorizar as

A Carta de Turismo Cultural do ICOMOS (1976) caracteriza o turismo cultural como um factor social, humano, económico e cultural irreversível. Este tipo de turismo apresenta-se com o objectivo primordial de conhecer monumentos, sítios históricos e artísticos ou qualquer elemento do património cultural. Desempenha um efeito favorável sobre estes, pois contribuiu para a sua conservação, mas também pode provocar efeitos negativos que devem a todo o custo ser evitados através da educação e de medidas políticas consistentes35.