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2.2 İŞ TATMİNİNİN TANIMI

2.2.2. İş Tatminini Etkileyen Faktörler

2.2.2.2. Çalışma koşulları ve işin yapısından kaynaklanan faktörler

O Córrego do Gregório nasce em área rural, a leste da cidade de São Carlos, em uma região de aproximadamente 900 m de altitude (Figura 12 que segue), onde nascem também o Rio do Monjolinho e o Ribeirão dos Negros, os quais constituem importantes cursos d'água deste município.

Fonte: CDCC/USP (2005)

Figura 12: Nascente do Córrego do Gregório

A estrutura geológica desta região é constituída por três camadas: a 1ª é de solo arenoso (areia), a 2ª é de arenito, que é uma rocha porosa que origina o solo arenoso, e a 3ª é de basalto que é uma rocha dura e impermeável que dá origem à terra roxa (CDCC/USP, 2005).

Contribuição à Educação Ambiental: A construção da consciência ecológica em alunos do ensino fundamental.

Programa de Pós Graduação em Ecologia e Recursos Naturais PPG-ERN,CCBS, UFSCar

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A água pluvial infiltra-se pelo solo e acumula-se na rocha de arenito, originando o lençol freático. Quando esse encontra uma camada de solo pouco espessa ou se essa não existe, a água aflora, surgindo então uma nascente.

O Córrego do Gregório percorre a área urbana no sentido leste-oeste, atravessa a região central e deságua no Ribeirão Monjolinho, na rotatória em frente ao shopping center. Tem uma extensão de aproximadamente 7 km. O Córrego nasce em uma região sedimentar com predominância do arenito, podendo ser observado até, aproximadamente, a rotatória da Escola Educativa. A partir desse ponto até a desembocadura ocorre o afloramento de basalto, fazendo com que o córrego torne-se encachoeirado.

O vale formado pelo córrego tem a face norte mais inclinada do que a face sul. Este relevo acentuado pode ser percebido nas ruas perpendiculares ao curso d'água, tais como Rua D. Alexandrina e Av. São Carlos.

O Gregório, assim como todo curso d'água, é abastecido de duas maneiras: pela água subterrânea e pela água pluvial que chega diretamente, ou pelo escoamento superficial, ou seja, a água que não se infiltra no solo, vai para o leito do córrego e encontra seu caminho. O que determina a direção do escoamento das águas pluviais é o relevo terrestre que varia de região para região. A água que cai da chuva vai escoar sempre dos locais mais altos (chamados de divisores de água) para os mais baixos, até encontrar os cursos de água.

O leito natural do Gregório foi bastante modificado na região central de São Carlos. Ele foi tirado do seu caminho original e colocado em linha reta, para facilitar a ocupação feita pela cidade. Outros pontos do córrego foram canalizados e ocupados por casas comerciais.

Antigamente, toda a zona do Mercado Municipal, a partir da Rua São Joaquim, era de planícies de inundação que, com a urbanização da "baixada", foram aterradas. Para isso, foi retirada muita terra dos barrancos laterais, dando origem às praças da Piscina Municipal, dos Voluntários e a praça onde hoje está localizado o Mercado Municipal. Esse local era chamado de Praça do Mercado, onde existia o mercado antigo. É possível visualizar esta modificação, observando os cortes nos terrenos dessas praças e a elevação da extremidade norte das mesmas. A terra dali retirada serviu para elevar o nível das ruas Alexandrina, Episcopal e da Avenida São

Carlos, recobrindo a planície de inundação (entrevista concedida pelo Professor Mário Tolentino ao CDCC/USP, 1999).

Essa modificação levou ao aumento da velocidade com que a água de chuva chega ao córrego. Esse fato, associado à canalização e à impermeabilização do solo, modificou o sistema de equilíbrio natural, aumentando o impacto das enchentes (ver Figura 13). O córrego passou a ser visto, então, como um problema para a cidade. Para que isso não ocorra em outras localidades, a exemplo do que acontece neste centro, deve-se planejar a instalação e a expansão da cidade.

Fonte: NIBH – SHS/EESC/USP, 2001

Figura 13: Enchente em São Carlos, região do Mercado Municipal

É preciso considerar a natureza dos cursos d'água, respeitar a planície de inundação dos rios e conservar as áreas verdes e permeáveis responsáveis pela infiltração das águas pluviais. Assim evitam-se, em grande parte, as enxurradas.

Uma das áreas verdes permeáveis que ocorre naturalmente ao longo dos sistemas hídricos é a mata ciliar. Ela diminui a erosão e, consequentemente, o assoreamento dos rios, causados pela deposição de solos e sedimentos que vão diminuindo a profundidade e a vazão das águas.

Era exatamente assim às margens do Córrego do Gregório: havia a mata ciliar e uma fauna diversificada a ela associada. A perda da mata ciliar contribuiu, ainda, para a contaminação desse recurso hídrico, mostrando o papel importante que o córrego exerce na vida da população, o que pode ser verificado nas figuras do APÊNDICE III, p. 207 deste trabalho.

O leito antigo do córrego, praticamente já não existe mais, pois o processo de urbanização ocasionou mudanças no aspecto original, que foi em

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grande parte canalizado para construção de ruas, avenidas, bairros residenciais e comerciais (NIBH – SHS/EESC/USP, 2001).

Afluentes do Córrego do Gregório, da nascente para a foz (CDCC/USP, 2008) ¾ “Primeira água” – este nome não consta em carta, é dado pelos moradores. É o primeiro afluente à margem direita, nasce na região dos bairros Tangará e Douradinho e desemboca no Córrego do Gregório antes da rodovia Washington Luis;

¾ Córrego do Sorregotti, à margem direita. Nasce no bairro Tangará, próximo a Rodovia Washington Luis, e desemboca no Córrego do Gregório, na rotatória Celeste Zanon (Escola Educativa);

¾ Córrego do Lazarini, à margem direita. Tem esse nome devido à chácara do Lazarini, onde havia um tanque ou represa que servia para os jovens nadarem e era a única piscina que existia em São Carlos. Nasce nessa Chácara, hoje, do Parque, região alta da Vila Nery, próximo ao Cristo e desemboca no Córrego do Gregório próximo à Rua Major Manuel Antonio de Matos;

¾ Córrego do Simeão, à margem esquerda. Nasce na região da Praça Itália. Na Cooperativa de Lacticínio (Rua José Bonifácio) existe um ponto de abastecimento direto da nascente, onde a população vai buscar água. O córrego está totalmente canalizado sob a Rua Episcopal, desembocando no Córrego do Gregório na região do mercado.

¾ Córrego do Biquinha, à margem direita. Nasce na região do Teatro Municipal (Rua Padre Teixeira), é totalmente canalizado e deságua na marginal, no Córrego do Gregório na altura da Rua Visconde de Inhaúma.

Benzer Belgeler