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I.1. Zihinsel Engelliler

I.1.4. Zihinsel Engellilerin Yaygınlığı

O sistema de gestão da qualidade é um sistema de gestão para dirigir e controlar uma organização no que diz respeito à qualidade. Ele estabelece a política e objetivos, e como atingir estes objetivos. Os benefícios de um sistema de gestão da qualidade permitem que uma organização identifique e atenda às necessidades e expectativas de seus clientes e outras partes interessadas (funcionários, fornecedores, acionistas, comunidade) de modo a alcançar vantagem competitiva e fazendo-a de forma eficiente e eficaz. Assim, torna-se possível alcançar, manter e melhorar o desempenho organizacional (BATALAS, 2001).

A qualidade e sua gestão se apresentam, nos dias de hoje, como uma disciplina fundamental ao sucesso das organizações. Estão inseridas num processo de globalização das economias que fatalmente levam a aberturas de mercados, à forte competição entre as empresas, e conseqüentemente, à busca por um diferencial competitivo (MARSHAL et al., 2003). Nesse contexto, a qualidade assume um caráter essencial as iniciativas empresariais, uma vez que influencia fortemente os modelos de gestão e o modo de pensar das pessoas, agindo como um motor que impulsiona para o aprimoramento contínuo dos métodos e procedimentos.

Os programas de qualidade ganharam destaque na década de 1920, com o controle estatístico de processo. Desde então, o termo vem ganhando novas abordagens, através de programas como o 5S, que de acordo com Campos (1992) visa mudar a maneira de pensar e o comportamento das pessoas, não se limitando apenas a um episódio de limpeza, mas sim uma nova maneira de conduzir a empresa com ganhos efetivos de produtividade. Quando correta e persistentemente aplicados, tais sensos levam a organização para uma mudança construtiva de hábitos, criando um ambiente caracterizado pela organização, bem-estar, educação e disciplina.

Com TQM, com origem na década de 1950 no Japão, surgiu um sistema eficiente de integração dos esforços para o desenvolvimento, manutenção e aperfeiçoamento da

qualidade de vários grupos na organização, de forma a permitir marketing, engenharia de produção e assistência dentro dos níveis mais econômicos e que possibilitem satisfação integral do consumidor (Feingenbaum, 1994). No qual um dos critérios de gerenciamento é a gestão participativa com a valorização da pessoa humana.

Os pontos básicos do TQM sugeridos por Harrington e Harrington. (1997) são: envolvimento da alta direção; capacitação em todos os níveis; entendimento das exigências dos clientes externos; utilização de métodos estatísticos para resolver e controlar processos; estabelecimento de indicadores de desempenho; promoção do trabalho em equipe. A eficácia na utilização desses pontos básicos, certamente direciona as organizações para a competitividade. Embora essa abordagem ocidental da qualidade tenha impulsionado muitas organizações em direção ao sucesso, falhou na sua capacidade de apoiar estratégias.

Muitas empresas ficaram presas aos problemas de eficácia do sistema, e não se especializaram na gestão de mudanças, principalmente dos aspectos culturais, como forma de obter efetividade do sistema alcançando qualidade, produtividade e, como conseqüência, competitividade.

Buscando a obtenção de uma maior eficiência (que se baseia no método, no procedimento, na rotina e no caminho utilizado para se alcançar algo) e eficácia (que se baseia no alcance dos objetivos propostos e na conseqüência final do trabalho) e com uma abordagem quantitativa, surgiu a qualidade Seis Sigma, a ser descrita em detalhes nesta pesquisa, que revolucionou a metodologia até então utilizada para melhoria da qualidade de produtos e serviços (PANDE et al.,2001). O programa Seis Sigma tem como seus pilares o alinhamento às estratégias da organização, o foco no cliente, a visão de processos, a análise de dados segundo modelos estatísticos, a melhoria permanente através do ciclo DMAIC (a ser definido mais adiante) e a mudança de cultura organizacional. Para integrar- se ao Seis Sigma, a cultura de uma organização deve estar preparada para mudar sua infra- estrutura, valores e pensamentos, pois a implantação do programa resulta numa série de transformações na organização, uma vez que redefine funções e tarefas em busca de uma estratégia gerencial organizacional alinhada ao programa, ponto fundamental para seu sucesso.

O elemento humano é o recurso que demanda mais investimentos, mas é também o que determina o maior retorno para a determinação da qualidade. Para se produzir qualidade, o indivíduo na organização deve saber o que fazer, ter o que fazer, ter uma área

de trabalho adequada, querer fazer e saber fazer. Esses elementos, de acordo com Paladini (2000) são os determinantes básicos da qualidade.

Oito princípios de gestão da qualidade foram identificados, pela International

Standard Organization – ISO (MARANHÃO, 2001), dos quais podem ser usados pela alta

direção para conduzir a organização à melhoria do seu desempenho:

 Foco no cliente: Organizações dependem de seus clientes e, portanto, é recomendável que atendam às necessidades atuais e futuras do cliente, os seus requisitos e procurem exceder as suas expectativas;

 Liderança: Líderes estabelecem a unidade de propósito e o rumo da organização. Convém que eles criem e mantenham um ambiente interno, no qual as pessoas possam estar totalmente envolvidas no propósito de atingir os objetivos da organização;

 Envolvimento das pessoas: Pessoas de todos os níveis são a essência de uma organização, e seu total envolvimento possibilita que as suas habilidades sejam usadas para o benefício da organização;

 Abordagem do processo: Um resultado desejado é alcançado mais eficientemente quando as atividades e os recursos relacionados são gerenciados como um processo.

 Abordagem sistêmica para a gestão: Identificar, entender e gerenciar os processos inter-relacionados como um sistema que contribui para a eficácia e a eficiência da organização no sentido desta atingir os seus objetivos;

 Melhoria contínua: Convém que a melhoria contínua do desempenho global da organização seja seu objetivo permanente;

 Abordagem factual para tomada de decisão: Decisões eficazes são baseadas na análise de dados e informações;

 Benefícios mútuos nas relações com os fornecedores: Uma organização e seus fornecedores são interdependentes, e uma relação de benefícios mútuos aumenta a capacidade de ambos em agregar valor.

Benzer Belgeler