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Yoksul Kadınların Kişisel SWOT Analizi

Belgede Bu sayıda (sayfa 26-33)

A operação do sistema eletrônico de con- trole da temperatura da cabine é baseado no princípio do circuito de ponte em equilíbrio. Quando qualquer das unidades que compõe as “pernas” do circuito da ponte muda o valor da resistência devido à mudança de temperatura, o circuito da ponte torna-se desbalanceada. Um regulador eletrônico recebe um sinal elétrico como um resultado desse desequilíbrio e ampli- fica esse sinal, para controlar o atuador da vál- vula de mixagem.

Em uma aplicação típica do sistema ele- trônico de controle de temperatura, são utiliza- das três unidades: (1) um sensor de temperatura

(termistor); (2) um seletor manual de temperatu- ra; e (3) um regulador eletrônico.

A figura 14-34 mostra um diagrama es- quemático simplificado de um sistema eletrôni- co de controle de temperatura.

Figura 14-34 Sistema eletrônico (simplificado) de controle da temperatura do ar da cabine.

Unidade sensora de temperatura da cabine A unidade sensora de temperatura da cabi- ne consiste de um resistor, que é altamente sen- sível a mudanças de temperatura.

A unidade sensora de temperatura está normalmente localizada na cabine ou no duto de suprimento de ar para a cabine.

À medida que a temperatura do ar forneci- do muda, o valor da resistência da unidade sen- sora também muda, desse modo, fazendo com que a voltagem caia através do sensor.

O sensor de temperatura da cabine é uma unidade do tipo termistor (figura 14-35).

À medida que a temperatura ambiente do bulbo resistivo aumenta, a resistência do bulbo diminui.

Figura 14-35 Termistor.

Seletor de temperatura do ar da cabine

O seletor de temperatura do ar (ver figura 14-34) é um reostato localizado na cabine. Ele permite a seleção da temperatura, pela variação do controle da unidade sensora de temperatura do ar da cabine. O reostato faz com que a uni- dade sensora exija uma temperatura específica do suprimento de ar.

Regulador do controle de temperatura do ar da cabine

O regulador do controle de temperatura do ar da cabine, em conjunto com o reostato seletor e a unidade sensora do duto de ar, automatica- mente mantém a temperatura do ar admitido na cabine em um valor pré-selecionado.

O regulador de temperatura é um disposi- tivo eletrônico com uma faixa ajustável de tem- peratura. Em algumas instalações, essa faixa pode se estender tão baixa quanto 32ºF, e tão alta como 117ºF.

A saída do regulador controla a posição da borboleta na válvula de mixagem, dessa forma controlando a temperatura do ar admitido para a cabine.

Operação de um sistema típico

A figura 14-36 mostra um esquema elétri- co de um sistema típico de controle de tempera- tura de ar. Na maioria desses sistemas, existe uma chave para selecionar o modo do controle de temperatura. Normalmente, essa chave terá quatro posições: “OFF”, “AUTO”, “MAN. HOT” e “MAN. COLD”. Na posição “OFF”, o sistema está inoperante. Com a chave seleciosis- tema está inoperante.

Com achave selecionada em “AUTO”, o siste- ma de controle de temperatura do ar está no modo automático. Nas posições “MAN. COLD” e “MAN. HOT”. O sistema está no modo manu- al.

O reostato seletor da cabine e a unidade sensora do ar da cabine (termistor) determinam a direção e quantidade de rotação do motor da válvula de mixagem. Essa função é controlada no regulador de temperatura do ar da cabine. O reostato e a unidade sensora (ver figura 14-36) são conectados a um circuito de ponte, que tam- bém possui dois termistores que estão localiza- dos no regulador.

Figura 14-36 Sistema (simplificado) de controle da temperatura do ar.

O circuito em ponte é energizado por uma fonte C.A. (T1). Se a resistência da unidade sensora de ar da cabine e o reostato seletor da cabine forem iguais, os pontos A e B não deve- rão ter diferença de potencial.

Observa-se que os pontos A e B são os pontos de referência de sinal para V1 (grade e cátodo). Se a temperatura do ar da cabine au- menta, o valor da resistência da unidade sensora de temperatura do ar da cabine diminui, desde que o fluxo de ar passe sobre a unidade sensora. Esse decréscimo na resistência da unidade sen- sora faz com que a voltagem desenvolvida, a- través da unidade sensora diminua, resultando em uma diferença de potencial entre os pontos A e B.

Esse sinal, que é impressionado na grade de V1, continua através de dois estágios de am- plificação de voltagem (V1 e V2). O sinal am- plificado é aplicado nas grades das duas válvu- las THYRATRON (V3 e V4).

As válvulas THYRATRON (triodos ou te- trodos cheias de gás) são usadas para deteção da fase do sinal. Por exemplo, se o sinal na grade de V3 está em fase com o sinal da placa, V3 irá conduzir, fazendo com que a corrente flua atra- vés da bobina do relé K1 e feche seus contatos.

Um conjunto de contatos completa um circuito, para dirigir o fluxo de corrente para a bobina de campo-frio do motor da válvula de mixagem. Isso joga mais ar quente na unidade de refrigeração, desse modo resfriando o ar da

cabine.

Ao mesmo tempo, o conjunto remanescen- te de contatos de K1, completa a fonte de força C.A. (T3) para o elemento aquecedor do termis- tor nº 1 do circuito de ponte, produzindo uma queda na resistência do termistor nº 1 (lembran- do que a resistência do termistor diminui à me- dida que a temperatura aumenta).

A mudança resultante na queda de volta- gem através do termistor nº 1 resulta em uma ponte equilibrada, através dos pontos A e B. Isso, por sua vez, faz com que o relé K1 se torne desenergizado, parando a rotação do motor da válvula de mixagem.

Nesse ponto, a voltagem do aquecedor é removida do termistor nº 1 e ele esfria, nova- mente desbalanceando a ponte. Isso faz com que o motor da válvula de mixagem gire ainda mais, em direção à posição “frio”, permitindo que mais ar refrigerado entre na cabine. O ciclo con- tinua até que a queda na voltagem, através da unidade sensora e o reostato seletor, sejam i- guais.

Se a temperatura do ar da cabine estivesse mais fria que a ajustada, a ponte estaria desba- lanceada na direção oposta. Isso iria fazer com que o relé K2 no regulador se tornasse energi- zado, dessa maneira, energizando a bobina de campo-quente do motor da válvula de mixagem.

A ponte poderá também ser desbalanceada por outro método, isto é, pelo reposicionamento do reostato seletor da cabine.

Novamente, a válvula misturadora move- se para regular a temperatura do ar até que a ponte seja rebalanceada.

SISTEMA DE CICLO DE VAPOR A FRE-

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Benzer Belgeler