GERMANY: ROAD OF NO RETURN
1. LİTERATÜR ÇALIŞMASI
3.2. Filmin Öyküsü
Os principais componentes de um sistema a Freon típico, são: o evaporador, o compressor, o condensador e a válvula de expansão (figura 14-38). Outros itens secundários podem incluir o ventilador do condensador, o depósito (depó- sito de Freon), o secador, a válvula de oscilação e os controles de temperatura.
Esses itens são interligados por uma tubu- lação apropriada para formar um “Loop” fecha- do, no qual o Freon circula durante a operação.
Compressor ciclo operacional do sistema a Freon
O princípio de operação do sistema pode ser explicado iniciando-se com as funções do compressor. O compressor aumenta a pressão do Freon quando ele está em forma de vapor..
Figura 14-38 Fluxo esquemático de um sistema de ciclo de vapor.
Essa alta pressão eleva a temperatura de condensação do Freon, e produz a força neces- sária para circular o Freon através do sistema.
O compressor é acionado por um motor elétrico, ou por um mecanismo acionado pelo ar da turbina.
O compressor pode ser do tipo centrífugo ou tipo a pistão.
O compressor é projetado para atuar sobre o Freon no estado gasoso e, em conjunção com a válvula de expansão, mantém a diferença de pressão entre o evaporador e o condensador.
Se o líquido refrigerante entrasse no com- pressor, uma operação inadequada poderia ocor- rer. Esse tipo de mal funcionamento é chamado lentidão (“SLUGGING”). Controles automáti- cos e procedimentos adequados de operação podem ser usados para prevenir essa lentidão (“SLUGGING”).
Condensador
O gás Freon é bombeado para o condensa- dor para o próximo passo no ciclo.
No condensador, o gás passa através de um trocador de calor onde o ar exterior (ambiente) remove o calor do Freon.
Quando o calor é removido do gás Freon a alta pressão, a mudança de estado ocorre e o Freon condensa para líquido. É este processo de condensação que libera o calor que o Freon re- cebe do ar da cabine. O fluxo de ar ambiente através do condensador é ordinariamente modu- lado por uma entrada controlada ou uma porta de saída, de acordo com as necessidades de re- frigeração.
Um ventilador de resfriamento de ar do condensador, ou ejetor de ar, é freqüentemente usado para auxiliar a força do ar ambiente atra- vés do condensador.
Este item é importante para a operação do sistema no solo.
Reservatório
Do condensador, o Freon líquido flui para um recipiente que funciona como um reservató- rio para o líquido refrigerante.
O nível de fluido no reservatório varia com a demanda do sistema. Durante os períodos de pico de resfriamento, haverá menos líquido do que quando a carga está leve.
A função principal do recipiente é garantir que a válvula de expansão termostática não seja fracamente alimentada de refrigerante sob pesa- das condições de carga de resfriamento.
Resfriador secundário
Alguns sistemas de ciclo de vapor usam um resfriador secundário, para reduzir a tempe- ratura do líquido refrigerante após ele deixar o reservatório. Pelo resfriamento, a vaporização prematura do refrigerante (flash-off) pode ser evitada. A refrigeração máxima ocorre quando o refrigerante muda do estado líquido para o gaso- so. Para uma operação eficiente do sistema, isto deve ocorrer no evaporador. Se o refrigerante vaporiza antes de alcançar o evaporador, a efici- ência do resfriamento do sistema é reduzido.
O resfriador secundário é um trocador de calor com passagens para o Freon em estado líquido, vindo do reservatório com destino ao evaporador e o gás de Freon refrigerado deixan- do o evaporador, a caminho do compressor.
O líquido a caminho do evaporador é rela- tivamente morno, em comparação com o gás frio saindo do evaporador. Embora o gás frio saindo do evaporador tenha absorvido calor, do ar que está circulando através do evaporador, sua temperatura no entanto, está nas proximida- des de 40ºF. Esse gás frio é alimentado através do resfriador secundário, onde ele recebe calor adicional do Freon líquido, relativamente mor- no, que está fluindo do reservatório.
Esta troca de calor resfria o Freon líquido, para um nível que assegura uma pequena, ou nenhuma vaporização prematura no seu trajeto para o vaporizador.
Resfriamento secundário é um termo usado para descrever o resfriamento de um líquido refrigerante, sob pressão constante, para um ponto abaixo da temperatura na qual ele foi con- densado.
A 117 p.s.i.g. o vapor de Freon se conden- sa a uma temperatura de 100ºF. Se após o vapor ter sido completamente condensado, o líquido é resfriado para uma temperatura de 76ºF, ele foi sub resfriado em 24ºF. Através do sub resfria- mento, o líquido liberado para a válvula de ex- pansão é frio o suficiente para evitar a maior
parte da vaporização prematura, que normal- mente resultaria, tornando por isso, o sistema mais eficiente.
Filtro/secador
O sistema ilustrado na figura 14-38 possui um filtro/secador, que é uma unidade instalada entre o resfriador secundário e o visor.
O filtro/secador é essencialmente um invó- lucro de chapa de metal com conexões de entra- da e de saída, e contendo “alumina” dissecante, um filtro de tela e uma base de filtro. A “alumi- na” dissecante atua como um absorvente de u- midade para secar o fluxo de Freon para a vál- vula de expansão. Uma tela cônica em uma base de fibra de vidro atua como um dispositivo de filtragem, removendo os contaminantes.
O refrigerante tem que estar escrupulosa- mente limpo na válvula de expansão devido às folgas críticas envolvidas. A umidade pode con- gelar na válvula de expansão, causando inter- rupção e, consequentemente, falta de alimenta- ção do sistema ou transbordamento do evapora- dor.
Visor
Para auxiliar, quando alguns reabasteci- mentos da unidade de refrigeração se tornam necessários, um visor na linha do líquido ou um indicador de nível é instalado na linha, entre o filtro/secador e o termostato da válvula de ex- pansão.
O visor consiste de uma conexão com ja- nelas em ambos os lados, permitindo a visão da passagem do fluido através da linha. Em alguns sistemas, o visor é construído como parte inte- grante do filtro/secador.
Durante a operação da unidade de refrige- ração, um fluxo constante do refrigerador Freon observado através do visor, indica que existe carga suficiente. Se a unidade necessitar de adi- ção de refrigerante, serão vistas bolhas no vidro do visor.
Válvula de expansão
O Freon líquido flui para a válvula de ex- pansão, próxima a unidade da operação. O Fre- on saindo do condensador é um líquido refrige- rante sob alta pressão. A válvula de expansão diminui essa pressão e, dessa forma, baixa a temperatura do Freon líquido.
O refrigerante Freon líquido torna possí- vel refrigerar o ar da cabine que passa através do evaporador.
A válvula de expansão, montada próximo do evaporador, mede o fluxo do refrigerante que entra no evaporador.
A eficiência do evaporador depende da medição do líquido refrigerante dentro do trocador de calor pela evaporação. Se a carga de calor no evaporador fosse constante, um orifício calibra- do seria calculado e usado para regular o supri- mento do refrigerante.
Na prática, no entanto, o sistema sofre va- riações nas cargas de calor, e portanto, reque- rendo um mecanismo controlador para evitar interrupção ou transbordamento do evaporador, o que afetaria o evaporador e a eficiência do sistema.
Esse efeito de orifício variável é consegui- do pelo termostato da válvula de expansão que, de acordo com as condições de evaporação, me- de o refrigerante para satisfazer a condição. Pe- las condições de temperatura e de pressão da saída do gás do evaporador, a válvula de expan- são impede a possibilidade do transbordamento do evaporador, retornando o líquido refrigerante para o compressor.
A válvula de expansão, representada es- quematicamente na figura 14-39, consiste de um invólucro, contendo aberturas de entrada e de saída. O fluxo do refrigerante para a abertura de saída é controlado pelo posicionamento do pino da válvula medidora.
Figura 14-39 Esquema da válvula de expansão termostática.
O posicionamento desse pino é controlado pela pressão criada pelo bulbo de interpretação remota, pela seleção da mola de superaqueci- mento e pela descarga de pressão do evapora- dor, supridos através da saída do equalizador externo.
O bulbo de interpretação remota está em um sistema fechado, cheio do refrigerante e u- nido ao evaporador. A pressão dentro do bulbo corresponde à pressão do refrigerante que deixa o evaporador. Essa força é sentida na parte su- perior do diafragma na seção da cabeça da vál- vula, e algum aumento na pressão, causará o movimento da válvula para a posição, “aberta” (open).
O lado inferior do diafragma tem a força da mola de superaquecimento e, a pressão de descarga do evaporador, atuando na direção do fechamento do pino da válvula. A posição da válvula em qualquer situação, é o resultado da ação dessas três forças.
Se a temperatura do gás deixando o evapo- rador aumentar do desejado pela válvula de su- peraquecimento, ela será sentida pelo bulbo remoto. A pressão gerada no bulbo é transmitida ao diafragma na seção de força da válvula, fa- zendo com que o pino da válvula se abra. Uma queda na temperatura do gás, deixando o evapo- rador, fará com que a pressão no bulbo remoto caia, e o pino irá mover-se na direção da posi- ção “fechada”. A mola de superaquecimento é projetada para controlar a quantidade de supera- quecimento no gás, deixando o evaporador. Um vapor está superaquecido quando sua temperatu- ra é mais alta que a necessária, para mudá-lo de líquido para gás, em uma determinada pressão.
Isso assegura que o Freon, retornando pa- ra o compressor está no estado gasoso.
A abertura do equalizador está prevista para compensar o efeito que a queda da pressão do evaporador causa no controle do superaque- cimento. O equalizador sente a pressão de des- carga do evaporador e reflete isso de volta para o diafragma da cabeça de força, ajustando a posição do pino da válvula de expansão, para manter o valor do superaquecimento desejado.
Evaporador
A próxima unidade na linha do fluxo de refrigeração, após a válvula de expansão, é o evaporador, que é um trocador de calor forman- do passagens para o fluxo de ar refrigerado e
para o refrigerante Freon. O ar para ser resfriado flui através do evaporador.
O Freon muda de líquido para gás no eva- porador. Com efeito, o Freon ferve no evapora- dor, e a pressão do Freon é controlada para o ponto onde a ebulição ocorre (evaporação) a uma temperatura que é menor que a temperatura do ar da cabine. A pressão necessária (pressão saturada) para produzir a temperatura correta de ebulição não deve ser muito baixa; caso contrá- rio, o congelamento da umidade do ar da cabine bloqueará as passagens de ar do evaporador.
À medida que o Freon passa através do evaporador, ele é inteiramente convertido ao estado gasoso. Isso é essencial para se obter o máximo de refrigeração e, também, para impe- dir que o Freon líquido alcance o compressor. O evaporador é projetado para que o calor seja retirado do ar da cabine; dessa forma, o ar da cabine é refrigerado. Todos os outros compo- nentes no sistema a Freon são projetados para
apoiar o evaporador, onde a efetiva refrigeração é feita.
Após deixar o evaporador, o refrigerante vaporizado flui para o compressor e é compri- mido. O calor vai sendo drenado através das paredes do condensador, e transportado para fora pelo ar circulante em volta da parte externa do condensador.
Quando o vapor se condensa para a forma líquida, ele perde o calor, que foi absorvido quando o líquido transformou-se em vapor no evaporador. Do condensador, o líquido refrige- rante flui de volta para o reservatório, e o ciclo é repetido.
DESCRIÇÃO DE UM SISTEMA TÍPICO A