ARAŞTIRMANIN KURUMSAL ÇERÇEVESİ
A: Doğdum büyüdüm Volvograd’da ama asıl ailem başka bir şehirden, Nizhny
4.2.4 Yazma Becerileri
Este capítulo apresentou os principais conceitos e modelos relacionados com o GSC que é definido como a integração dos principais processos de negócios desde o consumidor final até os fornecedores de matérias-primas, fornecendo produtos, serviços e informações que adicionam valor aos consumidores e demais partes interessadas das organizações (Global Supply Chain Forum, 2008).
Lambert e Cooper (2000) propuseram um dos modelos para o GCS que é composto pelos seguintes elementos: os processos de negócios da cadeia de suprimentos, a estrutura da cadeia de suprimentos e os componentes gerenciais da cadeia de suprimentos.
Posteriormente, Aragão et al. (2004) propuseram outro modelo para o GCS, que se baseou nos conceitos de Lambert e Cooper (2000) e incluía o compartilhamento de informação e a adoção de medidas de desempenho apropriadas para a cadeia de suprimento.
Outro modelo para o GCS relevante na literatura é o Supply-Chain
Operations Reference (SCOR) publicado pelo Supply-Chain Council (SCC). Este
modelo é baseado nos cinco processos gerenciais descritos a seguir:
a) Planejamento e gerenciamento da demanda e dos fornecedores;
b) Fornecimento – make-to-stock, make-to-order ou engineer-to-order
c) Execução – make-to-stock, make-to-order ou engineer-to-order product;
d) Entrega – pedido de compra do cliente, armazenamento, transporte, gerenciamento de instalações para make-to-stock, make-to-order ou
engineer-to-order product;
e) Devolução de matérias-primas e produtos finais com defeito.
Por fim, tem-se o modelo elaborado por Barratt (2004) que é baseado na colaboração. Em relação à colaboração entre os atores da cadeia de suprimentos, as seguintes questões são relevantes: as razões para as empresas colaborarem, os atores envolvidos no processo de colaboração e os elementos da colaboração.
3 GESTÃO AMBIENTAL DA CADEIA DE SUPRIMENTOS
Este capítulo se inicia com uma introdução sobre o tema GACS. Em seguida, são apresentados os modelos teóricos relacionados com a GACS.
3.1 Introdução
O sistema de gestão ambiental proposto na NBR ISO 14001 se baseia no ciclo PDCA, ou seja, a empresa deve planejar as atividades que minimizem os impactos ambientais do produto ou processo, implementar estas atividades, checar os resultados da implementação e agir. Se o resultado planejado não foi atingido, a empresa deve investigar a causa da falha e planejar novamente a atividade. Porém, se o resultado planejado foi atingido, a empresa deve planejar outras melhorias para seus produtos ou processos. De um modo geral, estes conceitos são aplicados para melhorar o desempenho ambiental da organização isoladamente.
De acordo com a NBR ISO 14001, a interface entre a empresa e os seus fornecedores é realizada através da avaliação do fornecedor, que pode incluir auditoria dos fornecedores. Obviamente, se todas as empresas da cadeia implementarem esta norma, os impactos ambientais tendem a diminuir. Porém, somente a implementação da NBR ISO 14001 em cada empresa não garante a GACS.
Já o método de análise do ciclo de vida do produto tem uma abrangência maior que uma empresa isoladamente, pois este método foca a quantificação dos materiais e energia do “berço ao túmulo” dos produtos, ou seja, é necessário quantificar os materiais e a energia consumida para a produção das matérias-primas que compõe o produto, durante a produção, a vida útil do produto e, finalmente, após o descarte.
Acredita-se que a GACS engloba os dois conceitos acima e propõe que as principais empresas da cadeia se reúnam para minimizar os impactos ambientais dos produtos, através do estabelecimento de uma política ambiental comum e do estabelecimento de objetivos e de metas ambientais.
Svensson (2007) propôs que o gerenciamento sustentável da cadeia de suprimentos deve expandir o conceito tradicional de SCM, englobando as questões econômicas, ecológicas e sociais. Além disso, normalmente os estudos são realizados em relação à cadeia de suprimentos direta, porém, após a utilização do produto pelo
consumidor primário, este começa um novo fluxo que pode ser considerado uma nova cadeia.
Svensson (2007) estudou a indústria de roupas. O primeiro elo da cadeia direta é os estilistas que planejam a nova coleção de roupas e determinam quais serão as características dos materiais utilizados. O segundo elo é as fábricas que produzem estas roupas. Em seguida, têm-se a distribuição das roupas para os atacadistas e, posteriormente, para os varejistas. Finalmente, estes produtos são adquiridos pelos consumidores. Este é um exemplo de cadeia direta, porém, após a utilização destas roupas, um novo ciclo se inicia.
O consumidor final, que é considerado o último elo desta primeira cadeia, também pode ser considerado o primeiro elo da segunda cadeia que se inicia quando o mesmo doa a roupa utilizada para uma instituição de caridade, por exemplo. Em seguida, estas instituições distribuem as roupas em diversos centros próximos aos novos consumidores que, provavelmente, adquirem estes produtos devido ao menor preço.
Outro exemplo é a reciclagem de polímeros e a incorporação destes no processo direto. Desta forma, Svensson (2007) ressalta a importância de pesquisas sobre os fluxos de material e informação após a utilização do produto pelo consumidor primário e a interação entre a cadeia direta e a reversa.
Por outro lado, Assumpção (2003) cita alguns condicionantes para a integração de fornecedores, como:
¾ Desenvolvimento conjunto de sistemas de medição de desempenho; ¾ Ligação por sistemas de informação;
¾ Comunicação aberta e direta nas diferentes funções das empresas; ¾ Compartilhamento de ativos físicos (instalações e/ou equipamentos); ¾ Participação de pessoal do fornecedor na equipe de projeto do comprador;
¾ Compartilhamento de treinamento (gestão e liderança, melhoria contínua, técnicas de solução de problemas, trabalho em equipe, custeio baseado em atividades, legislação e regulamentações);
¾ Práticas e procedimentos para desenvolvimento de confiança mútua; ¾ Acordos formalizados para compartilhar riscos e benefícios.
Os condicionantes para a integração de fornecedores durante a fase de desenvolvimento de fornecedores, apresentados por Assumpção (2003), também devem ser implementados com o objetivo de minimizar os impactos ambientais dos produtos.
Em seguida, são apresentados alguns modelos teóricos sobre a GACS. Estes modelos estão descritos por ordem cronológica.