• Sonuç bulunamadı

Yaratılış Mitleri ve Alt Dünya ile Bağlantılı Olarak Köpek

4. BULGULAR VE YORUMLAR

4.7. Köpeğin Türk Mitolojisindeki Yansımaları

4.7.1. Yaratılış Mitleri ve Alt Dünya ile Bağlantılı Olarak Köpek

Pelas entrevistas, pôde-se depreender que a visão dos empresários fornecedores com relação aos benefícios da utilização do PELEX foi bastante convergente. Enfatizaram que a racionalidade proporcionada por esta tecnologia seria um dos principais motivadores do seu negócio. Para eles, esta racionalização ocorria em relação às manutenções na camada de impermeabilização, sem geração de resíduos, com o completo reaproveitamento dos componentes do piso elevado. Relataram ainda outros benefícios, destacando-se: a melhora do nível de conforto térmico e acústico das coberturas do edifício; a possibilidade de utilização do espaço de entrepiso para passagem de instalações diversas; simplificação das fôrmas ao nível do térreo (sem variações de cota de superfície); a melhora da estética dos ambientes com a sensação de torná-los mais amplos (pois as floreiras ficam embutidas); a eliminação dos problemas de empoçamento na superfície de pisos e a eliminação de patologias tais como: eflorescências; fissuras em muretas e problemas de rejuntamento de revestimentos de piso.

No empreendimento E8 constatou-se a efetividade de alguns dos benefícios citados. Havia, por exemplo, instalações embutidas no espaço de entrepiso. (Figura 4-24).

Figura 4-24 – Instalações embutidas no espaço de entrepiso do PELEX do empreendimento E8 - (22/06/07).

Em outro empreendimento (E1) chamou a atenção o fato de que, desde a época da conclusão das obras, em 1977, a impermeabilização não havia sido substituída, tendo recebido apenas manutenções localizadas. Esta situação não permitiu que se fizesse uma avaliação dos benefícios com a racionalização do processo de substituição desta impermeabilização, que a princípio seria esperado por conta da presença do piso elevado.

Segundo se pode levantar, há cerca de 8 anos, um estudo realizado pelo departamento responsável pelas manutenções do empreendimento, indicou que a substituição da impermeabilização completa do térreo (sob piso elevado e nos jardins), consumiria algo próximo a 3,5 milhões de reais. Na época, decidiu-se pela substituição parcial, em trechos estimados de 600 a 800 m2/ano, o que tem

consumido algo próximo a 135 mil reais por ano, nos últimos 6 anos.

Estas manutenções vêm ocorrendo preponderantemente nas áreas de jardim, já que estas são muito mais extensas do que as áreas de piso e, portanto, têm uma chance maior de conter trechos com falha de desempenho.

Foi relatado que após cerca de trinta anos de utilização do antigo piso elevado decidiu-se pela sua substituição, por ter atingido o limite de vida útil. Acredita-se que caso este mesmo piso tivesse sido executado de outra forma (material, técnica de

fabricação e de aplicação), sua substituição, por completo, poderia ter sido postergada. O piso elevado tal como aplicado apresentava sinais de envelhecimento, empenamento, exposição de armadura, desnivelamento e desalinhamento, prejudicando o cumprimento das funções do sistema de pisos elevados.

Acredita-se que a logística desta substituição tenha sido facilitada, de forma significativa, pela presença do piso elevado, capaz de ser desmontado e transportado em partes, para fora do empreendimento. Da mesma maneira a nova instalação de piso elevado também deve ter se beneficiado do transporte racionalizado de seus componentes com massas menores, compatíveis com um edifício em utilização.

Identificou-se que durante a utilização do antigo sistema de piso elevado neste empreendimento, um importante benefício da utilização do PELEX não era efetivo: o acesso facilitado ao espaço de entrepiso. Ao longo da utilização do antigo piso foi relatado, por exemplo, que em função da dificuldade de remoção das placas de revestimento, não havia sido feita limpeza do entrepiso. Este entrepiso já contava com resíduos da época da obra misturados com brita, formando uma camada que tornava extremamente difícil a localização e a manutenção dos ralos (Figura 4-25).

Figura 4-25 – Retirada de materiais do espaço de entrepiso do antigo piso elevado de empreendimento comercial na cidade de São Paulo - E1. Fonte: Departamento de Manutenção, Operação de Utilidades e Obras deste empreendimento. (2006)

Acredita-se que em função da dificuldade de operação e conservação do antigo piso elevado tinha-se, no empreendimento, uma percepção depreciada em relação ao PELEX. Este foi um dos motivos pelo qual, durante o processo de escolha do sistema de piso substituto, foi analisada a possibilidade de se utilizar o sistema aderido. Segundo o gestor responsável pelo estudo, a opção pelo piso aderido foi descartada por envolver variáveis de difícil previsão que poderiam prejudicar o comportamento de outros sistemas, como, por exemplo, a sobrecarga resultante sobre a laje. Além disto, o sistema aderido foi descartado pela dificuldade logística de transportar os materiais necessários para o enchimento do antigo espaço de entrepiso.

Na visão desse gestor, o PELEX só teria sentido no empreendimento, se o entrepiso fosse intensamente utilizado para passagem de instalações, ressaltando que não

entendia o porquê da escolha pelo piso elevado na fase de construção.

Para ele seria insignificante o benefício proporcionado pelo PELEX na racionalização da manutenção do sistema de impermeabilização do empreendimento já que as áreas de jardim eram muito maiores do que as áreas de piso. Ele argumentou que o piso elevado deve ter uma justificativa econômica para ser aplicado, impactando positivamente ou no custo inicial ou no de operação, o que não conseguiu vislumbrar.

Somente reconhece a aplicabilidade do PELEX caso sua utilização facilite as manutenções, entendendo que, com este piso, as intervenções gerariam menos resíduos e, por conseqüência, seria reduzido o impacto ambiental.

O novo piso elevado do empreendimento dispõe de pedestais de altura regulável, tendo sido um dos determinantes para a escolha do fornecedor do novo sistema. Além disto, a padronização de tonalidade, alinhamento de juntas, precisão geométrica das peças, o fato de ser uma solução industrializada e as reduzidas aberturas de juntas proporcionadas pelo sistema acabaram determinando esta escolha. A aplicação do novo sistema se encontra ilustrado: Figura 4-26, Figura 4-27, Figura 4-28 e Figura 4-29.

Figura 4-26 – Execução do novo piso elevado em granito de empreendimento comercial na cidade de São Paulo - E1. Fonte: Departamento de Manutenção, Operação de Utilidades e Obras deste empreendimento (2007).

Figura 4-27 - Vista geral do novo piso elevado em granito de empreendimento comercial na cidade de São Paulo - E1 (28/04/08).

Figura 4-28 - Vista geral do novo piso elevado em granito de empreendimento comercial na cidade de São Paulo - E1 (28/04/08).

Figura 4-29 – Espaço de entrepiso do novo piso elevado em granito de empreendimento comercial na cidade de São Paulo - E1 (28/04/08).