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Çağdaş Türk Yazı Dillerinde Köpek

4. BULGULAR VE YORUMLAR

4.2. Tarihte ve Uygarlaşma Sürecince Köpek

4.3.4. Çağdaş Türk Yazı Dillerinde Köpek

Este pesquisador teve oportunidade de acompanhar cinco ensaios de flexão com placas de concreto de diferentes fabricantes brasileiros e com diferentes características, conforme ilustrado na Figura 3-36 (a) e (b).

Figura 3-36 (a) e (b) – Ensaio de flexão de placas de concreto nacionais para piso. (a) Preparação do ensaio; (b) Ruptura da placa (09/11/2008).

Tabela 3-8 – Resultados de ensaios de flexão de placas de concreto nacionais para piso.

Carga de ruptura Resistência à flexão

500 x 500 x 26 mm sim: desconhecida aderido/flutuante 2,34 kN 4,7 Mpa 500 x 500 x 26 mm sim: desconhecida aderido/flutuante 2,15 kN 4,3 Mpa 500 x 500 x 26 mm não aderido/flutuante 3,95 kN 7,9 Mpa 500 x 500 x 26 mm não aderido/flutuante 3,21 kN 6,4 Mpa

F3 500 x 500 x 38 mm sim: Tela Ø=4,2mm cada 10cm elevado 13,22 kN 12,4 MPa

PROPRIEDADES ARMAÇÃO METÁLICA TIPO DE APLICAÇÃO PREVISTA F 2 FABRICANTE PLACAS F 1

Note-se que caso fosse adotado como critério de desempenho a resistência à flexão do CSA A231.1 (2006), de 4,5 MPa , de forma isolada, teríamos provavelmente situações totalmente inseguras no piso elevado, ao serem utilizadas placas de 500 x 500 x 26 mm de concreto, com carga de ruptura da ordem de 2,15 kN, valor significativamente inferior a 7 kN, estabelecido como mínimo pela AFNOR NF 187 (2006), para pisos elevados. Assim, somente a placa do fornecedor F3, destinada ao piso elevado, atenderia aos critérios de desempenho indicados por essa norma francesa. Acredita-se que exatamente por isto as demais placas não sejam destinadas a esta utilização.

Informa-se que não houve ensaios de desempenho com placas sem armadura do fabricante F3. Contudo, acredita-se que o desempenho atingido pela placa armada só foi possível, provavelmente, por se ter adotado armadura em tela metálica, constituída por fios de aproximadamente Ø 4,2mm a cada 10 cm, sugerida após discussões no comitê da norma brasileira de placas de concreto para piso elevado. Com relação ao requisito de desempenho de resistência a impactos, este autor teve acesso a ensaios de impacto de corpo mole e duro em placas de concreto para piso elevado externo de alguns fabricantes brasileiros. Restrito àquelas amostras de placa, as resistências de impacto de corpo mole são inferiores aos valores preconizados pela ABNT NBR 15575 (2008) para pisos internos.

Tais ensaios de impacto de corpo mole foram realizados segundo metodologia da CEN EN 12825 (2001), com corpo de prova de 40 kg (saco de couro com areia). Neste ensaio, uma das placas rompeu com 80 cm de altura de queda, isto é, com cerca de 320 J (Figura 3-37(a)). Note-se que a área de contato do apoio (Ø~75 mm) com os vértices da placa é menor do que aquela encontrada nas aplicações usuais

(Figura 3-37(b)), resultando em concentração de esforços e quebra da placa nesta região. A armação desta placa acabou definindo os planos de ruptura (Figura 3-37(c)).

Figura 3-37 (a), (b) e (c) – (a) Ensaio de impacto de corpo-mole de 40 kg em placa de concreto armado para piso elevado com altura de queda de 80cm – (320 J); (b) Ruptura de canto da placa no ensaio de corpo mole em função de concentração de esforços determinada pela redução da área de contato com o apoio; (c) Planos de ruptura no alinhamento da armadura da placa. Metodologia de ensaio da CEN EN 12825 (2001).

Outra placa de concreto submetida ao mesmo ensaio (Figura 3-38(a)), tinha a peculiaridade de não estar armada. Entrou em ruína com lançamento de 1m, não atingindo os 400J de resistência preconizados pela CEN EN 12825 (2001), com ruptura frágil (Figura 3-38 (b)).

Figura 3-38 (a) e (b) – (a) Ensaio de impacto de corpo-mole de 40 kg em placa de concreto não- armado para piso elevado com altura de queda de cerca de 100 cm – (400 J); (b) Ruptura frágil da placa de concreto não-armado para piso elevado em ensaio de impacto de corpo mole (400J). Metodologia de ensaio da CEN EN 12825 (2001).

Destaca-se que a ruptura frágil não deve ser admitida para as placas de pisos elevados, a menos que sua resistência ao impacto seja significativamente maior do que a das placas que rompem com aviso. Esta recomendação é feita no sentido de se obter um coeficiente de segurança maior, que afaste o risco de quebra deste tipo de placa com cargas de serviço e com cargas que simulem o estado limite de utilização. Esta situação requer estudos específicos que extrapolam o objeto deste trabalho.

Tendo em vista que as energias de ruptura observadas de 320 J e 400 J são inferiores ao limite mínimo de 480 J prescrito pela ABNT NBR 15575 (2008) para que não haja ruína de um piso interno, atenção deve ser dada à formulação de critérios de desempenho de placas para piso elevado externo.

Por sua vez, nos ensaios de impacto de corpo-duro com os quais este autor teve contato, as placas de alguns fabricantes atingiram resultados satisfatórios se comparados com os critérios da ABNT NBR 15575 (2008). Contudo, a metodologia utilizada para o ensaio de impacto de corpo duro foi a prescrita pela ABNT NBR

12050 (1991) (Figura 3-39 (a) e (b)), com impactos únicos de uma esfera de aço de 10 kg, a partir de alturas variando em intervalos de 10 cm, diferentemente da ABNT NBR 15575 (2008) que prescreve esfera de 1kg, com 10 impactos em cada uma das energias avaliadas (10, 20 e 30 J)

Figura 3-39 (a) e (b) – (a) Ensaio de impacto de corpo duro de acordo com a ABNT NBR 12050 (1991), com esfera de aço de 10 kg, em placa de concreto armado; (b) Placa de concreto armado rompida pelo ensaio de impacto de corpo duro, segundo a ABNT NBR 12050 (1991).

As placas de concreto de dois fabricantes: placa armada (Figura 3-40) – 600 x 600 x 40mm e outra não armada de 495 x 495 x 40mm, ensaiadas segundo a metodologia da ABNT NBR 12050 (1991), apresentaram uma mesma resistência ao impacto de 40 J; porém, com a diferença de que a placa não armada foi traspassada, enquanto a placa armada, após apresentar quebra, permaneceu sem fragmentar-se.

Figura 3-40 – Esquema de armação de placa de concreto ensaiada ao impacto de corpo duro com esfera de aço de 10 kg.

Já a placa de granito estruturado com resina epoxídica com cerca de 550 x 550 x 20mm, ao ser submetida ao impacto de corpo duro de 10 kg, segundo a metodologia

da ABNT NBR 12050 (1991), rompeu apenas quando a altura de queda superou 1,50m (150J).

Com relação a ensaios de pedestais de um dos principais fabricantes brasileiros, se obteve resultados que indicaram resistência de 12 kN, após carregamento de toda superfície em alturas de ensaio que variaram de 15 a 60 cm. O valor obtido é consideravelmente superior ao de 5 kN, recomendado pela AFNOR NF P 84-204-1-2 (2004).

Outro fabricante nacional que atende boa parte das aplicações de piso elevado em granito, informou resistência de ruptura da ordem de 18 kN.

3.7 Referenciais de desempenho sustentável relacionados à utilização