3. ÜÇÜNCÜ BÖLÜM
3.3. Yapay Sinir Ağı Modelleri ve Temel Bileşenleri
sobre o próprio texto, sobre se tinham ou não que pular linha, se era com letra maiúscula ou minúscula...
P após algum tempo: – Vamos fazer a 6, a 7 e a 8 no coletivo senão não dá tempo de fazer a outra parte e vocês estão ansiosos para saber o que é “a coisa”.
P Se dirige a A27: O que você imagina que seja “foi tirar a limpo”? Quando uma pessoa fala isso: fulano foi tirar a limpo. No texto, por exemplo, “Dona Julinha foi tirar a limpo o que estava acontecendo”.
A27: O que estava acontecendo.
P para A11: – O que é “foi tirar a limpo”?
A8: Esclarecer uma dúvida sobre determinado assunto. P dirige-se ao A9.
A9: É... É... Ver o que está acontecendo. P: Todos falaram a mesma coisa até agora. P dirige-se ao A17.
P isso mesmo... “Tirar a limpo”: tirar satisfação... Esclarecer uma dúvida, ver de
verdade o que está acontecendo...
P pede para os alunos corrigirem e marcar a resposta certa.
P: O sete é uma frase com a expressão “foi tirar a limpo”. Quem fez? P dirige-se ao A10, que levantou a mão.
A10: Dona Maria ouviu falar mal dela, então foi tirar a limpo. P: Isso mesmo...
P escreve na lousa lendo em voz alta. P: Quem mais fez a frase?
A6: Eu tirei a limpo o assunto de matemática.
P esclarece: Só estou dando exemplos. Se a pessoa quiser, pode fazer sua própria frase. P anota todas as frases coletadas na lousa e, ao escrevê-las, lê em voz alta.
A2: Professora posso copiar uma dessas? P: Você pode copiar uma ou fazer a sua. P dirige-se ao A3: Vai, A3!
P pergunta se mais alguém fez.
A1: Passei a limpo o exercício de português.
P: Mas aqui não é “passei a limpo”. É “foi tirar a limpo”. A1: Eu tirei a limpo as dúvidas de português.
P dirige-se ao A6: Fala!
A6: Referindo-se a um texto que já haviam lido: – Eu tirei a limpo o roubo do museu. P dirigindo-se ao A24: Você inventou uma. Espere aí.
24: Dona Marina ouviu dizer na... rua que o povo fala que ela traiu o marido dela... Ela... Ela foi tirar a limpo.
P escrevendo na lousa: Vamos diminuir essa frase. Dona Maria... A7: Não! Dona Maria.
P: Ah! Dona Marina ouviu dizer... Vários alunos dão sugestões.
P: Dona Marina ouviu as pessoas dizerem que ela estava traindo o marido. Ela foi “tirar a limpo”.
A3: Professora inventei uma...
P dando atenção individual ao A7): Fala, A3.
A3 rindo e referindo-se a um fato ocorrido na saída da escola no dia anterior com A8, onde levou uma paulada na cabeça: A8 foi tirar a limpo quem jogou o pau na sua cabeça.
A classe se agita e alguns alunos riem.
P anotando frase na lousa: – Certo... Fato verídico.
A9: Mas ele já sabe quem atirou o pau. Então tem que falar assim: A8 foi tirar a limpo porque o menino atirou o pau na sua cabeça.
P: Que jogou ele já sabe... Ele sentiu. Agora ele quer saber por quê?
A10: Eu fiquei sabendo que bateram no meu primo e fui tirar a limpo essa história.
P: Isso mesmo! Pelo jeito vocês entenderam o que significa a expressão. Eu coloquei vários exemplos, mas é só um. Vocês podem... Podem colocar esses que estão na lousa ou fazer o seu.
P: Questão oito. O que você imagina que era “a coisa”?
P continua: Cada um vai pensar aí e vai escrever. As pessoas que já me disseram podem colocar o que ela imagina.
P pergunta para a classe: – Pessoal, o que vocês imaginam que seja “a coisa”? A classe se agita.
P pede silêncio e solicita aos alunos que façam à questão.
P após algum tempo: Já responderam o que vocês acham que é “a coisa”? Alunos: Já...
P: Bom, antes de entregar o texto (protestos da classe toda), vou matar a vontade de A11 e A12 (alunos repetentes que já conheciam o texto do ano anterior).
A8: Tinha um espelho e tinha um pano em cima... O pano caiu e aí a gente ia lá e pensava que era um monstro.
P: Mas a pessoa estava se vendo. É por isso que A2 falou assim, mas de que coisa vai falar, se cada vê uma coisa... Então, o Alvinho foi lá e viu ele... O vovô foi lá e viu ele... O tio Gumercindo foi lá e viu ele... É isso que estava acontecendo.
A7: Professora, então eles eram o próprio monstro?
P: É... O que o medo não faz... O menino tem que ser ruivo, não é? E a luz na barriga, era o quê?
Quase toda classe quer responder. Vários alunos: – A lanterna.
P: A11 chegou bem perto da resposta ontem.
P distribui e lê a segunda parte do texto onde a história é contada de outra forma e faz a interpretação com os alunos. Ex.: fogo na boca = alguém que fumava; luz na barriga = a lanterna que os personagens usavam para iluminar o porão.
Alunos solicitam que P leia outro livro que tenha o mesmo personagem.
P: – Pessoal, pessoal... Sei que a sala está lotada e se vocês continuarem conversando será impossível realizar o trabalho.
P após atender um grupo, lê a primeira questão da segunda parte do texto. P: A12, Por que eles viam coisas diferentes no espelho?
A12: Porque cada um deles era diferente.
P não coloca a resposta na lousa e solicita que os alunos respondam sem sua ajuda. (Esses alunos, por serem os mais avançados, conseguem realizar as atividades com autonomia).
Enquanto os alunos respondem P ajuda individualmente os alunos de um pequeno grupo com mais dificuldades.
P faz a leitura do próximo exercício e pede que cada um responda sozinho, recomendando que a resposta seja completa.
P com o pequeno grupo solicita que A13 leia a questão e tente responder oralmente para
depois escrever no caderno.
P voltando a se dirigir à classe toda:- Vamos corrigir. Quem gostaria de dizer qual parte achou mais interessante?
Vários alunos lêem suas respostas.
P estimula os alunos mais tímidos, citando nominalmente quem deveria responder.
Nove alunos participam dessa resposta.
P faz leitura da resposta.
P: Você notou que algumas vezes aparece a expressão “A Coisa” com letra maiúscula. Por quê?
A14: Para dar suspense. A5: Porque é título. A16: Porque é parágrafo. A2: Para dar destaque.