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2001 yılında yaşanan olumsuzlukların etkisiyle kısalan mevduatın vadesinin 2002 yılının ilk üç

Belgede PARA POLİTİKASI RAPORU (sayfa 44-47)

Na análise dessa categoria, identificamos a percepção dos gestores, através das questões 6,7 e 8, sobre a importância dos instrumentos tecnológicos do IBICT na socialização do conhecimento e, também como ferramenta de compartilhamento de informações entre unidades informacionais, assumindo como referência suas funcionalidades nos serviços da Biblioteca Central. Dentre os instrumentos disponíveis aos usuários, destacam-se: o COMUT, o CCN e a BDTD.

Nesta categoria, os entrevistados também foram questionados sobre a importância do conceito de Socialização do Conhecimento e sua concepção sobre o tema.

QUADRO 17 - CATEGORIA INSTRUMENTOS TECNOLÓGICOS DO IBICT

Inferências

Categorias Importância dos Instrumentos

(Visão dos Gestores)

Socialização do Conhecimento (concepção sobre o tema)

Socialização do Conhecimento (Dificuldades) Instrumentos Tecnológicos do IBICT Identificação de P+ ou A- P+ P+ P+ UR (Prova) [...] é importante o COMUT. O CCN é paralelo com o COMUT, ele alimenta o catálogo e o COMUT pode dar respostas mais positivas; a BDTD também é importante, é um grande suporte, tanto como preservação de acervo. Eu acho importante a nossa produção intelectual da UFPB, como também esse intercâmbio que ela faz entre várias. (E3)

Acho que a nossa base do SIGAA, de nosso catálogo online, mostrando as informações do material bibliográfico que a gente possui, das bases digitais que a gente possui, a nossa internet, a nossa página da biblioteca que divulga as nossas atividades, divulga nossos catálogos, nossas bases. Eu acho que, aí, a gente tá socializando a nossa informação. Talvez a socialização do conhecimento seja quando a gente começa a se comunicar com o usuário também. A partir do momento que gente utiliza o facebook, acho que parte do princípio da socialização do conhecimento, quando a gente começa a interagir com o usuário. (E4).

[...] acho que precisa haver uma atuação maior da biblioteca em socializar o conhecimento. Existe - claro que tem o acesso aos portais, as bases

Ebrary, Minha

Biblioteca... Slavers - por issoque eu digo que é em parte, mas não é uma coisa assim que seja ampliada. Ao meu ver, falta uma divulgação maior; é aquela questão, e que eu volto novamente, que recai: precisa de tipo de uma comissão de marketing, para rever essas estratégias. Fica muito restrito, falta algo mais amplo, é marketing mesmo. Também tem que ter algo nesse sentido, tem que existir um mecanismo, senão, não

caminha a

comunicação; existe muita falha na comunicação.

(E2).

Fonte: Elaborado pela autora (2014)

O primeiro item analisado nesta categoria, refere-se à importância dos instrumentos tecnológicos na resposta às demandas informacionais dos usuários da Biblioteca Central. Constatou-se, na fala dos gestores, a ênfase direcionada a esses instrumentos, os quais são identificados como ferramentas indispensáveis no

suporte às pesquisas na preservação do acervo e na promoção da produção científica institucional.

Observou-se, ainda, a identificação do papel dos instrumentos do IBICT como ferramenta de cooperação entre as instituições que participam de uma rede de informações, cuja finalidade é a manutenção de serviços que se estabelecem a partir de conexões entre seus participantes. Nessa perspectiva, Tomaél (2005) afirma que muitos são os termos empregados para definir as redes: serviços cooperativos, parcerias, compartilhamento e consórcio. A autora ressalta que a literatura ora os aborda como sinônimo, ora destaca algumas características que justificam uma distinção entre eles. Concordamos com a autora quando afirma que:

[...] uma rede de informação é tradicionalmente um grupo de unidades e serviços de informação voltado para um interesse comum, que pode ser a compilação de uma base de dados, um sistema cooperativo de catalogação, entre outras atividades, sendo seu ponto focal o compartilhamento de recursos e a cooperação em serviços e produtos. (TOMAÉL, 2005, p.3)

Nesse sentido, é possível relacionar os aspectos abordados pelos gestores em seus comentários sobre esse conceito. Identificou-se a clareza da dimensão de rede de informação, quando afirmam ser a cooperação um traço característico dos serviços disponibilizados pelo COMUT, CCN e BDTD, descritos, respectivamente, nas subseções 4.2.1; 4.2.2 e 4.2.3.

O segundo item referente à categoria analisada envolve a concepção dos gestores acerca da expressão Socialização do Conhecimento. Constatou-se que a percepção dos gestores sobre o tema diz respeito à divulgação dos serviços oferecidos pela biblioteca, promovida através dos canais de comunicação como a página da Biblioteca Central, o SIGAA, as redes sociais, o catálogo on-line e as bases digitais.

Eu acho que é basicamente essa divulgação, a cooperação, você compartilhar. Eu acho que é construir conteúdos, eu acho que a construção de conteúdos - não só compartilhar conteúdos já existentes - mas se você desenvolver uma atividade dentro da biblioteca de construir esses conteúdos, criar conteúdos novos e divulgar esses conteúdos. Eu acho que a socialização ébasicamente isso, porque você precisa de um sistema pra tratar esses dados, esse conteúdo informacional e compartilhar. Acho que a palavra é cooperação mesmo, porque não se pode ter tudo. Então, você tem alguma coisa, o outro já lhe completa, outro sistema também e, aí, vocês juntos compartilham: todo mundo junto, todos os sistemas e, aí, você consegue um todo. (E7)

Percebeu-se, nos discursos dos sujeitos entrevistados, que a noção de compartilhamento, também, é utilizada para definir este conceito.

O terceiro item analisado está relacionado às dificuldades identificadas pelos gestores nas ações de socialização do conhecimento.

[...] a gente tem tentado socializar esse conhecimento da melhor forma, só que a gente tem, de fato, entraves administrativos, entraves orçamentários, entraves de cultura organizacional. Não tem apenas o financeiro, tem outras coisas atreladas, é preciso que todo mundo queira pra que as coisas aconteçam... mas dentro das limitações, eu entendo que a biblioteca central tem buscado estas alternativas e está tentando socializar... tentando, e a gente vai caminhando. (E6).

Diante dos discursos dos gestores, concluiu-se que a inexistência de um planejamento que envolva estratégias de divulgação dos serviços, bem como a fragilidade de comunicação entre os setores que compõem a DSU, caracterizam-se como obstáculos à otimização e eficácia dos serviços.

Na concepção de um dos gestores entrevistados, a falta de cooperação entre setores da UFPB, como é o caso do NTI (hoje, STI), responsável pelo gerenciamento das ferramentas tecnológicas, acarreta limitações administrativas que se arrastam ao longo de anos, a exemplo da alimentação do CCN interrompida há 15 anos. Para que essa cooperação seja retomada, é necessário que haja a interoperabilidade entre as linguagens dos sistemas utilizados pela UFPB e pelo IBICT, conceito apresentado na subseção 3.2, quando nos referimos à BDTD.

Os discursos dos gestores apontam para as barreiras administrativas, financeiras e culturais que dificultam a efetivação da prática de socialização do conhecimento na Biblioteca Central, permitindo-nos concluir que, apesar das iniciativas implantadas até o momento, ainda há muito a ser feito para atingir o objetivo comum às bibliotecas e às universidades, qual seja: o acesso ao conhecimento.

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