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BÖLÜM 2: SUUDİ KRALLIĞININ SOSYAL YAPISI VE ŞİİLER’İN BURADAKİ TARİHİ SÜRECİ

2.3. Krallığın Sosyal ve Toplumsal Yapısı

2.3.1. Vehhabilik İnancı ve Suudiler

Os resultados das análises e dos comparativos com a revisão bibliográfica foram abordados com detalhes neste capítulo. É relevante ressaltar que as ações estratégicas socioambientais, como demonstrado nas análises estatísticas que ponderam um grau de satisfação maior dos respondentes, são menos relevantes que as ações práticas socioambientais de implementação, as quais irão gerar novos produtos e processos, projetos de melhoria ou de transformação das organizações rumo à competitividade.

As variáveis utilizadas neste estudo foram classificadas como independentes e dependentes.

Aqui, a variável dependente corresponde ao desempenho competitivo, composto de indicadores: i) custo; ii) receita do negócio; iii) lucratividade; iv) participação de mercado; e v) imagem. A variável independente foi desdobrada em três subvariáveis: i) estratégia; ii) inovação socioambiental; e iii) gestão da cadeia produtiva. Para a seleção dos indicadores dessas subvariáveis, foram considerados na literatura os trabalhos de diversos autores.

A mensuração das variáveis dependentes e independentes foi feita pela escala Likert de 7 pontos.

O escopo da primeira fase desta pesquisa foi quantitativo, com uma pesquisa de campo que teve a função de investigar a relação entre práticas de gestão da sustentabilidade no nível estratégico e o desempenho competitivo das empresas. A pesquisa foi conduzida em parceria com a FIESP e aplicada ao ramo de indústrias de transformação que produzem bens tangíveis. Foram enviados questionários para um universo de 8.241 empresas. Foram 132 os que responderam à pesquisa enviada.

O questionário utilizado nesta pesquisa aborda a influência da estratégia com responsabilidade socioambiental no desempenho competitivo das empresas presentes no Brasil, tentando identificar de que formas as práticas gerenciais

influenciam o desempenho das empresas no Brasil que têm por missão implementar uma estratégia com responsabilidade socioambiental

Ao utilizar o teste de consistência interna (Reliability Test) por meio do índice de consistência alpha de Cronbach, verificou-se a consistência do questionário quanto a: estratégia, inovação socioambiental e cadeia produtiva sustentável, e desempenho competitivo, uma vez que α-Cronbach são superiores a 0,70, limite inferior recomendável.

Foi realizada análise de correlação, utilizando coeficiente de correlação de Spearman, sendo este último apropriado para indicadores com mensuração intervalar. As provas estatísticas foram realizadas no nível de significância igual a 0,05 (α=0,05). Nível de significância se refere a um tipo de erro: probabilidade de rejeitar a hipótese (de nulidade) quando ela é verdadeira.

Foram identificadas as práticas de gestão com correlações mais significativas com o desempenho competitivo nas diferentes subvariáveis estudadas.

O indicador “imagem”, como um dos integrantes do desempenho competitivo, mostrou-se ser o de maior relevância, com correlações mais significativas com os indicadores de práticas de gestão socioambientais. Portanto, demonstrar que a empresa está trilhando o caminho da sustentabilidade nas suas práticas de gestão, certamente traz competitividade

O terceiro passo da análise quantitativa de dados consistiu na análise fatorial (técnica de análise multivariada), aplicada a seguir nos indicadores da subvariável independente – “Práticas de gestão”, composta de 19 indicadores, objetiva sumariar em um número relativamente reduzido de fatores as inter-relações dos indicadores originais. Observou-se que muitos dos indicadores originais têm alguma interdependência; e, após a aplicação da técnica, foram obtidos quatro fatores independentes. Na análise fatorial, os fatores resultantes pouco perdem da estrutura original dos dados, já que ideias repetidas pouco agregam como informação. A solução de poucos fatores explica quase 72,7% da variância dos dados, neste estudo.

Um pouco diferentes do agrupamento de indicadores realizados no questionário, que possui uma percepção mais granular de indicadores, esses fatores foram formados de acordo com a percepção dos respondentes da pesquisa e referem- se a uma visão de gestores de Sustentabilidade e/ou Reputação ou outra pessoa na organização familiarizada com aspectos de sustentabilidade da empresa.

Dessa forma, os dados originais foram reduzidos de 19 indicadores a quatro fatores: I) Fator 1 – Ações de práticas socioambientais: neste caso, estão considerados todos os indicadores da subvariável independente inovação socioambiental e quase todos os indicadores da subvariável independente cadeia produtiva sustentável, exceto as que tratam de fornecedores, investimento em capital e energia; ii) Fator 2 – Ações estratégicas: neste grupo de indicadores, estão as ações definição de estratégia e objetivos; a empresa quer ver a sustentabilidade se desenvolver no seu negócio, por isso foi denominada somente de ações estratégicas; iii) Fator 3 – Relações externas: para este grupo de indicadores, a denominação relações externas deve-se a dois fatores: a) fornecedores: eles estão no início da cadeia produtiva e ponto de partida para a produção; e b) investimento de capital; e iv) Fator 4 – Estruturação formal: neste grupo, estão os indicadores relativos a relatórios, indicadores, políticas, enfim, tudo que é necessário para formalizar e documentar a evolução da sustentabilidade nas empresas.

Em seguida, utilizou-se a análise de regressão logística para descrever a relação entre a variável dependente e as independentes.

Optou-se pela utilização do “indicador integrado” para o desempenho competitivo, devido a sua relação conceitual com os demais indicadores de desempenho competitivo e os índices de correlação apresentados entre eles.

Conclui-se que apenas o fator 1 “ações de práticas socioambientais” e o fator 3 “relações externas” têm suas médias diferenciadas em relação ao sucesso/fracasso do indicador de desempenho competitivo integrado (p< 0,05 e 0,05<p <0,10, respectivamente).

A segunda fase utilizou a abordagem qualitativa para entender a percepção das empresas amostradas sobre relação das práticas de gestão da sustentabilidade no nível estratégico e desempenho competitivo dos negócios.

Três empresas foram entrevistadas nessa fase, uma de pequeno porte nacional, empresa metalúrgica fabricante de troféus; e duas empresas de grande porte, sendo uma do ramo de bens de consumo alimentício e outra do ramo químico, multinacionais estrangeiras.