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Uyum Kavramı ve Strateji-Yapı Uyumunun Stratejik Önem

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LITERATURE STUDIES ON STRATEGY AND STRUCTURE FIT ABSTRACT

2. Uyum Kavramı ve Strateji-Yapı Uyumunun Stratejik Önem

Aos 1º e 3º objetivos específicos, atenderam as seguintes variáveis:

3.4.1 Características da Vítima:

• Idade – estudados os grupos de 0 a 4 anos, 5 a 9 anos, 10 a 14 anos e 15 a 19 anos;

• Sexo – masculino e feminino;

• Escolaridade – somente para crianças de cinco anos e mais, medida em anos de estudo;

• Com quem e onde mora – quem são os familiares/pessoas que moram com a vítima, em qual município da RMF residem e que tipos de família formam:

• Família nuclear – composta por pai e mãe com seus filhos (CENTRO JUVENIL SALESIANO, 2009);

• Família monoparental – entidade familiar formada por qualquer um dos pais e seus descendentes, vivendo isolada ou com outros parentes (BRASIL, 1988);

• Família reconstituída – é aquela em que o pai e/ou a mãe estão vivendo em nova união, legal ou consensualmente, com os filhos (CENTRO JUVENIL SALESIANO, 2009);

• Família de genitores ausentes – pai e mãe estão ausentes e outros adultos são responsáveis pelos menores (CENTRO JUVENIL SALESIANO, 2009).

3.4.2 Características da Família:

• Idade do pai e da mãe – em anos completos; • Escolaridade do pai e da mãe – em anos de estudo;

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• Ocupação do pai e da mãe, segundo a Classificação Brasileira de Ocupações;

• Renda per capita;

• Número de pessoas na família (tamanho da família).

3.4.3 Características do Agressor:

• Idade – em anos completos; • Sexo – masculino e feminino; • Escolaridade – em anos de estudo;

• Ocupação, segundo a Classificação Brasileira de Ocupações; • Renda em Salários Mínimos (SM);

• Relação de parentesco com a vítima;

• Fatores de risco – neste estudo, foram considerados com esta denominação o uso de álcool, de drogas, o desemprego e o afastamento da família por detenção.

Aos 2º e 3º objetivos específicos, atenderam as seguintes variáveis:

3.4.4 Características da Violência:

• Violência Doméstica – neste estudo, foi considerada violência doméstica contra criança ou adolescente: “todo ato de violência perpetrado contra criança ou adolescente, cujo agressor era familiar, parente consanguíneo/afim da vítima, responsável ou convivente contínuo ou esporádico, gozando da confiança da família (SAFFIOTI, 2001; FERREIRA, K. M. M., 2002). Utilizam- se como sinônimos os termos maus-tratos, abuso e violência familiar ou intrafamiliar, compreendidos na dimensão da violência que se manifesta nas relações interpessoais que ocorrem entre os membros de uma mesma família (ASSIS e CONSTANTINO, 2003).

• Tipos de violência doméstica – física, sexual, psicológica ou negligência, com ênfase na violência física e sexual, dado que são os tipos mais prevalentes encaminhados ao IML;

• Violência Física – no presente estudo, foi utilizada a definição de violência, abuso ou maus-tratos físicos como “o uso da força física de forma intencional, não-acidental, praticada por pais, responsáveis, familiares ou pessoas próximas da criança ou adolescente, com o objetivo de ferir, danificar ou destruir esta criança ou adolescente, deixando ou não marcas evidentes” (SBP, 2001; SOUZA e MELLO JORGE, 2004);

• Violência Sexual – no estudo em pauta, a definição adotada para violência ou abuso sexual foi: “todo ato ou jogo sexual, relação hetero ou homossexual, com ou sem contato sexual, tendo como finalidade estimular sexualmente ou obter satisfação sexual, cujo agressor é um familiar (pais ou parentes) ou um responsável ou pessoa próxima (convivente) da criança ou do adolescente, e se encontra em estágio de desenvolvimento mais adiantado que a vítima. São práticas impostas pela violência física ou presumida, por ameaças ou indução de sua vontade” (DESLANDES, 1994b; SBP, 2001; SOUZA e MELLO JORGE, 2004);

• Violência Psicológica – foi adotada como definição: “toda forma de rejeição, depreciação, discriminação, desrespeito ou punição exagerada” praticada por pais, familiares, responsáveis ou pessoas próximas da criança ou adolescente” (DESLANDES, 1994b; SBP, 2001; SOUZA e MELLO JORGE, 2004);

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• Negligência – definida como: “a omissão dos pais ou de outros responsáveis pela criança ou adolescente em prover as necessidades básicas para o seu desenvolvimento” (ABRAPIA, 1997; SOUZA e MELLO JORGE, 2004);

• Violência Múltipla – caracterizada pela ocorrência simultânea de mais de um, dentre os tipos de violência descritos;

• Grau das lesões – o Código Penal Brasileiro de 1940 tutela a integridade corporal e a saúde do ser humano e gradua a intensidade do delito em leve, grave e gravíssima, de acordo com seu Art.129 (ALCÂNTARA, 2006). Para uma melhor compreensão do grau atribuído às lesões, descreve-se a caracterização apresentada no Código Penal Brasileiro:

1. Leve – caracterizada pela presença de “lesão corporal que ofende a integridade corporal ou a saúde de outrem e não determinam as consequências previstas nos outros tipos”.

2. Grave – “lesão corporal que resulta em:

i. Incapacidade para as ocupações habituais por mais de 30 dias, ou

ii. Perigo de vida, ou

iii. Debilidade permanente de membro, sentido ou função, ou iv. Aceleração de parto”.

3. Gravíssima – “lesão corporal que resulta em: i. Incapacidade permanente para o trabalho, ou ii. Enfermidade incurável, ou

iii. Perda ou inutilização de membro sentido ou função, ou iv. Deformidade permanente, ou

• Tipo das lesões e segmento corporal afetado (usando a CID – 10ª Revisão, capítulo XIX, OMS, 2000). Descreve lesões, envenenamento e outras consequências de causas externas, identificando a parte do corpo atingida pela violência.

• Habitualidade – do latim habituale, é definida como algo que se faz ou que se sucede por hábito (FERREIRA, 1995). Neste estudo, convencionou-se denominar habitualidade, a situação em que a vítima havia sofrido o abuso mais de quatro vezes ou por um período de tempo superior a um mês (decorrido entre o início do abuso até a notificação).

• Laudo do Exame de Corpo de Delito – registra a existência (diz-se positivo) ou a inexistência (diz-se negativo) do delito e tem como objetivo demonstrar a materialidade do crime;

• Encaminhamento para assistência médica – refere-se aos casos que necessitaram ser encaminhados para receber assistência médica;

• Notificante – identifica a origem da notificação.

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