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Em 1892, portanto, três anos depois da proclamação da República, o Almanak de Juiz de Fora apresentava a cidade e seus empreendimentos, suas gentes, associações, beneméritos, serviços, bancos etc. A descrição dos serviços e do progresso da cidade, orgulho do almanaque, contemplava também os serviços filantrópicos e de atenção à pobreza, mostrando, pelo elogio à benemerência, a existência de uma população pobre, que, a julgar pelo número de entidades e serviços, não era pequena79. Deste modo, a existência de investimentos, bancos, sociedades anônimas com grande capital subscrito, e cifras vultuosas em transações bancárias e comerciais, convivia com uma pobreza socialmente demarcada.80

Em relação à educação, esta obra destaca a Academia do Comércio, destinada a preparar a mocidade no ensino técnico comercial, que era a primeira de Minas e da América do Sul; ressalta também o projeto de criação da Escola Livre de Farmácia e os diversos estabelecimentos de ensino superior existentes em Juiz de Fora e afirma: “a sua imprensa nobilita-se pelo desprendimento com que examina as questões de interesse social”.(p. XXII).

Um outro aspecto relevante nesta descrição é a visão de que, até o desenvolvimento da vida social era “financiado” por uma laboriosa e próspera elite. Como afirma:

Seria grave injustiça, apreciando os notáveis progressos que Juiz de Fora apresenta na indústria, no comércio e na educação popular, omitir os nomes de todos quantos esposam as idéias que tenham por fim o desenvolvimento da vida social, não regateando capitais para organização de novas empresas, fazendo largos donativos a associações úteis. (ALMANAK DE JUIZ DE FORA, 1892, p. XXIII).

Em seguida destaca duas grandes obras: a Casa de Caridade que apesar de paupérrima atendia anualmente mais de 300 enfermos indigentes e o chamado Asilo de Mendigos.

Expõe a relação de negociantes, industriais e profissionais do município, e uma relação de Colégios, quais sejam: Colégio Alvarenga (para meninas), sito à Rua Direita; Colégio Andrés (para meninos), Rua da Gratidão; Colégio Americano (para meninos), Rua do Comércio;

79

Isso inclusive se constituiu em tema de trabalhos recentes, como o de BORGES (2000) e PINTO (2004), dentre outros.

80

Colégio Braga (para meninas), Rua do Espírito Santo; Colégio N.S. Piedade (para meninas), Rua Direita; Colégio Mineiro (para meninos), Rua Direita; Colégio Schmidt (para meninas), Rua Direita. Além desses, mais dois externatos: Externato Estellita, Rua 15 de novembro e Externato Recreio Infantil, Rua de São Matheus e o Lyceu de Artes e Ofícios de Juiz de Fora, relacionando a diretoria empossada em julho de 1891. Lista ainda 21 professores e seus respectivos endereços. 81

Apresenta ainda a lista das Sociedades e Associações em funcionamento na cidade, que eram: Associação Protetora da Pobreza, Rua Direita; Sociedade União Operária, Rua do G. Deodoro; Centro Operário Mineiro, Rua Halfeld; Sociedade de Medicina e Cirurgia, Rua Direita; Sociedade Beneficente de Juiz de Fora, Rua Halfeld; Sociedade Alemã de Socorros Mútuos, Rua Bernardo Mascarenhas; Sociedade Musical Príncipe de Nápoles, Rua do Comércio; Sociedade Beneficente Umberto I, Rua Halfeld.

Quanto às religiões, cita a Comunidade Evangélica Alemã de Juiz de Fora, descrevendo-a como originária da ex-colônia D. Pedro II e vinculada à Comunidade Alemã de Petrópolis, constituindo-se, segundo seus estatutos, no dia 20 de junho de 1886, como comunidade independente sob a direção do Supremo Tribunal da Rússia em Berlim; pertenciam a esta comunidade: Igreja, escolas com duas classes e as moradias para o pastor e professor. Funcionava na rua das Escolas, próximo à Bernardo Mascarenhas, em Mariano Procópio. Seu presidente era Antonio Iung; pastor João G. Schimierer e o professor Gustavo Schreiber. Aponta também que a Igreja N. S. da Glória servia aos alemães católicos e o padre era Adolpho Januska.82

Esta descrição da cidade também nos apresenta sua pluralidade, dando a ver a diversidade e ao mesmo tempo, os grandes contrastes sociais. No entanto, a diversidade econômica, a par das diferenças sociais e culturais, constroem experiências múltiplas de cidade. As esmaecidas fronteiras desta pluralidade são compreendidas pelos grupos e instituições, como escolas e associações, que os abrigaram em suas diferenças. A cidade aparece como espaço democrático de partilha entre os diferentes grupos.

81

Eram aqueles que ofereciam aulas particulares. 82

Arantes (2000) apresenta um aprofundamento desta questão, tratando, inclusive, do processo de romanização do clero em Juiz de Fora e sua relação com os alemães. Ver p.102, 118.

A tessitura educacional em Juiz de Fora, para o final do século XIX, além das escolas particulares citadas pelo Almanak de Juiz de Fora, de 1892, era constituída pelas escolas públicas estaduais e municipais. As muitas fontes utilizadas, relativas a essas escolas, se encontram no acervo da Câmara Municipal de Juiz de Fora e no Arquivo Público Mineiro83, além das publicações e debates que se apresentavam nos diversos jornais, dos quais destacamos Correio de Minas, O Pharol e Jornal do Comércio. As publicações destes jornais acerca da educação no município quase sempre eram acompanhadas de comentários e discussões. Destacamos ainda que o Correio de Minas, de propriedade de Estevão de Oliveira, publicou notícias sobre imigração e educação datadas de 1895.84

No ano de 1895, o periódico Correio de Minas publicou em 13 de novembro a realização de exames nas escolas públicas estaduais do município, indicando a ordem em que procederiam nas seguintes cadeiras: 1ª do sexo masculino, mista D. Pedro II, 2ª do sexo masculino, 1ª do sexo feminino, 2ª do sexo feminino, na do sexo masculino da ex-colônia D. Pedro II regida por D. Cândida de Freitas e na do mesmo sexo na mesma ex-colônia, regida por D. Cecília Guimarães; na mista do Alto dos Passos e da Grama85.

No dia 20 de novembro do mesmo ano, também no Correio de Minas, publicou-se a realização de exames sob a presidência do major Henrique Rangel Schmith, inspetor municipal de instrução pública, e os examinadores, professores Achiles de Miranda e João Valente, contando ainda com a presença do tenente Theodoro Caetano da Silva Coelho, então inspetor ambulante da 4ª circunscrição literária, foi realizado o exame da 2ª cadeira urbana do sexo masculino.

Este exame argüiu 42 alunos das seguintes classes (ou cursos): urbana, distrital e rural86, sendo que esta última contou com a presença de 30 alunos, o que demonstrou que as escolas públicas tinham como grande maioria alunos de áreas rurais. Em nota seguinte, o jornal apresentou ata de exames realizados por alunos do Colégio Andrés.

83

Buscamos em nossa pesquisa documental no Arquivo Público Mineiro, dentre outros documentos, os Registros de Mapas das Escolas Públicas estaduais referentes ao município de Juiz de Fora e, para os anos de 1892-1896, estes listam apenas a relação das escolas e não foram preenchidos.

84

Merece destaque a participação de Estevão de Oliveira na imprensa juiz forana, bem como na vida educacional do município e de Minas. As publicações de 1895 foram as primeiras encontradas nos jornais

85

Estes exames seriam realizados nas escolas estaduais nos dias 16, 18, 19, 20 e 21 de novembro daquele ano. 86

O Art. 59 da Lei n.41 de 3 de ago. 1892 classificou as escolas primárias em urbanas, distritais e rurais, que teriam programas diferenciados e adequados ao meio em que funcionassem; neste sentido, ver: Capítulo 1 desse estudo, MOURÃO (1962), Decreto n.655 de 17 out. 1893, art.41.

Para o dia 22 de novembro de 1895, foi publicada a determinação do Conselho Distrital para os exames nas escolas municipais, da rua S. Matheus, rua das Escolas, Tapera, Bemfica, Colônia de Cima e da rua Botanagua; além disso, fez vir a público a Resolução n.40, que transferia a escola municipal do Alto dos Passos para o bairro Botanagua. O Conselho Distrital publicou também neste jornal, no mês de dezembro de 1895, a demonstração de freqüência das escolas municipais (a maior parte mistas) 87 e aulas noturnas durante o mês de novembro.

TABELA 6 Escolas municipais de Juiz de Fora, 1895 Escolas Matrícula Freqüência % Colônia de Cima 42 36 85,7

Bemfica 33 30 90,9

Rua das Escolas 61 58 95

Tapera 42 34 81

Rua de S. Matheus 41 33 80,5

Rua Botanagua 99 78 78,8

Aulas Noturnas 56 43 76,8

TOTAL 374 312 83,4

Fonte: CORREIO DE MINAS, 15 de dezembro de 1895 Média de matrícula e freqüência M – Matriculados; F – Freqüentes

Apesar de representar somente o mês de novembro, o quadro é significativo, pois apresenta um alto percentual de freqüência nas escolas municipais. Notamos que a escola da rua Botanagua era a que possuía o maior número de alunos matriculados e freqüentes.O Correio de Minas apresentou a demonstração de freqüência das escolas municipais para o 3º trimestre de 1897, como se segue:

TABELA 7 Escolas Municipais de Juiz de Fora, terceiro trimestre de 1897

Fonte: CORREIO DE MINAS, 26 de outubro de 1897 Média de matrícula e freqüência M – Matriculados; F – Freqüentes

87

Exceto as da Rua Botanagua, que eram separadas por sexo.

ESCOLA M F % Colônia de Cima 47 40 85,1 Gramma 23 20 86,9 R. B. Mascarenhas 29 25 86,2 Tapera 50 43 86 R. S. Matheus 45 38 84,4 R. Botanagua (masculina) 92 65 70,7 R. Botanagua (feminina) 60 42 70 Aula noturna 31 25 80,6 TOTAL 377 298 79

As escolas públicas mantidas pela municipalidade eram então em número de oito e tinham elevadas médias de matrícula e freqüência. Eram mistas e localizadas nos subúrbios da cidade.88

Neste contexto educacional, a publicação do Relatório do Conselho Distrital da cidade de Juiz de Fora, apresentado à Assembléia Municipal em 31 de janeiro de 1898, constituiu a primeira publicação de dados referentes à instrução pública no município que encontramos em nossa pesquisa ao acervo do Jornal do Comércio, onde era reafirmada a fidelidade ao programa de desenvolvimento da instrução. Informava:

Funcionam com a maior regularidade as sete escolas mistas dos subúrbios e uma aula noturna para adultos; os quadros de matrícula e freqüência publicados trimestralmente atestam os bons resultados colhidos e a média de 300 alunos freqüentando as escolas municipais ainda é a maior recompensa de seus fundadores. Além do prédio construído na colônia de cima, foi adquirido outro de maiores proporções à rua Bernardo Mascarenhas onde podem funcionar outras duas escolas e uma outra noturna. (JORNAL DO COMÉRCIO, 31 de jan.1898, p.2)

O administrador previu a necessidade de contínuos melhoramentos, “com insistente perseverança”, para não ficar no início da jornada, “o que já não é lícito à primeira municipalidade de Minas pela educação do povo como primeira necessidade do regime democrático”. (JORNAL DO COMÉRCIO, 31 jan. 1898, p.2). Deste modo, a visão da República como regime democrático voltado para a instrução popular conclamava ao melhoramento contínuo da instrução pública da municipalidade. Indicou que a municipalidade havia construído um prédio escolar na colônia de cima, ou seja, na área agrícola da ex-colônia D. Pedro II. Esta publicação abordou também a questão do trabalho de crianças que eram desviadas para as fábricas, ao que sugeriu o relatório:

Lembraremos, portanto, mais uma vez à Câmara Municipal a conveniência de votar uma lei estabelecendo que nenhum patrão de oficina ou fábrica possa, sob pena de multa, ocupar um menor antes de 12 anos completos, sem que ele tenha os elementos indispensáveis de instrução, sem que saiba ler, escrever e contar. (JORNAL DO COMÉRCIO, 31 de jan.1898, p.2) 89

88

Estes foram os números sobre a instrução municipal para os anos de 1895-1899 detectados nos exemplares do Correio de Minas, existentes no acervo da Biblioteca Pública Municipal Murilo Mendes.

89

Lembramos que o Decreto nº 13.113 de 17 de janeiro de 1891, regulamentava o trabalho de crianças, estabelecendo a jornada de sete horas para a venda da força de trabalho do menor: meninas de 12 a 15 anos e meninos de 12 a 14 anos. Admitia-se aprendizes a partir de 8 anos. Este decreto vedava aos menores serviços de faxina e em máquinas em movimento. (DEL PRIORE, 1991, p.149). A diferença da sugestão da Câmara de Juiz de Fora é que esta associou à idade, a instrução elementar.

Em relação a este fato, atentava para o grande número de crianças que iam para o trabalho nas fábricas e a responsabilidade dos pais:

(...) porque os pais, muito necessitados e na sua grande maioria pouco zelosos pela cultura de seus filhos, preferem iniciá-los muito cedo numa profissão mecânica e locupletar-se com o salário diminuto que eles auferem, a mandá-los numa escola para cuja freqüência é sempre indispensável o asseio com a roupa limpa e os sapatos. (JORNAL DO COMÉRCIO 31/01/1898, p. 2)

Ao final, o relatório apresentou o quadro estatístico do último trimestre de 1897 para as escolas mantidas pela municipalidade, como publicado no Jornal do Comércio:

TABELA 8 Escolas Municipais de Juiz de Fora, último trimestre de 1897

Fonte: JORNAL DO COMÉRCIO, 31 de janeiro de 1898 Média de matrícula e freqüência M – Matriculados; F – Freqüentes

Com essas informações foi possível fazer a leitura para os dois últimos trimestres de 1897,90

TABELA 9 Escolas Municipais de Juiz de Fora, dos dois últimos trimestres de 1897

Fonte: CORREIO DE MINAS, 26 de outubro de 1897; JORNAL DO COMÉRCIO, 31 de janeiro de 1898 Média de matrícula e freqüência M – Matriculados; F – Freqüentes

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Esta tabela sintetiza as informações relativas aos meses de julho a dezembro de 1897 para as escolas municipais de Juiz de Fora.

ESCOLA M F % Colônia de Cima 47 42 89,4 Gramma 24 21 87,5 R. B. Mascarenhas 30 27 90 Tapera 52 45 86,5 R. S. Matheus 46 40 87 R. Botanagua (masculina) 98 63 64,3 R. Botanagua (feminina) 60 35 58,3 Aula noturna 32 26 81,3 TOTAL 389 299 76,9 3º TRIMESTRE 4º TRIMESTRE ESCOLA M F % M F % 1-Colônia de Cima 47 40 85,1 47 42 89,4 2- Gramma 23 20 86,9 24 21 87,5 3- R. B. Mascarenhas 29 25 86,2 30 27 90 4- Tapera 50 43 86 52 45 86,5 5- R. S. Matheus 45 38 84,4 46 40 87 6- R. Botanagua (masculina) 92 65 70,7 98 63 64,3 7- R. Botanagua (feminina) 60 42 70 60 35 58,3 8- Aula noturna 31 25 80,6 32 26 81,3 TOTAL 377 298 79 389 299 76,9

Percebemos assim, que houve pouca variação nos números de matrícula e freqüência entre os trimestres, e que o percentual de freqüência manteve-se bem acima de 70%. O elevado percentual se verificou também na informação do ano de 1895, que foi de 83,4%91. Se considerarmos que no intervalo entre estes anos foi criada mais uma escola municipal, as informações, apesar de fragmentadas, indicam que esta alta média de freqüência nas escolas públicas municipais era anterior ao ano de 1897.

Em relação às escolas mantidas pelo governo do Estado, o Registro de Mapas das Escolas Públicas (APM) informou para o ano de 1897 e 1898 as escolas estaduais do município. Esse registro contou 32 escolas públicas, sendo 7 mistas.92 A tabela abaixo discrimina a relação das escolas públicas no município de Juiz de Fora, apresentando os números de matriculados e freqüentes.

91

Esses números se referem ao mês de novembro; eram sete escolas municipais em 1895 e oito em 1897. 92

No entanto, nossa suposição é de que estas eram as mantidas pela municipalidade e entraram na relação do inspetor da circunscrição a nível estadual.

TABELA 10

Matrícula e freqüência escolas públicas de Juiz de Fora, 1897

1º trimestre 2º trimestre 3º trimestre 4º trimestre

Escola tipo M F % M F % M F % M F % 1 1ª cadeira urbana 51 38 74,5 70 51 72,9 100 96 96 98 91 92,9 2 2ª cadeira urbana 34 11 32,4 34 20 58,8 -- -- -- -- -- -- 3 1ª cadeira urbana 45 15 33,3 60 25 41,7 -- -- -- 52 35 67,3 4 2ª cadeira urbana 30 16 53,3 40 22 55 45 21 46,6 -- -- -- 5 Villagem urbana 53 24 45,3 54 25 46,3 49 27 55,1 38 27 71,5 6 Alto dos Passos urbana 55 28 50,9 55 52 94,5 76 67 88,2 62 55 88,7 7 Barreira do Triunfo rural -- -- -- 24 21 87,5 59 38 64,4 54 45 83,3 8 Estação do Sossego rural -- -- -- 34 17 50 -- -- -- -- -- -- 9 Ex Colônia D. Pedro II rural 39 21 53,8 33 24 72,7 43 12 27,9 -- -- -- 10 Ex Colônia D. Pedro II rural 64 25 39 57 25 43,9 57 27 47,4 53 26 49,1 11 Matias Barbosa distrital 36 10 27,8 22 13 59 42 22 52,4 -- -- -- 12 N.S. do Rosário distrital 36 23 63,9 34 22 64,7 -- -- -- -- -- -- 13 N.S. do Rosário distrital 31 20 64,5 25 22 88 30 22 73,3 -- -- -- 14 Paula Lima distrital -- -- -- 22 15 68,2 -- -- -- 19 0 -- 15 Paula Lima distrital -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- 16 Ponte do Kagado rural 29 21 72,4 32 21 65,6 33 24 72,7 34 20 58,8 17 Porto das Flores distrital -- -- -- 15 12 80 19 16 84,2 -- -- -- 18 Livramento de Sarandy distrital 32 29 90,6 -- -- -- 33 25 75,8 34 25 73,5 19 Livramento de Sarandy distrital -- -- -- -- -- -- 19 16 84,2 -- -- -- 20 Sant'Ana do Deserto distrital -- -- -- -- -- -- 31 20 64,5 -- -- -- 21 Sant'Ana do Deserto distrital -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- -- 22 S. Francisco de Paula distrital 20 -- -- 22 20 90,9 26 22 84,6 -- -- -- 23 S. Francisco de Paula distrital 6 -- -- 17 11 64,7 -- -- -- -- -- -- 24 S. José do Rio Preto distrital 23 23 100 25 10 40 -- -- -- -- -- -- 25 S. José do Rio Preto distrital 17 4 23,5 15 12 80 18 13 72,2 -- -- -- 26 S. Pedro de Alcântara distrital 21 42 200* 45 30 66,7 49 30 61,2 -- -- -- 27 S. Pedro de Alcântara distrital 27 11 40,7 32 22 68,8 32 21 65,6 -- -- -- 28 S. Sebastião da Chácara distrital -- -- -- -- -- -- 34 24 70,6 -- -- -- 29 S. Sebastião da Chácara distrital -- -- -- -- -- -- 20 7 35 -- -- -- 30 Vargem Grande distrital -- -- -- 37 4 10,8 33 15 45,5 40 0 -- 31 Vargem Grande distrital -- -- -- 20 11 55 26 10 38,5 -- -- --

32 Gramma rural 24 6 25 31 22 71 -- -- -- -- -- --

TOTAL 673 367 54,5 855 529 62 868 573 66 484 324 66,9

Benzer Belgeler