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IV- Toplumun devlet müdahalesine u1ramayan ve kendi dinami1ini kendisi üretip, bununla
A análise será realizada, inicialmente, com base nos resultados obtidos a partir da proposição de atividades avaliativas da leitura e escrita de alunos com deficiência intelectual acompanhados pelos professores, participantes desta investigação. As atividades serão aplicadas em dois momentos do estudo: no início e no final, sendo este último momento após o desenvolvimento das dez sessões de intervenção, por meio do uso do software Luz do saber.
Pretende-se analisar os dados obtidos das sessões de intervenção com base na análise de conteúdo proposta por Bardin (2011). De acordo com esta autora, na análise qualitativa, a maioria dos procedimentos constitui-se em torno de categorias, que é uma forma geral de análise.
Para a pesquisadora, a Análise de Conteúdo “é um método muito empírico, dependente do tipo de “fala” a que se dedica e do tipo de interpretação que se pretende como objetivo” (BARDIN, 1977, p. 30). Dessa forma, a análise de conteúdo não é um método cabal, apresenta alguns preceitos de base flexíveis e adequações necessárias ao objetivo proposto. Bardin (1977) conceitua a análise de conteúdo como:
Um conjunto de técnicas de análise das comunicações, visando obter, por procedimentos, sistemáticos e objetivos de descrição do conteúdo das mensagens, indicadores (quantitativos ou não) que permitam a inferência de conhecimentos relativos às condições de produção/recepção (variáveis inferidas) destas mensagens (BARDIN, 1977, p.42).
A análise de conteúdo utiliza o método de dedução frequencial ou análise por categorias temáticas, que consiste em verificar a frequência com que ocorre um mesmo signo linguístico (palavra) que se repete com constância, ou seja, lida com a materialidade linguística através das condições empíricas do texto transcrito. Assim, define as categorias para posterior apreciação. A autora aponta que “o método das categorias, espécie de gavetas ou rubricas significativas que permitem a classificação dos elementos de significação constitutivas da mensagem” (BARDIN, 1977, p.37), permite, por meio hábil e objetivo, elaborar inferências referentes ao conteúdo analisado.
Nesse sentido, segundo os aportes teóricos de Bardin (1977), que se delineiam mediante três passos precisos, como a pré-análise, a exploração do material e o tratamento dos resultados, iremos, a seguir, detalhar a definição dos dados em categorias e subcategorias.
Assim, as categorias são classes que reúnem um grupo de elementos com propriedades comuns. Considerando esses aspectos, a investigação possibilitou a definição de três categorias temáticas, entre as quais se elencaram subcategorias, que foram originadas das questões da análise e dos objetivos propostos. São elas, primeiro: 1- O desenvolvimento da prática do professor no Atendimento Educacional Especializado (AEE) junto ao aluno com Deficiência Intelectual (DI), da qual surgiram três subcategorias: 1.1- Adequação de recursos e materiais de baixa e de alta tecnologia para desenvolver atividades na SRM com alunos com DI; 1.2- Desenvolvimento e aprendizagem do aluno com DI; 1.3- especificidades para realizar o atendimento do aluno com DI: critérios utilizados.
A segunda categoria, intitulada “Os desafios enfrentados no atendimento junto ao aluno com DI”, tem as seguintes subcategorias: 2.1- O atendimento do AEE no contraturno; 2.2- A ausência do laudo médico dos alunos atendidos; 2.3- A falta de compromisso familiar com a presença nos atendimentos; 2.4- O não envolvimento da gestão com o trabalho do professor do AEE. A terceira e última categoria, chamada “O uso do software luz do Saber como recurso tecnológico para a evolução conceitual da língua escrita do aluno com DI”, tem estas subcategorias 3.1- O software Luz do Saber: as atividades propostas pelas professoras do AEE participantes desta pesquisa; 3.2- O uso do software Luz do Saber como recurso computacional para a alfabetização de alunos com DI; 3.3- O uso do software Luz do Saber no AEE: as diferentes formas de mediação.
4 ANÁLISE E INTERPRETAÇÃO DOS DADOS
Neste capítulo, objetiva-se apresentar a análise dos dados obtidos na pesquisa de campo. A análise consiste em examinar, codificar e processar os dados coletados no estudo, cujo principal objetivo é responder as proposições definidas na presente investigação.
Para a análise dos resultados, os dados foram organizados em três categorias, a saber: o desenvolvimento da prática do professor no Atendimento Educacional Especializado- AEE junto ao aluno com deficiência intelectual (DI); os desafios enfrentados no atendimento junto ao aluno com DI; o uso do software Luz do Saber como recurso tecnológico para evolução conceitual da língua escrita do aluno com DI. Em cada uma das categorias se elencaram subcategorias, que serão detalhadas no quadro (07) a seguir.
Quadro 07- Identificação das categorias e subcategorias de análise
Categorias Subcategorias
1- O desenvolvimento da prática do professor no Atendimento Educacional Especializado-AEE junto ao aluno com deficiência intelectual (DI)
1.1- Adequação de recursos e materiais de baixa e alta tecnologia para desenvolver atividades na SRM com alunos com DI.
1.2-Desenvolvimento e aprendizagem do aluno com DI. 1.3-Especificidades para realizar o atendimento do aluno com DI: critérios utilizados pelas professoras do AEE participantes deste estudo
2- Os desafios enfrentados no atendimento junto ao aluno com DI
2.1- O atendimento do AEE no contraturno.
2.2- A ausência do laudo médico dos alunos atendidos. 2.3- A falta de compromisso familiar com a presença nos atendimentos.
2.4- O não envolvimento da gestão com o trabalho do professor do AEE.
3- O uso do software Luz do Saber como recurso tecnológico para evolução conceitual da língua escrita do aluno com DI
3.1- O software Luz do Saber: as atividades propostas pelas professoras do AEE participantes desta pesquisa. 3.2- O uso do software Luz do Saber como recurso computacional para a alfabetização de alunos com DI. 3.3- O uso do software Luz do Saber no AEE: as diferentes formas de mediação exercidas pelas professoras do AEE.
Fonte: Elaborada pela autora (2018)
Ressalta-se que as categorias e subcategorias elencadas no quadro (07) se originaram das entrevistas realizadas com as professoras participantes da investigação, da observação inicial da prática pedagógica das professoras do AEE junto ao aluno com DI, da observação no desenvolvimento de dez sessões de mediação com o uso do software Luz do Saber, bem como da observação final após a realização das dez sessões planejadas na parceria entre a pesquisadora e as professora do AEE participantes deste estudo.
4.1 O desenvolvimento da prática do Professor no Atendimento Educacional