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Os Marcos da Vida Profissional

INTUIÇÕES

Motivações para a Docência na Atualidade

G.S.R. “Exemplos, admiração por outros professores.” “Perseverante ( ainda acredito num futuro, num ser humano melhor ), com fé.”

C.M.D.S.S. “Trabalhar com crianças, usar a criatividade como recurso de aprendizagem.”

“O desafio de compreender na prática as etapas de aprendizagem das crianças. Aperfeiçoar cada vez mais o meu trabalho na busca de auxiliar os alunos nestas etapas. Gosto de estar interagindo com pessoas diariamente, aprender com elas.”

A.F.S.A. “O dom foi constatado geneticamente, pois nunca pensei em trabalhar com outra profissão. Na família tiveram prós e contras.”

“Estou no exercício pleno da profissão. Toda a minha caminhada como estudante seguiu a trilha dessa profissão. Com erros e acertos a história vai

se constituindo e, sobretudo com a vontade de fazer sempre melhor.

R.S.G. “Bons exemplos, vocação, acreditar na transformação.” “Perseverança e fé, transformação, oportunidade dom, paixão.”

C.R.S.S. “O início é marcado pela falta de experiência e a busca pelo conhecimento.”

“A cada ano adquiro mais conhecimento e me deparo com novas situações, em que preciso ir em busca de alternativas para desempenhar uma boa caminhada;

J.T.S. “Sonhos... de ser professora no Colégio da Imaculada.” “Esperança de um futuro melhor.”

V.B.E. “Busca de conhecimento e inovação.” “Educação: maior missão”.

A.M.K.L. “O desejo de transformação” “A satisfação de perceber que a educação norteia os caminhos do ser humano.”

E.A.H. “Escolha: um rapaz vindo do interior, sem ter referências na cidade grande, tem que pagar aluguel, opta por fazer com 50% de desconto, para tanto tinha que fazer uma licenciatura, mas queria mesmo era fazer Direito. Opta por Português porque a carga horária é grande e teria mais chance de trabalho. Precisa-se mais professores de Português no mercado de trabalho do que professores de Química e Física. Por graça de Deus, ele gostou da profissão; no segundo semestre do curso, começou a trabalhar em Nova Santa Rita. No 2º Ano, passou a trabalhar também em São Leopoldo, em escolas públicas. No 3º Ano de trabalho, começou a trabalhar no Colégio da Imaculada. Sente-se realizado... acredita que tem talento, paciência e qualidades para ser professor...”

“Sente-se bem no trabalho. Tem também outros sonhos: talvez e aguarda isso, trabalhar com o projeto inicial: atividade relacionada ao Direito. Inclusive, fazer graduação em Direito. Como professor, gosta do trabalho na sala de aula e com os alunos, professores, irmãs e coordenação em geral. Sabe que pode ser passageiro, não há estabilidade e salário de professor nem sempre compensa. Há trabalho demais fora da sala: correção e preparação. Isso consome a vida pessoal. É necessário também buscar qualidade de vida fora da sala. Ou seja, ser professor em sala é bom, trabalhar conhecimento vale a pena, mas as atividades burocráticas fora da sala exaurem a vontade (em especial as de correções). Compreende que há necessidade (e sente satisfação em) pesquisar para melhorar as atividades, torná-las mais interessantes, mas a quantidade de correções por vezes complica; Ele não sabe se as avaliações ( prova, recuperações, trabalhos, redações...) que são realizadas repercutem como uma forma de melhorar a

aprendizagem; talvez “sirvam” mais para atender a uma necessidade burocrática (a questão pedagógica das avaliações é preterida) de ter notas, mostrar resultados...

M.L.F.S. “O que me motivou foi a minha educação Cristã” “O que me faz continuar a minha caminhada de educadora é o desejo de transformar o lugar em que vivemos. De plantar boas sementes hoje para colher bons frutos amanhã.

M.F.P. “A vontade de ser agente da mudança no mundo, levando Deus e sua bondade a todas as pessoas. A ideia de que se deve persistir em busca de um sonho.”

“A caminhada que busco trilhar é a mesma do início, a de conquistar ideais e sonhos através de ações e méritos, jamais por desfazer ou usar alguém como escada. Buscar ser um meio de ligação entre a Palavra e a ação, o que posso e o que gostaria de poder. A verdade e a luta são o meu caminho, meus alunos a minha realização.”

R.C. “Trabalhar com pessoas, semear amor, alegria e fé.” “A esperança de um mundo melhor.”

L.T.A. “No início estava perdida na escolha do que fazer, gostava de decoração ou estética, mas optou pelo curso de Estudos Sociais, pois gostava muito de saber sobre os países, paisagens e lugares. Iniciei a faculdade trabalhando no comércio e fui até o fim da faculdade estando no mesmo serviço, após consegui um contrato em Nova Santa Rita para lecionar e depois outras portas se abriram, no Colégio da Imaculada, onde estou até hoje – 13 anos.”

“Continuo a caminhada e não me vejo em outra profissão, com muito mais desafios e preocupações que no início, pois a experiência dos anos me fez crescer e refletir. Me inseri no meio deste contexto e me sinto parte deste universo difícil de ser compreendido, pois os problemas dos alunos são enormes e às vezes, não temos tempo para dialogar e ajudar, Sei que é difícil, porém certos momentos, valeram e continuam a valer a pena.”

U.T.T. “Trabalhar com pessoas, amor a educação, compartilhar conhecimento.”

“Esperança em futuro mais humano e solidário.”

S.A.E. “O início foi assim.... solidariedade ensinar aos que sabiam um pouquinho menos que eu....”

“Continuar ensinando e aprendendo com aqueles que sabem um pouquinho menos que eu,”

A.T. “A motivação veio do exemplo. Primeiramente pela minha mãe. Admirava o cuidado que ela tinha com seus alunos. Para a escolha da área, fui motivada pela dedicação de uma excelente educadora. Tal professora despertou em mim a vontade de aprender, investigar e também ensinar. No inicio da profissão tive a oportunidade de trabalhar com alunos carentes, me encantando e cultivando dentro do coração o amor pela educação.”

“Observo a profissão de professor como uma das poucas formas de revolucionarmos o mundo em que vivemos. Acredito que, como professora, posso fazer a diferença. Além de ensinar conteúdo, vejo a importância de também ser exemplo. Contudo, percebo que os profissionais da educação não são valorizados como deveriam em nosso país, acarretando em desmotivação generalizada. Todavia continuo perseverando... buscando um ideal!”

G.A.F. “Prazer em transmitir conhecimento.” “Dever de transmitir Educação.”

I.R.M.B. “Uma nova vivência de via e o conhecimento de salgo que para mim era o novo, o desconhecido, uma expectativa de poder fazer alguma coisa para melhorar esta vida com tantas dificuldades que o próximo tinha.”

“A esperança de criar uma pessoa que possa ser diferente em uma sociedade fracassada, corrupta e agressiva e modelar este individuo a ser o diferente de todos esses parâmetros, para que o mundo seja cada vez melhor, para os que vão viver após mim, tenham um mundo fraterno, amoroso, compreensivo e que todos sejam iguais

em todos os sentidos.”

L.F.F. “A vontade de aprender. O exemplo dos mestres que demonstravam prazer em ensinar e alegravam-se com as conquistas de seus alunos.”

“O desafio de ser instrumento a serviço da educação e, consequentemente, da formação de cidadãos que contribuam para a construção de uma sociedade mais justa e fraterna.”

A.M.P. “Resistência em ir para a escola versus o prazer de estudar. O testemunho da paixão de ser professora das minhas tias. A alegria de estar com as crianças e construir vínculos.”

“Não me vejo em outro espaço de missão a não ser na escola. Creio que por maiores que sejam os desafios, sempre podemos encontrar uma alternativa. A escola é um espaço onde podemos ajudar as crianças e os jovens a construírem um sentido para a sua vida. Podemos viver sempre com novas expectativas. Nenhum dia nos permite permanecer acomodados... os desafios são sempre novos porque nascem da vida das pessoas e seu contexto.”

T.K.C. “No início era somente a expectativa de transformar a vivência de aluno na prática da docência. Era transformar o conhecimento adquirido em sabedoria para ensinar, de poder desempenhar de forma satisfatória, a vocação de professor.”

“Um sentimento que mistura a satisfação de dever cumprido com a esperança de poder continuar nesta vocação, melhorando a prática e contribuindo para o desenvolvimento de nossa sociedade, não perdendo o desejo de estar vivendo hoje o sentimento que existia no inicio da caminhada.”

P.R.P. “No início, a oportunidade de compartilhar conhecimentos, valores e vivência, além de poder contribuir para uma sociedade que busca ser melhor.”

“A realização de poder ser um agente atuante na contribuição da formação de pessoas que se tornem cidadãos, onde não seja simplesmente uma busca de conhecimentos, mas de todos os valores que dignifique os ser humano por completo.”

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Benzer Belgeler