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Temel Dini Ritüeller

Belgede Pomakların dini hayatı (sayfa 56-61)

4- Araştırmanın Sınırları

2.4. Temel Dini Ritüeller

Scott (1996) situa o internacionalismo no período entre as duas guerras mundiais, em função da crise que se estabeleceu as empresas tentar levar o modelo fordista de produção para outras localidades. Na década de 1970, os países em desenvolvimento (PED) tinham uma atitude hostil em relação às ETN (CHUDNOVSKY ET AL., 1999). Entre as décadas de 70 e 80 as cadeias de commodities se expandem internacionalmente, apesar da existência de complexos produtivos densamente aglomerados por fatores de localização. A expansão do comércio foi facilitada pela redução das barreiras de comércio, e outros fatores institucionais, melhorias na tecnologia de comunicações e transporte (SCOTT, 1996).

Contudo, na década de 1990 houve a transformação da atitude dos países para um interesse crescente na atração de capitais internacionais por parte dos governos. Tal modificação de comportamento pode ser notada pela redução de restrições a estas firmas e desregulamentação dos mercados, além de incentivos crescentes a instalação de filiais não somente em países em desenvolvimento, como também em países desenvolvidos (PD) (CHUDNOVSKY ET AL., 1999).

Nos anos 1990 a função do IED em economias em desenvolvimento e de transição retoma algumas preocupações da década de 1960, como o custo de fazer negócios no exterior e a importância da distância psíquica. Ressurgem perguntas como por que alguns modos de entrada são mais baratos que outros, e por que certas circunstâncias parecem favorecer alguns modos a outros (BUCKLEY E CASSON, 1998b).

Segundo Chudnovsky et al. (1999), as alterações no fluxo de IED pesaram tanto na ampliação do volume de investimento, quanto na modificação das estratégias e do modo de atuação das ETN. As estratégias não mais exploravam os recursos naturais para o atendimento do mercado receptor (resource seeking), replicando as estruturas da matriz, mas passaram a se integrar às regras determinadas pela matriz. Isso ocorria tanto por meio de integração simples, ao exemplo da terceirização global (global outsourcing), quanto por meio de formas integrativas complexas, como da produção, da pesquisa e desenvolvimento, da planificação da estratégia, do marketing, da comercialização internacional, etc.

Com isso, as ETN tornaram-se propulsoras não somente da integração regional, mas também da interdependência econômica entre países com a ampliação dos fluxos financeiros, de comércio e serviços. Se por um lado, os incentivos governamentais à

regionalização podem favorecer globalização pela racionalização das estruturas de produção e comércio, e pelo aproveitamento de mercados ampliados pelas ETN, por outro, refletem a necessidade de melhorar a competitividade das firmas dentro do país, pela realização de economias de escala e especialização das empresas (DUNNING, 1994a).

Na visão de Dunning (1994b), inicialmente, a estratégia de operação das ETN era de stand alone, ou seja, voltada para exclusivamente a exploração do potencial do mercado doméstico dos países anfitriões, sem gerar exportações significativas, podendo, posteriormente, passar para o modelo de capitalismo de alianças (alliance capitalism), pela cooperação entre a firma, os fornecedores, os clientes e os competidores e descentralizando atividades estratégicas de pesquisa e desenvolvimento para inovação.

Para o autor, essa transição depende do nível de educação, da capacitação da força de trabalho, da adequação e custo de infraestrutura física e técnica, e do grau de desenvolvimento das capacidades tecnológicas locais dos PEDs, ou ativos criados, para contrastar com os recursos naturais. Destaca-se, também, outro fator de atração de investimento relevante: o tamanho dos mercados envolvido (DUNNING, 1994a).

Chudnovsky et al. (1999) utiliza um esquema de análise das estratégias das ETN semelhante ao paradigma eclético de Dunning (2000). Para Chudnovsky et al. (1999), as filiais assumem determinadas características em função da exploração dos recursos e dos mercados, dentre estas a estratégia puramente doméstica (stand alone). Outra possibilidade são as filiais que investem com objetivo de incrementar a eficiência e o fortalecimento da competitividade por meio de integração internacional (capitalism alliance), seja pela participação mais ativa dos fluxos produtivos da cadeia global (integração simples), ou pela incorporando funções produtivas, tecnológicas, e de gestão estratégica da cadeia (integração complexa).

A visão da UNCTAD (2000), exposta no Quadro 3.1 abaixo, é similar à de Chudnovsky et al. (1999).

Quadro 3.1 - Estratégia de Investimento das Firmas

Forma Tipos de

Ligações Intrafirma

Grau de Integração Ambiente

Stand-alone

(multidoméstica)

Propriedade e tecnologia

Fraca País anfitrião acessível por IED, barreiras de comércio

significativas, altos custos de comunicação e transporte

Forma Tipos de

Ligações Intrafirma

Grau de Integração Ambiente Integração Simples (terceirização global) Propriedade, tecnologia, mercados, finanças, e outros insumos Forte em alguns pontos da cadeia de valor, fraca em outros

Comércio aberto e regime de IED ao menos bilateral, arranjos não-equitativos

Integração Complexa (redes regionais)

Todas as funções Potencialmente forte ao longo da cadeia de valor

Comércio aberto e regime de IED; tecnologia de informação; convergência de gostos; competição crescente Fonte: Adaptado de UNCTAD (2000)

Como já ressaltado anteriormente, o aumento dos fluxos de IED ocorreu de forma rápida nos anos 1990, ampliando a importância das atividades das ETN no comércio e economia internacional. Nesta década, um fator determinante para o crescimento dos fluxos de IED foi o grande número de fusões e aquisições internacionais. Este tipo de investimento externo direto tem por objetivo consolidar e conquistar uma posição competitiva global mais vantajosa, pela apropriação dos ativos de propriedade (capacitação técnica, marcas, redes de fornecedores, canais de distribuição, etc.) da empresa absorvida ou incorporada (UNCTAD, 1997).

Destaca-se, também, o aumento da inserção dos PED como receptores ou emissores de IED, apesar de em níveis menores, sendo o peso deste é acima da média mundial sobre a formação bruta de capital fixo (FBCF), a qual é um dos componentes da demanda agregada doméstica, e sobre o produto interno bruto (PIB). A distribuição dos fluxos de IED não é homogênea, havendo uma concentração maior em alguns países, notadamente sob a forma de fusões e aquisições (CHUDNOSVSKY ET AL., 1999).

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