• Sonuç bulunamadı

31/12/1960 TARİH VE 193 SAYILI KANUNA İŞLENEMEYEN GEÇİCİ MADDELER:

Belgede GELİR VERGİSİ KANUNU (G.V.K.) (sayfa 114-118)

Na maioria dos grupos de cuidado de saúde, a finalização pode acontecer de dois modos: ou o grupo inteiro termina ou, individualmente, um membro ou o líder deixa o grupo. Em qualquer um dos tipos, a finalização trata-se de um evento extremamente importante. Quando o grupo é de tempo limitado com um número fixo de sessões, esta é uma realidade que deve constar no contrato inicial de trabalho. Em alguns grupos abertos, o contrato deve definir quando um membro saberá que atingiu seu objetivo e seu trabalho no grupo foi concluído. Entretanto, há grupos de apoio que não têm critérios determinados para finalização (LOOMIS, 1979). Como o grupo em estudo tinha o objetivo primário de oferecer apoio, este foi um assunto que não foi discutido no Contrato de Trabalho. Também pela sua estrutura, configurando-se em um grupo aberto, as finalizações seriam frequentes, em dependência da alta dos filhos das participantes e não somente pela vontade dos membros.

Na sessão IV, houve a saída de “Maria Brasil 1”, que era mais próxima de “Maria

Brasil 2”. Esta perguntou antes de iniciar a sessão: Vocês não estão sentindo falta de

ninguém? E fez essa interrogação no sentido de saber se as coordenadoras do grupo tinham

percebido a falta de “Maria Brasil 1”. “Maria Brasil 2” ficou emocionada ao falar que o bebê de sua amiga havia recebido alta, no final do encontro, mostrou as fotos que havia tirado de “Maria Brasil 1” com seu filho, quando estavam prontos para ir para casa. Contou que trocaram endereços e números de telefones para contato posterior.

Também no XII encontro, quando ia iniciar-se a sessão, “Maria Brasil 7” falou, repentinamente e com pesar, que “Maria Brasil 8” tinha ido embora e o resto do grupo confirmou. Questionou-se se estavam tristes ou alegres com sua saída. Disseram que estavam felizes porque o filho da amiga havia se recuperado. Porém, o mais impressionante foi como o grupo reagiu à saída de “Maria Brasil 7”, que havia finalizado sua participação no grupo porque fora transferida da Casa da Mamãe para a enfermaria Mãe-Canguru no hospital. Todas disseram estar sentindo sua falta, já que ela era a “alegria da Casa”. Ficaram preocupadas, pois acreditavam que “Maria Brasil 7” não iria gostar do local para onde tinha sido transferida, alegando que esta iria achar “diferente” na enfermaria Mãe-Canguru. Entende-se que essa suposição se deva ao fato de que, para elas, não seria possível que “Maria Brasil 7” firmasse algum vínculo com as outras mães de lá, e que a mesma já estava acostumada com a companhia do grupo. “Maria Brasil 12” disse: ... ela não vai gostar... ela até tomava banho

comigo... Fez essa afirmação parecendo estar preocupada com “Maria Brasil 12” e todo o

restante do grupo confirmou. Refletiram: Quem vai ser a máquina de alegria agora depois

que “Maria Brasil 7” foi embora?... Apontaram que seria “Maria Brasil 12”. Esta sorriu e

disse que não. Percebeu-se que as mães elegeram “Maria Brasil 12” para assumir o papel de

brincalhona antes ocupado por “Maria Brasil 7”. Também no encerramento da sessão XIV, na

despedida de “Maria Brasil 13” houve feedback entre as mães. “Maria Brasil 15” ressaltou:

... Que bom que “Maria Brasil 13” vai para casa, mas que pena que não vai ficar mais entre nós e não tem mais ninguém para alegrar a gente... logo “Maria Brasil 7” e “Maria Brasil 13” juntas, as mais alegres do grupo... (“Maria Brasil 15”).

Nesse mesmo instante, “Maria Brasil 13” respondeu ao grupo: ... Que bom que vou

para casa com meu filho com saúde, mas que pena que vou deixar minhas amigas... Ela

parecia chateada, pois estava de alta desde a manhã e a ambulância de sua cidade ainda não tinha vindo lhe buscar. No entanto, quando terminou a sessão, “Maria Brasil 13” foi até o encontro da coordenadora do grupo e a cumprimentou, dando-lhe um inesperado abraço e um beijo. Demonstrou carinho pelas companheiras do grupo e em especial pela coordenadora. Observou-se que o momento da finalização de um membro é cercado por muitos sentimentos e que apesar de os membros do grupo verbalizar que estavam felizes com a saída de algumas mães, pois isto, na maioria das vezes, representava a alta melhorada de seus filhos, também demonstravam certo descontentamento, na medida em que sentiriam a falta dessas pessoas no grupo. De acordo com Loomis (1979), a variedade de sentimentos com relação à perda e finalização do grupo ou de algum membro precisam ser expressos e

resolvidos. O sentimento mais comum associado à perda é a tristeza. Até mesmo quando os clientes estiverem contentes pelos eventos envolvidos na finalização, a alegria deles normalmente é acompanhada de um pouco de tristeza.

A mesma autora também coloca que um membro que deixa o grupo é um evento importante, assim como a integração de novos membros ao grupo também é um fator significante. Esses eventos precisam ser reconhecidos e discutidos dentro do grupo como um modo de nutrir a coesão. Dessa forma, procurou-se trabalhar esses assuntos de forma que pudessem trazer efeitos positivos na coesão grupal. Eram relembrados os bons momentos passados junto da mãe que deixava o grupo, dos eventos compartilhados, enfatizando suas potencialidades e o progresso que essa realizava a cada encontro. Em contra partida, tentava- se acolher os membros recém-chagados, considerando sua importância para o grupo, estimulando os outros a oferecer-lhe algum apoio, facilitando, assim, sua adaptação e o desenvolvimento da coesão do grupo.

Belgede GELİR VERGİSİ KANUNU (G.V.K.) (sayfa 114-118)