1.2 DEĞERLEME KAVRAMI
1.2.2 Değerleme Ölçüleri
1.2.2.2 Türkiye Muhasebe Standartlarında Yer Alan Değerleme Ölçüleri
Na sétima questão aos docentes, foi perguntado se o envolvimento dos estu- dantes com atividades profissionais (inserção no mercado de trabalho) está pre- visto no projeto pedagógico. Essas atividades remetem ao modelo de formação em alternância por associação/articulação de componentes, discutidos por Marcon (2005), no qual coexistem dois contextos distintos de formação: o tra- balho e o processo de formação universitário. Porém, o diferencial está no fato de que o objetivo principal desse modelo de formação é a tentativa de aproximação desses dois momentos estabelecendo-se uma articulação entre o ensino e o tra- balho.
Assim sendo, procuramos encontrar em que momento o docente tem pro- movido a aproximação entre o contexto de trabalho e as aulas na universidade capaz de promover aprendizagens. Nessa direção, também procuramos saber quais as atividades e os saberes envolvidos nesse processo.
Em relação ao conhecimento da previsão das atividades profissionais na pro- posta do curso, DEF1 e DEF7 não responderam ao foco da questão e DEF6 e DEF8 desconhecem se a proposta prevê a atuação profissional, tal como obser- vado a seguir:
Não saberia dizer se o envolvimento dos estudantes está previsto nas atividades profissionais. (DEF8)
DEF3 e DEF2 apontaram os estágios exemplificando a atuação profissional proposta no projeto pedagógico do curso:
Como expressei anteriormente, o estágio é a forma adequada na proposta de for- mação. Sim, tenho desenvolvido aproximações entre o contexto de trabalho e as aulas mediante as visitas/entrevistas com profissionais e posterior seminário em disciplina, bem como palestras de profissionais convidados nas disciplinas. (DEF3; grifo nosso)
O mesmo se nota na declaração de DEF2:
Sim, nas disciplinas de estágios. Estou entendendo atividades profissionais como atuação como futuros profissionais no mercado de trabalho. Não apenas uma vivência de uma aula com crianças em uma disciplina [...].
A nona questão do questionário dos estudantes examinava o conhecimento deles sobre a previsão da atuação profissional no projeto pedagógico do curso. Nas respostas, EEF1, EEF3, EEF4 entendem que o projeto pedagógico não prevê que os estudantes se envolvam com atividades profissionais:
Na minha opinião, o curso não prevê o envolvimento dos estudantes com o mer- cado de trabalho, a não ser pelos estágios, pois, em nenhum momento, as faltas foram abolidas por motivos profissionais. (EEF1)
Por sua vez, EEF2, EEF7 e EEF9 demonstraram não ter entendido a questão:
Sim. Em todas as aulas era realizado um plano de aula que devia ser seguido, assim como aprendemos nas disciplinas de Estágio Curricular e de Didática da Educação Física. Além disso, estudei vários textos e artigos que me fizeram me- lhorar e desenvolver capacidades durante as aulas que ministrei, como relatos de experiência por exemplo. (EEF9)
Apesar de ter se distanciado do foco da questão, é interessante notar a crítica que EEF7 faz da carga horária do curso:
Nós tínhamos que cumprir 200 horas de atividades extracurriculares e estas po- deriam ser as mais variadas. Nos locais onde trabalhei (hotéis) pude utilizar os conhecimentos das disciplinas do curso, uma vez que o lazer é uma subárea de grande expressão dentro da Educação Física.
Apesar do currículo exigir tais atividades, a grade horária do curso é um grande empecilho de realizar atividades profissionais regulares, pois pratica-
mente só há o período da noite para realizá-las. As atividades exigidas são prati- camente [im]possíveis de ser realizadas dentro da universidade, tendo que se desdobrar nos horários de almoço, à noite e algumas vezes faltar às aulas para cumprir as exigências e poder complementar nossa formação. Basicamente as atividades complementares são: científicas, ligadas à formação, culturais/artís- ticas/esportivas e de gestão. (Grifo nosso)
EEF5, EEF6, EEF8 e EEF10 acreditam que a proposta curricular prevê o envolvimento dos estudantes no mundo do trabalho, na forma de estágios e pro- jetos de extensão. Nesse encaminhamento, EEF10 destaca que a participação dos estudantes nos projetos de extensão deveria ser obrigatória a fim de pro- mover aprendizagens profissionais:
A princípio somente os estágios do currículo estavam na proposta de formação; no entanto, o estágio extracurricular, os projetos de extensão e os grupos de es- tudos dependem estritamente de cada aluno para sua realização, o que poderia ser bem diferente, a universidade oferecendo estes estágios extracurriculares e obrigando todos os alunos a participarem dos projetos de extensão e grupos de estudos, visto que os mesmos trazem uma riqueza e um conhecimento muito grande em se tratando da relação teoria-prática, e preparação para a profissão. Em relação ao questionamento sobre as atividades profissionais estarem adequadas à proposta de formação do curso, identificamos que a maioria dos docentes desconhece se a proposta prevê o envolvimento dos estudantes com essas atividades, como podemos observar a seguir:
[...] as atividades profissionais talvez deveriam receber maior atenção em outras disciplinas pra que efetivamente elas consigam trazer algum benefício na for- mação. Eu não sei em outras atividades, mas aquelas relacionadas com lazer e recreação, elas tendem a fornecer uma formação maior, especialmente porque a grade curricular nos impede de entrar adequadamente em todo o conteúdo rela- cionado com essas temáticas. Eu não tenho essa firmeza, o conhecimento de que esse envolvimento esteja previsto no projeto pedagógico do curso, com exceção da questão dos estágios, outro tipo de envolvimento com empresa júnior, criação de empresa júnior ou outras estratégias, que eu saiba isso não é vinculado ao projeto base que nós vivenciamos.
Alguns docentes, como DEF2, defendem que essas atividades deveriam funcionar como estágio supervisionado: