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Türkiye’de Sürdürülebilir Kalkınma Anlayışının İşletmelerin Sosyal Sorumluluğu

BÖLÜM 2 : İŞLETMELERİN SOSYAL SORUMLULUĞU

3.3. Türkiye’de Sürdürülebilir Kalkınma Anlayışının İşletmelerin Sosyal Sorumluluğu

Os valores mínimo, médio, máximo e desvio padrão dos resultados das análises de THM instantâneos e na rede de distribuição encontram-se resumidos nas Tabelas 5.7.1 e 5.7.2. As porcentagens de remoção de THM instantâneos e na rede de distribuição estão indicadas na Tabelas 5.7.3 e 5.7.4.

Tabela 5.7.1 – Valores mínimo, médio, máximo e desvio padrão de THM instantâneos.

Valores THM instantâneos (µµµµg/L) REAF REAO F1 F2 F3 F4 Mínimo 3,8 3,7 < 0,5 < 0,5 < 0,5 4,0 Médio* 17,8 17,8 11,1 8,8 8,9 8,3 Máximo 28 29,0 22,0 14,0 17,0 13,0 Desvio Padrão 5,6 5,6 5,7 2,9 4,2 2,4

*: Valores médios obtidos a partir dos dados do APÊNDICE F.

Tabela 5.7.2 – Valores mínimo, médio, máximo e desvio padrão de THM na rede de distribuição.

Valores THM na rede de distribuição (µµµµg/L) REAF REAO F1 F2 F3 F4 Mínimo 28,0 5,9 5,1 4,8 4,3 20,0 Médio* 58,9 59,9 30,0 35,9 27,2 39,1 Máximo 94,0 97,0 47,0 56,0 47,0 74,0 Desvio Padrão 17,5 19,4 10,2 10,5 11,4 12,1

Tabela 5.7.3 – Valores mínimo, médio, máximo e desvio padrão da porcentagem de remoção de THM instantâneos.

Valores

Porcentagem de remoção de THM instantâneos (%)

REAO F1 F2 F3 F4

Mínimo 0,8 15,1 7,1 1,7 3,4

Médio* 11,8 43,0 50,8 51,8 52,6

Máximo 52,0 97,4 96,9 97,1 76,5

Desvio Padrão 10,9 24,6 18,7 25,8 19,7

*: Valores médios obtidos a partir dos dados do APÊNDICE F.

Tabela 5.7.4 – Valores mínimo, médio, máximo e desvio padrão da porcentagem de remoção de THM na rede de distribuição.

Valores

Porcentagem de remoção de THM na rede de distribuição (%)

REAO F1 F2 F3 F4

Mínimo 1,8 7,1 4,5 11,1 16,1

Médio* 18,7 50,1 44,2 52,7 38,2

Máximo 89,1 91,2 91,6 93,5 68,4

Desvio Padrão 22,2 18,4 16,6 20,5 11,2

*: Valores médios obtidos a partir dos dados do APÊNDICE F.

A remoção média dos trialometanos pelo processo de ozonização foi de 11,8 % (Tabela 5.7.3) enquanto que a biofiltração foi responsável por remoções médias de 43 % (filtro 1) e 50,8 % (filtro 2). Valores estes um pouco superiores aos verificados em estudo publicado pela AWWARF (2005) para a biofiltração (entre 25 e 40 %). No entanto, os filtros 3 e 4, alimentados com água não ozonizada, apresentaram remoções médias ainda maiores (51,8 % e 52,6 %, respectivamente), indicando que o processo de ozonização não levou a uma melhora significativa na remoção dos THM. Os menores valores médios de THM registrados foram dos filtros 2 e 4 (8,8

Em estudo divulgado por Chaiket et al. (2002), o processo de ozonização foi responsável por uma remoção de aproximadamente 20 % dos THM na rede de distribuição, valor muito próximo a média aqui obtida (18,7 %).

Os menores valores médios de THM na rede de distribuição encontrados foram nas águas efluentes dos filtros de CAG betuminoso, isto é F1 e F3 (30 µg/L e 27,2 µg/L, respectivamente).

6. CONCLUSÕES

A partir do estudo de desempenho dos pós-filtros adsorvedores de CAG de origem mineral (betuminoso) e vegetal (casca de coco), alimentados com água filtrada da ETA ABV, seguida ou não de ozonização, foi possível concluir que:

• Os menores valores médios de turbidez (0,226 UNT e 0,174 UNT) ocorreram nas águas efluentes dos filtros de CAG betuminoso (F1 e F3, respectivamente);

• Os valores médios de COT nas águas efluentes dos filtros 1 e 3 (1,42 mg/L e 1,62 mg/L) foram menores do que os dos filtros 2 e 4 (1,91 mg/L e 2,14 mg/L), indicando que os carvões de origem betuminosa apresentaram uma melhor remoção de COT do que os de origem vegetal. A maior remoção média de COT foi verificada na água efluente do filtro 1, alimentado com água ozonizada, indicando que a biofiltração contribui na redução do COT;

• Comparando-se os filtros alimentados com água ozonizada (F2 e F1) observou-se que tanto os valores do número de partículas ≥ 2,0 µm, quanto os valores do número de partículas entre 1,2 µm e 2,0 µm, foram superiores na água efluente do filtro de CAG vegetal (193 partículas/mL versus 141 partículas/mL e 4.869 partículas/mL versus 3.412 partículas/mL, respectivamente). No entanto, o valor médio da CBH na água efluente do filtro 1 (537 UFC/mL) foi superior ao da água efluente do filtro 2 (485 UFC/mL);

• Os maiores valores médios de CBH ocorreram nas águas efluentes dos filtros 1 e 2. O que indiretamente indica a formação de um biofilme, devido à ozonização;

• Houve uma remoção média de 48,4 % no NP ≥ 2,0 µm e um aumento de 30 % no NP entre 1,2 µm e 2,0 µm na água efluente do filtro 1 em relação à água do REAO. Os valores do número de partículas entre 1,2 µm e 2,0 µm no efluente do filtro 2 foram superiores aos seus valores de entrada (REAO);

assim como também o NP nas águas efluentes dos filtros 3 e 4, em relação à água do REAF;

• O aumento na dosagem de ozônio não levou a uma redução significativa no número de partículas ≥ 2,0 µm (permanecendo < 420 partículas/mL) e nem no número de partículas entre 1,2 µm e 2,0 µm (permanecendo < 10.500 partículas/mL);

• Os valores de COT, nas águas efluentes dos filtros, mantiveram-se, na maioria dos casos, entre 1,0 e 2,5 mg/L, independentemente do número de partículas;

• Independentemente do número de partículas, a perda de carga nos filtros alimentados com água ozonizada permaneceu inferior a 60 cm (F1 e F2). O filtro de CAG vegetal alimentado com água filtrada da ETA manteve a sua perda de carga inferior a 150 cm (F4) e o filtro de CAG betuminoso (F3) foi o que apresentou a maior variação (inferior a 300 cm);

• Os valores de MIB na água do REAF foram superiores aos do REAO, indicando que a ozonização contribuiu para a redução (média de 53,4 %) deste composto. Para remoções acima de 60 % seria necessário aplicar dosagens superiores a 2,0 mg/L ou utilizar processos de oxidação avançada (O3 + H2O2);

• O filtro que apresentou os menores valores de MIB foi o CAG betuminoso, alimentado com água ozonizada (F1), com uma remoção média de 50,6 %. Além disso, foi o único filtro que apresentou valores médios de MIB abaixo da concentração limiar de odor (< 9,0 ng/L). O filtro que apresentou os maiores valores de MIB, foi o 4 (CAG vegetal alimentado com água filtrada da ETA);

• Para obter-se remoções maiores com a biofiltração seria necessário diminuir a taxa de aplicação nos filtros;

• Apesar das águas efluentes dos filtros 2 e 3 apresentarem praticamente os mesmos valores médios de MIB, a porcentagem de remoção alcançada pelo CAG betuminoso (média de 56,8 %) foi superior ao do CAG vegetal (34,3 %);

• Os valores de geosmina na água do REAO foram inferiores aos da água do REAF, indicando que a ozonização contribuiu para a redução deste composto (redução média de 39,2 %). Os valores médios de geosmina verificados nas águas efluentes dos filtros 1, 2 e 3 foram semelhantes (2,0 ng/L). No entanto, a maior remoção encontrada foi no filtro de CAG betuminoso, alimentado com água não ozonizada (52,1 %). A água efluente do filtro 4 (CAG vegetal) foi a que apresentou os maiores valores de geosmina;

• Aumentando-se a dosagem de ozônio, aumentou-se a remoção de MIB. No entanto, não foi possível verificar esta mesma relação para a remoção de geosmina;

• A remoção média dos trialometanos instantâneos pelo processo de ozonização foi de 11,8 %, enquanto que a biofiltração foi responsável por remoções médias de 43 % (filtro 1) e 50,8 % (filtro 2). Os filtros 3 e 4, alimentados com água não ozonizada, apresentaram remoções médias ainda maiores (51,8 % e 52,6 %, respectivamente), indicando que o processo de ozonização não levou a uma melhora significativa na remoção dos THM. Os menores valores médios de THM instantâneos registrados foram nos filtros 2 e 4 (8,8 µg/L e 8,3 µg/L, respectivamente);

• A ozonização foi responsável por uma remoção média de 18,7 % nos THM na rede de distribuição;

• Os menores valores médios dos THM na rede de distribuição encontrados foram nas águas efluentes dos filtros de CAG betuminoso, isto é F1 e F3 (30