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2. BANKALARCA ULUSLARARASI ÖDEME ŞEKİLLERİ

3.18. Alternatif Finansman Yöntemleri

3.18.3. Leasing (Finansal Kiralama)

3.18.3.5. Türkiye’de Leasing Uygulaması

A análise dos dados apontou para um padrão de utilização semelhante ao observado em outros estudos brasileiros, em que aparece a categoria de risco A, seguida da B, C, D e X, com prevalências bem superiores na classe de risco A. Em município do estado de

São Paulo 37,7% das gestantes utilizaram essa categoria de medicamentos, no nordeste do país 42,7% e na cidade de São Paulo 48,2%(CARMO; NITRINI, 2004; GUERRA et al., 2008; MAEDA; SECOLI, 2008). Em contrapartida, esses dados diferem de estudos desenvolvidos em outros países que apresentam uma maior utilização de medicamentos da classe B e C, como observado por Andrade et al. (2004) nos Estados Unidos e por Hardy et al. (2006) no Reino Unido.

Ainda que as diferenças metodológicas entre os estudos tornem relativas as comparações, verifica- se que em Santo Antônio de Jesus o consumo de medicamentos da classe A durante a gravidez foi maior que o encontrado nos trabalhos citados. Considerando- se que a anemia na gestação foi relatada por 27,84% das participantes do estudo, observa-se um grande consumo profilático de medicamento antianêmicos, o que aumenta a prevalência de medicamentos da classe de risco A.

Constatou-se que cerca de 25% das mulheres grávidas utilizaram um ou mais medicamentos das categorias de risco da FDA C, D, ou X durante a gravidez . Esses dados se assemelham a maioria dos estudos realizados no Brasil, em que essas prevalências variam de 17,5% a 29,0% (BRUM et al., 2011; CARMO; NITRINI, 2004; GUERRA et al., 2008; MAEDA; SECOLI, 2008; OSORIO-DE-CASTRO; PAUMGARTTEN; SILVER, 2004). Na literatura internacional Yang e colaboradores (2008), em trabalho realizado no Canadá encontraram uma prevalência de dispensação de medicamentos dessas classes de risco de 19,4%, em estudo sérvio a prevalência observada medicamentos de 18,2% (ODALOVIC, MARINA et al., 2013).

Dos medicamentos de risco utilizados, a maioria pertence a categoria C da FDA, entre eles a escopolamina e a dipirona em associação ou isolados. A dipirona é o principal analgésico vendido no Brasil, com 31,8% do mercado, porém está proibido em alguns países europeus e nos Estados Unidos devido associações a eventos adversos graves, por esse motivo a literatura recomenda para analgesia durante a gestação o uso do paracetamol (DAL PIZZOL et al., 2009; EMERENCIANO; KOIFMAN; POMBO-DE-OLIVEIRA, 2007; SHARPE; FRANCO, 1996).

Apenas 2,74% (N=30) das gestantes utilizaram medicamentos das classes D e X, sendo a progesterona o medicamento mais prescrito dessas classes, ela pode ter sido intencionalmente prescrita no início da gravidez, na tentativa de prevenir o aborto espontâneo. Revisão sistemática da Cochrane em 2013, concluiu que as evidências não suportam o uso rotineiro para esta finalidade, embora, possa ser eficaz em mulheres com história de aborto espontâneo recorrente (HAAS; RAMSEY, 2013).

Gestantes com mais de nove anos de estudo tiveram a prevalência da utilização de medicamentos seguros aumentada, o que pode significar que estão seguindo com mais afinco as prescrições ou que as gestantes com menor escolaridade podem estar negligenciando o tratamento, expondo-se a patologias como anemia ou deficiência de ácido fólico. Medicamentos da categoria A/B são considerados isentos de risco, portanto esses resultados sugerem a necessidade de supervisão por parte do profissional de saúde para assegurar a adequada terapêutica às gestantes com menor escolaridade, pois a falta de entendimento das prescrições pode influenciar na adesão e na eficácia do tratamento (FERREIRA; MELNIKOV; KADRI, 2011).

O maior número de consultas pré-natal associou-se a uma maior prevalência de consumo de medicamentos isentos de risco, o que evidencia a importância do acompanhamento na prevenção de intercorrências gestacionais, comprometimento fetal, e alivio de sintomas relacionados ao início da gestação, especialmente em vista dessa classe constituir-se de antianêmicos, vitaminas, analgésicos e medicamentos para náuseas (GEIB et al., 2007).

Apresentar problemas de saúde durante a gestação esteve associado ao uso de medicamentos seguros, o que pode ter sido impulsionado por uma necessidade de tratamento farmacológico (NORDENG et al., 2001) o que mais uma vez confirma a importância do acompanhamento das gestantes para garantia do tratamento adequado de suas patologias crônicas ou agudas (OSORIO-DE-CASTRO; PAUMGARTTEN; SILVER, 2004).

O uso de medicamentos de risco está associado a ter idade maior que 24 anos, resultado semelhante ao de alguns estudos brasileiros, Andrade e colaboradores (2014) na cidade de Rio Branco – Acre encontraram uma razão de Odds de 2,07 para gestantes entre 25 e 43 anos, no Rio Grande do Sul uma odds de 1,63 foi observada para associação de utilização de medicamento de risco e gestantes com mais de 20 anos (GEIB et al., 2007). Estudo realizado na Irlanda em que apenas foi avaliada utilização de medicamentos de risco incluindo as classes D/X, também foi encontrado uma associação com a idade materna maior que 25 anos (CLEARY et al., 2010).

O acompanhamento pré-natal esteve associado ao uso de medicamentos de risco. Trabalho de Andrade et al. (2014) observou que ter realizado mais de 6 consultas pré natais associou-se ao uso de medicamentos de risco (ORa 1,78 IC 95% 1,33-2,38), esse dado difere do encontrado nesse estudo em que não houve associação com essa variável.

Porém, período do início do pré- natal aumentou a prevalência do uso de medicamentos de risco nessa população, sendo assim supõem-se que as gestantes que

procuram o serviço de saúde no inicio da gestação podem tê-lo feito também por já possuir problemas de saúde, ou alguma intercorrência gestacional que as expõem a utilização maior de medicamentos de risco.

Ter problemas de saúde está associado ao uso de medicamentos de risco, corroborando com trabalhos nos quais problemas na gestação também aumentaram essa prevalência. Gestantes com doenças crônicas tinham quatro vezes mais chance de se expor a esses medicamentos quando comparadas as mulheres sem doenças crônicas em estudo realizado no Canadá (YANG, TUBAO et al., 2008), intercorrências na gestação aumentaram o risco de utilização de medicamentos da categoria de risco C (ORa 3,04, IC 95% 2,29-4,04) e categoria D (ORa 5,78; IC 95% 1,36-24,62) (GEIB et al., 2007) e estudo americano também encontrou associação com problemas na gestação e uso de medicamentos de risco (ORa 2.5;

IC 95% 0.7 - 8.5) (LEE et al., 2006).

5.3 Limitações do estudo

Os resultados obtidos nessa pesquisa estão sujeitos a algumas limitações, uma delas é o delineamento transversal do presente estudo, no qual fatores associados e desfecho são observados em um mesmo momento, pode conter viés de causalidade reversa.

Outra reside no fato de ser um estudo retrospectivo que depende da memória das pacientes sobre os medicamentos utilizados ao longo da gestação o que pode levar a uma subestimação. Em relação aos medicamentos usados antes da gestação uma limitação se refere a não ter sido definido o período de utilização do medicamento antes do diagnóstico gestacional, o que pode ter levado a respostas com variações dependendo de cada gestante.

Com uso de questionário padronizado e testado, equipe bem treinada e validação dos dados por comparação das informações obtidas pelos questionários com aquelas registradas nos cartões de pré-natal, procurou-se minimizar esse viés.

O estudo foi realizado somente na zona urbana da cidade devido às dificuldades enfrentadas para a coleta na zona rural, onde é possível existir uma distribuição diferente das características gestantes e do uso de medicamentos, dessa forma o presente estudo não representa a totalidade das gestantes da cidade.

7 CONCLUSÃO

O Município de Santo Antônio de Jesus apresentou um perfil de utilização de medicamentos semelhante aos demais estudos realizados no Brasil, em que gestantes estão expostas a uma variedade de medicamentos sejam estes para prevenção ou tratamento de patologias, antes e durante a gestação.

Utilizar medicamentos antes do diagnóstico gestacional pode expor o concepto a situações que, muitas vezes, levam a desfechos desconhecidos. Outros estudos são necessários para avaliar os fatores associados à utilização de medicamentos antes da gestação, pois é fundamental conhece-los para criação de estratégias para orientação e acompanhamento de mulheres em idade fértil, dentro do planejamento familiar, com o intuito de reduzir a exposição a medicamentos antes da gestação.

O uso de medicamentos durante a gestação aparece associado com fatores relativos ao acompanhamento pré-natal, como o maior número de consultas e a presença de problemas de saúde, o que aponta para a necessidade de intervenções para promoção e prevenção dos agravos durante o período gestacional.

O uso de medicamentos de risco esteve associado às gestantes com mais de 30 anos de idade, com início do atendimento pré-natal e com a presença de problemas de saúde, indicando a importância de um atendimento pré-natal de qualidade para garantir a utilização de forma segura e consciente desses medicamentos.

Diante desses dados e considerando as limitações apontadas por este estudo é necessário o desenvolvimento de evidências científicas capazes de promover a melhoria contínua da qualidade da assistência materno-infantil, além de investimentos em educação profissional continuada que promovam o uso racional de medicamentos no período pré-natal.

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ANEXOS

Benzer Belgeler