3.3. Araştırmanın Yöntemi
3.3.3. Veri Toplama Araçları ve Uyarlama Çalışmaları
3.3.3.2. Bilişsel Uyumsuzluk Ölçeğinin Türkçe’ye Uyarlama Çalışması
3.3.3.2.1. Türkçe Bilişsel Uyumsuzluk Ölçeğinin Geçerlilik Analizleri
Estando os canais preparados adequadamente para a obturação, realizamos a eleição dos cones de guta percha e dos cimentos obturadores de canal radicular.
As 160 raízes foram divididas, aleatoriamente, em 4 grupos experimentais de 40 raízes cada, de acordo com o cimento utilizado para obturação dos canais radiculares. Os cimentos testados foram:
Grupo I: Sealer 26 (Dentsply Industria e Comércio Ltda. Petrópolis, RJ- Brasil) (Anexo 2)
Grupo II: Endofill (Dentsply Industria e Comércio Ltda. Petrópolis, RJ- Brasil) (Anexo3 )
Grupo III: Sealapex (Kerr/Sybron Romulus, MI, USA) (Anexo 4)
Material e Método 91
Preparo dos cimentos obturadores:
Todos os cimentos foram proporcionados e manipulados até se obter uma consistência de uso clínico.
Para o preparo do cimento Sealer 26 foram utilizados inicialmente 1,5g de pó para 0.8ml de líquido, de acordo com testes preliminares já realizados, onde partindo de 1ml de líquido e 2,0g de pó, incorporando-se o pó ao líquido até se obter uma “massa de vidraceiro” e em seguida uma gota do líquido era incorporada para se conseguir uma consistência clínica satisfatória, ou seja, uma mistura lisa e homogênia que se partiu a uma altura de 2mm aproximadamente, ao ser levantada pela espátula. O pó remanescente era pesado e calculado a quantidade usada. O cimento foi espatulado com o auxílio de uma espátula número 24 (Duflex, Artigos Dentários Ltda., Juiz de Fora, MG, Brasil), até se obter uma pasta homogenia. Para obturar seis canais radiculares foi utilizado 0.4gramas para 22 gotas (agulha BD, 0.55X20, 24 G ¾).
Para o preparo do cimento EndoFill a proporção utilizada inicialmente foi de 1g de pó para 0,15ml de líquido, de acordo com testes preliminares (BONETTI FILHO, 1990) 14. O cimento foi espatulado com o auxílio de uma espátula número 24 (Duflex, Artigos Dentários Ltda., Juiz de Fora, MG, Brasil), até se obter uma pasta homogênia, onde ao se levantar a espátula, este demorava cerca de 15 segundos para cair, formando um fio de aproximadamente 2 a 3 cm antes de se romper. Em média foi utilizado 0,58 g para 22 gotas (agulha BD, 0.55X20, 24 G ¾), para se obturar seis canais.
Para o Sealapex foram proporcionadas quantidades iguais de pasta catalisadora e pasta base sobre um bloco de papel especial fornecido pelo fabricante. Foram utilizados 2 centímetros de pasta catalisadora e dois centímetros de pasta base para obturar cinco canais radiculares. As pastas foram manipuladas e espatuladas com o auxílio de uma espátula número 24 (Duflex, Artigos Dentários Ltda., Juiz de Fora, MG, Brasil), até se obter uma pasta homogênia.
Material e Método 92
Para o preparo do cimento experimental, que é um cimento composto por duas seringas, uma contendo o polímero e a outra o pré-polímero. Ao polímero foi adicionado 1 g óxido de zinco para dar radiopacidade ao cimento e colocados sobre uma placa de vidro e espatulados com o auxílio de uma espátula número 24 (Duflex, Artigos Dentários Ltda., Juiz de Fora, MG, Brasil), até se obter uma pasta homogênia, esta mistura era colocada em uma seringa até o momento de uso. O pré-polímero também foi colocado em uma seringa plástica. Para obturarmos seis raízes utilizamos 0.4 ml da pasta (polímero com o óxido de zinco) e 18 gotas do pré-polímero (SOUZA, 2004)112.
Materiais em estado sólido:
O cone de guta percha principal foi da Dentsply-Maillefer, Brasil na conicidade 0,02mm/mm e correspondente ao último instrumento utilizado na confecção do batente apical, ou seja, o instrumento de memória (número 35), os quais foram comprovados radiograficamente e realizado os ajustes quando necessário (Figura 2)
Material e Método 93
Selecionamos, também, os cones auxiliares de guta percha “M” da Dentsply-Maillefer, Brasil.
Técnica utilizada para a obturação dos canais radiculares:
A técnica utilizada para a obturação foi à mesma para todos, ou seja, a condensação lateral ativa pelo método clássico, onde o instrumento de memória carregado com o cimento obturador foi introduzido no canal radicular até o comprimento de trabalho e removido girando no sentido anti-horário e levado de encontro às paredes até que todas elas ficassem bem recobertas pelo cimento. O cimento foi passado sobre todo o cone principal e inserido no canal realizando movimentos curtos de avanços e retrocessos até atingir o comprimento de trabalho, evitando-se assim a formação de possíveis bolhas.
Estando o cone principal em posição no canal radicular, realizamos a condensação lateral ativa com espaçadores digitais C (finger spreaders -Dentsply- Maillefer) de cor azul de 21mm fabricado em aço inoxidável. O instrumento penetrou ao lado do cone principal forçando-o de encontro às paredes, no sentido do eixo do canal radicular com movimento de oscilação (horário e anti-horário) e ligeira pressão apical (penetração) até atingir o seu comprimento, isto é, 2mm a menos que o Comprimento Real de Trabalho demarcados com limitadores de penetração e submetido à 2 giros no sentido horário. Em seguida removido efetuando duas a três voltas completas no sentido anti-horário, favorecendo a obtenção de um espaço que foi preenchido pelo cone de guta percha auxiliares M , totalmente envolto por cimento. Esta manobra foi repetida até que o espaçador não penetrasse mais no interior do canal radicular na junção do terço médio e cervical, sendo utilizada uma média de cinco cones auxiliares para cada canal obturado (Figura 3).
Material e Método 94
FIGURA 3- Obturação do canal radicular: condensação lateral ativa.
Após o preenchimento do canal radicular, foi utilizado um condensador de Paiva (Golgran, São Paulo) previamente aquecido em lamparina a álcool para o corte no sentido lateral, do excedente de material obturador da entrada dos canais radiculares e outro calcador frio para a condensação vertical no sentido apical, deixando um espaço de 2mm para colocação do material selador provisório.