2.3. Satın Alma Süreçlerinde Bilişsel Uyumsuzluğa Etki Eden Faktörler
2.3.3. Bağlanma Biçimleri
2.3.3.1. Satın Almada Bilişsel Uyumsuzluk ve Bağlanma Biçimleri
Kharmandayn 60 (1997) estudou através de implantes em osso de coelho a
interface entre o osso e o pino de poliuretana, durante o processo de reparação tissular nos tempos de observação de 1, 30, 60, 120, 180 e 360 dias de pós-operatório
utilizando microscopia de luz e eletrônica de varredura. Os resultados revelaram que no primeiro dia de pós-operatório, a parede do canal de implante do pino estava revestida por smear layer, conseqüente à ação da broca. Os grupos de 30, 60, 120 dias de pós-operatório, mostraram a formação de tecido colágeno denso envolvendo a superfície do pino pequena irregularidades de superfícies dos implantes foram notadas nestes grupos, revelando a adesão do colágeno à superfície da resina, o que provocou uma reparação na interface osso/pino. As trabéculas ósseas adjacentes revelaram uma disposição irregular tanto em cortes histológicos, como nos aspectos tridimensionais em imagens obtidas através da microscopia eletrônica de varredura. A orientação de
fibras colágenas era notada nitidamente envolvendo a superfície do pino. Nos grupos de 180 e 360 dias de pós-operatório, houve uma formação de fibras colágenas de disposição ordenada. Os aspectos histológicos revelaram a presença de um tecido conjuntivo denso constituindo a interface osso/pino. O implante de poliuretana foi acompanhado de uma neo-formação óssea bem evidente, na porção próxima à superfície que se estende até a profundidade do canal. Além disso, os dados obtidos revelaram diferenças apenas de aspectos estruturais decorrentes da reparação tissular, nas fases examinadas, mais intensas no grupo de 360 dias de pós-operatório e com pinos com carbonato de cálcio.
O primeiro e único trabalho de pesquisa no campo odontológico, encontrado na literatura, foi desenvolvido por (COSTA et al.25, 1997) que testaram a
biocompatibilidade da poliuretana de mamona colocada em tubos de polietileno, que foram implantados no dorso de ratos por períodos de observação de 7, 15, 30 e 60 dias. O material foi comparado com o óxido de zinco e eugenol (OZE). Aos 7 e 15 dias a poliuretana promoveu moderada reação inflamatória com predomínio de células mononucleares, novos vasos sangüíneos e degradação do colágeno. Esses eventos histológicos foram menos relevantes para o OZE. Com o decorrer dos períodos, foi notada regressão dos eventos inflamatórios e reparação junto a abertura dos tubos. Aos 30 e 60 dias, um tecido fibroso denso envolvia o tubo de polietileno, sendo que para ambos materiais, o tecido conjuntivo adjacente apresentava
características histológicas de normalidade. O OZE foi menos irritante que a
poliuretana quando implantado, porém os materiais apresentaram biocompatibilidade aceitável.
Roselindo et al.105 (1997) estudaram experimentalmente germes dentários de
primeiros molares inferiores de feto de camundongos com 17 dias, cultivados in vitro durante 6 dias juntamente com resina poliuretana vegetal. Os germes dentários foram incubados em meio de cultura em estufa com atmosfera umida, com 5 % de CO2 a 73ºC. A resina poliuretana vegetal elaborada a partir do óleo de mamona foi testada, avaliada isoladamente ou acrescida de 50 % de carbonato de cálcio. A resina
poliuretana vegetal, avaliada isoladamente ou acrescida de carbonato de cálcio, mostrou-se compatível com o desenvolvimento dos germes dentários quando cultivados in vitro, sugerindo a não liberação de substâncias tóxicas para o meio de
cultura.
Fuentefria 39 (1998) efetuou uma avaliação histológica da reação tecidual,
frente a implante de poliuretana vegetal, na tíbia de rato. O presente trabalho foi desenvolvido em um modelo experimental, com o objetivo de avaliar, através de microscopia óptica, as reações teciduais frente ao implante intra-óssea do polímero da mamona em tíbia de ratos Novergicus Wistar, com aproximadamente um ano de idade e pesando 340gr. em média. Os animais foram divididos em três grupos de ratos, denominados de A, B e C, sendo cada grupo subdividido em dois subgrupos , teste e controle, de acordo com o tempo de observação: A1 e A2- 21 dias; B1 e pela técnica histológica corrente, sendo os cortes corados por hematoxilina e eosina. Os achados histológicos demonstrarem que o início de osteogênese foi mais precoce nas amostras tratadas com poliuretana vegetal, com avaliação estática positivo, em relação às respectivas amostras-controle, no subgrupo C2. Os resultados obtidos recomendam a continuação das pesquisas com esse material.
Teixeira et al.125 (1999) realizaram estudo da neoformação óssea basal da
mandíbula de 40 ratos após preparo de um defeito ósseo obtido com fresa cilindrico- cônica e preenchimento ósseo de 20 ratos do grupo experimental com poliuretano vegetal sem CaCo3. Os demais 20 ratos, representando o grupo controle, não receberam nenhum tratamento. Decorrido 15, 25, 40 e 60 dias após a cirurgia, os animais foram sacrificados e suas mandíbulas removidas e coradas com hematoxilina e eosina para o estudo morfológico sob microscopia óptica comum. Os resultados demonstraram grande aceitação orgânica à resina, não ocorrendo formação de cápsula, tampouco migração local de células inflamatórias.
Tavano et al.124 (1999) avaliaram a densidade radiográfica (níveis de cinza da
imagem radiográfica), em 3 grupos de coelhos por período (15, 30, 90 e 120 dias), realizando-se defeitos nas tíbias dos mesmos, nos quais implantaram polímero derivado da mamona em uma tíbia; e preservamos a outra apenas com o defeito, em cada animal, como controle. Os animais foram sacrificados em diferentes períodos e obtidas imagens radiográficas digitais das peças através da placa de imagem
sensibilizada por um aparelho de raios X convencional que foi lida pelo scanner a laser do sistema Digora (Soredex-Finland) utilizando um computador IBM-PC compatível. Avaliaram através deste programa de imagem (Digora for Windows 5.1)
a densidade radiográfica das áreas teste e controle em diferentes períodos e
comparamos com a radiopacidade subjetiva obtida das radiografias convencionais, concluindo que a imagem digital oferece boas condições de visualização da
interpretação radiográfica. A análise da densidade radiográfica digital demonstrou a evolução e o retardo do processo de reparo tal como ocorre na avaliação subjetiva da imagem radiográfica, mas permite ao profissional a obtenção de dados numéricos para analisar objetivamente a evolução do reparo ósseo.
Puricelli et al. 125 (1999) analisaram o comportamento do polímero poliuretano
da mamona implantado em leito subperióstico em ângulos mandibulares de ratos. Vinte Rattus novergicus (var. Albinus rodentia mammalia, cepa Wispar) foram divididos em quatro grupos de cinco animais. O polímero poliuretano da mamona, com adição de carbonato de cálcio foi implantado no bordo inferior da mandíbula dos mesmos. Em cada grupo, um animal correspondeu ao controle, tendo sido submetido à cirurgia sem colocação do implante. Os animais foram sacrificados após 15, 30, 60 e 90 dias pós-operatórios. Ao exame histológico, em cortes corados, com
hematoxilina e eosina (HE), observou-se a estabilidade do implante, a ausência significativa de reação inflamatória, a formação de cápsula fibrosa circunjacente ao implante, e neoformação óssea. Segundo as condições experimentais, concluímos que o poliuretano da mamona, implantado em leito subperióstico, não desencadeou reação inflamatória tardia significativa, tendo levado ao desenvolvimento da cápsula fibrosa circunscrita, com evolução para neoformação óssea. Sinais de rejeição, exposição ou expulsão do implante não foram observados.
Pascon 94, em 1999, comparou a biocompatibilidade do polímero de mamona-
Poliol (P) com os cimentos AH26 (A), Dentinol (D), Kerr Sealer (K) e Sealapex (S), utilizando os testes iniciais de citoxicidade de implante subcutâneo e implante intra- ósseo em cobaias, recomendados pelos documentos da FDI e ADA/ANSI. O método
in vitro foi o de liberação de crômio radioativo em cultura de células L929. Os
materiais foram testados por 4 e 24 horas, decentemente preparados (fresco), 24 e 60 horas após a presa. As células, sem contato com o material, serviram como controle da liberação espontânea. A análise estatística dos resultados mostrou diferenças significantes entre os materiais, os quais foram classificados, por ordem decrescente de toxicidade, em: 4 horas: fresco: K, A, D, S, P; 24 e 60 horas: K, S, P, A, D; 24 horas: fresco: A, D, S, K, P; 24 horas presa: K, D, S, P, A; 60 horas presa: K, S, P, A, D. Para o implante subcutâneo foram utilizadas 45 cobaias, as quais receberam quatro
implantes dorsais com o mesmo material. A parede externa do tubo serviu como controle. Para o implante intra-ósseo, 84 cobaias receberam 1 implante de cada lado da sínfase da mandíbula. Copos vazios e a parede externa do copo serviram como controle. Após 30, 60 e 90 dias, os animais foram mortos e os espécimes processados para exame histológico de rotina. Os resultados mostraram que todos os materiais, com exceção do Poliol apresentaram reação inflamatória que variava de moderada a severa em todos os tempos de observação, nos dois testes utilizados. Esses resultados permitiram concluir que, de acordo com os critérios da FDI e ADA/ANSI, o Poliol foi considerado um material biocompatível, apresentando condições para sua utilização como material de obturação de canal.
Yunes 134 (1999) analisou a capacidade seladora do polímero derivado do óleo
da mamona em retroobturações. Foi comparado ao amálgama, o cimento N-Rickert, o polímero derivado da mamona, a guta percha e ao cianoacrilato de etila e guta percha, através da infiltração do azul de metileno a 0,5% e vácuo por 5 minutos. Os resultados demonstraram que o polímero derivado da mamona e o cianoacrilato associado a guta percha tiveram os menores níveis de infiltração.
Costa et al.25 (2000) avaliaram a biocompatibilidade do polímero de
poliuretana vegetal derivada do óleo de mamona em estudo comparativo com cimento de óxido zinco e eugenol: avaliação histopatológica de implantes subcutâneos de ratos. Implantes dorsais de tubos de polietileno contendo um cimento de poliuretana vegetal derivada de óleo de mamona (PVDOM) e cimento de óxido de zinco e eugenol (OZE), foram colocados no tecido conjuntivo subcutâneo de 20 ratos e histopatológicamente observados nos períodos de 7, 15, 30 e 60 dias. Nos primeiros períodos (7 e 15 dias) e PVDOM promoveu moderada reação inflamatória com predomínio das células mononucleares, novos vasos sanguíneos e degradação
colágena. Estes eventos histopatológicos foram menos relevantes para o OZE. Com o decorrer dos períodos foram notadas regressão dos eventos histopatológicos e
reparação junto à abertura do túbulo. Nos últimos períodos (30 e 60 dias), um tecido conjuntivo adjacente apresentava características histológicas de normalidade. O OZE foi menos irritante que o PVDOM quando implantado, porém os materiais
apresentaram aceitável biocompatibilidade.
O estudo de (GARCIA JUNIOR & RANGEL 43, 2000) teve como finalidade
anterior do seio maxilar após osteotomia e colocação de implantes de polietileno poroso de alta densidade - Medpor, poliuretana de mamona (Ricinus communis) e matriz óssea desmineralizada bovina. Foram empregados 8 macacos pregos (Cebus
apella). As análises foram feitas após 145 dias de implantação através de avaliações
histológicas e histométricas utilizando método de microscopia óptica
computadorizada - Imagelab 98. Os resultados mostraram que o reparo ósseo se estabeleceu em 77,24 % da superfície de contato com a matriz óssea bovina e 41,31% com Medpor e 28,24% do polímero de implantações. Como conclusões finais
podemos afirmar que o melhor comportamento histomorfológico foi da matriz óssea bovina, seguida do polietileno poroso de alta densidade - Medpor e da poliuretana de mamona (Ricinus communis), o qual respondeu com intensa fibrose e moderado infiltrado inflamatório crônico tardio.
Pascon et al.96 (2000) relataram que a poliuretana derivada do óleo de mamona
apresenta uma fórmula molecular que tem mostrado compatibilidade com os tecidos vivos. O propósito deste trabalho foi o de comparar a toxicidade do polímero de mamona (Poliol) com quatro materiais comerciais - AH26, Dentinol, Kerr Sealer, e Sealapex - segundo as normas da FDI e ADA/ANSI, com a finalidade de ser utilizado como cimento de obturação de canal. Todos os materiais foram manipulados de acordo com as instruções dos fabricantes. Os componentes individuais de cada material também foram testados separadamente. O método in vitro utilizado foi o de liberação de crômio radioativo em cultura de células L929 (SPANGBERG113, 1973).
Foram testadas 10 amostras de cada material, por 4 e 24 horas de contato
material/células, imediatamente após a sua manipulação (fresco), 24 e 60 horas após a presa. Dez amostras das células, sem contato com o material, serviram como controle da liberação espontânea do crômio.
Pascon et al. 97 (2000) relataram que a poliuretana derivada do óleo de
mamona apresenta uma fórmula molecular que tem mostrado compatibilidade com os tecidos vivos. O propósito deste trabalho foi o de comparar esse polímero (Poliol) com quatro materiais - AH26, Dentinol, Kerr Sealer, e Sealapex - segundo as normas da FDI e ADA/ANSI, com a finalidade da sua utilização como cimento de obturação de canal. Todos os materiais foram manipulados de acordo com as instruções dos fabricados. O método utilizado foi o de implante subcutâneo de tubos de Teflon em
cobaias. (FDI, 1980; ADA/ANSI, 1982). Foram utilizadas 45 cobaias (+800gr cada), que receberam quatro implantes dorsais com o mesmo material (12 por período). A parede externa do tubo serviu como controle da técnica. Após 30, 60 e 90 dias, os animais foram mortos e os espécimes processados para exame histológico de rotina.
Pascon et al. 98 (2000/2001) relataram que a poliuretana derivada do óleo de
mamona apresenta uma fórmula molecular que tem mostrado compatibilidade com os tecidos vivos. O propósito deste trabalho foi o de comparar esse polímero (Poliol) com quatro materiais comerciais - AH26, Dentinol, Kerr Sealer, e Sealapex - segundo as normas da FDI e ADA/ANSI, com a finalidade da sua utilização como cimento de obturação de canal. Todos os materiais foram manipulados de acordo com as
instruções dos fabricantes. O método utilizado foi o de implante intra-ósseo de corpos de Teflon em cobaias (FDI, 1980; ADA/ANSI, 1982). Foram utilizadas 75 cobaias (800gr. Cada), que receberam 1 implante de cada lado. Após 30, 60 e 90 dias, os animais foram mortos e os espécimes processados para exame histológico de rotina.
Calixto et al.22 (2001) realizaram um estudo cujos objetivos foram: 1) testar a
biocompatibilidade de uma resina natural derivada do óleo de mamona, implantada na cavidade de extração dental de ratos, e 2) estudar a possível interferência do material na cronologia do reparo alveolar. O material (AUG-EX, Poliquil Araraquara
Polímeros Químicos Ltda., Araraquara-SP) foi implantado no alveolo imediatamente após a extração do incisivo superior direito e os ratos foram sacrificados de 1 a 6 semanas após a extração ou extração-implante. As hemimaxilas foram descalcificadas e processadas para inclusão em parafina e obtenção de cortes semi-seriados, corados com hematoxilina-eosina. Os flocos da resina, de forma irregular e tamanho variável, localizaram-se entre os terços alveolares médio e cervical inicialmente circundados por tecido de granulação e a seguir por quantidade progressivamente maior de tecido ósseo, no geral com a presença de um tecido conjuntivo interposto, mas em algumas áreas estabelecendo aparente osseointegração direta. Não houve persistência da reação inflamatória, mas observou-se pequena quantidade de células gigantes aderidas à superfície do material, em todos os períodos. A análise histométrica
(contagem diferencial de ponto) do terço apical implantados, com menor neoformação óssea associada a maiores volumes percentuais de tecido conjuntivo e de
Cavalieri et al.23 (2001) realizaram um trabalho com o propósito de realizar
um estudo comparativo das respostas teciduais após a implantação de polímero de mamona, cimento ósseo e resina acrílica termicamente ativada em defeitos ósseos cirúrgicos confeccionados nas tíbias de coelhos mediante análises macroscópicas através da microscopia de luz. Foram utilizados nove coelhos adultos com peso médio de aproximadamente quatro quilos e divididos em quatro grupos: Polímero de
Mamona (PM), Cimento ósseo (CO), Resina Acrílica termicamente Ativada (RATA) e o Controle. Inicialmente, realizou-se a confecção de dois defeitos ósseos em cada tíbia. No lado direito, um defeito foi implantado com polímero de mamona (grupo PM) e o outro com cimento ósseo (grupo CO). No lado esquerdo, um defeito foi implantado com resina acrílica termicamente ativada (grupo RATA) e o outro foi preenchido apenas por coágulo sangüíneo (grupo Controle). Decorridos 30 dias, 60 e 90 dias, três coelhos de cada grupo foram sacrificados. As peças contendo os defeitos ósseos foram removidas em bloco, fixadas em formol a 10 %, processadas e
submetidas às análises macroscópica e microscópica através da microscopia de luz. O polímero de mamona, a resina acrílica termicamente ativada e o cimento ósseo foram bem tolerados pelos tecidos hospedeiros.
Bonini 13(2002) estudaram a poliuretana derivada do óleo da mamona a qual
tem sido estudada para substituir o tecido ósseo, uma vez que ela tem demonstrado ser um material biocompatível e Baratto. O objetivo do presente trabalho foi estudar o tipo, intensidade e duração da resposta inflamatória induzida por esta poliuretana. A suspensão do material na forma calcificada foi testada em camundongos isogênicos C57/BL/6. Por meio de microscopia de luz observou-se a migração de leucócitos na cavidade peritoneal da suspensão a qual revelou, inicialmente, o crescimento e predomínio do número de neutrófilos, e subseqüente ao decréscimo destes, o
predomínio dos mononucleares. E, embora no pulmão e no tecido subcutâneo, após as injeções endovenosa e subcutânea, a cinética de leucócitos seja semelhante a essa, no último, observamos a diferenciação morfológica de macrófagos e o desenvolvimento de granuloma do tipo corpo estranho. Portanto, concluímos que a poliuretana derivada do óleo da mamona apresentou um comportamento favorável a biocompatibilidade.
Ereno 33 (2003) descreve a respeito de um polímero, material semelhante ao
plástico, que tem como base o óleo da mamona (planta arbustiva muito comum no Brasil). A síntese deste material denominado de biopolímero, uma vez que possui
uma alta capacidade de interação com as células do corpo humano, não provocando casos de rejeição nas próteses humanas, é de autoria do professor Gilberto Orivaldo Chierice, do Instituto de Química de São Carlos, da Universidade de São Paulo (USP). O invento de CHIERICE recebeu em junho de 2003 a aprovação da Food and Drug Administration (FDA), a agência do governo Americano responsável pela liberação de novos alimentos e medicamentos, tendo esta realizado testes químicos e biológicos, como o de citotoxidade. No Brasil, o Ministério da Saúde já havia
aprovado o biomaterial em 1999, após 8 anos de trabalho de CHIERICE nessa área. O polímero registrado no Brasil como composto ósseo de ricinus (COR), em referência ao nome científico da planta (ricinus communis), recebeu nos Estados Unidos o nome de RG Kryptonite. O material produzido pela Poliquil (Empresa Poliquil, localizada em Araraquara, responsável pela comercialização do produto) é exportado em forma de Kit, com duas ampolas, composta de poliol e pré-polímero extraídos do óleo de semente de mamona, mais o carbonato de cálcio, misturado apenas no momento do uso. O sucesso do biopolímero é explicado pela compatibilidade que ele tem com o organismo humano, e segundo Lisete Toledo Ramalho (Professora da Faculdade de Odontologia de Araraquara da Universidade Estadual Paulista-UNESP) “na
composição química deste material existe uma cadeia de ácidos graxos cuja estrutura molecular esta presente nas gorduras existentes no corpo humano, por isso as células não identificam a resina da mamona como um corpo estranho e não as repelem. Segundo CHIERICE, este material favorece a regeneração óssea dependendo da forma como ele é preparado, e de acordo com trabalhos das professoras Isabel Froner e Isabel Yoko Ito, este material possui potencial bactericida e fungicida. Estas
pesquisas resultaram no registro de dois novos produtos bactericidas, o endoquil (usado no tratamento de canais radiculares) e o periquil (usado no tratamento periodontal)”.
Proposição 85
3 Proposição
A presente trabalho teve como objetivo avaliar, in vitro em dentes eclivados e radiografados:
1. Resíduos de material obturador após retratamento com método manual/mecânico e método mecânico rotatório
2. Influência do uso ou não de solventena presenção de resíduos
3. Influência do tipo de cimento na presença de resíduos
4. Contabilizar o tempo requerido para cada grupo na desobturação de canal
Material e Método 87