2. BÖLÜM
3.4. Türk Dış Politikası Açısından Suriye Krizi
3.4.3. Suriyeli Mülteci Sorunu ve Türkiye'ye Etkileri
T & D UC
EMPRESA 1 As áreas identificavam uma necessidade de capacitação ou desenvolvimento e solicitavam ao treinamento. Essa solicitação era verificada sendo então elaborado e executado o treinamento.
Os programas sofriam grande influência de “modismos”, e o treinamento era totalmente reativo.
Cada consultor do corpo técnico é um verdadeiro “diretor de programa”. Elaboram diagnósticos e conteúdos e dão supervisão operacional na execução dos programas. Para todos os programas são feitos pilotos.
EMPRESA 2 Treinamentos estratégicos eram demandados da alta direção e as solicitações técnicas eram atendidas conforme solicitações
Atendimento a demandas corporativas priorizados com o planejamento estratégico.
Nos programas motivacionais e institucionais a Escola submete seu plano à alta direção.
Nos funcionais específicos a área solicitante identifica sua necessidade e busca a escola que o ajusta de acordo com seu escopo.
EMPRESA 3 Os programas eram, em sua maioria, decididos pela diretoria junto com RH. Não havia LNT, prevalecia a visão da diretoria.
Toda direcionada as necessidades identificadas no planejamento estratégico.
Quadro 23: comparativo entre formas de operações
Percebemos mudanças significativas entre as atuações das estruturas de treinamento e da universidade corporativa. Em todos os casos a atuação deixa de ser exclusivamente reativa passando a ser um misto de pró-ativa e reativa; em nenhum dos casos pesquisados a universidade corporativa se caracteriza como exclusivamente pró-ativa.
A preocupação em atender a demandas corporativas e as demandas identificadas no planejamento estratégico são colocadas claramente.
6.3.4.2 Foco
T & D UC
EMPRESA 1 Predominantemente capacitação, havendo ainda aperfeiçoamento e desenvolvimento.
Capacitação, aperfeiçoamento, desenvolvimento e autodesenvolvimento de competências.
Técnico, comportamental e gerencial. EMPRESA 2 Estratégico, contemplando aspectos
técnicos e comportamentais para formação de lideranças.
Estratégico, contemplando técnico, comportamental e motivacional.
Tem caráter corporativo. EMPRESA 3 Inicialmente técnico e, posteriormente
comportamental e institucional.
Experimental/comportamental.
Conhecimento do negócio (tático e estratégico)
Cidadania corporativa Quadro 24: comparativo de foco
6.3.4.3 Tipos de programas
T & D UC
EMPRESA 1 Predominava a capacitação, havendo ainda aperfeiçoamento e desenvolvimento.
Programas estruturados, de autodesenvolvimento e de conhecimento compartilhado. Possui MBA próprio
EMPRESA 2 Basicamente capacitação e desenvolvimento de lideranças
Integração, capacitação, desenvolvimento e aperfeiçoamento.
Possui 3 MBA próprios EMPRESA 3 Desenvolvimento pessoal e
profissional
Capacitação, aperfeiçoamento e desenvolvimento.
Quadro 25: comparativo de tipos de programas realizados
Duas características ficam bem claras: a ampliação do foco de atuação em relação as anteriores estruturas de treinamento e desenvolvimento e a preocupação em contemplar programas técnicos e comportamentais na busca de um equilíbrio.
As três empresas sinalizaram com o incentivo ao autodesenvolvimento, porém somente a empresa 1 demonstrou alguma sistematização de atividades nesse sentido.
A elaboração interna de cursos de MBA próprios verifica-se em dois dos três casos pesquisados. Os MBA’s foram constituídos com apoio acadêmico externo, mas sem a preocupação de fornecer uma certificação reconhecida legalmente ou o aproveitamento de créditos junto ao sistema educacional formal.
6.3.4.4 Ênfase
T & D UC
EMPRESA 1 Ligado a resultados, na melhoria do desempenho ou em resultados diferenciados.
No que fazer, por que fazer, como fazer, reflexivo/analítico.
EMPRESA 2 No que fazer e como fazer No que fazer, por que fazer, como fazer, reflexivo/analítico.
EMPRESA 3 No por que fazer e reflexivo Por que fazer e reflexivo/analítico Quadro 26: comparativo das ênfases das atividades
Nas três empresas pesquisadas verificou-se a preocupação com atividades de cunho analítico-reflexivo, que antes não eram explicitamente contempladas. Ressalta-se o caso da empresa 3 que , diferentemente das demais, não contempla os aspectos operacionais do negócio, atuando exclusivamente no tático e no estratégico. As atividades de aprendizagem de cunho operacional são realizadas pelas unidades de negócio com total liberdade, cabendo a universidade corporativa o suporte em termos de operacionalização do material didático.
6.3.5 INTERAÇÕES
6.3.5.1 Com o Planejamento Estratégico
T & D UC
EMPRESA 1 Nos últimos 3 anos com a transformação da diretoria de RH
em vice-presidência. Total sintonia EMPRESA 2 Grande sintonia na medida em que as ações de T & D eram
valorizadas pela Diretoria Total sintonia EMPRESA 3 O planejamento estratégico surgiu por iniciativa de RH.
Treinamento sempre alinhado ao planejamento
Total sintonia Quadro 27: comparativo da interação com o planejamento estratégico
Todas as empresas sinalizam com uma interação total, sendo que no caso da empresa 3 a cultura de planejamento estratégico do negócio foi alavancada pela própria área de RH.
6.3.5.2 Com a Gestão do Conhecimento
T & D UC
EMPRESA 1 Não havia Linha de conhecimento compartilhado.
Em fase inicial com grupos de estudo, multiplicação de informações obtidas em atividades externas e implantando um sistema gerenciador de informações.
EMPRESA 2 Havia interação na medida em que a prática de T & D sempre fez parte da filosofia de gestão apregoada pela Direção, em especial na formação de lideranças.
A filosofia da Escola está baseada na gestão do conhecimento e no desenvolvimento contínuo, e isso se tangibilizou de tal forma que faz parte da cultura
EMPRESA 3 Não havia Conhecimento compartilhado através dos instrutores internos
Quadro 28: comparativo da interação na gestão do conhecimento
Na empresa 1 a universidade corporativa veio a contemplar a gestão do conhecimento inexistente anteriormente. Procura desenvolver ações estruturadas para tal, em fase ainda inicial, contemplando contudo somente aspectos de conhecimento explícito.
Na empresa 2 foi relatado que a própria criação da universidade corporativa está relacionada a visão de gestão do conhecimento da alta direção da empresa. O direcionamento dado pelos gestores, e aparentemente compartilhado por todas as lideranças, é de que a construção e sucesso do negócio estão diretamente relacionados com a capacidade dos membros da organização em pensar e realizar o negócio. O compartilhamento de informações e procedimentos estaria na gênese da universidade corporativa, proporcionando sua existência, e não o contrário.
A empresa 3 entende que o compartilhamento de informações e know how através de instrutorias internas é a melhor forma de gerir o conhecimento da organização. Sob o ponto
de vista do conhecimento explícito é válido mas, como na empresa 1, caracteriza-se por só contemplar o conhecimento explícito.
6.3.5.3 Com Recursos Humanos: recrutamento e seleção, remuneração e desempenho
T & D UC
EMPRESA 1 R & S: Programas de estagiários e trainee, foco maior no último. Rem: não havia
Des: campo de ações de desenvolvimento necessárias como input.
R & S:Total interação através de matriz de competências
Rem: ainda não, pretende fazer mas ainda não se sabe como. Des: sim, através da matriz de competências; subsidia remuneração variável.
EMPRESA 2 Não havia R & S: Interação através de perfil profissional
Rem: não
Des: sim, através da avaliação de desempenho.
EMPRESA 3 R & S: Total interação, sendo inclusive trabalhado pela mesma equipe.
Rem e Des: Não havia
R & S: Total interação, sendo inclusive trabalhado pela mesma equipe.
Rem: não há.
Des: o proceeso ainda não acompanhou o desenvolvimento de competências utilizado pela Escola.
Quadro 29: comparativo da interação com a gestão de recursos humanos
Na empresa 1 verificamos o único caso de utilização de um gerenciamento por competências, o que gerou a interação com recrutamento e seleção, com a gestão do desempenho e a busca por soluções de interação com os aspectos relativos a remuneração. Na empresa 2 verificaram-se interações com recrutamento e seleção e com a gestão do desempenho, dentro de um desenho já utilizado em estruturas sistêmicas de treinamento presentes em diversas organizações.
Na empresa 3 a interação com recrutamento e seleção se dá pela atuação da mesma equipe tanto nas atividades de treinamento quanto às atividades de recrutamento e seleção.
6.3.6 PLANEJAMENTO E REALIZAÇÃO