1. BÖLÜM
3.3. VERİLERİN ANALİZİ
3.3.4. Lisanslı Ürün Satın Alma Davranışına Etki Eden Faktörler
3.3.4.2. Araştırmaya Katılanların Online Alışveriş Yapma Durumu İle Lisanslı
Contextualizado num percurso anual que exploramos as principais actividades desenvolvidas pela Federação desde finais de 2006, poder-se-á enquadrar que em 2007 a Federação foi eleito como um espaço temporal, em que a par do desenvolvimento das actividades nos diversos domínios, de forma a se desenvolver e aprofundar a prática desportiva regular, visaram o objectivo da questão do alargamento do número de modalidades e aumento do número de pessoas com deficiência com actividade desportiva regular, a par também, pretendeu esta garantir o desenvolvimento de actividades de qualidade e frutíferas, relativamente aos objectivos da Alta Competição e Selecções Nacionais para o projecto dos Jogos Paralímpicos de Pequim.
Ainda a FPDD e os demais agentes desportivos, foram confrontados com a necessidade emergente de assumirem uma postura reflexiva, quanto ao futuro da organização desportiva na vertente dos desportos para pessoas com deficiência, pelo que foram constituídos espaços de excelência para esta acção de reflexão conjunta quanto ao futuro modelo desportivo. Pois tratava-se ao tempo de ter sido considerado como objectivo programático de que o ciclo paraolímpico 2008–2012, deveria ser desenvolvido já num quadro institucional diferente do existente, nomeadamente, através do futuro Comité Paralímpico de Portugal, a ser criado.
Em 2008, de novo o projecto de intervenção da Federação consistiu em consolidar as políticas de implementação, organização e promoção das várias actividades desportivas como também reforçou-se os factores que assumiram-se como estruturantes para a dinâmica no movimento desportivo para as pessoas com deficiência, nomeadamente, através do processo de efectiva inclusão na dinâmica federativa, da Associação de Atletas
Portadores de Deficiência (AAPD) e da Liga Portuguesa de Desporto para Surdos (LPDS) e da assim como, contribuir para uma solução organizacional na área desportiva da deficiência visual, conforme acordado com a Associação de Cegos e Ambiliopes de Portugal (ACAPO), não perdendo de vista, o objectivo de melhorar e intensificar os canais e processos de comunicação e relacionamento institucional, através de novos instrumentos que foram disponibilizados para o efeito.
A par do desenvolvimento das actividades nos diversos domínios, desenvolveram-se os Projectos Bicas e Super Atleta como instrumentos fundamentais que deram continuidade de potenciarem a prática desportiva regular, tendo em visto o aumento do número de modalidades e o crescimento do número de pessoas com deficiência que regularmente tem acesso à prática de actividades desportivas como apoio e fim ao desenvolvimento à actividade desportiva de Alta Competição e Selecções Nacionais e do Projecto Pequim. Ainda em 2008, refere-se também a formal criação do Comité Paralímpico de Portugal, órgão disciplinador de todas estas actividades que se dará conta em ponto à frente, sendo que a sua génese remonta aos anos de 2006, nas tentativas de articulação das várias ANDD. Em 2009, foi considerado um ano extremamente exigente, pois ao abrigo do novo Regime Jurídico das Federações foi imprescindível um compromisso extraordinário de grande capacidade e flexibilidade e de adaptação por parte de todos os elementos da federação para que se fosse ao encontro dos objectivos impostos pela tutela. Para tal, foram transferidas algumas competências da FPDD para o recente criado Comité Paralímpico de Portugal apostando-se num programa de cooperação entre ambas as instituições, sendo que foi fundamental uma reestruturação no modelo de funcionamento da FPDD afim de dar prioridade às suas acções tendo em conta este novo modelo organizacional de desporto para atletas com deficiência em Portugal. Norteado sempre para o aumento da prática desportiva por pessoas com deficiência bem como para o alargamento das modalidades praticadas pelas mesmas e igualmente a aposta na formação de técnicos, oficiais e classificadores médico-desportivos foi de fulcral importância.
Realça-se igualmente que foi criado em 2009 um instrumento de gestão dos serviços e objectivos da Federação que tinha com objectivo central balizar uma proposta de trabalho no âmbito do quadriénio 2009-2012.
Segundo a FPDD e ao abrigo dos Contratos-Programa de Desenvolvimento Desportivo (Decreto-Lei n.º 432/91, de 6 de Novembro) acordados entre o Instituto de Desporto de Portugal (IDP) / Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD) / Presidência do Conselho de Ministros e o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR) / Secretaria de Estado Adjunto e da Reabilitação (SEAR) / Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) aplicou-se o Plano de Actividades previsto para 2009-2012, com as respectivas normas em vigor à data.
Finalmente e com dados disponíveis de 2010, a FPDD concretizou entre outros os seguintes objectivos: A revisão da Estrutura Regulamentar de acordo com as alterações estatutárias; Submeteu à Administração Pública Central e Local propostas de candidaturas no âmbito dos Contratos-Programa visando os apoios financeiros, técnicos e materiais para o associativismo desportivo; Reformulou o processo de constituição das Entidades representativas dos agentes desportivos a englobar na FPDD e apoiou a consolidação da AAPD – Associação de Atletas Portadores de Deficiência Contratualização com o Comité Paralímpico de Portugal (CPP) tendo por objectivo a preparação dos atletas para os Jogos Paralímpicos Londres 2012, Global Games 2013 e Surdolímpicos Atenas 2013; Igualmente como em anos transactos ao nível desportivo, promoveu o desenvolvimento de novas modalidades adaptadas; Reforçou os laços de cooperação com o Comité Paralímpico de Portugal (CPP); Reformulou a estrutura orgânica da FPDD; Reformulou a sua imagem institucional e o Programa de Marketing Desportivo considerando o acordo estabelecido com o CPP no âmbito dos Projectos já acima referenciados Super Atleta e Bicas Adopte um Desporto; Manteve e reforçou a sua filiação e laços de cooperação com o Comité Olímpico de Portugal (COP) e com a Confederação de Desporto de Portugal (CDP, 2010); Promoveu e desenvolveu programas no âmbito das parcerias estabelecidas com as Entidades Públicas e Privadas, nomeadamente Acordos e Protocolos com Câmaras Municipais, Gabinetes
Coordenadores do Desporto Escolar, com a Fundação INATEL e com as Federações Desportivas de modalidade; Estreitou laços de cooperação internacional no domínio do desporto em particular com os PALOPs; Reforçou e estreitou a articulação com os associados (ANDD’s, AAPD e outros) dando atenção as particularidades e as especificidades de cada uma e manteve e melhorou a cooperação com a tutela de desporto e reabilitação nomeadamente com o Instituto de Desporto de Portugal (IDP) / Presidência do Conselho de Ministros e o Instituto Nacional para a Reabilitação (INR) /Secretaria de Estado da Juventude e do Desporto (SEJD) / Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (MTSS) / Secretaria de Estado Adjunto e da Reabilitação (SEAR).