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Sosyal Güvenliğin Yaygınlaştırılması ve Kapsamı Açısından Halkla İlişkiler

Importance Of Public Relations Activities and Corporate Communication Of Social Security Institution

1. Sosyal Güvenlik Kavramına Bakış

3.3. Sosyal Güvenliğin Yaygınlaştırılması ve Kapsamı Açısından Halkla İlişkiler

Figura 4.5 – Esquema de isolamento e conex˜ao das resistˆencias e termopares da parte (II) do forno. Em cinza est´a representado o revestimento isolante e em verde a pe¸ca de alum´ınio para melhorar o contato t´ermico e em amarelo a resistˆencia el´etrica.

externas, como mostrado na Figura 4.6.

Figura 4.6– Isolamento e conex˜ao das resistˆencias e termopares parte (III) do forno.

4.2

Montagem experimental

Nos experimentos usamos trˆes lasers, dois lasers semicondutores e um laser de He-Ne. Um dos lasers de diodo, que chamamos de laser de bombeio, ´e usado para induzir a forma¸c˜ao do filme met´alico. Os outros dois lasers s˜ao usados para sondar o processo de adsor¸c˜ao induzida. O segundo laser de diodo ´e usado na t´ecnica de reflex˜ao seletiva modulada em frequˆencia

RS-FM (ver se¸c˜ao 4.3.2). Com o laser de He-Ne, medimos a transmiss˜ao e a reflex˜ao `a medida que formamos o filme met´alico, obtendo a espessura efetiva do filme, assim como a

4.2. Montagem experimental 57

sua taxa de crescimento, atrav´es da absor¸c˜ao do laser atrav´es do filme.

Montagem ´otica

Os dois lasers semicondutores (Toptica), tˆem uma cavidade externa com grade de difra¸c˜ao em configura¸c˜ao Littrow e possuem largura de linha de ordem da 1, 0 MHz. Um dos lasers passa por um amplificador ´otico (Tapered Amplifier), gerando uma potˆencia m´axima de sa´ıda de 500 mW. Esse laser ´e usado para induzir o processo de adsor¸c˜ao (laser de bombeio). Na Figura 4.7 est˜ao representados tanto a montagem ´otica como o laser de bombeio.

Na sa´ıda do diodo laser (aproximadamente 80 mW) ´e colocado um isolador ´otico (60 dB) evitando realimenta¸c˜ao ´otica que poderia desestabilizar a frequˆencia de emiss˜ao. O feixe ´e dividido por um divisor de feixe, D1 70/30 (70 % transmiss˜ao e 30 % reflex˜ao). A parte

refletida ´e enviada para o amplificador ´otico, que possui na entrada um sistema de transla¸c˜ao xyz para o ajuste do acoplamento ´otico. Na sa´ıda do amplificador, o feixe ´e colimado por duas lentes, uma lente esf´erica e em seguida uma lente cil´ındrica, usada para corrigir a forte divergˆencia do feixe em uma das dire¸c˜oes. Depois, coloca-se um isolador ´otico (60 dB) para evitar realimenta¸c˜ao ´otica no amplificador.

Na sa´ıda do isolador, o feixe ´e polarizado perpendicularmente ao plano da mesa ´otica. Para controle da potˆencia e polariza¸c˜ao usamos uma lˆamina de atraso de fase (λ/2) mais um polarizador Glan-Foucault P1 (Figura 4.7). O polarizador ´e alinhado para deixar passar

a polariza¸c˜ao perpendicular ao plano da mesa. A potˆencia do laser ´e variada girando-se a lˆamina de atraso de fase. Na sa´ıda do polarizador colocamos um filtro espacial, composto por uma objetiva de microsc´opio (f = 0, 5 mm) um pinhole de 25 µm e uma segunda lente (f = 1, 5 cm) para colimar o feixe, que ´e enviado para a c´elula de prova. ´E necess´ario usar o filtro espacial, pois o perfil do feixe na sa´ıda do amplificador apresenta uma s´erie de irregularidades, como buracos.

No divisor de feixe D1 (Figura 4.7), o feixe transmitido ´e enviado para duas c´elulas de

referˆencia e para uma cavidade Fabry-P´erot de intervalo espectral livre 1,5 GHz, usada como escala de frequˆencia e para verificar se o laser est´a monomodo. Ambas as c´elulas de referˆencia s˜ao usadas para monitorar a frequˆencia do laser de bombeio. A primeira c´elula, com 2 cm de comprimento, `a temperatura ambiente permite definir a sintoniza¸c˜ao do laser em torno

4.2. Montagem experimental 58

4.2. Montagem experimental 59

da linha atˆomica dentro da largura Doppler (absor¸c˜ao linear).

Na segunda c´elula, monitoramos a fluorescˆencia induzida no vapor atˆomico pelo laser. Para isso, ´e necess´ario uma alta densidade de vapor. A c´elula ´e ent˜ao colocada em um forno e sua temperatura controlada com um sistema eletrˆonico. O espectro de fluorescˆencia apresenta um buraco no centro da ressonˆancia atˆomica, como mostrado na Figura 4.8 e discutido na se¸c˜ao 4.3. Calibramos a separa¸c˜ao entre os dois picos laterais em fun¸c˜ao da densidade

Figura 4.8– Na figura mostramos, (a) Espectro de absor¸c˜ao linear na c´elula de referˆencia de 2 cm de comprimento a 22◦C e (b) Espectro de fluorescˆencia na c´elula de referˆencia a 190C

no reservat´orio e 215◦C na parte das janelas.

atˆomica. Essa separa¸c˜ao ´e da ordem da largura Doppler ΓD e usamos essa calibra¸c˜ao para

monitorar a frequˆencia do laser para dessintoniza¸c˜oes de at´e 3 ΓD.

Na Figura 4.9, apresentamos os elementos ´oticos usados no segundo laser semicondutor usado na t´ecnica de reflex˜ao seletiva. O feixe laser passa por uma lˆamina de atraso de fase (λ/2) que ´e usada para maximizar a transmiss˜ao no isolador ´otico. Ap´os o isolador ´otico, o feixe ´e dividido. Uma parte do feixe ´e usada para monitorar a frequˆencia do laser com um interferˆometro Fabry-Perot e uma absor¸c˜ao saturada. A outra parte do feixe, polarizada perpendicularmente ao plano da mesa, ´e enviada para a c´elula de prova.

Discutiremos agora os elementos ´oticos usados no laser He-Ne para sondar a forma¸c˜ao do filme de c´esio. Usamos um laser da Melles Griot com uma potˆencia m´axima de 15 mW e comprimento de onda de 633 nm. Na Figura 4.10, apresentamos um esquema da montagem

4.2. Montagem experimental 60

Figura 4.9– Elementos ´oticos usados no segundo laser diodo.

experimental .

O laser de He-Ne n˜ao possui uma polariza¸c˜ao bem definida. A polariza¸c˜ao flutua lenta- mente, e para manter sempre a mesma polariza¸c˜ao usamos um polarizador Glan-Foucault, P1, alinhado para obter uma polariza¸c˜ao perpendicular ao plano da mesa ´otica. O feixe ent˜ao

´e divido pelo divisor, D1 (50/50), uma parte do feixe ´e enviada par a c´elula de prova e a

outra ´e usada para monitorar a potˆencia do laser. O sinal de monitora¸c˜ao da potˆencia (MP) ´e usado para normalizar o sinal de transmiss˜ao na c´elula de prova, corrigindo as flutua¸c˜oes de potˆencia do laser. Usamos duas configura¸c˜oes para monitorar a potˆencia do He-Ne. Uma ´e apresentada na Figura 4.10 e a outra o feixe usado para monitorar a potˆencia tamb´em passa pela c´elula de prova em um posi¸c˜ao diferente da forma¸c˜ao do filme met´alico.

Figura 4.10 – Diagrama da sequˆencia de elementos ´oticos usados no laser de He-Ne para sondar a forma¸c˜ao do filme de c´esio.