• Sonuç bulunamadı

Sonuçların liste halinde sıralanmış şeklidir.

45 Konuşur gibi.

A.19 Sonuçların liste halinde sıralanmış şeklidir.

yrImoa/l' laer'f.yI hf'['-rv,a]-lK' tae rAPci-!B, ql'B' ar>Y:w:

2

116

ynEB. ynEP.mi ba'Am #q'Y"w: aWh-br; yKi daom. ~['h' ynEP.mi ba'Am rg"Y"w:

3

laer'f.yI

3. E temeu Moabe desde às faces [perante] o povo muito; pois [porque] numeroso [grande] ele; [era] e se apertou [enojou] Moabe desde faces por causa [perante] os filhos de Israel.

lh'Q'h; Wkx]l;y> hT'[; !y"d>mi ynEq.zI-la, ba'Am rm,aYOw:

4

rAPci-!B, ql'b'W hd,F'h; qr,y< tae rAVh; %xol.Ki Wnyteboybis.-lK'-ta,

`awhih; t[eB' ba'Aml. %l,m,

4. E disse Moabe para [aos velhos] anciãos de Midiã agora farão lamber [lamberam] o ajuntamento [a congregação] tudo ao redor; de nós como lambe o boi [touro] a erva do campo e Balaque filho de Zipor [era] o rei para [de] Moabe em tempo naquele.

O verso 2 é introdutório é provavelmente editado, ligando a Narrativa de Balaão com a vitória israelita sobre os amorreus da Transjordânia, contada em Números 21. A narrativa real começa no versículo 3, apresentando como Balaque, que era o rei de Moabe naquele momento, ficou intimidado com os israelitas, conforme o relato do versículo 4. Essa informação não teria sido necessária se o versículo 2 fosse original.

Pouco se sabe sobre o nome

ql'B'

471 “devastação” Balaque, ou de seu pai Zipor

rAPc

que segundo Harris472significaria “pássaro”.

O nome Balaque ocorre apenas em Nm 22-24 e em três referências relativas a este rei: em Js. 24.9 “E se levantou (

ql'B'

) Balaque o filho de Zipor, o rei de Moabe e guerreou...” (ATI-2); Jz 11. 5; Mq 6: 5 e Is. 24.1 “Eis que YHWH devasta e a destrói,

Hq'l.AbW

a terra, transtorna a sua face, dispersa os seus habitantes.”473 e Na 2.11 “O

destruidor

hq'L'bum.W

sobe contra ti, ò Nínive. Guarda a fortaleza, vigia o caminho, fortalece os lombos, reúne todas as tuas forças.” (ARA). A morfologia Qal conforme

qr'B

Baraque em Jz 4.6 “E enviou, e chamou a (

qr'b'l

) Baraque, o filho de Abinoão...” (ATI-2); Jz 5.12 “Desperta, desperta, Débora, desperta, desperta, fala cântico; levanta-

471 KIRST, Nelson. Et al. Dicionário Hebraico-Português. São Leopoldo/Petrópolis: Sinodal/Vozes, 2004.

p.28

472 HARRIS, R.L. Dicionário internacional de Teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998.

. 1303.

473

117 te, (

qr'B'

)' Baraque e cativa o cativo, o filho de Abinoão” (ATI-2), é bem atestada em nomes pessoais hebreu, assim renderiam “triturador, quebrador” o significado é discutível, embora dificilmente demonstrável que Balaque é um nome simbólico, como Nabal

lb'n"

“trabalhador de atrocidades” “insensato ou tolo”, conforme 1Sm 25.3 “Não, por favor, que ponha o meu ssenhor o coração dele para o homem de o Belial o este, por Nabal, porque como o nome dele, assim ele, Nabal o nome dele, e insensatez com ele,...” (ATI-2).

A interpretação simbólica ganharia credibilidade se se pudesse demonstrar que o nome Bil‟am expressa b-l-„ + am para “devorar, destruir, destruidor de povos.” Os nomes dos dois principais atores da Narrativa de Balaão, então, têm conotações de sinônimos. Mas isto pode não ser nada mais do que especulação fantasiosa. O patronímico Zipor é uma versão masculina de Zípora como, em Êx 18.2, “E pegou

Jetro, o sogro de Moisés , a Zípora

hr'Poc

a mulher de Moisés...” (ATI-1), a filha do

sumo sacerdote midianita que se casou com Moisés, poderia sugerir uma ligação midianita ou quenita, mas talvez não tão especificamente. Há uma sobreposição considerável nos nomes pessoais dos povos da Transjordânia.

No verso 3, os moabitas estavam com medo. A palavra

rg"Y"w:

“medo, pavor de estar em, receio e temer”, caracteriza a atitude dos moabitas. Seria um dublo receio, um medo extremo, o terror da guerra; talvez como em Jó 19.29 “... temei (

WrWG

) pois a espada, porque tais acusações merecem o seu furor, para saberdes que há um juízo.” (ARA) assim o hebraico

rwg

474 “temer, ter medo” expressa um sentido de estar intimidado diante de um ser ou de uma coisa mais forte ou superior. Ela seria empregada para designar o medo que alguém tem de homens, de animais ou de Deus.

#q'Y"w: (

“e se enojou” está, em certo ponto, em paralelo com

rwg

e denota a profunda reação emocional do sujeito, que resulta numa rejeição ou destruição intencional do

objeto. Se enojoureflete um sentido derepugnância e nojoconformeNm 21.5

hc'q

, ou,

como é o caso aqui, nojo de alguém ou de alguma coisa. Ao longo de Nm 22, a

congregação é mais frequentemente referida como

~[;

“povo” verso 5,

~['h'

“o povo”

474 KIRST. Nelson. et al. Dicionário Hebraico-Português. São Leopoldo/Petrópolis: Sinodal/Vozes, 2004.

118

versos 3,6,11,12,17 e 41. Alonso Schökel475 entende que esse medo era mais proverbial

remetendo ao texto de Êxodo 15.14, porém sem a referência a Deus.

O verso 4 tem como função, transmitir o impulso do medo dos moabitas nomeadamente, que uma grande força estava se alimentando da terra e seus arredores, assim, privando os moabitas de plantações e água. Sakenfeld476 diz que a referência sobre os midianitas é um tanto intrigante, pois não tem papel substancial na forma da presente história.

Não está claro se os israelitas estavam acampados dentro de Moabe, nem se eles estavam invadindo, ou nas suas fronteiras. Qual seria o caso então, em que eles estavam ameaçando? Referência ao

Wnyteboybis

, “nossos arredores,” sugere que os israelitas estavam acampados nas fronteiras de Moabe. Isto é também indicado pela instrução do rei moabita no final de Nm 22.5, no sentido de que os israelitas estavam acampados em frente dele, ou de frente para ele

yliMum

.

Números 22.6 continua a dizer que Balaque gostaria de receber ajuda na expulsão dos israelitas

#r,a'h'-!mi WNv,r>g"a]w

, “e o expulsarei desde a terra”.

É provável que a referência aos anciãos de Midiã tenha sido inserida aqui e no versículo 7. Estas são as únicas menções a Midiã em toda a Narrativa de Balaão.

Bush477 declara:

A Midian que se fala aqui , sem dúvida, deve ser considerada como uma região diferente daquela onde Moisés encontrou refúgio quando fugiu do Egito, e cujo sacerdote ou sheikh era Jetro, que se tornou o pai de-lei do futuro legislador de Israel. Essas pessoas moravam sobre o braço oriental do mar vermelho, que estava em uma distância muito grande entre os territórios de Moabe.

Da mesma forma, podemos acreditar que em Nm 25.6 “E eis que cada um dentre

os filhos de Israel o que veio, e apresentou aos irmãos dele a midianita aos olhos de Moisés e aos olhos de toda a assembleia de os filhos de Israel;...” (ATI-1), os midianitas também foram introduzidos no episódio de Baal-Peor por algum escritor, embora o incidente principal de Nm 25.1 tenha sua causa primária nas mulheres moabitas:

475 ALONSO SCHÖKEL, Luis. Pentateuco II Levítico, Números, Deuteronomio. Madrid: Cristiandad. 1970. p.

208.

476

SAKENFELD, Katharine Doob. Journeying With Gos A Commentary on the Book of Numbers. Grand Rapids: Eerdmans, 1995. p. 124.

477BUSCH, GEORGE. Notes, Critical and practical, of the book of numbers: Biblical Reading and

119

E habitou Israel no Sitim; e começou o povo para se prostituir com as filhas de Moabe. E chamaram ao povo para os sacrifícios comunitários de os deuses delas; e comeu o povo, e se prostraram aos desses delas. E se comprometeu Israel com Baal-Peor; e se inflamou a fúria de YHWH contra Israel. (ATI-1)

Nesse caso, originalmente, o texto de Nm 22.4 pode ter a seguinte redação: “E disse Moabe agora lamberão a congregação a todos os nossos derredores como lamber o touro a erva verde de o campo...” (ATI-1)

A raiz verbal

khl

478 é raro e refere-se a lamber a sujeira, como fazem as cobras que são retratadas em Mq 7.17: “Lamberão

Wkx]l;y>

o pó como serpentes; como répteis da terra, tremendo, sairão dos seus esconderijos, e tremendo virão ao Senhor nosso

Deus; e terão medo de ti.” (ARA). Como figurativamente os inimigos humilhados são

forçados a fazer Is 49.23: “Reis serão os teus aios, e rainhas as tuas amas; diante de ti se inclinarão com o rosto em terra e lamberão

Wkxel;y>

o pó dos teus pés...” (ARA) Sl 72.9: “Curvem-se diante dele os habitantes do deserto, e os seus inimigos lambam

Wkxel;y>

o

pó.” (ARA)Em 1Rs 18.38 “Então caiu fogo do Senhor, e consumiu o holocausto, e a

lenha, e as pedras, e a terra, e ainda lambeu

hk'xeli

a água que estava no rego.” (ATI-2) O fogo se sobrepõe à água e a lambe. Em Nm 22.4,

$xl

é o trabalho de bois, alimentando-se de vegetação.

A expressão

lh'Q'h;

“hebr. a congregação” é frequentemente um vocábulo para a

comunidade israelita devidamente constituída Lv 4.13-14 diz:

Mas, se toda a assembleia de Israel erraram, e estiver oculto o assunto dos olhos de (

lh'Q'h

;) a congregação e fizerem um contra todas as ordenanças de YHWH que não se faz e se tornarem culpados; e for conhecida a transgressão que transgredirem sobre ela; e apresentarão (

lh'Q'h;

) a congregação novilho, filhote de gado graúdo, para sacrifício de transgressão, e trarão a ele perante tenda de encontro. (ATI-1)

Ainda,

lh'q'

pode ter o sentido de “multidão”, como em Jr 44.15: “Então responderam a Jeremias todos os homens que sabiam que suas mulheres queimavam incenso a outros deuses, e todas as mulheres que se achavam ali em pé, grande multidão,

lh'q'

como também todo o povo que habitava na terra do Egito, em Patros...”

478 HARRIS, R.L. Dicionário internacional de teologia do Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 1998.

120 (ARA). Em Ez 16.40 temos: “Farão subir contra ti uma multidão,

lh'q'

apedrejar-te-ão

e te transpassarão com suas espadas” (ARA) Ez 23.46: “Pois assim diz o Senhor Deus:

Farei subir contra elas grande multidão,

lh'q'

e as entregarei ao tumulto e ao saque.” (ARA)

Formas denominativas da raiz verbal

lhq

apontam para um tipo de violento confronto conforme seria em Êx 32.1: “Mas, viu o povo que tardava Moisés para descer

desde a montanha; e se congregou

lheQ'YIw:

o povo a Arão, e disseram a ele: Levanta-te

faze para nós deuses que andem perante nós, porque este Moisés o homem que nos fez subir desde a terra de o Egito não sabemos o que houve a ele.” (ATI-1).

Por fim, o verso 4 diz: “e Balaque, o filho de Zipor, o rei de Moabe no tempo aquele” (ATI-1). A identificação de Balaque como o rei de Moabe é uma ponte que liga Nm 22.3-18 com o versículo introdutório (Nm 22.2).

Benzer Belgeler