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Tablo 4.7 Munzur Suyu kayna35 A güzergah5 ke1if özeti (DS Etüd 2006)

5.ELAZI BELED YES OSU VER LER N N TESP T

6. SONUÇ VE ÖNER LER

O Quadro 2 apresenta as principais atividades desenvolvidas durante a UA.

ENCONTROS AÇÕES PRINCIPAIS DA PESQUISA

Primeiro

encontro Levantamento das ideias prévias Apresentação e explanação da proposta e dos objetivos da aplicação da UA. Aplicação do questionário inicial para levantamento das concepções prévias. Solicitação de desenho, representando as ideias que surgiram ao responder as perguntas.

Socialização dos desenhos.

Proposta de novas questões a serem abordados durante a UA. Segundo

encontro Categorização Retomada das questões emergidas no encontro anterior. Construção do processo de categorização.

Distribuição das questões emergidas no encontro anterior em categorias. Socialização e comunicação dos resultados.

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Terceiro

encontro Atividade de pesquisa e socialização de novos conhecimentos Discussão nos grupos sobre os conhecimentos pré-existentes.

Atividade de pesquisa realizada pelos grupos – aprofundamento das questões referentes às categorias.

Socialização das principais ideias emergidas durante a pesquisa. Quarto encontro Representando e (re) organizando o conhecimento

Apresentação e explicação pela professora de exemplos de mapa conceitual para a compreensão do processo.

Proposta de construção de um mapa conceitual pelo grupo.

Construção de um mapa conceitual constituído das principais ideias surgidas durante a pesquisa - pelos grupos.

Socialização dos mapas construídos com os demais colegas. Quinto encontro Tecnologia e informação em sala de aula

Construção do conceito de sensoriamento remoto.

Identificação e interpretação de imagens obtidas por sensoriamento remoto. Conhecendo e interagindo com o programa Google Earth.

Sexto encontro Construção de maquetes representando os biomas brasileiros

Apresentação de conceitos e curiosidades referentes aos biomas brasileiros. Pesquisa em grupo buscando compreender e descrever alguns aspectos sobre os biomas brasileiros.

Construção de maquetes ,representando os biomas estudados e confecção de cartazes.

Sétimo encontro Socialização dos trabalhos sobre biomas

Apresentação e exposição das maquetes e cartazes aos demais colegas e à comunidade escolar.

Coleta de alguns depoimentos sobre os trabalhos realizados.

Oitavo encontro Uso do SR durante as aulas de Ciências: contato com as novas tecnologias Projeção de imagens obtidas via satélite, disponíveis no Google Earth de ecossistemas integrantes dos biomas brasileiros.

Identificação e interpretação dos principais elementos encontrados nas imagens. Escolha de uma imagem para proceder ao imagiamento.

Nono encontro Trilha ecológica

Trilha ecológica interpretativa nos seguintes ecossistemas da Mata Atlântica:  floresta ombrófila densa (Mata Atlântica que ocorre na Serra do Mar), no

Instituto Rã-bugio em Guaramirim – SC;

 restinga de interior, no município de Araquari – SC;  manguezal, no município de Araquari – SC;

 mata de araucárias, no município de São José dos Pinhais – PR. Décimo

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Troca dos textos entre alunos para sugestões e de possíveis melhorias. Acesso e leitura no site do Instituto Rã-bugio: http://www.ra-bugio.org.br/ Interpretação e descrição dos ecossistemas imageados em grupo.

Décimo primeiro encontro

Encerramento das atividades da UA Conclusão de alguns trabalhos pendentes.

Exibição de imagens do planeta Terra e de charges. Reflexões e elaboração de poema.

Aplicação do questionário final da UA. Entrevistas gravadas em áudio.

Quadro 2 – Plano das atividades desenvolvidas durante a aplicação da Unidade de Aprendizagem sobre Ecossistemas

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4 ANÁLISE DOS DADOS

“É necessário superar as pedras no caminho. Muitas vezes, não conseguimos visualizar esses obstáculos sozinhos. Neste caso, é o outro (o professor, o colega, o amigo...) que nos ajuda a ver as pedras no caminho”. Ramos (2008)

Neste capítulo, são apresentadas as categorias que emergiram do processo de análise do material coletado durante a aplicação da UA. As categorias criadas foram estruturadas a partir de processos evidenciados durante o desenvolvimento das atividades; material coletado; conteúdos das entrevistas; questionários, relatos e registros do diário, entre outros instrumentos. Subsídios teóricos foram trazidos para fundamentarem a investigação, sendo os textos organizados em três categorias.

Na primeira categoria - A Unidade de Aprendizagem sobre ecossistemas em movimento – apresentam-se as ações desenvolvidas durante a aplicação da UA. Descrevem- se procedimentos, recursos e instrumentos utilizados para a construção do conhecimento dos alunos sobre ecossistemas.

Na segunda categoria - Motivação e interesse dos alunos para aprender – discutem- se as múltiplas possibilidades e desafios desta prática pedagógica. Esta categoria emergiu ao ser analisada a produção dos alunos: os textos construídos, os poemas, a interpretação das imagens que permitem novas formas de comunicação e integração de tecnologias e linguagens. Discutem-se também as expectativas dos participantes em relação a UA, as atividades como instrumento de motivação para a aprendizagem e as principais dificuldades encontradas durante o desenvolvimento da UA.

A terceira categoria - Consciência ambiental e as relações do homem com o ambiente - propõe um olhar para o presente e o futuro do planeta. Ela foi idealizada levando- se em consideração a função da escola como um espaço de formação da cidadania e da consciência ambiental.

Ao final de cada categoria, há uma breve síntese das ideias apresentadas durante seu desenvolvimento, procurando responder em destaque (negrito) à problematização formulada nesta pesquisa.

As falas dos sujeitos participantes da UA estão grafadas em itálico, a fim de distingui- las das citações dos autores que deram sustentação a esta dissertação, as quais se encontram entre aspas duplas. Para preservar a identidade dos sujeitos e identificar as falas transcritas, foram a eles atribuídos nomes fictícios. O pseudônimo, escolhido pelo próprio participante, relaciona-se a algum elemento dos biomas brasileiros. O Quadro 3 identifica os sujeitos da pesquisa.

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ALUNO IDADE SEXO PSEUDÔMINO

1 12 feminino Araucária 2 12 feminino Bacupari 3 11 feminino Bromélia 4 11 masculino Camaleão 5 11 feminino Embaúba 6 11 feminino Figueira* 7 13 masculino Gaturamo 8 11 feminino Imbuia 9 12 feminino Jacatirão 10 11 feminino Olandi 11 11 feminino Orquídea 12 11 masculino Serelepe

 aluna desistente durante o desenvolvimento da UA

Quadro 3 – Sujeitos da pesquisa

O Quadro 4 relaciona as categorias e subcategorias emergidas da análise do material dos alunos.

CATEGORIAS SUBCATEGORIAS

4.1 A Unidade de Aprendizagem sobre

Benzer Belgeler