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Anexo 1

Roteiro para entrevista-piloto

BLOCOS TEMÁTICOS

OBJETIVOS PROBLEMAS HIPÓTESES PERGUNTAS O professor e seu processo de aprendizagem do Espanhol como língua estrangeira. Obter informações sobre a relação que o professor possui com o aprendizado da língua

espanhola.

O que os professores pensam sobre aprender espanhol e quais são suas

relações/impressões sobre esse processo.

1- Alguns professores vêem na aprendizagem da LE, somente, objetivos de ordem pragmática, de comunicação. 2- A maioria dos professores iniciou seus estudos antes do curso de Letras. 3- A maioria dos professores se considera proficiente em língua espanhola.

1- O que é para você

aprender língua estrangeira?

2- Onde e por que você começou a estudar espanhol?

3-Como você avalia seu espanhol?

O professor e o seu fazer.

Perceber a relação que o professor mantém com a sua profissão. Como se deram as escolhas profissionais do professor, durante a sua formação e atuação? 1- Os professores, influenciados por discursos negativos sobre a profissão docente, não tinham grandes expectativas sobre sua profissão. 2- Os professores identificam problemas em sua formação. 3- Os professores passaram por vários contextos de ensino. 4- Os

1- Que expectativas você tinha sobre a sua profissão (Professor de Língua Estrangeira) antes de começar a exercê-la?

2- Como foi a sua formação como Professor de

Espanhol?

3- Como foi a sua trajetória profissional como professor de espanhol até hoje?

professores apontam a profissão docente como a mais possível, comparando-a a de tradutor ou revisor de textos.

possibilidades que o curso de Letras oferece, você escolheu ser professor de espanhol? A presença do Espanhol como língua estrangeira no currículo de formação básica. Perceber como o professor vê a presença da língua estrangeira, especificamente do espanhol, na educação básica.

Que noções de língua, aprendizagem e educação o professor torna evidentes a partir de seu discurso? 1- Os professores apontam a importância da língua estrangeira na formação dos alunos, mencionando a lei 11.161 para falar do espanhol. 2- Os professores consideram possível a relação entre a formação do cidadão e o trabalho com a língua estrangeira, mencionando os PCN para tratar da questão. 3- Os professores de espanhol se comparam com os de inglês. 4- Os professores acham que os alunos dão mais valor ao inglês que ao espanhol.

1- Você acha importante a presença da língua estrangeira, especificamente do

espanhol, no currículo? Por quê?

2- É possível integrar o trabalho do espanhol com o da formação do cidadão na escola? Como?

3- Você acha que o professor de língua

estrangeira ocupa um lugar diferente dos demais professores? Por quê? 4- Você acha que os alunos conseguem reconhecer a importância do espanhol no currículo? Identidade do professor e Língua Estrangeira.

Perceber quais são as práticas identitárias do professor de espanhol no espaço da escola. Como o professor se relaciona com a língua estrangeira no espaço escolar? 1- Os professores, quando falam em LE, se percebem diferentes. 2- Os professores usam o português em suas aulas.

1- Como você se sente quando fala em espanhol? Muda alguma coisa em você?

2- Você sempre fala em espanhol quando está dando aula? Por quê?

3- Os alunos acham “engraçado” quando o professor fala em espanhol. 4- Os professores não falam com os alunos em espanhol fora da sala de aula.

3- Como os alunos reagem quando você fala em espanhol? E como você se sente diante dessa reação?

4- Você se comunica com os alunos em espanhol fora da sala de aula?

Anexo 2

Convenções para transcrição de dados30

/ pausa curta

/.../ pausa longa

(inint) trecho duvidoso ou incompreensível

Letra maiúscula ênfase ou acento forte

... fala suspensa (( )) comentário do pesquisador (...) indicativo de eliminação A fala da docente A B fala do docente B C fala da docente C 3030

Anexo 3

Transcrição das apresentações feitas pelos informantes

Docente A

meu nome é A / tenho 29 anos / sou carioca / vivo no ((bairro da zona norte carioca)) /.../ estudei espanhol na ((nome da instituição)) / entrei na faculdade em 99, segundo semestre / fiz pra letras, espanhol mesmo / sempre quis fazer / LETRAS / aí no ensino médio a minha dúvida era se eu queria fazer espanhol ou literatura / ANTES de começar a faculdade, comecei a fazer um curso chamado ((nome do curso)), um curso de idiomas que era do ((nome do dono do curso)) / aí eu gostei, me apaixonei pelo ESPANHOL / daí a professora me disse: “já que você quer fazer letras, faz português – espanhol porque você sai com uma habilidade a mais / você pode dar aula de PORTUGUÊS, ESPANHOL, literatura brasileira ou literatura espanhola, se você só fizer só literatura, você vai dar aula só de português ou literatura”, AÍ decidi fazer realmente espanhol / até hoje eu só dou aula de espanhol, nunca dei aula de português nem de literatura brasileira / sempre espanhol mesmo /.../ depois me formei em 2003 /.../ comecei a dar aula em EMPRESA / dava aula pra EMPRESÁRIO, não tinha dado aula em escola / depois comecei a dar aula em escola, uns três anos depois / tanto é que eu demorei a fazer licenciatura, porque eu já dava aula em empresa e não queria muito essa história de dar aula em escola / mas aí decidi terminar a licenciatura e comecei a dar aula em escola / a primeira escola onde dei aula foi no ((escola em que trabalhou)), na escola ((escola em que trabalhou)), pro ensino médio, aí fiquei apaixonada por escola / hoje em dia não quero mais... /.../ dou aula / no ((nome do curso)), com pré-vestibular e a escola também / continuo dando aula em cursinho, dou aula no ((nome do curso)) porque no CURSINHO a gente pode também NÃO PERDER a nossa fluência, né, como a gente não é NATIVO, eu tenho muito medo de ser uma professora de espanhol que não fala espanhol DIREITO, eu tenho MUITO essa preocupação / agora resolvi fazer, um ano atrás, um curso de especialização / na ((universidade em que cursou a especialização)), pra continuar ESTUDANDO, né, porque eu acho que professor não pode ficar SÓ dando aula, a gente EMBURRECE dando SÓ aula / você tem que começar a progredir / aí pra começar a voltar a estudar, eu fiquei muito tempo parada, depois que me formei não estudei mais, comecei nessa especialização / daí, agora acabando essa especialização, pretendo fazer um mestrado, doutorado acho que não, mas o mestrado sim, pra continuar estudando / foi uma surpresa muito GRANDE essa especialização, eu tava comentando com o B / que a ((nome da instituição)) me abriu muito a CABEÇA, totalmente diferente da linha que a gente tinha lá na ((nome da instituição)) / Nunca tinha escutado Maingueneau, BAKHTIN, nunca tinha escutado / eu vejo que lá na ((nome da instituição)) tem uma preocupação maior com a REALIDADE, o que a gente vive dentro da sala de aula, então, muita coisa dessa especialização eu tô conseguindo levar pra dentro da sala de aula /.../ no ano que vem, agora, eu tô buscando pra fazer um curso na Espanha, mas aí JÁ, tô procurando alguma área, de atualização pra PROFESSOR, agora eu resolvi estudar MESMO /.../ área de interesse em pesquisa, é essa ideia da leitura / a nossa monografia tá falando sobre as histórias em quadrinhos dentro dos livros DIDÁTICOS, como tá sendo abordado / pretendo continuar, de repente, com outro tipo de GÊNERO que a gente considere que não seja PRIVILEGIADO pelos livros DIDÁTICOS.

Docente B

meu nome é B, eu tenho 28 anos / meu início dos estudos em espanhol foi através de um curso de idiomas. foi o ((nome do curso)) não lembro o ano, mas com certeza foi antes da faculdade, que eu comecei em 99 / passei por alguns cursinhos livres, como ((nome do curso)), ((nome do curso)), até entrar na faculdade em 1999 / na ((nome da universidade)), simplesmente porque eu gostava muito do espanhol terminei a minha graduação em 2004 / então, como já falei, minha formação acadêmica é em LETRAS, português – espanhol, pela ((nome da instituição)), com especialização em língua espanhola pela ((nome da instituição)) em 2005 e mestrado, também na ((nome da instituição)), iniciando em 2004, terminando em 2006 agora, tentando concluir o doutorado no próximo ano / as minhas áreas de interesse em pesquisa... meu mestrado e doutorado são em literaturas hispânicas, literatura mexicana, mas eu tenho interesse por questões metodológicas de ENSINO aplicado ao espanhol minha experiência profissional passa a níveis de / cursos livres, ensino médio e SUPERIOR atualmente eu trabalho numa escola de ensino médio, mas que também oferece ensino superior mas a minha experiência passa por todos esses níveis / minha experiência profissional é realmente acadêmica, com pesquisa e em sala de aula, mais com espanhol do que português, como eu já falei antes, perpassando todos esses níveis.

Docente C

meu nome é C / tenho 37 anos / moro no ((nome do bairro)) / trabalho atualmente / no estado, como coordenadora pedagógica, e como professora substituta da ((nome da universidade)) atuando em língua espanhola II, III e IV / minha formação ACADÊMICA / vem... eu estudei na ((nome da universidade)), fiz a graduação na ((nome da universidade)) e agora curso algumas matérias pra puxar pro DOUTORADO pretendo dar início ao meu doutorado a partir desse ano, ou seja, fazendo... apresentando meu projeto esse ano / minha área de interesse em PESQUISA é língua espanhola, linguagem e multiculturalismo / minha experiência profissional, bem, eu trabalho há MAIS de dez anos com língua ESPANHOLA comecei num cursinho de pré- vestibular, logo depois fui trabalhar numa ESCOLA e depois numa escola GRANDE, como o ((nome da escola)). e adentrei pelos cursos de graduação, ou seja, trabalhando com a área de graduação, trabalhei em duas universidades PARTICULARES como professora de língua espanhola e trabalhei em duas universidades, instituições públicas, com língua espanhola também, a ((nome da universidade)) e a ((nome da universidade)) / tudo o que eu aprendi com língua espanhola foi na ((nome da universidade)), logo depois trabalhando no ((nome do curso livre)) como professora e ali aprimorei meu espanhol.

Anexo 4

Transcrição dos temas do grupo de discussão usados na análise

Tema: Ao se trabalhar com os temas transversais o mais importante é a discussão do tema e não a prática da língua.

A- ao se trabalhar com os temas transve, transversais o mais importante é a discussão do tema e não a prática da língua.

B- aí, isso é uma grande... ((risos)) isso já entra numa grande batalha porque eu acho que, assim, vai depender muit de cada um né, relatando um pouco a minha formação que eu acho que deve ter sido bem próxima a da A porque a gente estudou na mesma universidade / a gente saiu da universidade sem escutar / os temas transversais, né, sem saber o que que era o...

A- menor idéia.

B- o que que são os temas transversais, então / quando a gente pensa que / lá na nossa formação, né que / graças a Deus eu tive ((risos)) como caminhar por outras terras ((A e C riem)), até pra CONHECER, né, mas assim / ensinar língua espanhola é ensinar mesmo... / ter aquela formação que eu me vi durante / sei lá, nos quatro cinco anos de faculdade / então isso é uma grande batalha porque passa pelo lado do... / de método, enfoque, desenho, procedimento que cada professor adota na sua prática / mas eu acho que tem sim como a pessoa trabalhar os temas transversais e a língua acabar sendo / um instrumento, ou seja, como poderia você trabalhar os temas transversais com português, inglês, acaba que, realmente, cê tem que pensar muito bem o trabalho que você POSSA discutir os temas transversais e não esquecer que você ta dando aula de espanhol, né / assim a língua ta sendo usada ali somente como instrumento pra você discutir um TEMA / mas assim, dependendo da prática do professor ele vai se preocupar mais... ah, o texto está escrito em espanhol, então vamos trabalhar ali questões relacionadas a, num sei, a sintaxe da língua espanhola ou morfologia e o tema fica de lado, acho que depende muito do, é como falei...

A- eu particularmente acho complicado trabalhar os dois juntos, eu num...

B- e também vai depender muito do público, né, assim o público, perfil, objetivo, quem é o meu público, qual o objetivo dele, como você falou, pré-vestibular, pra que que ele vai querer discutir questões relacionadas a meio ambiente? / mesmo que você queira abrir uma discussão que aquilo pode ser importante, pode ser...

A- um tema de redação.

B- um tema de redação, o cara ta muito técnico ali, né, quase um robô, então ele acha que... A- quase não, literalmente né.

C- é, é... essa questão do público realmente é... é chato isso aí né fazer uma proposta e... é... / dificilmente você vai querer trabalhar é... a língua em termos de, de /..../ é... como é que se diz... de comunicação né, num pré- vestibular e deixar de lado os temas transversais, você vai dar mais ênfase aos temas transversais, na verdade / mas se você está num público, no que hoje é a minha realidade, universitário, você vai trabalhar os dois, né, você vai exigir que o seu aluno fale sim, né, que ele interaja sim, usando a língua espanhola sim, então acho que depende do público pra que as exigências sejam pensadas a respeito disso aí, né / então, o público vai ditar em que níveis você vai trabalhar esses dois, né.

A- acho que o público é sempre a chave, né. Aonde que você porque é ele que vai ditar o que que você vai dar, o que que você não vai dar, até onde você pode ir / que às vezes você prepara uma aula, NOSSA! Que AULA legal! / de repente numa escola deu super certo, e você vai levar aquele mesmo material pra uma escola de oitavo ano, a mesma o mesmo só que a escola é diferente, não funciona, uma funciona muito bem, a outra num VAI funcionar.

B- O que a gente tem também assim na realidade são professores que como também vivenciaram contextos diferentes de ensino, níveis de ensino diferentes, fazem uma grande salada na hora de levar de montar uma aula. Não que eu também não faça, assim, acho que a gente acaba bebendo um pouquinho de cada, de cada método / assim quando você fala em temas transversais, já puxa a ponte aí para os documentos normativos que nós temos no BRASIL / um tipo de aula que vai caminhar mais pra uma abordagem é de leitura INSTRUMENTAL, então a língua espanhola tá ali como falei como instrumento pro aluno discutir o tema / pra informar o sujeito mais crítico e tudo, mas assim, não se preocupar com gramática enquanto / estrutura / mas ás vezes você vai ter um professor que / consegue discutir muito bem a proposta de um texto, de um tema transversal / e consegue também dar uma aula de gramática textual, consegue pra parte de sistematizar, então eu acho / você tem assim grandes talentos / professores que sabem “isso daqui seria, só fazer isso é errado” / não que é errado, né, num existe essa questão do certo e errado, mas / “tá fora de moda ou isso já num... / o aluno de hoje em dia quer algo que vá além, ou / só estruturar num vou conseguir né... ter o domínio da turma/ ou eu preciso estruturar pra que a turma me respeite”, entendeu? (...) mas eu acho que é fundamental o professor pelo menos sair da formação / universitária conhecendo os temas transversais ou discutir pelo menos, coisas que assim na minha formação / teve uma falha aí que a gente não discutiu nada / só escutei em PCN quando eu entrei realmente / num outro curso de especialização... “ah, PCN, o que são os PCN”, todo mundo falando em PCN, PCN, PCN então... A- o que que é, né, vamos ler, saber do que se trata... dar uma lidinha neles, ver o que eles dizem...

Tema: Documentos como PCN e OCEM são importantes para a formação do professor de espanhol.

B- próximo é ih, falando em PCN, documentos como PCN e OCEM né, orientações curriculares, são importantes para formação do professor de espanhol.

A- eles norteiam, né, você /.../ são / importantes, importantes é, né, porque ele vai nortear o caminho que ele pode, pode seguir, mas / é o que a gente tava falando aqui, às vezes nem sempre, às vezes, eles funcionam, né /.../ eu acho, eu num sei, eu sou um pouco CÉTICA com coisa de educação, dessas, dessas, desses modismos de educação, eu acho que é tudo TÃO no plano da fantasia, tem umas coisas que é tão no plano da fantasia que a gente que vive a REALIDADE / cê vai numa faculdade de EDUCAÇÃO, a professora lá falando dos MÉTODOS, “ai que lindo, que lindo” né, aí você chega com essas fantasias na cabeça, aí você começa, cê entra numa sala de aula com quarenta crianças te olhando, que num tão nem aí pra essas / né, pra tudo que você aprendeu, se é bonito... acho que a realidade é um pouco diferente.

C- bom, a minha formação é um pouco diferente da de vocês, né ((risos)) eu já já tive essa realidade de PCN na formação do professor / e, BOM, acredito sim que seja / que HAJA né situações UTÓPICAS, sim / os PCN ele traz né essas / situações utópicas, mas eu, até tava conversando com um amigo outro dia, que ele foi um grande AVANÇO pra nossa educação principalmente no que a gente vê como língua hoje / eu acho que ele hoje é ele traz pra gente uma realidade de do trabalho com LINGUAGEM, com a língua, que eu acho que é mais palpável né, num sei, até pra realidade de escolas com quarenta alunos em sala de aula, né, coisa que / o método do comunicativismo né, na época / é difícil você trabalhar, ai como é que eu vou ensinar... vou ensinar, vou ensinar inglês numa, numa sala de quarenta alunos né / eu lembro que quando eu era aluna de de de de ensino fundamental e / ensino fundamental, a professora trabalhava com método ((nome de um curso de idiomas)) em sala de aula com quarenta alunos, ela trazia o livrinho dela para trabalhar inglês daquela forma / então eu acho que, os PCN eles trouxeram pra gente uma nova, uma nova perspectiva de trabalho / então assim, existe o seu lado utópico sim, existe porque, e aí, só que você tem que pensar, né, o quer que você quer para o seu público, né, o que você como professor, é o ONDE, COMO e QUANDO né ensinar espanhol, ensinar uma língua estrangeira, como fazer isso. Então os PCN eles trouxeram um norte sim e eu acho que o norte é positivo sim, acho que hoje a gente tem um pouco mais, é.. um instrumento a mais pra trabalhar em sala de aula, eu acho que ele / trouxe, como é que vou dizer, trouxe... é forma de a gente pensar né, pensar o trabalho com língua estrangeira, ou com a linguagem, né, no caso da língua portuguesa também acho que foi um avanço / eu acho que os PCN, os documentos foram um avanço sim, pra esses aprendizados de língua sim.

A- pelo menos se deu, o governo / se deu o trabalho de pelo menos foca alguma coisa né, de nortear.

B- é, mas assim, é claro eu também, só demonstrar primeiro a, a opinião, eu acho que são documentos importantes pra professor de, pra professores de quaisquer áreas.

C- é, concordo.

B- é claro que assim, isso que a gente tem que tentar entender também assim, quando a gente que fala de PCN e OCEM, a gente que já ta assim, já leu algumas coisas sabe que num é uma NORMA, o professor tem que seguir aquilo é só realmente uma orientação pro trabalho,

A- uma orientação

B- e outros acabam entendendo como não, tem que fazer isso que ali é a bula, né. A- é, “os PCN está mandando fazer”, não tá mandando, tá sugerindo.

B- igual você, você, assim, a escola adota um livro didático às vezes o professor nem tem como participar, da mesma forma que tem aquelas orientações no início do livro, orientações didáticas para o professor você também não é obrigado a seguir / mas eu acho que realmente assim, são documentos importantes que os professores tem que conhecer, eles saem da realidade de ensino de formação sem conhecer mesmo esse documento e o que é legal é que assim a gente teve um avanço muito grande assim, né, dos PCN de ensino médio e fundamental, o último saiu em 2000 e os OCEM em 2006, mas é / teve um avanço grande porque você tem os OCEM já tem um capitulo lá dedicado especialmente ao espanhol / mas também são questões assim que quando você lê é / esse documento, questões que ficam muito mais como provocações do que como a receita do bolo..

C- é pra você PENSAR né / traz aí o que é a língua hoje né / socio-interacionismo etc, ou seja, uma realidade que eu acho que é mais PALPÁVEL, como eu já disse, né / traz essa é, é... essa, essa metodologia que é a língua hoje, enfim, e aí faz você PENSAR / né sobre sua própria pratica e acho que nesse sentido é importante / quando eu coloquei num coloquei que ele É OBRIGATÓRIO e tem que ser, não, achei que ele foi importante pra fazer a gente pensar / né, pra fazer a gente...

Benzer Belgeler