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Sit Alanı Çeşitleri

C. Mağaraların Sit Alanları İçinde Yer Almaları

2. Sit Alanı Çeşitleri

4.6.1 Aplicação da classificação das endometrites

crônicas eqüinas

Para cada caso, o tipo histológico foi categorizado segundo a classificação proposta por Kenney e Doig (1986) para as endometrites crônicas, e as definições de endometrite crônica degenerativa (endometrose) e infiltrativa, descritas por Ricketts e Alonso (1991).

No presente estudo, visando a avaliação dos processos fibróticos endometriais, foram utilizadas somente as amostras classificadas como endometrite crônica categoria IIB e III, crônica infiltrativa e crônica degenerativa. As amostras classificadas como categoria I (éguas normais) serviram de parâmetro para comparação e as amostras categoria IIA não foram utilizadas neste estudo.

Nas Tabelas 2 e 3 estão apresentadas as características morfológicas das classificações propostas para as endometrites crônicas utilizadas no presente trabalho.

TABELA 2. Classificação das endometrites crônicas de acordo com Kenney e Doig, (1986)

CATEGORIAS DE

ENDOMETRITE ACHADOS MORFOLÓGICOS

Categoria I O endométrio não é atrófico ou hipoplásico e as alterações fibróticas e inflamatórias são ausentes ou, quando aparecem, são discretas e esparsas.

Categoria IIA As alterações inflamatórias são moderadas e difusas. As lesões fibróticas podem envolver ramos individuais de glândulas em qualquer grau de severidade (mas geralmente com 1 a 3 camadas de células). Menos que 2 ninhos fibróticos são vistos por 5,5mm de campo linear

Categoria IIB As alterações inflamatórias são difusas e moderadamente severas. A fibrose é mais severa e extensa do que na categoria IIA. Há envolvimento de 4 ou mais camadas de células ao redor de glândulas individuais. Os ninhos fibróticos são observados, em média, de 2 a 4, por 5,5mm de campo linear.

Categoria III A inflamação severa e difusa em qualquer grau inclui a égua nesta categoria. A fibrose é ampla e são observados 5 ou mais ninhos fibróticos por 5,5mm de campo linear. As lacunas linfáticas são observadas com freqüência.

TABELA 3. Classificação das endometrites crônicas de acordo com Ricketts e Alonso (1991)

CATEGORIAS DE

ENDOMETRITE ACHADOS MORFOLÓGICOS

Égua normal O endométrio não é atrófico ou hipoplásico e as alterações fibróticas e inflamatórias são ausentes ou, quando aparecem, são discretas e esparsas.

Endometrite crônica

infiltrativa Presença de células mononucleares, incluindo histiócitos e plasmócitos, infiltrando o estroma. Endometrite crônica

degenerativa (endometrose)

Presença de alterações degenerativas glandulares (ninhos e/ou cistos) associadas à fibrose periglandular e/ou fibrose estromal difusa.

4.6.2 Análise qualitativa do colágeno endometrial

O material corado pelo método de Picrosirius Red foi analisado em microscópio de luz polarizada (campo escuro), modelo Axio Imager A1 (Carl Zeiss, Alemanha) do Serviço de Patologia Veterinária da FMVZ, UNESP, Botucatu, SP.

Inicialmente, foi feita a análise qualitativa do colágeno total em todas as amostras. Nesta análise foi realizada uma avaliação detalhada da distribuição do colágeno, determinando-se as regiões de sua maior concentração no endométrio. As regiões consideradas foram: o espaço subepitelial, os estratos compacto e esponjoso e as regiões periglandulares e perivasculares. Ainda foi observado se o padrão de distribuição era difuso ou localizado nestas regiões.

Na análise do tipo de colágeno presente nas amostras foi feita uma avaliação com base na refringência das fibras sob polarização de luz: as fibras espessas e de coloração amarelada a avermelhada foram classificadas como colágeno tipo I e as fibrilas delgadas e de coloração esverdeada, como de colágeno tipo III. Quando não era possível determinar a predominância de um dos tipos, considerou-se que havia os dois tipos de colágeno na mesma amostra.

4.6.3 Análise da esclerose e fibroelastose vascular

O material corado com VVG foi utilizado para a avaliação da esclerose e do grau de fibroelastose vascular e seguiu a classificação descrita por Inoue et al. (2000). Em cada amostra eram avaliadas todas as arteríolas para a observação da fibroelastose e esclerose vascular. Para cada arteríola era dado um grau de fibroelastose e ao final da análise se obtinha uma média com base no número de arteríolas observadas, chegando-se a classificação adequada. Para a análise estatística cada grau de fibroelastose encontrado foi substituído por um valor numérico variando de um a quatro, conforme a classificação morfológica. Na Tabela 4 estão apresentadas as características morfológicas da classificação para fibroelastose proposta por Inoue et al. (2000).

TABELA 4. Classificação das alterações vasculares do endométrio eqüino de acordo com Inoue et al. (2000)

ALTERAÇÕES

VACULARES ACHADOS MORFOLÓGICOS

Tipo 1 Quando não são observadas lesões vasculares significativas. Tipo 2 Presença de discreto espessamento da camada íntima, mas sem

alterações nas camadas média e adventícia.

Tipo 3 Moderada elastose com espessamento da íntima e aumento das fibras elásticas na adventícia.

Tipo 4 Presença de elastose acentuada observada tanto na camada íntima quanto na adventícia.

4.6.4 Análise morfométrica

Para a análise morfométrica da fibrose periglandular foram utilizados os cortes histológicos corados pelo método do Picrosirius Red. A morfometria foi realizada de acordo com Nunes (2003), utilizando-se microscópio de luz polarizada (campo escuro), modelo Axio Imager A1 (Carl Zeiss, Alemanha), contendo câmera digital modelo Axiocam MRc (Zeiss Vision, Alemanha) equipado com programa de análise de imagem Axio Vision Software Rel. versão 4.3 (Zeiss Vision, Alemanha) do Serviço de Patologia Veterinária da FMVZ, UNESP, Botucatu, SP. Foram avaliadas todas as amostras que apresentavam fibrose periglandular, em ramos individuais ou em ninhos fibróticos. A área de fibrose era calculada subtraindo-se a área do lúmen glandular da área total da fibrose em volta da glândula. Este valor era dividido pela área total da amostra e multiplicado por 100. O número final correspondia ao percentual total de fibrose periglandular existente na amostra.

Para a análise morfométrica da esclerose vascular endometrial foi utilizada a mesma técnica feita para a avaliação da fibrose periglandular descrita por Nunes (2003). Foram utilizadas nesta análise as lâminas coradas com VVG. As lâminas coradas pelo Tricrômico de Masson serviram para avaliação complementar da esclerose.

A morfometria da esclerose vascular foi realizada utilizando-se microscópio modelo Physis, câmera de captura tipo CCB (Sony) e programa de análise de imagem Image Pro Plus versão 1.0 do Laboratório de Ciência da Madeira do Núcleo de Estudos e de Difusão em Tecnologia em Floresta, Recursos Hídricos e Agricultura Sustentável (NEDTEC) da Universidade Federal do Espírito Santo, Jerônimo Monteiro, ES.

4.6.5 Análise imunoistoquímica

Para cada anticorpo utilizado, a intensidade da reação era estimada conforme a marcação positiva. Porém, por tratar-se de anticorpos monoclonais e policlonais a marcação positiva variava de intensidade sendo necessário caracterizar cada marcador, visto que alguns apresentavam marcação fraca enquanto que outros eram fortemente marcados. Para esta avaliação foram utilizados dois observadores.

Para cada região onde a enzima foi observada, adotou-se um valor para a intensidade da marcação, sendo: 0=negativo, 1=marcação fraca, 2=marcação moderada e 3=marcação acentuada. Os locais observados foram: epitélio luminal, epitélio glandular, parede vascular, célula endotelial, célula inflamatória e célula estromal.

Para a avaliação do grau de expressão de cada enzima foram utilizados valores numéricos variando de zero a seis. O valor zero correspondia à ausência da marcação. Para cada local era atribuído o valor um. A expressão da enzima era calculada com base no somatório dos locais onde esta enzima estava presente, ou seja, de zero a seis.