2. FERĠDÜDDĠN ATTÂR VE ESERĠ
3.2. Mantıku‟t-Tayr‟da Belirlenen Semboller ve Anlamları
3.2.1. Simurg
Nesta categoria, incluímos a vegetação de manguezal, vegetação de caatinga e solo exposto (área de pastagem e cultura temporária), como contexto natural e antropizada, fora do contexto do uso do solo pelas atividades de salinas, petróleo e carcinicultura, para que possam ser analisadas e comparadas em sua evolução natural, sem a interferência das atividades produtivas. (Ver mapa 15).
Mapa 15: Evolução da vegetação de Manguezal. Pesquisa direta, outubro de 2008.
A partir da década de 1990, houve um grande aumento de solo exposto, provavelmente, em função do desmatamento para pastagem e culturas temporárias, como um provável desmatamento para a retirada de lenha.
Através da análise seqüencial das imagens orbitais, a cada década, num período de 30 anos, foi possível perceber a redução da área de vegetação de caatinga em aproximadamente 40%, coincidindo com a área de solo exposto, com um grande salto na década de 1990 e apresentando 5% solo exposto na última imagem. No mapa 16, visualizamos a dinâmica da transformação da área de vegetação de caatinga, solo exposto e manguezal no período de 1978 a 2008.
Mapa 16: Evolução da vegetação de caatinga. Fonte: Pesquisa direta, outubro de 2008.
Em 1978, a área de solo exposto era apresentada por pequenas porções localizadas a Sudeste e Sudoeste da área mapeada, apresentando uma pequena expansão à Noroeste da área de estudos no ano de 1988. Já nos anos de 1998 e 2008, apresentou grande avanço em direção Nordeste, encontrando-se com a planície de inundação formando vasto trecho desnudo. (Ver mapa 17).
Observou-se, também, que nos últimos 20 anos houve uma grande redução da vegetação de caatinga e surgimento de solo exposto, mostrando indício de desmatamento. ( Ver gráfico 15).
Mapa 17: Evolução do Solo exposto. Fonte: Pesquisa direta, outubro de 2008.
Gráfico 15: Comparação entre solo exposto e a vegetação da caatinga. Fonte: Pesquisa direta, outubro de 2008.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os estudos realizados nesta dissertação de mestrado nos levaram a perceber que a evolução observada no uso e ocupação da área em estudo, predominante em produção de petróleo, carcinicultura e salinas, são fontes que favorecem o município de Macau, principalmente na área econômica, e vem sendo o piloto no desenvolvimento local no decorrer das décadas vivenciadas.
Neste trabalho, foi possível perceber que, mesmo que o homem modifique a paisagem pelas suas necessidades, a natureza também faz os seus ajustes determinado pelas suas condições ambientais – condições climáticas e dinâmica costeira. De acordo com o que se considera sobre paisagem, podemos acrescentar, ainda, que se esta poderá ser modificada com o tempo e a ação do homem, pois é pouco provável existir um conceito realmente absoluto.
Dentre alguns autores que definem o tema paisagem, destacamos Santos, que diz:
[...] a paisagem não é dada para todo o sempre, é objeto de mudanças. È um resultado de adições e subtrações sucessivas.É uma espécie de marca na história do trabalho, das técnicas. Por isso, ela própria é parcialmente trabalho morto, já que é formada por elementos naturais e artificiais. (1988, p. 24).
Quanto ao nosso tema observamos em algumas leituras, que a sustentabilidade é resultado dos avanços nos paradigmas de descobertas científicas, com a superação do anterior, a adequação do conhecimento e a convivência com o meio ambiente, isto vindo, então, nos esclarecer que a área em estudo apresentou pouca alteração no tocante às atividades produtivas, conforme as nossas análises.
Com a construção de cartas temporais, baseadas na interpretação das imagens do satélite Landsat 5, identificamos a dinâmica do uso do solo, onde a atividade salineira ocupa uma maior área (Anexos 1, 2, 3 e 4). A atividade de carcinicultura, hoje, ocupa 6,59 % de uma área antes utilizada pelas atividades salineiras, como também áreas de planícies de inundação. Percebeu-se que, a atividade de carcinicultura teve uma dinâmica de crescimento muito expressiva, no tocante ao reaproveitamento do solo antes utilizado pelas atividades de
produção do sal. Quanto à atividade petrolífera, pode-se dizer que esta utiliza uma pequena área de ocupação e uso do solo e encontra-se nas áreas de tabuleiro, em torno das área de salinas e praias.
Construiu-se uma base de dados através de técnicas de geoprocessamento, a fim de proporcionar uma análise temporal do uso do solo no litoral setentrional de Macau. Utilizamos as séries históricas de imagens de satélites e fotografias aéreas, como fonte de dados e informações que mostraram as transformações temporais ocorridas, identificando e delimitando, através dessas imagens, a existência de área de ocupação neste ambiente e sistematizando-os em cartas temáticas.
Os resultados ainda nos evidenciaram a importância da utilização de imagens de satélites e aplicação do sistema de informações geográficas (SIG), no fornecimento dos dados para a identificação de uso do solo e monitoramento ambiental, contribuindo, assim, com a gestão quanto ao conhecimento do uso do território no litoral setentrional de Macau.
As imagens orbitais apresentam, entre outras vantagens, uma visão regional da área que permite a análise da estrutura organizacional em um determinado período, possibilitando a análise das transformações, quanto ao comportamento espacial e a mensuração de determinado fenômeno.
Foi possível identificar os diferentes tipos de uso do solo e efetuar o monitoramento do uso e ocupação da área de estudo, desenvolvidos de forma sistemática, constatando-se as transformações ocorridas no uso do solo, a partir de técnicas de PDI (Processamento Digital de Imagens) e trabalhos de campo desenvolvidos de modo sistemático na área de interesse.
As observações, obtidas através das imagens, devido a pouca resolução destas, não permitiram uma análise clara da ocupação urbana e rural dentro da área estudada, porém a excursão de campo nos esclareceu que há uma grande ocupação da área pelas propriedades rurais e pequenos núcleos urbanos. Neste contexto, as atividades produtivas ali existentes são consideradas fundamentais para a condição econômica do local, como ainda regional.
O presente estudo realizado considera a análise temporal uma ferramenta de grande importância, necessária para contribuir com a gestão
ambiental da área, valorizando não só o município, como também o Estado do Rio Grande do Norte.
REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO
AB’SABER, Aziz. Brasil: Paisagens de Exceção: O Litoral e o Pantanal mato– grossense. Cotia, SP: Ateliê Editorial, 2006.
ALEXANDRE, Mario Jessiel de O. Georrítimo do cavalo-de-pau nos municípios da área do petróleo Potiguar: A Relação entre os royalties e a dinâmica socioecômica. Natal: UFRN, 2003, Dissertação de Mestrado em Geografia.
ALVES, A. L.. Cartografia Temporal e Analise Geoambiental da Dinâmica da Foz do Rio Piranhas-Açu, Região de Macau-RN, Com Base em Imagens LANDSAT 5-TM. Natal: UFRN, 2001. Dissertação de Mestrado em Geologia (PPGG).
ALMEIDA, S. A. da. e CUELLAR M. Z. Identificadas Enchentes no Baixo Açu – Rio Grande do Norte Através de Imagens de Satélite Sino-Brasileiro CBERS 2b. In: IV Simpósio Regional de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto. 4p. 2008.
AMORIM NETO, 1987, M. da S Estimativa da Evapotranspiração Potencial. EMBRAPA CPATSA, Comunicado Técnico, nº 31.1898ª, 17 p.
ANP, Produção Nacional de Petróleo. Rio de Janeiro, 2008. Disponível em: <http://www.anp.gov.br/petro/desenvolvimento_dados.asp>. Acesso em: 07 set. 2008.
ARARIPE, P.T., FEIJÓ, F.J. 1994. Bacia Potiguar. Boletim de Geociências da PETROBRAS, Rio de Janeiro, 8(1): 127-141.
ASSECOM (2004) Disponível em: <http:// www.assecom.rn.gov.br/ pg_noticias.asp> Acesso em: 07 abr. 2008.
AZEVEDO, Aroldo de. Brasil - A Terra e o Homem. Vol. 1: as bases físicas. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1972. p. 253-305.
BAGNOLI, E. e OLIVEIRA, J. W. Ponta do Tubarão um exemplo de incorporação de áreas marinhas ao continente, pela migração lateral de sistema de ilha barreira / laguna, no litoral Norte do estado do Rio Grande do Norte in: Simpósio Sobre Processos Sedimentares e Problemas Ambientais na Zona Costeira do Brasil. Recife, 1995.
BERNARDY, Rógis Juarez et al. Análise do Uso da Terra Através de Geoprocessamento para a Gestão Territorial no Estado de Santa Catarina.In: COBRAC Congresso Brasileiro de Cadastro Técnico Multifinalitário UFSC Florianópolis, 2002.
BEZERRA, David Batista. Avaliação dos Impactos Ambientais Produzido pela Indústria Salineira do Rio Grande do Norte. UFRN, ABES Trabalhos. 2008, p.7
BIGARELLA e AB`SABER, Paleogeographishe and Paleoklimache Aspeckte des Kanozaainhumus In:Subbrasilien. Zeistschr. Geomorph. Berlin. NF. 1964.
CALDAS, L. H. O. 1998 Geologia Costeira da Região de São Bento e Caiçara, litoral norte potiguar. Relatório de Graduação. UFRN/DEGEO. 83p.
CALDAS, L. H. O. 1998, Estudos Geológicos e Geofísicos da Falha de Carnaubais, Bacia Potiguar-RN, e a Implicidade Neotectônica. Programa de Pós-graduação em Geodinâmica e Geofísica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, Dissertação de Mestrado, 89p.
CALDAS, L. H. O. 2002. Late Quaternary coastal evolution of the northern Rio Grande do Norte coast, NE Brazil. Unpublished PhD Thesis. Kiel University, Germany. 92p.
CAMPOS e SILVA, A, 1966.Considerações Sobre o Quaternário do Rio Grande do Norte. Arquivo do Instituto de Antropologia, Natal, V.2, n 1-2,p 275- 301.
CARCINICULTURA<http://www.aquabionet.com.br/> acesso em: 15 jun 2007.
CASTRO, Demian Garcia, Significados do conceito de paisagem: Um debate através da epistemologia da geografia. Rio de Janeiro, 2004
CAVALCANTI, C. (ORG) Desenvolvimento e Natureza: estudo para uma natureza sustentável. 3ed. São Paulo: Cortez, Recife. Fundação Joaquim Nabuco, 2001
CHAVES, M. S. and VITAL, H. 2001a. Caracterização geoambiental dos parâmetros de onda entre o trecho praial da ponta do tubarão e Barra do corta-cachorro, Macau/RN. Proceedings of the VII Congresso da ABEQUA (Mariluz-Imbé, RS, Brazil, 14 a 20 de outubro), pp 554.
CHAVES, M. S. and VITAL, H. 2001b. Impactos ambientais na zona costeira do campo petrolífero Macau-5, Macau/RN. Proceedings of the 1º Congresso Brasileiro de P&D em Petróleo e Gás. Natal/RN, 25 a 28 de novembro. SBQ-UFRN, pp222.
CHAVES, M. S.; VITAL, H.; SILVEIRA, I. M. and SANTOS, D. A. S. 2003. Processos Erosivos no Campo Petrolífero de Macau/Serra, com Base na Hidrodinâmica Costeira e nos Perfis Praiais, Macau/RN, NE do Brasil. Proceedings of the 2º congresso Brasileiro de P&D em Petróleo & Gás (Rio de Janeiro, RJ, Brazil), pp.270.
CHAVES, M. S.; VITAL, H. e SILVEIRA, I. M. 2004. No prelo. Beach Morphodynamic of the Serra Oil Field, northeastern Brazil. Journal of Coastal Research, SI 39 (Proccendigs of the 8th International Coastal Symposium), pg – pg. Itajaí, SC – Brazil, ISSN 0749-0208 (no prelo).
CHAVES, Marcelo dos Santos. Dinâmica Ambiental do Campo Petrolífero Macau/Serra, Litoral Setentrional do Estado do Rio Grande do Norte. Natal: UFRN. PPGG, 2005. Tese de Doutorado. N 10
CHORLEY, Richard J. “Geomorphology and general systems theory” U. S. Geol. Survey Prof. Paper (1962), 500-B, 10 pp., [ transcrito em Notícia Geomorfológica, 11 (21), pp.3-22, 1971].
CHORLEY, Richard J. e Kennedy Barbara A. Physical geography: a systems approach (1971), 12 (23), Prentice-Hall, Londres, Inglaterra.
CHRISTOFOLETTI, Antônio, 1937 – Geomorfologia. São Paulo, Edgard Blücher, 2ª edição, 1979.
CHRISTOFOLETTI, Antônio. Modelagem de sistemas ambientais. São Paulo, Edgard Blücher, 1ª edição, 1999.
COSTA NETO, L. X. (1985) Geologia da área entre de Macauzinho e Boa Vista (Sul de Macau) – RN. Natal: UFRN/DEGEO. 193p. (Relatório de Graduação)
COSTA NETO, L. X. 1997. Evolução Geológica-geomorfológica recente da plataforma continental interna ao largo do delta do rio Açu, Macau-RN. Universidade Federal Fluminense, Rio de Janeiro. Dissertação de Mestrado, 213p.
CPRM, http://www.cprm.gov.br/publique/media/capX_a.pdf> acesso em: 16 set. 2008.
CRUZ, Olga. A Serra do mar e o litoral na área de Caraguatatuba: contribuição a geomorfologia tropical litorânea. São Paulo: Instituto de Geografia da USP, 1974. 156p.
DAVID BATISTA. Avaliação dos Impactos Ambientais Produzido pela Indústria Salineira do Rio Grande do Norte. UFRN, ABES Trabalhos. 2008, p.7.
DNMET. Departamento Nacional de Meteorologia. Normais Climatológicas. DNMET, BRASILIA.
EMBRAPA<http://www.uep.cnps.embrapa.br/solos/rn/macau.pdf> acesso em: 14 out. 2007.
FONSECA, Vanildo Pereira da. Estudos Morfo-neotectônico na área do baixo curso do Rio Açu (Açu-Macau) – Rio Grande do Norte. Belo Horizonte: UFMG, 1996. Dissertação de Mestrado.
FARIAS, P. C. Caracterização Ambiental de Áreas de Atuação da PETROBRAS no Rio G. do Norte. Geologia de superfície da área da Área de detalhe de Macau, Relatório Final. Natal: PETROBRAS, 1997. Relatório Interno.
FARIAS, P. C. et al., 1990 Roteiro de Excursão “Cretáceo da Bacia Potiguar”. In: Congresso Brasileiro de Geologia, 36, Natal, 1990. Roteiro de Campo. Natal, SBG. 43p.
FERNANDES, Geraldo de M. Operários do Sal. Dois Séculos de Exploração. Fortaleza, 1980. p 33-50.
FERREIRA, Maria I. M. e OLIVEIRA, Teógenes Senna de. Analise temporal do uso da terra em parte do município de Viçosa do Ceará, Ceará. Ciências Agronômicas, vol 32. N 1-2. 2001.16p.
FOGLIATTI, Maria Cristina et al. Avaliação de Impactos Ambientais. Aplicação aos Sistemas de Transporte. Rio de Janeiro. Editora Interciência, 2004. p. 51-52.
GRIGIO, Alfredo Marcelo. Aplicação de Sensoriamento Remoto e Sistema de Informação Geográfica na Determinação da Vulnerabilidade Natural e Ambiental do Município de Guamaré (RN): Simulação de Risco às Atividades da Indústria Petrolífera. Natal: UFRN. PPGG, 2003. Dissertação de Mestrado.
GUERRA, Antônio José Teixeira. e Cunha, Sandra Baptista da, Geomorfológica e meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. p. 337-79.
GUERRA, A. T., Dicionário de geologia-Geomorfologia. Rio de Janeiro; IBGE, 1978.
GUERRA, A. T. & CUNHA, Sandra B. Geomorfologia: uma atualização de Bases Conceitos. Rio de Janeiro, Ed. Bertrand Brasil, 1994.
GUERRA, A. T. & CUNHA, Sandra B. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro, Ed. Bertrand Brasil, 1995.
HACK, John T. “Interpretation of erosional topography in humid temperate regions”, American Journal of science (1960), (258-A), p. 80-97, [Transito de notícia geomorfológica, 12 (24), 1972].
HAIGH (1985) Geography and general systems theory, philosophical homologies and current practice. Geoforum, 16(2): 191-203.
HOWARD, Alan D. Geomorphological systems: “equilibrium and dynamics” American Journal of science, (1965), 263 (4), pp. 302-312.
IDEMA (2005) Perfil do Seu: Município Macau. Natal. IDEMA. V.08 p.1-22 2005.
IDEMA <http://www.cprm.gov.br/rehi/atlas/rgnorte/relatorios/MACA080.PDF > acesso em: 08 out. 2008.
IDEMA-RN<http://www.rn.gov.br/secretarias/idema/perfil_m.asp> acesso em: 14 ago. 2008.
INMET< http://www.inmet.gov.br/>, acesso em: 10 set. 2008.
INPE<http://www.dgi.inpe.br/Suporte/files/Cameras-LANDSAT57_PT.php> acesso em: 04 set. 2008.
JUNIOR, João Batista Carmo. Geografia da Dominação: Um estudo sobre a organização espacial da terra do sal (Macau-RN). Natal: UFRN. 2006. Dissertação de Mestrado.
KEGEL, W. (1957) Contribuição ao Estudo da Bacia Costeira do Rio Grande do Norte. Rio de Janeiro, DNPM/DGM, Boletim N° 170. 52p.
LIMA, Zuleide Maria. C. et al. Monitoramento da Variação da Linha de Costa de Galinhos – RN Utilizando Fotografias aéreas e Imagens de Landsat TM e Landsat ETM+. IN: Congresso de Abequa, VIII. Imbé, Anais. Resumos, Imbé-RS, v. 1, p.551-552.
LIMA, Zuleide Maria C. Caracterização da Dinâmica Ambiental da Região Costeira do Município de Galinhos, Litoral Setentrional do Rio Grande Do Norte. Natal: UFRN. PPGG, 2004. Tese de Doutorado.
MAFRA, Liliane C. A M.; AMARO, V. E.; VITAL, Helenice; Marcelin A M. T. Caracterização Geológica e Geomorfológica do Município de Porto do Mangue/RN com vistas à elaboração do Mapa de Sensibilidade do Litoral ao Derramamento de Óleo, Natal: Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2002. Relatório de Graduação.
MABESSONE, J. M. e CASTRO, C. Desenvolvimento Geomorfológico do Nordeste Brasileiro. Boletim SBG-NE, Recife. 3: 5-36, 1975.
MABESSONE, J. M., Revisão Geológica da Faixa Costeira de Pernambuco, Paraíba e Parte do Rio Grande do Norte. Recife, UFPE, 10:11-20. 1991
MENDONÇA, Francisco. Geografia física: ciência humana?. 7. ed., São Paulo: Contexto, 2001.
MINISTÉRIO DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA <http://www.mct.gov.br/index.php/content/> acesso em: 02 ago. 2006.
MIRANDA F. M. Geologia da Área de Macauzinho, Litoral Leste do estado do Rio Grande do Norte. Relatório de Graduação, Departamento de Geologia, UFRN, 1983, 138 p.
MOREIRA, Maurício Alves. Fundamentos do sensoriamento remoto e metodologia de aplicação. Viçosa: UFV, 2003. 2ª ed.
MOURA, Getúlio. Visão panorâmica das salinas na área de estudo durante enchente, Macau-RN. 2008 1 foto, color. 7,5 cm x 11 cm.
MOURA, Getúlio. Um Rio Grande e Macau: Cronologia da História Geral. Natal, 2005.
NASCIMENTO, M. C. Uma Contribuição para a Caracterização das Unidades Ambientais de Ecossistema Costeiro compreendido entre a Barra do Corta cachorro (Macau) e o Rio Porto do Capim (Guamaré), Estado do Rio Grande do Norte. Natal: 2002. Relatório.
NATROTEC e ECOPLAM. Fábrica de Barrilha e Implantação de Emissário submarino, Estudo de Impacto Ambiental – volume II. Natal: ECOPLAM, 1995.
NIMER, Edmon. Clima do Brasil, IBGE, Rio de Janeiro, 1972.
NOGUEIRA et. al. (1985), Geologia da Faixa Litorânea entre Natal e Graçandu-RN. Boletim do Departamento de Geologia, Natal: UFRN/CCE.
NOGUEIRA et. al. (1985), Geologia da Faixa Litorânea entre Natal e Graçandu-RN. Boletim do Departamento de Geologia, Natal: UFRN/CCE.
NUNES, João Osvaldo Rodrigues. Uma contribuição metodológica ao estudo da dinâmica da paisagem aplicada à escolha de áreas para construção de aterro sanitário em Presidente Prudente. Presidente Prudente: [s.n], 2002. xi p., 211 p. : il. ; 29 cm.
OLIVEIRA, Frederico Fonseca Galvão de e NUNES, Elias. Sensoriamento Remoto na análise espaço-temporal da expansão da mancha urbana em Natal/RN (1969-2002). In: Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto. 2005, Goiânia: Universidade Estadual de Goiás – UEG, Anais XII, INPE, p. 3871-3878.
PENTEADO, Margarida. Fundamentos de Geomorfologia. Rio de Janeiro: IBGE, 1978.
RAMOS, Maria F. de Jesus Lírio. Geomorfologia e Dinâmica Ambiental: Vale do Rio Pitimbu/RN. Natal: imagem Gráfica e Editora Ltda, 2003. 87p.
RODRIGUEZ, José Manuel Mateo et al. Geoecologia das paisagens: Uma visão geossistemica da analise ambiental. Fortaleza: Ed. UFC, 2004.
REIS, A. C. de S. Clima da Caatinga. Anais da Academia Brasileira de Ciências. 48(2): 325-335, 1976.
ROSS, J. L. Sanches. Geomorfologia: ambiente e planejamento. 2. ed. São Paulo: Contexto, 1991. 82p
______. Geomorfologia: ambiente e planejamento. 2. ed. São Paulo: Contexto, 1991. 17p
______. EcoGeografia do Brasil: Subsídio para Planejamento Ambiental. São Paulo: Oficina de Textos. 2006.
SALGADO, Gabriela; LOCH, Ruth Emilia. Análise Temporal de Uso da Terra a partir de Sensoriamento Remoto e Sistema de Informações Geográficas: Parque Municipal da Lagoa do Peri – Florianópolis – SC. <http//geodesia.ufsc.br/Geodesia-online/arvivo/cobrac_2002/119/119.htm> acesso em: 20 jun. de 2008.
SANTOS, D. A. S., 2003. Mapeamento da área submersa da laguna de Diogo Lopes - Barreiros/RN. Natal/RN: Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Departamento do Curso de Geologia, Relatório de Graduação, 70p. SANTOS, Milton. METAMORFOSES DO ESPAÇO HABITADO, Fundamentos Teórico e Metodológico da Geografia. Hucitec.São Paulo 1988.
SANTOS, Milton. A metamorfose do espaço habitado. São Paulo, Hucitec 1998.
SANTOS, Paulo Pereira dos. Evolução Econômica do Rio Grande do Norte: Do Século XVI ao Século XX. Natal, Clima, 1993.
SANTOS, F. Rozely. Planejamento Ambiental Teoria e Prática. São Paulo. Oficina de Textos, 2002.
SEMARH-RN<http://www.semarh.rn.gov.br/consulta/cBacia.asp> acesso em: 25 ago. 2007.
SETUR. Pirâmides de sal em processo de secagem. http<www.setur.rn.gov.br foto38.jpg> acesso em: 20 abr. 2008.
SILVA, C. G. (1991) Holocene stratigraphy and evoluttion of the Açu River delta. Rio Grande do Norte, Noetheastern Brazil. Departament of Geology, Duke University. Unplublished Ph.D. Thesys, 250pp.
SILVA, Jorge X. da e ZAIDAN, Ricardo Tavares. Geoprocessamento & análise ambiental: aplicações. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2004. 368p. SILVA R. I. e NOGUEIRA, A. M. B. 1985 Estratigrafia da Porção Emersa da Costa do Rio Grande do Norte. In: SIMPÓSIO SOBRE PROCESSOS SEDIMENTARES E PROBLEMAS AMBIENTAIS NA ZONA COSTEIRA DO NORDESTE DO BRASIL, Recife, 1995. Anais Recife, p.144-147.
SILVEIRA, Iracema Miranda da. Levantamento dos Solos do Complexo estuarino de Macau. Natal: PETROBRAS, 1996. Relatório interno
_____. Caracterização e Vulnerabilidade Ambiental do Campo de Serra- Macau/RN. Natal, Texto, 2005.
_____. Estudo Evolutivo das Condições Ambientais da Região Costeira do Município de Guamaré – RN. Natal: UFRN-PPGG, 2002. Dissertação de Mestrado
_____. (1996) Qualidade Ambiental da área de Macau. In: X ENCONTRO NACIONAL DE GEÓGRAFOS, Recife, Anais. P.25-27.
_____. (1996) Levantamento dos Solos do Complexo Estuarino de Macau. Relatório Interno.
_____. (1997), Caracterização Geomorfológica dos Manguezais da área de atuação da PETROBRAS: Salina Cristal/Macau-RN (Relatório Parcial). Natal. UFRN/FUNPEC;PETROBRAS. 21p.
SILVEIRA e VILAÇA (1985), Notas Previas sobre as Formas de Relevo do Litoral Leste do Rio Grande do Norte-RN. Ed. Universitária, Boletim DG- CCE/UFRN, N° 9, P.57-60.
SOARES, U. M. et al, 2003 <http://www.phoenix.org.br/Paleo2003_Boletim.pdf >acesso em: 24 ago. 2007.
SOARES, Ulisses da Costa. Geologia da Costa de Macau. Natal: UFRN/PETROBRAS, 1983. Relatório de Graduação.
SOUTO (2002) Análise Multitemporal da Morfodinâmica costeira na Região da Ponta do Tubarão, município de Macau-RN, utilizando Técnicas de Geoprocessamento. Natal: UFRN/DEGEO. Relatório de Graduação. 67p. SOUTO, Michael V. Silva. Análise Multitemporal dos elementos geoambientais da região da ponta do Tubarão, área de influencia dos campos Petrolíferos de Macau e Serra, município de Macau/RN. Natal: UFRN-PPGG, 2004. Dissertação de Mestrado.
SOTCHAVA, V. O estudo dos geossistemas. Métodos em questão. IGUSP, 1975.
STRAHLER, Arthur N. Dinamic Basis of Geomorphology, Geol. Soc. America