• Sonuç bulunamadı

2.3. Bilgisayar Destekli Öğretim (BDÖ)

2.3.5. Simülasyon (Benzeşim) Programları

A atividade missionária tinha pontos que convergiam com relação ao relacionamento com nativos, pois muito do que era comum nos rituais pagãos foi sincretizado, como, por exemplo, a explicação da vida após a morte, que para os cristãos se dava a partir da chegada ao céu e a salvação. As adaptações interpretativas tiveram de ser feitas para melhor compreensão dos escritos bíblicos, assim, foi mais fácil expandir o projeto evangelizador idealizado pelos missionários da CMS. Segundo Kefa Otiso (2010, p.609) as pregações e rituais diferiam muito mais do que admitiam os missionários e eram consideradas importantes dentro do processo cultural de mediação. Contudo, por mais que existisse a necessidade de adaptação a vida e costumes dos povos catequizados, os missionários sempre manifestavam uma atitude negativa para com a cultura e a religião africana, como aponta OPUKO :

Desde o início estavam decididos a destruí-las. Pregavam que o único deus verdadeiro era aquele cuja natureza e essência haviam sido reveladas pela Bíblia; que todos os outros deuses não passavam de ilusões; que o filho de Deus, Jesus Cristo, era a revelação suprema e único salvador da humanidade; que a igreja era a única a dispensar a graça divina e que fora dela não havia salvação. Desse modo, os missionários europeus consideravam dever divino conduzir todos os povos ao domínio da graça e da salvação.

Imbuídos da convicção de serem donos da única verdade, condenavam tudo o que fosse “pagão”. Pregavam contra todas as formas de práticas tradicionais: o derrame de libações, a celebração de cerimônias de pompa, batuques e danças, as cerimônias tradicionais dos ritos de passagem, como a condução do recém-nascido para além da soleira, os ritos de puberdade das moças e os costumes ligados aos mortos e aos

enterros. Também negavam a existência dos deuses, das feiticeiras e de outras entidades sobrenaturais em que os africanos acreditavam. De modo geral, tornar-se cristão significava, em larga medida, deixar de ser africano e tomar como ponto de referência a cultura europeia. O cristianismo exercia, portanto, uma força desagregadora sobre a cultura africana. (OPUKO, K. 2010. p. 612)

A reação ao processo de conversão sempre foi diversa. Havia aqueles que aceitaram sem problemas a nova religião, principalmente grupos excluídos do poder em suas comunidades étnicas. Uma vez convertidos, muitos habitantes de Buganda se adaptaram facilmente ao cristianismo e auxiliaram na propagação do mesmo, funcionando muitas vezes como missionários para propagação da evangelização. Outros ainda que declarados convertidos, não conseguiam se desvincular de suas tradições por completo e continuavam a temer feiticeiras e enaltecer antepassados como forma de não abandonarem por completo seus rituais. Isto pode ser provado pelos textos dos missionários. Se pensarmos no sincretismo religioso e nas adaptações de tradições feitas pelos escravizados africanos e afro-brasileiros, percebemos que estas estratégias de manutenção de parte da cultura de sua etnia eram comuns também entre os grupos subalternos que toma como base a fuga da dicotomia colonizador europeu/colonizado africano, que restringe e não dá “voz” aos não-europeus, algo que segundo Frederick Cooper deveria ser feito. A preservação cultural se dava por meio desses processos que possibilitaram de alguma forma assegurar o não desaparecimento de cultura locais de povos como os Buganda.

Posteriormente no século XX, essa mistura de elementos de uma religião africana com a cristã europeia, acabou por fundar as chamadas Igrejas separatistas. A formação delas se deu a partir do interesse de se incorporar cada vez mais elementos africanos à doutrina cristã, o que levaria a uma maior aceitação do que aquela obtida pelos missionários europeus. O principal motivo foi justamente o surgimento das línguas nativas escritas e a partir destas, a tradução do livro sagrado (a Bíblia) para essas línguas. Esse procedimento acabou possibilitando a leitura e interpretação das escrituras sagradas por parte dos africanos e ajudou a formação de um código escrito nos mais diversos dialetos para o inglês e vice-versa.

De acordo com o que se compreendia, os convertidos começaram a difundir as diretrizes do cristianismo e também a fundar e/ou administrar suas próprias igrejas. A medida que surgiram convertidos e missionários africanos eles progressivamente foram tirando das mãos dos missionários o monopólio da catequização e sua interpretação. Ou seja, a CMS indiretamente criou novas interpretações na continuidade do trabalho de evangelização feito pelos “nativos” convertidos. Desse modo, o trabalho missionário não só se ampliou, mas foi

ganhando novas funções e leituras por parte dos convertidos (BYARUHANGA, C. 2008. p. 206)

Não por acaso as igrejas criadas pelos africanos convertidos passaram posteriormente a se tornar palco político para exprimir a insatisfação para com o colonialismo. Neste sentido, elas deixaram de ser o braço do colonizador e, em muitas partes, elas passaram a ser hostilizadas por parte dos povos colonizadores como forma de conter movimentos contrários à suas administrações. Em muitas áreas, o descontentamento com os impostos e outros abusos da política colonial foi levado por essas instituições surgidas a partir de cisões para pauta e impulsionaram o surgimento oposições contra o domínio colonial. No caso de Uganda essas oposições ficaram marcadas por um homem que fora militar chamado Ruben Spartas Mukasa que durante a dominação inglesa sob a forma de protetorado na segunda década do século XX fundou um novo braço da Igreja Ortodoxa Africana, dissidência da anglicana, em Uganda e nela exprimiu as insatisfações com o governo imperialista inglês. Doou-se para a liberdade do continente através da African Progressive Association (Associação Progressista Africana) o

Christian Army for the Salvation of Africa (Exército Cristão para a Salvação da África) e parte

da Igreja Ortodoxa Africana quis demonstrar sua luta para o fim da exploração vigente.

Havia também o combate a tradições vistas com aversão pelos missionários europeus em Buganda como a poligamia comum em determinadas áreas e aceita pelos costumes locais e islâmicos. Também combatiam a prática da circuncisão (atentemos para elementos presentes na cultura do Islão que era marcante e muito mais antiga do que as cristãs na África) passaram a ser incorporadas a muitas dessas igrejas.

O denominado cristianismo africano de certa forma foi, portanto, um produto do sincretismo e era uma forma complementar da cultura local aos costumes e religião ocidental. É preciso compreender que muitas vezes, as religiões tradicionais não correspondiam totalmente aos anseios dos povos locais em suas explicações com o sagrado do ambiente religioso na África, bem como as explicações do cristianismo missionário europeu.Contudo, era justamente partes de um de outro mundo religioso que solucionavam as lacunas voltadas para o sentido do sagrado e que acabaram sendo formando o chamado cristianismo africano. As associações feitas ao livro sagrado cristão, a Bíblia e sua interpretação e adaptação, fizeram com que o cristianismo africano fosse mais contextualizado, pois estava de acordo com a realidade vivida naquele local, e por consequência, mais atento e compatível ao imaginário religioso dos povos da região centro leste da África.

Assim o cristianismo africano logo seria capaz de solucionar as necessidades humanas, já que pensava cura, adivinhação, profecias, visões, feitiços, bruxarias, forças do mal,

demônios dentre outros elementos da religião tradicional faziam sentido. De certa forma, eles também eram reconhecidos na Bíblia embora fossem renegados pelos missionários europeus, fato intrigava os africanos convertidos cristãos uma vez que para eles seria incompatível tal descrença com as escrituras. (GALGALO, Joseph, 2012. p. 6). As igrejas cristãs desenvolvidas em África trouxeram uma nova teologia africana, atravessando obstáculos colocados pelos aparatos colonialistas em seus países, elas significaram de certa forma, a proteção de etnias que se viam exploradas e a manutenção de culturas indo além das fronteiras do local de seu surgimento, um cristianismo original e nascido no continente africano. O que fica válido afirmar é que durante todo o período em que se assistiu na África o processo de colonização no século XIX e o surgimento no caso de Uganda do protetorado inglês, pode-se perceber o não desaparecimento total da diversidade religiosa da África. Alguns escritores cristãos, baseados nas suas crenças ignoravam o que havia de diferente no modo de vida presente em Buganda e nos demais reinos. Eles afirmavam a ausência de crenças enraizadas na tradição, ou mesmo o paganismo que eram o processo de resistência mas ainda que não falassem não podiam ignorar que a religião tradicional africana, ainda que enfraquecida, serviu de base para que surgisse uma série de outras religiões. Na realidade até mesmo para que se perpetuassem, os missionários precisavam dela e do Islão até porque, condenar ou demonizar uma religião era preciso ter parâmetros. Desse modo, tanto a religião muçulmana quanto as religiões tradicionais eram necessárias para que os missionários se afirmassem.

A visão de mundo colocada pela crença nas religiões locais foram essenciais e não deixaram de perdurar entre aqueles que escolheram pela vida cristã ou por seguir os muçulmanos. Ela possibilitou a manutenção do diálogo entre essas tradições que tanto se diferiam. A perda de espaço das religiões tradicionais culminou na decadência tanto de instituições político-sociais as quais elas estavam ligadas, bem como às relações familiares e comunitárias que haviam muito tempo perdurado com eficiência e que foram desaparecendo no decorrer da expansão colonialista. Porém, de modo geral as três religiões principais, a local pagã, a muçulmana e a cristã, que foram enriquecedoras para a conquista de fiéis.

Além do ambiente religioso as missões tinham problemas também ligados às disputas pelas influências políticas nos território como ocorreu durante a tentativa de Mwanga de afastar os grupos mencionados (muçulmanos e cristãos protestantes e católicos) do reino com seu plano de exílio dos mesmos em uma ilha do Lago Victoria, plano este combatido em conjunto pelos grupos que iam ser prejudicados. Logo, ora agiam em parceria por diversos motivos em comum, ora eram relações conflituosas de embate. Principalmente em Buganda onde as relações entre estes grupos eram mais antigas, os conflitos apareciam com mais

intensidade. Somado a isso, a centralização do poder nessa região era evidente e a religião respeitada pelo governante era, logo, a que deveria obrigatoriamente se seguir. Os Baganda, nativos de Buganda e os Wanga, nativos do Quênia, tinham passado antes da intensificação do aparato colonial, por intensos contatos com mercadores árabes e suas caravanas que cortavam vários territórios em busca e comercialização de escravos e marfim. Sua adesão ao modo de vida e costumes islâmicos eram muito combatidos nos escritos missionários, um exemplo disso aparece no sermão dado por Mackay ao rei M’tesa que demonstrava dúvida a respeito do evangelho cristão por conhecer, partilhar e acatar os conselhos dos comerciantes árabes muçulmanos baseados no Alcorão.(MULLINS, 1904. p. 29). A intensificação de oposição a este contato trouxe consigo igual nível de resistência que manteve mesmo durante a ampliação da influencia inglesa na região.

Alguns conflitos que envolviam áreas de domínio envolveram as questões da resistência ao modo antigo e ao novo ocidental. Foi o caso das lutas coloniais entre o sultanato de Zanzibar, localizado no leste da África, (região da atual Tanzânia,) a Alemanha e a Inglaterra. Os árabes de Zanzibar, pioneiros no comércio da região desde o século XII, com seus interesses claros em escravos e marfim num primeiro momento atuavam somente no litoral e passam a ter interesses em Buganda, sobretudo depois que alemães e principalmente ingleses passam a adentrar a região de forma mais intensa.

Com esta nova ameaça de disputa política, observou-se tentativas por parte dos muçulmanos, de se manterem em posição favorável em influência no local para que seu comércio não fosse prejudicado. Organizou-se para tanto um golpe contra os cristãos (representados principalmente na figura dos missionários), logo após terem colaborado para o afastamento do soberano Mwanga que estava insatisfeito com os cristãos na região. Assim, mesmo atuando como adversários, no momento em que o chefe nativo representou maior ameaça, foram parceiros para derrubá-lo. Porém após o sucesso na empreitada, tentaram a obtenção do poder regional para si. Os europeus por sua vez, missionários e comerciantes queriam a região para que se mantivessem seguros e em condições de se perpetuarem à frente da política e da sociedade.

Com o comum uso da violência, os europeus foram se espalhando pelos territórios da região, porém, as maneiras de colonização nem sempre tinham as mesmas características. No caso dos missionários, como vimos, a escola era o principal meio da política imperialista e da religião cristã. Todavia tivemos também o investimento para acelerar e otimizar o processo de incursão territorial. Um exemplo desta estratégia foi a construção das estradas de ferro que cortavam Quênia até Uganda, uma maneira de facilitar a entrada inglesa na região. Políticas

como essa que obtiveram sucesso já que os missionários ainda que não estivessem claramente envolvidos na política, apoiaram a mudança do status político de reino de Buganda para protetorado inglês em 1894. Assim, a partir daquele ano, depois de uma série de investimentos e empreitadas não só dos missionários, mas também exploradores comuns e agentes do governo de Buganda o maior dos quatro reinos da região centro leste tornou-se um território colocado sob autoridade de outro estado, possuindo geralmente alguma autonomia e um sistema de governo próprio, a partir de 1894, tornava-se oficialmente aquilo que já havia sendo feito na prática, sob domínio inglês.

Esta mudança não teria sido possível sem a primeira geração de missionários protestantes da CMS de 1876. Eles foram de fato, o estopim para a empreitada inglesa e se tornaram os agentes daquela potência europeia no território. Décadas antes da deflagação do imperialismo esses homens ao buscarem desenvolver o processo de evangelização criaram terreno se miscuindo na política, na sociedade e principalmente na religião local. A forma de ação dos religiosos inaugura o modo de atuação imperialista através dos caminhos percorridos pela CMS. J. Ajayi traçou o panorama:

Já se fora o tempo em que os exploradores agiam simplesmente movidos pela curiosidade científica; neste período tratar-se-ia, sobretudo de agentes encarregados de recolherem informações estratégicas e segredos comerciais. Os missionários não eram somente servidores de Deus, obedecendo à vocação de evangelização, doravante seriam agentes organizados em prol de um esforço nacional de aculturação que tinha como objetivo exclusivo enfraquecer a posição cultural e comercial dos seus anfitriões. (AJAYI, 2010. p. 912)

A região de Uganda fora bastante explorada na busca pela nascente do Rio Nilo que intrigava há tempos os aventureiros. A curiosidade devia-se a presença de um gigantesco lago batizado posteriormente à chegada dos ingleses de Victoria Nyanza. Uganda fica na parte central, a leste do continente próxima ao “chifre da África”, como vimos anteriormente (mapa da página 3). Contava com cerca de dezenove tribos que jconviviam num mesmo espaço com outros povos de diversas influências étnicas como árabes, swahilis, muçulmanos49. A

exploração cristã foi mais tardia do ali que outros territórios e se iniciou na após a segunda metade do século XIX. Ela atraiu interesses da CMS que resolveu iniciar ali uma missão na África. É interessante salientar que alguns missionários também atuavam sob tutela de instituições ligadas aos governo como era o de caso de alguns que trabalhavam na Royal

Geographical Society. Porém, diferentemente dos primeiros homens que estavam voltados à

exploração econômica e geográfica basicamente como Richard Francis Burton, John Hanning Speke50, os missionários tinham interesses que iam além das riquezas. Apoiados por

sociedades de pesquisa ou ligadas à religião adentraram para o interior da África em busca de uma influência cultural onde as tradições europeias religiosas estariam como linha de frente para ditar as ações de participação e alteração do cotidiano nativo ao realizar o processo de evangelização.

Os primeiros relatos sobre a região na imprensa datam de1846 e foram escritos no jornal The Calwer Mission por dois viajantes missionários alemães que passaram pela região, John Rebman Erhard e Ludwig K, membros da CMS. A região era desconhecida se comparada com aquela da faixa litorânea de Angola e Costa do Marfim exploradas desde o século XVI. Esses dois homens descreveram a paisagem de floresta tropical, ímpar aos olhos dos europeus bem como a magnitude do lago Victoria Nyanza como faziam os demais exploradores europeus quando partiam param grandes empreitadas. Essa descrição também foi utilizada por Mullins como forma de dar maior ênfase aos feitos dos missionários. Chamava atenção de ambos (Erhard e Ludwig) o clima tropical que diferia do europeu e a organização política do reino que ali existia. Estas descrições são registros de uma área ainda pouco conhecida à época destacada também por Richard Francis Burton51 que conheceu a

região apoiado no século XIX pela Royal Geographical Society52.

Os estudos mais aprofundados sobre a região, neste período foram os de James Erhard e Ludwig K. e John R. Eram eles que repassavam informações, à medida que conheciam o território. Suas impressões eram enviadas a CMS e também para a imprensa inglesa. Foram os relatos que incentivaram a CMS a enviar missionários para expandir a propagação do protestantismo. Sendo a metade do século XIX, 1846, a região estava em destaque e naquele momento o eixo do comércio da região, desembocava no porto de Mombasa, ao Leste da África. Ele era retratado na literatura segundo os relatos de Mullins como um “Paraíso Perdido”.

50

GEBARA, Alexsander L. A. A África presente no discurso de Richard Francis Burton: Uma análise na

construção de suas representações. Tese de Doutorado em História, Universidade de São Paulo, Faculdade de

Filosofia, Letras e Ciências Humanas, 2006.

51

52Fundada em 1830, é uma instituição tratada como um centro mundial de geografia que trabalha com

investigação de apoio, educação, expedições e trabalhos de campo, promovendo a participação pública eo prazer e engajamento de levar informação a respeito do nosso mundo. (texto informado pelo site oficial da instituição).

Figura 3 – Atividade comercial na região dos Grandes Lagos na segunda metade do século XIX (COHEN, 2010. p. 331)

A casa de missão de Rabai ficava próxima dos riachos que corriam do porto de Mombasa até o interior e seu conhecimento foi muito importante para levar a mensagem do cristianismo protestante e o desenvolvimento do trabalho missionário naquela região que mais tarde ocupariam de forma intensa. Ludwig e John R. e, posteriormente, Erhard fixaram-se morada na casa missionária da CMS em 1846 e trabalharam muito na região. O trabalho de exploração da região feito pelos viajantes foi muito importante para que a Europa tomasse conhecimento da região e as potenciais riquezas como o grande sistema aquífero que a região. A casa de missão foi mencionada em nossa fonte pelo autor de The Wonderful Story of

Uganda e seguramente foi a base para o conhecimento europeu a respeito do leste do

continente africano e da África Central, bem como os estudos e conhecimentos linguísticos desenvolvidos por eles que dariam margem a uma série de conhecimentos das tradições culturais, esta era uma forma de enaltecer a importância da região e também dar maior credibilidade e despertar interesse na missão de Uganda.

Os missionários também fizeram uma viagem que acabou por adentrar em um desconhecido reino onde se depararam com um jovem rei do território chamado por seus súditos de M’tesa, tratado pelas publicações como cruel, opressor, mas que tinha de certa forma um sistema de governo parecido com qualquer um do mundo civilizado53.

53

2.3 O chamado de Stanley: a organização e a partida dos primeiros missionários

Benzer Belgeler