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TALÂK SİGALARI İLE ALAKALI ŞARTLAR

4. İBRAHİM EN-NEHAÎ’NİN HAYATI VE İLMÎ KİŞİLİĞİ

2.2. BOŞAMA İÇİN KULLANILAN SÖZLER, ŞEKİLLER VE BOŞAMA SAYISI

2.2.1. TALÂK SİGALARI İLE ALAKALI ŞARTLAR

Em se tratando de dois temas considerados ainda pouco explorados por pesquisas, tanto o Software Livre quanto Pequenas Empresas dão perspectivas para diversas possibilidades de estudo.

A seguir, são apresentadas algumas destas perspectivas que surgiram de questionamentos e possibilidades identificadas durante este trabalho, embora ainda não estejam concretizadas sob os aspectos metodológicos:

• Verificação do comportamento dos sistemas após a instalação: este trabalho se concentrou na instalação dos aplicativos, mas não simulou ou vivenciou um ambiente de produção com o software em pleno funcionamento. Trabalhos deste tipo poderiam verificar a estabilidade, adaptação de usuários e outros aspectos.

• Comparativo de funcionalidades entre um aplicativo proprietário e software livre: considerando a utilização do software livre, comparar suas funcionalidades à um software proprietário que lhe seja equivalente. Por exemplo, Appelbe (2003) cita como concorrentes o aplicativo Compiere e o proprietário Peoplesoft.

• Comparativo entre funcionalidades de módulos de aplicativos: seguindo o mesmo raciocínio do item anterior, outra indicaçaão de trabalho seria a verificação de funcionalidades entre módulos de sistemas diferentes, identificando as semelhanças e diferenças, objetivando um estudo mais detalhado que permitiria maiores informações para que o usuário possa compara-las com sua necessidade de uso, principalmente sob o ponto de vista da gestão da produção.

• Comparativo de custos e prazo de adequação de sistemas de software livre e proprietário: este trabalho, de forma mais ampla não se concentraria no comparativo de dois aplicativos, mas teria como objetivo a identificação das diferenças, das dificuldades e facilidades das adequações de sistema de software livre em comparação com sistemas proprietário. As metodologias e técnicas de implantação de sistemas integrados estão de certa forma bastante descritas na literatura, mas será que o software livre obedece ao que já foi descrito? • Estudo de usabilidade de software livre sobre a ótica de outros

métodos de avaliação: o método de usabilidade utilizado para este

trabalho (Heurística) não é o único existente. Os trabalhos de Nichols e Twidale (2005) e Reis (2003) apontam para uma baixa usabilidade, apesar de não estarem voltados para o tipo de aplicativo analisado neste trabalho, esta característica não foi confirmada neste trabalho em particular. Assim caberia um estudo mais detalhado e com foco apenas na usabilidade, talvez até com mais de um método para a verificação da realidade atual da usabilidade do software livre de forma geral e do software livre da categoria “sistema integrado de gestão”.

• Aplicar testes aos sistemas integrados de gestão de software livre: a ciência da computação dispões de métodos e técnicas específicas

para se aplicar testes em software (teste de stress, caixa preta). Estes métodos poderiam ser aplicados para identificar o comportamento dos software livre.

• Estudo sobre a tecnologia ASP na pequena empresa: a utilização do ASP em pequenas empresas poderia ser estudada sobre aspectos de casos de uso, adequação, levantamento de problemas e custos, bem como do impacto do uso desta tecnologia sobre a estratégia da empresa.

• Suporte técnico – aspectos de aprendizagem: o suporte à utilização, manutenção e instalação no software livre é realizado por meio de grupos de discussão, documentação e troca de informações pessoais, por e-mail ou outras ferramentas de comunicação. Será que este tipo de “suporte” determina um ganho de aprendizagem e capacitação? Quais são suas falhas? O tempo necessário para absorver o aprendizado é compensatório em relação à um suporte comercial?

• Desenvolvimento de sistema integrados de gestão a partir de

modelos (framework) : durante a fase de seleção de amostras foram

encontrados programas classificados como “frameworks” que não são sistemas prontos, mas são utilitários que fornecem modelos a partir dos quais é possível se criar módulos e conseqüentemente sistemas inteiros que podem ser utilizados pelas empresas. Sob este aspecto surgem questões sobre a melhor adequação desta opção à seleção de um sistema que já esteja “pronto”.

• O uso da filosofia do software livre traz mudanças ao

comportamento da pequena empresa como um todo? : utilizar

software livre parece implicar em uma necessidade de absorver a tecnologia para depois poder adaptá-la às necessidades. Será que esta filosofia é algo que acaba “contaminando” outros aspectos da pequena empresa ou fica restrita à área de TI?

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10.865, de 30 de abril de 2004, 10.931, de 2 de agosto de 2004, e da medida provisória no 2.158-35, de 24 de agosto de 2001; e dá outras providências.

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