10. Sanat Eğitimi Kapsamında Sınıf Yönetimi
10.2. Sanat Eğitiminde Öğretim Yöntem ve Tekniklerinin Kullanımı
O Código de Minas de 196750, por sua vez, revogou o antigo Código de 1940
elaborado na Era Vargas. Dentre as modificações propostas está a busca pela capacidade
competitiva do Brasil no mercado internacional51 e a modificação do regime de outorga
da lavra. Antes era uma autorização precária e passou a ser uma concessão outorgada pelo
Ministro de Minas e Energia por meio de portaria de concessão52.
49“Cabe ao D.N.P.M. fazer o estudo amplo da geologia do Brasil, desde o mapeamento geológico em
pequenas escalas, de 1:5.000.000 a 1:250.000, até o preparo das bases para trabalhos a serem programados em escalas condizentes com a delimitação de jazidas. Do geral para o particular, da geologia continental para a regional, em etapas sucessivas de investigação, que incidem sobre áreas cada vez mais restritas, trabalhos sistemáticos poderão conduzir à descoberta de novas jazidas minerais, cuja avaliação dirá da possibilidade econômica de seu aproveitamento. Enquanto os programas não atingirem estágio de desenvolvimento que assegure a passagem de uma etapa para a seguinte, como resultado de evolução natural, a eleição preliminar das áreas para estudo deverá obedecer o critério de prioridades ditado pela probabilidade de existência de depósitos minerais.” MINISTÉRIO DAS MINAS E ENERGIA. I Plano Mestre para avaliação de Recursos Minerais. P. 11
50 Decreto nº 227 de 28 de fevereiro de 1967 que dá nova redação ao Decreto-lei nº 1.985, de 29 de janeiro
de 1940 (Código de Minas).
51Considerando nº 4 do Código de Minas com redação dada pelo Decreto-lei nº 318/67:
“CONSIDERANDO que ao Estado incumbe adaptar as normas que regulam atividades especializadas à evolução da técnica, a fim de proteger a capacidade competitiva do País nos mercados internacionais”.
52 No Código de 1940 a autorização tanto para pesquisa quanto lavra era concedida pelo Ministro de
Agricultura. Na redação original do Decreto nº 227/67 a autorização dependia de alvará do Ministro de Minas e Energia e a concessão de decreto do Governo Federal, para facilitar os regimes, a autorização passou a ser competência do DNPM, um órgão com diversas sedes regionais, e a concessão deixou de exigir decreto, mas tão somente portaria de concessão pelo Ministro de Minas e Energia, conforme determina o art. 2º do Código de Minas.
19 O Código passou a permitir a participação de empresas estrangeiras na exploração,
desde que legalmente habilitadas no país53. Outra barreira retirada foi quanto à quantidade
de autorizações de pesquisa permitidas. Se o Código de 1940 limitava à cinco
autorizações de pesquisa, o Código de 1967 não estabeleceu limites54.
Para regulamentar o Código de Minas, no ano seguinte, em 1968, foi aprovado o Decreto nº 62.934. Tal norma estipula desde os direitos relativos aos minérios quanto o regime de exploração de aproveitamento (autorização, concessão, licenciamento
matrícula e monopólio – art. 11) e a fiscalização da pesquisa, lavra e outros aspectos da
indústria mineral, conforme exposto no art. 1º55.
Esse Código organiza como um todo a atividade minerária. Especifica como se
dará o reconhecimento geológico (Capítulo VII – arts. 39 a 44), dispõe sobre o direito de
prioridade (Capítulo IV – arts. 16 e 17), quais são os procedimentos necessários para obter
a autorização de pesquisa (Capítulo V – arts. 18 a 36) e a concessão de lavra (Capítulo
VIII – arts. 45 a 65), quais são os direitos de propriedade do dono do solo e os valores da
compensação à serem recebidos por ele no caso de exploração na sua propriedade
(Capítulo VI – arts. 37e 38), a possibilidade de formação do consórcio mineiro e de
empresa de mineração, além de estipular sanções e atribuir as competências do DNPM. Seguindo o ideal de organizar o comércio, ainda em 1968 foi promulgado o Decreto nº 63.196 que criava o Conselho Interministerial de Preços (“CIP”), o qual controlava os preços de diversos setores, dentre eles o da mineração. O órgão possuía
como objetivo acompanhar a evolução dos preços no mercado interno56 e reajustar preços
53 Código de Minas de 1967. Art 15. A autorização de pesquisa só poderá ser outorgada a brasileiro, pessoa
natural ou jurídica, ou a emprêsa de mineração, mediante expressa autorização do Ministro das Minas Energia proferida em processo regularmente examinado e informado pelo D.N.P.M. Parágrafo único. Os trabalhos necessários à pesquisa serão exercitados sob a responsabilidade profissional de engenheiro de minas, ou de geólogo habilitado ao exercício da profissão. (redação original)
54 Código de Minas de 1967. Art. 37. Na outorga da lavra, serão observadas as seguintes condições:
I - a jazida deverá estar pesquisada, com o Relatório aprovado pelo D.N.P.M.; II - a área de lavra será a adequada à condução técnico-econômica dos trabalhos de extração e beneficiamento, respeitados os limites da área de pesquisa. Parágrafo único. Sòmente as Emprêsas de Mineração poderão se habilitar ao direito de lavra, e não haverá restrições quanto ao número de concessões outorgadas a uma mesma Emprêsa.
55 Art. 1º Êste Regulamento dispõe sôbre: I - os direitos relativos às massas individualizadas de substâncias
minerais ou fósseis, encontradas na superfície ou no interior da terra, formando os recursos minerais do país; II - o regime de sua exploração e aproveitamento; III - a fiscalização, pelo Govêrno Federal, da pesquisa, da lavra e de outros aspectos da indústria mineral.
56 Art. 4º. O Conselho Interministerial de Preços acompanhará a evolução dos preços no mercado interno,
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57 para os órgãos da administração pública direta e indireta, inclusive sociedades de
economia mista e empresas públicas58 com base na evolução do preço e dos custos de
produção de cada setor. 59 Na prática o que ocorria era um controle de preços em setores
oligopolistas, como o da mineração. 60
Findo o prazo do plano decenal, as pesquisas geológicas para mapeamento do solo, basilares para o sucesso do I PMD, não estavam concluídas devido as “dificuldades para alocar recursos escassos”. 61