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2.1.2. Sanal Pazarlamanın Yararları

2.1.2.2. Sanal Perakendeciliğin Tüketiciye Sunduğu Yararlar

Na Figura 24 são expostas as imagens com aumento de 500X de amplificação do resíduo de couro e dos resíduos descromados nos diferentes tempos de oxidação.

Resultados e Discussões_______________________________________________________

(a)

(c)

(d)

Figura 24. Microscopia (MEV), usando o aparelho DSC-960-ZEISS (a) resíduo de couro (b) descromado 9h (c) descromado 18h (d) descromado 36h. com aumento de 500X.

Resultados e Discussões_______________________________________________________ Ao analisar a Figura 24-a, é possível observar que o couro são formas por uma rede de fibras organizadas. Estas se encontram entrelaçadas entre si, que por sua vez, são constituídas por fibras de menor diâmetro (fibrilas), que são estabilizadas por meio do processo de curtimento através da formação de cross-linking com o cromo resultando numa estrutura mais organizada.

Após a remoção do cromo, as ligações de cross-linking são desfeitas e com isso a estrutura linear na qual as fibras estão organizadas são desfeitas. Este fato pode ser observado nas imagens dos resíduos descromados que apresentam uma rede fibrosa desorganizada, conforme observado nas Figuras 22b - 24d. Entretanto é possível notar que a estrutura fibrosa do colágeno foi mantida mesmo após o tratamento químico.

Figura 25. Microscopia (MEV), usando o aparelho DSC-960-ZEISS do descromado 9h. com

Figura 26. Microscopia (MEV), usando o aparelho DSC-960-ZEISS do descromado 18h . com aumento de 3000X.

Figura 27. Microscopia (MEV), usando o aparelho DSC-960-ZEISS do descromado 36h. com aumento de 3000X.

Resultados e Discussões_______________________________________________________ Ao analisar as Figura 25- 27 é possível observar a presença de fibrilas e microfibras, na Figura 24 há presença de estrias sobre as fibras, que podem estar relacionadas ao acúmulo de reagentes resultante do processo de descromagem.

Com o auxílio do Software IMAGE J, foi possível determinar o diâmetro das fibras que teve uma variação média conforme apresentado na Tabela 08.

Tabela 8. Tamanho médio das fibrilas e Microfibras dos resíduos descromado nos diferentes tempos de oxidação.

Amostras/Fibras Tamanho Médio

Fibrilas (µm) Tamanho Médio Microfibras ( µm) Desvio Padrão

Descromado 9h 2,60 0,29 0,013

Descromado 18h 2,75 0,30 0,010

Descromado 36h 2,75 0,28 0,012

Por meio da Tabela 08 é possível notar que o tamanho das fibras nas amostras é semelhante. Isto sugere que a diferença de tempo de oxidação não interferiu na estrutura morfológica do material.

Diante destes resultados é possível fazer uma consideração em relação ao direcionamento de uma aplicação deste material, como na fabricação de compósitos que requeiram a adição de cargas fibrosas com pequeno diâmetro.

4.5 Processo de Obtenção de Sulfato Básico de Cromo

O sulfato básico de cromo foi obtido a partir do cromato de sódio, proveniente do processo de descromagem. Inicialmente o cromato de sódio foi convertido a dicromato de sódio por meio da acidulação com ácido sulfúrico conforme a reação 4.6.

2Na2CrO4(aq) + H2SO4(aq) Na2Cr2O7(aq) + Na2SO4(aq) + H2O(l)

Segundo Adzet (1985) quando se acidifica a solução de cromato com ácidos a cor amarela da solução se torna alaranjada, já que o ácido crômico que se origina por acidificação a temperatura ambiente perde água e se transforma em cromato segundo as reações 4.7.a e 4.7.b:

Cr2O72-(aq) + H2O ↔ 2CrO42-(aq)+ 2H+(aq) (Reação 4.7.a)

2CrO42- ↔ Cr2O72- (Reação 4.7.b)

A obtenção do sulfato de cromo ocorre através da redução do Cr6+ para sua forma menos móvel e menos tóxica Cr3+, por meio da adição de um agente redutor, no caso o sulfito de sódio, em presença de ácido sulfúrico (HOINACK, 1994), segundo o autor este é um dos melhores agetes redutores, pois a solução obtida é relativamente mais pura e mais adequada para o curtimento, pois a mesma não contem íons estranhos. Ela é representada pela reação 4.8.

2Na2Cr2O7(aq) + 3Na2SO3(aq) + 8H2SO4(aq) 2Cr2(SO4)3(aq) + 5Na2SO4(s) + 8H2O(l) +3/2O2(g) (Reação 4.8)

A redução é caracteriza pela mudança de coloração da solução que passa de alaranjado para um tom esverdeado, conforme a Figura 28.

Resultados e Discussões_______________________________________________________

Figura 28. Mudança da coloração que comprova a redução do cromo.

Após o ajuste do pH com hidróxido de sódio, foi determinado o teor de basicidade da solução segundo a ASTM 3897-93 e calculado conforme a Equação 2.

Tabela 9.Teor de basicidade do sulfato básico de cromo

Teor de basicidade médio

Desvio Padrão

34,6 2,43

A basicidade encontrada está próxima à basicidade do sal comercial que é em torno de 33%, provando que é possível reutilizar o efluente do resíduo da descromagem como sal curtente no processo de curtimento. Entretanto para ser usada no processo de curtimento é necessário ajustar a concentração de cromo de acordo com o produto que se pretende obter.

6. CONCLUSÕES E PERSPECTIVAS FUTURAS

O desenvolvimento deste trabalho permitiu concluir que é possível realizar a descromagem alcançando eficiência de 99,29% de cromo removido. A partir das análises térmicas realizadas sobre o resíduo descromado foi possível concluir que mesmo após a remoção do cromo o produto apresentou boa estabilidade térmica, isso é comprovado por meio da análise das curvas de DSC, que tanto para o couro quanto para os resíduos descromado apresentaram a mesma temperatura de desnaturação por volta de 86ºC. Além disso, ao analisar as curvas de TG foi possível observar que a degradação é semelhante.

Por meio das análises estruturais FT-IR e Ramam, foi possível confirmar que o resíduo descromado é constituído por colágeno e que mesmo após o tratamento químico a estrutura foi mantida. Desta forma é possível concluir que o processo de descromagem permite a obtenção de um biopolímero com estrutura fibrosa.

Perspectivas Futuras

- Publicação do Trabalho em periódicos; - Realização de ensaio de toxicidade;

- Parceria com a indústria para a implementação de um projeto piloto;

- Criação de uma nova linha de pesquisa voltada para a aplicação deste biomaterial tato para a produção de compósitos quanto para a fabricação de filmes;

Ref erências Bibliográf icas____________________________________________________

7. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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APÊNDICE

Curva analítica de referência para o cromo.

0 1 2 3 4 0,00 0,02 0,04 0,06 0,08 0,10 0,12 0,14 0,16 Curva analítica de Cr3+ Fenda = 2,7 Lâmpada Multielementar Chama oxidante acetileno-ar

Fluxos = Ar - 10 L/min. e C2H2 = 3.0 L/min.

y = bx b = 0.0321 r - 0.991

A

35 7. 87 n m Concentração Cr3+ (mg/L)

Benzer Belgeler