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A- Odaklaşma Teknikleri: Agonist kasa yapılan yönelik yapılan tekniklerdir Tekrarlı Germeler: Aktif eklem hareket açıklığını artırmak ve kas kuvvetin

2) Proprioseptif Nöromusküler Fasilitasyon Grubuna Yapılan Uygulama ( PNF teknikleri uygulanması):

4.9. Genel Sağlık Düzeyi ile İlgili Bulgular

A definição do fechamento em modelos de equilíbrio geral é um elemento chave para o processo de solução, uma vez que nele se determina o ambiente econômico da simulação de interesse (DIXON e RIMMER, 2002). Essa tarefa exige cuidados, pois o ambiente econômico deve ter coerência com o propósito do trabalho.

Em modelos EGC, o número de equações é tipicamente menor que o número de variáveis, cuja diferença retrata exatamente a quantidade de variáveis exógenas. Como mencionado na seção anterior, o sistema de equações pode ser usado para resolver as mudanças das variáveis endógenas (igual ao número de equações), conforme as mudanças nas variáveis exógenas. A classificação de quais variáveis serão endógenas ou exógenas é flexível e define o modo de operação do modelo numa simulação, sendo conhecido na literatura como “fechamento” do modelo. Além disso, a escolha das variáveis exógenas também deve garantir que a matriz

 

 

V t

A seja não-singular. Caso contrário, haveria o problema de singularidade, isto é, as variáveis classificadas como endógenas não são funções das variáveis definidas como exógenas no fechamento.

Para modelos EGC dinâmicos recursivos, que consideram soluções sequenciais ao longo de um intervalo temporal pré-estabelecido, existem basicamente quatro tipos de simulações geradas por seus respectivos fechamentos: histórica, de decomposição, de cenário futuro e de política (Figura 2.15)71.

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Cabe destacar que o ano base do modelo é 2005, cujo período representa uma referência para 2006. A solução requerida de 2006 representará uma solução inicial para 2007, e assim por diante. Portanto, existe uma série de soluções resolvidas sequencialmente que captura as caraterísticas da estrutura econômica de 2005. Os resultados projetados para os demais anos são sensíveis aos dados calibrados no ano base do modelo. Nesse sentido, é importante que o ano base do modelo seja típico, bem-comportado ou não esteja sujeito às flutuações (e.g. choque de oferta, crise externa). O ano de 2005 se apresenta como um ano bem-comportado com ausências de flutuações para a economia brasileira.

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As simulações são operacionalizados pelo RunDynam 3.6, um aplicativo do Gempack específico para simulações com modelos EGC de modelos dinâmicos recursivos. Para maiores detalhes, consultar: http://www.monash.edu.au/policy/gempack.htm.

A simulação histórica muda cada um dos coeficientes do modelo no ano t para seus valores no ano t1, revelando também a imagem da economia brasileira no ano t1. Quando em um determinado ano, os dados históricos já não estão mais disponíveis estatisticamente, usa- se a simulação (ou fechamento) de projeção de cenários (forecast simulation), e, com isso, temos uma imagem futura da economia brasileira (e.g. t1,t2,,tn) (DIXON e RIMMER, 2002; MAI et al., 2010). A característica principal da simulação histórica e de projeção de cenários é que ambas são cenários de referência. Assim como a simulação histórica é referência para a simulação de decomposição, a de projeção de cenário o é para a simulação de política.

A simulação histórica fornece os efeitos sobre variáveis não observáveis, como mudanças tecnológicas e de preferências. A forma como são distribuídas essas mudanças é indicada pela simulação de decomposição. Por exemplo, este tipo de simulação aponta qual é a parcela dos efeitos da mudança tecnológica de produção (variáveis não observáveis na simulação histórica) sobre as variáveis comumente endógenas como consumo, exportação, investimento e renda (que, na simulação histórica, são variáveis observáveis e exógenas) (DIXON e RIMMER, 1998).

Figura 2.15 – Tipos de simulação em modelos dinâmicos recursivos

Fonte: Adaptado de MAI et al. (2010).

Simulação de política Simulação de projeção de cenário Simulação histórica Efeitos de uma mudança política t t+1 t+2 Ano Variáveis econômicas

Já a simulação de cenários serve como um caminho de controle de forma que os desvios são medidos para analisar os efeitos de um choque de política em períodos futuros. Assim, uma simulação de política permite analisar os efeitos de uma mudança na política econômica, sendo ela um desvio das variáveis econômicas em relação ao cenário de referência. A vantagem de calcular os efeitos da política como desvios em relação ao cenário projetado é que ela traz uma perspectiva de crescimento para a análise.

Como se pretende realizar projeções futuras para os mercados de transporte ferroviário e de cabotagem, os fechamentos escolhidos relacionam-se com a simulação de cenário futuro e de política. O fechamento de cenário, denominado também baseline do modelo, é constituído por um cenário macroeconômico, ou mais precisamente, as variações dos principais componentes da demanda final observáveis até 2011 e projetadas até 2025 (por exemplo).

No cenário de referência, devemos levar em conta o cenário macroeconômico, porém é possível adicionar a ele algumas tendências setoriais que possam ser coerentes com o propósito de estudo. Ao lado das variações anuais dos componentes da demanda final, é plausível considerar variáveis observáveis ou esperadas como produtividade setorial, eficiência produtiva, mudanças no número de firmas de um setor e assim por diante. No mercado ferroviário, por exemplo, é observado, até 2008, um crescimento significativo da produtividade e oscilações no desempenho financeiro no setor (receitas operacionais líquidas e custos operacionais). Se o escopo de uma simulação de política está concentrado no mercado ferroviário de cargas, logo também se podem adicionar essas mudanças no baseline do modelo.

Entretanto, para que os desvios do fechamento de política possam ser analisados em relação a este cenário desenvolvido (baseline), operacionalmente deve tornar-se endógeno o próprio cenário de referência no modelo. Em outras palavras, é necessário deixar endógenos os valores das variáveis que foram exógenos no fechamento de cenário do modelo (baseline), a fim de gerar efeitos tendenciais sobre o sistema produtivo brasileiro, e que servirão de comparação com uma política específica adotada. Esta fase é conhecida como Baseline- Rerun, e nos revela um fechamento em que os choques aplicados nas variáveis exógenas do baseline são agora endógenas para o modelo. O Quadro 2.1 mostra e compara as trocas das variáveis macroeconômicas do modelo entre exógenas e endógenas.

O fechamento fornecido pelo procedimento Baseline-Rerun é usado para que políticas em cada mercado sejam aplicadas. Nesse sentido, o fechamento de política compreende choques específicos para cada mercado de estudo, ou o escopo da análise, e que indicarão os desvios frente à tendência do cenário econômico elaborado. Por exemplo, é possível analisar os efeitos setoriais em relação à tendência econômica até 2030 da revisão feita pela ANTT sobre as tarifas do transporte ferroviário de cargas de 2012.

Quadro 2.1 – Variáveis macroeconômicas do modelo BIM-T e tipos de fechamento*

Como modelos EGC trabalham com preços relativos, é necessário atribuir qual variável de preço será o numerário do modelo. Para isso, geralmente escolhe-se o índice de preço ao consumidor ou a taxa de câmbio. Neste trabalho, optamos pela taxa de câmbio como o numerário, e, dessa maneira, ela é exógena em todas as simulações. Como apontado por Domingues (2002), esta escolha implica na inviabilidade de uma análise de política cambial, principalmente sobre alguma meta de superávit comercial ou inflação.

Além disso, não menos importante, a principal diferença nos fechamentos de curto e longo prazo em modelos estáticos reside, principalmente, nas hipóteses aplicadas no mercado de fatores de produção. No curto prazo, o estoque de capital é fixo e a taxa de retorno varia livremente. O salário real é mantido fixo, deixando o emprego e o salário nominal ajustarem- se aos choques. Em contrapartida, no longo prazo, o estoque de capital é endógeno, ao passo que a taxa de retorno é mantida como exógena. O salário real é endógeno e o emprego agregado é mantido fixo.

Fechamento Exógenas Endógenas

Baseline Produto Interno Bruto Produtividade

Consumo das Famílias Deslocamento do consumo das famílias Investimento Deslocamento do investimento

Gastos do Governo Deslocamento dos gastos do governo

Exportações Deslocamento das exportações

Baseline ReRun Produtividade Produto Interno Bruto Deslocamento do consumo das famílias Consumo das Famílias Deslocamento do investimento Investimento

Deslocamento dos gastos do governo Gastos do Governo Deslocamento das exportações Exportações * Refere-se as variáveis que mudam de status entre os fechamentos. Fonte: Elaboração própria

Esta clara separação entre curto e longo prazo para modelos dinâmicos recursivos é menos evidente, uma vez que os mecanismos temporais permitem simultaneamente ajustes tanto no estoque de capital, taxa de retorno, salário real e emprego agregado. Como visto, enquanto a taxa de crescimento do capital ( j

G ) estiver acima do respectivo crescimento tendencial ( j

TEND

G ), com taxa esperada de retorno (E ) superior à taxa normal de retorno (tj Rnormalj ), as flutuações dos investimentos vão ocorrer. Aumentos dos investimentos provocam reduções nas taxas de retorno esperadas, via aumento no estoque de capital, reduzindo posteriormente tais investimentos até o seu estado estacionário (equilíbrio). Por outro lado, o salário real vai responder aos aumentos de emprego até quando o equilíbrio no mercado de trabalho for restabelecido.

Por fim, as especificações inseridas no modelo BIM-T permitem atribuir diferentes suposições de tecnologia de produção, regra de precificação e estrutura de mercado para o fechamento de cenário e de política. O Quadro 2.2 sumaria as hipóteses que podem ser atribuídas para certos setores72 no fechamento.

Quadro 2.2 – Diferentes hipóteses por grupo do modelo

Por conveniência, no Quadro 2.2, as hipóteses estão listadas por seus respectivos códigos. Assim, CMS denota uma combinação de retornos constantes de escala, preço pelo custo marginal e o número de firmas fixo. Ao todo, poderiam existir 27 combinações. No entanto, algumas delas fazem pouco sentido. Por exemplo, uma combinação de preço pelo custo

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A lista dos setores será tratada no próximo capítulo.

Grupo Código Descrição

Tecnologia C Retorno constante de escala

I Retorno crescente de escala - interna à firma E Retorno crescente de escala - externa à firma Regra de precificação M Custo marginal

O Preço de Lerner: markup ótimo H Preço de Harris (mix)

Entrada / Saída S Curto prazo: número de firmas constante L Longo prazo: livre entrada e saída de firmas

T Mecanismo temporal de entrada e saída de firmas (mix) Fonte: Adapatado de Abayasiri-Silva e Horridge (1996)

marginal e economias de escala ao nível da firma poderia implicar perdas, independentemente da hipótese atribuída à entrada e saída de firmas. Ademais, podemos verificar também que, diante das alternativas disponíveis, firmas podem exercer algum poder de mercado mesmo sem economias internas de escala, pois basta tornar o número de firmas constante (ABAYASIRI-SILVA e HORRIDGE, 1996).

Com o mecanismo temporal de entrada e saída das firmas (T), o grau de rigidez aparece no valor da elasticidade ( ), ou seja, quanto menor for este parâmetro, maior é a barreira à c entrada e saída de firmas em um determinado mercado. Assim, é possível adotar exclusivamente essa nova especificação (T) ou conciliar com (S) e (L) em pequenos intervalos temporais. Por exemplo, pode-se admitir que, em certo mercado, o número de firmas não varia nos quatros anos iniciais, e, a partir do quinto ano, começa existir um fluxo de entrada e saída. Entretanto, para as simulações do presente estudo, esse tipo de combinação não é considerado, pois a rigidez de certos mercados será constatada pelo valor de  . Existe c uma implicação ao adotar (T) ou (S). Haverá diferença entre o custo total e a receita total para um setor (desequilíbrio), tendo em vista que o lucro econômico acumulado (estoque) poderá ser positivo.

De posse dessas considerações, o Quadro 2.3 fornece as combinações de hipóteses que permitem ser tratadas nos fechamentos do modelo.

Quadro 2.3 – Combinações de hipóteses para os fechamentos em BIM-T

As regras de Lerner e Harris são admitidas somente com economias internas em nível da firma. A combinação CML, por exemplo, gera resultados de uma estrutura competitiva de

Custo marginal Preço de Lerner Preço de Harris Retornos constante

de escala CML - -

Retornos crescentes

de escala (firma) - IOT / IOL IHT / IHL

Retornos crescentes

de escala (setor) EML - -

Fonte: Adapatado de Abayasiri-Silva e Horridge (1996)

Regras de precificação Tecnologia

mercado para os setores. Na livre entrada e saída de firmas (L), assume-se que o número de firmas acompanha as variações do nível de atividade, tornando-se consistente com as curvas

de custo unitário no formato “U”. Essa suposição equivale para CML, EML, IOL e IHL. Vale

destacar que a especificação dessas combinações e o grau de economias de escala para cada setor serão tratados no próximo capítulo.

Quando implementado e calibrado73, é necessário verificar a consistência teórica do modelo com o propósito de certificar se há possíveis erros computacionais e desbalanceamento da base de dados do modelo (em t 0). Como já mencionado, a estrutura analítica de modelos EGC está baseada no paradigma walrasiano, de maneira que os agentes econômicos não sofrem de ilusão monetária (homogeneidade de grau zero), e, portanto, variáveis reais permanecem inalteradas. Diante disso, o teste de homogeneidade nominal consiste em aplicar uma variação percentual x% sobre o numerário do modelo (taxa cambial) de modo que se possa analisar o comportamento das variáveis reais e nominais. Como existem várias possíveis combinações de hipóteses, em todas elas o teste deve ser satisfeito. Os resultados esperados dessa simulação-teste com o modelo BIM-T, considerando ainda diferentes hipóteses, confirmam as expectativas.

Menos comum, existe também o teste de homogeneidade real. Como os modelos neoclássicos apresentam retornos constantes de escala, espera-se, conforme Horrigde (2000), quando todas as variáveis exógenas reais sejam chocadas em 1%, todas as variáveis endógenas reais também se alterem em 1%, mantendo inalteradas as variáveis nominais do modelo. Os modelos dinâmicos recursivos requerem a predição de crescimento equilibrado para análise do caminho futuro de variáveis como mudanças tecnológicas, emprego e posições da curva de demanda externa. Dessa maneira, um teste de homogeneidade real de 3%, associado a um estado estacionário para a economia de 3%, fornece os efeitos temporais que retornarão ao caminho de crescimento tendencial. Tal simulação é útil para checar se o modelo está corretamente implementado (CENTRE OF POLICY STUDIES- COPS / MONASCH, 2010). No modelo BIM-T, o estado estacionário foi mantido em 3% e esse teste também foi satisfatório.

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Por calibragem entende-se o processo de montagem da base de dados requerida pelo modelo e a estimação de seus parâmetros. Estes aspectos são apresentados no próximo capítulo.

Benzer Belgeler