3. HİZMETKÂR LİDERLİĞİN ÖRGÜTSELVATANDAŞLIK
3.7 Araştırma Bulguları
3.7.3 Regresyon Analizine İlişkin Sonuçlar
O ensaio foi planejado para estar dividido em quatro partes de trinta minutos: alongamento e atividades de conscientização corporal; dinâmica de integração com música, com trabalhos rítmicos e melódicos; exercícios para conscientização de expressões corporais pela dança; dinâmica com atividade teatral. Orientei cada professor a saber sua sequência de participação, de maneira que não precisássemos de anúncios ou convites para sair de uma atividade a outra; a ideia era que todo o ensaio fluísse de modo contínuo, sem interrupções, para que os alunos não tivessem a sensação de que a aula era "quebrada".
Para a nossa felicidade, tivemos mais pessoas neste primeiro ensaio do que na reunião que eu havia feito com os que ouviram o convite público, realizado no culto de domingo à noite. Isso porque aqueles que estiveram presentes na reunião em muito contribuíram para a divulgação do trabalho, convidando outras pessoas e falando-lhes acerca de nossas propostas de trabalho. Tivemos, então, um pouco mais que o dobro de pessoas que estavam na reunião: agora somando um total de treze integrantes.
Iniciamos o ensaio com um momento de alongamento, conduzido por nosso preparador físico. Este foi um alongamento bem diferente do convencional, aproveitando bastante os movimentos naturais do corpo, saindo um pouco dos exercícios mais conhecidos. O grande foco desse momento foi a consciência corporal. O professor, que pratica a arte marcial Aikido, procurou estimular os participantes ao relaxamento e realizou os exercícios de alongamento de modo a valorizar movimentos que normalmente fazemos em nosso dia a dia. Ele se utilizou de algo muito próximo dos chamados exercícios funcionais, trabalhando o equilíbrio, a postura e a respiração dos alunos.
Este momento foi muito bom, pois todos ficaram bem relaxados e, posteriormente, aquecidos, além de felizes por trabalharem de maneira divertida. Apesar disso, nem todos acharam alguns movimentos tão fáceis de se realizar e, por isso, não conseguiram executá-los, o que foi encarado com bastante naturalidade pelo professor de Educação Física, já que sabia que este trabalho demandaria certo tempo.
Como dinâmica de integração com música, conduzi o grupo num pequeno jogo de canto e coordenação rítmica, com a canção "Perdi Meu Anel", de Beatriz Bedram. Com a turma em círculo, comecei a cantar a canção e pedi que me acompanhassem. Uma vez que todos já estavam familiarizados com ela, ainda em círculo, apresentei-lhes um jogo de percussão corporal
a ser seguido em toda a dinâmica. A seguir, fizemos o mesmo em duplas, depois em quartetos que se alternavam e, enfim, novamente em círculos, fizemos a dinâmica em caminhada circular. Após isto, ainda experimentamos a brincadeira, com dois círculos, um dentro do outro, ambos girando em sentido anti-horário e trocando de duplas. O objetivo da atividade era iniciá-los num trabalho de conscientização e desenvolvimento rítmicos, o que pude perceber ter acontecido através dos desafios que a atividade lhes proporcionou, mantendo-os sempre motivados e interessados a superá-los. O grupo gostou muito da dinâmica e demonstrou boa resposta à atividade, ao evidenciar uma melhora progressiva na execução dos movimentos requeridos e um desejo de que a atividade nunca acabasse.
Logo em seguida, a professora de dança nos conduziu num momento de caminhada pelo espaço. E, à medida que ela dizia um número, havia uma função a ele relacionada: pular, correr, rolar e parar. Com o parar, a professora pediu ao grupo que marcasse as posições em que cada aluno havia permanecido e, a partir delas, gerou quatro posições a serem usadas na composição de passos de dança em duplas. Cada dupla devia aprender os movimentos do outro e, então, apresentar ao grande grupo. Apesar das limitações de alguns, principalmente devido ao fato de que muitos nunca haviam tido aulas de dança antes, todos se saíram bem na atividade, que, graças à sensibilidade pedagógica da professora de dança, não apresentou um grau de dificuldade maior do que os alunos poderiam atingir. Todos também responderam bem a esta atividade, ao se mostrarem igualmente motivados, conforme ocorrera na atividade anterior, além de comentarem abertamente sobre o quanto dançar era divertido, apesar de não tão simples quanto antes pensavam, porém algo bastante acessível, através do esforço de cada um.
O último momento do ensaio-aula foi realizado com o trabalho da professora de teatro. Ela nos conduziu em atividades curtas de interpretação em grupos. A professora solicitou que, divididos em duplas, brincássemos de bola. Primeiramente, escolheu um membro da dupla para estar em posse da bola. Orientou cada um a sentir a textura, a largura e o peso da bola, compartilhando com o colega de dupla, em seguida, as dimensões projetadas no objeto. A seguir, cada dupla poderia fazer o que desejasse e praticar, ainda com a bola imaginária, o esporte que preferissem. E, à medida que cada dupla realizava a brincadeira, a professora de teatro esteve monitorando e orientando as ações, para que os alunos realmente acreditassem estar jogando com uma bola. Depois de certo tempo, ela pediu para que cada dupla apresentasse uma cena esportiva para o grande grupo, de modo que todos pudessem compartilhar as impressões que
tiveram uns dos outros. Dessa maneira, os alunos podiam dizer se acreditaram mais nesta ou naquela dupla, puderam também identificar qual dupla possuía uma bola maior e/ou mais pesada, além de avaliarem conjuntamente a interpretação de cada um. Trabalhando com o lúdico e o imaginário, a professora possibilitou aos alunos grande motivação e o despertamento de interesse no que ainda estava por vir.
Encerrei o momento, então, reforçando a todos que era este tipo de experiências que tencionávamos ter com o decorrer do trabalho e na construção do musical que realizaríamos ao fim do terceiro mês. Por se tratar ainda de uma fase bastante inicial, continuei a encorajá-los a convidar mais pessoas a participar, se assim desejassem. Apresentei-lhes também a ideia, discutida em reunião com os demais professores, de fazermos todo o musical baseado no texto que se encontra no Evangelho de João, capítulo um, do versículo um ao catorze. Esta era uma ideia antiga, outrora apresentada a algumas pessoas da igreja que trabalhavam com musicais, mas que tinha, a princípio, a proposta de ser uma cantata de Natal, e agora seria montada em forma de musical, se assim os alunos concordassem. E, caso concordassem, todos estariam diretamente envolvidos nos processos de criação e construção do musical. Neste momento, contudo, a ideia era que, baseados no texto, pudéssemos, em conjunto, construir o musical a partir das atividades que estaríamos realizando nos ensaios. Todos concordaram com a proposta e se mostraram bastante motivados a convidarem mais pessoas para participar. E todos se despediram já ansiosos pelo próximo encontro.